Se você e sua comunidade desejam resolver o problema de poluição e contaminação das águas de sua bacia hidrográfica, basta procurar o MINISTÉRIO PÚBLICO de sua Comarca e solicitar providências, através de uma "AÇÃO CIVIL PÚBLICA", contra os poluidores. Não tem custo algum e suas gerações futuras vão agradecer muito!

RIOS, MANANCIAIS, PRAIAS E OCEANO DEGRADADOS E POLUÍDOS ! MATAS CILIARES E FLORESTAS DEVASTADAS, MANGUEZAIS INVADIDOS E ATERRADOS ! LEIS E ATITUDES DESRESPEITOSAS AO MEIO AMBIENTE, FALCATRUAS, DESVIOS, OMISSÕES E FALTA DE INVESTIMENTOS EM MEIO AMBIENTE, NÃO PODEM IMPEDIR QUE CUIDEMOS DE NOSSAS BACIAS HIDROGRÁFICAS E DE NOSSO BEM ESTAR !!!
SOSRIOSBR NA SMA 2013

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24 de maio de 2013

PROJETO ESTRATÉGICO DE REVITALIZAÇÃO DA BACIA DO RIO DAS VELHAS - COPASA INVESTIRÁ R$ 100 Mi



Despoluição do Rio das Velhas

O Portal Sul vai apresentar uma série de matérias sobre a recuperação ambiental de bacias e obras de saneamento nos estados de Minas Gerais e São Paulo.  Hoje abordaremos as causas da poluição do Rio Velhas e os projetos que estão sendo desenvolvidos para melhorar sua situação.

A Bacia do Rio das Velhas, que abrange 4,5 milhões de habitantes de 51 municípios de Minas Gerais, recebe diariamente altas doses de poluição, provenientes de esgotos não tratados e resíduos sólidos urbanos e industriais, que colocam em risco a saúde pública e tornam possível a contaminação de cursos d’água ou o lençol subterrâneo.

Apenas nas sub-bacias do Arrudas e Onça existem 3.125 indústrias, das quais cerca de 50% podem ser considerados poluentes. Somente o município de Sabará despeja 32 milhões de litros de esgoto por dia.

Um dos principais incentivadores da recuperação da bacia hidrográfica do Rio das Velhas é o Projeto Manuelzão, programa de extensão da Universidade Federal de Minas Gerais que concilia o trabalho científico com a mobilização social de empresas, governos e sociedade civil. O objetivo é integrar as diferentes culturas da região e incentivar na população a ideia de pertencimento à bacia.

Em 2003, o projeto organizou a Expedição Manuelzão desce o Rio das Velhas, que percorreu os 804 quilômetros do curso d’água e mobilizou moradores dos 51 municípios da bacia para a importância de recuperar o rio. A iniciativa resultou na Meta 2010, que estabeleceu o objetivo de navegar, nadar e pescar no Rio das Velhas, em sua passagem pela Região Metropolitana de Belo Horizonte, até o ano seguinte. Entre as ações do Manuelzão está o programa de biomonitoramento, que avalia a presença de espécies de invertebrados bentônicos e peixes nas águas do Rio das Velhas.

No mês passado, foi firmado um contrato entre a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e o município de Sabará para renovar os serviços de abastecimento de água e assunção do sistema de esgotamento sanitário. O contrato, que favorece o município e os distritos de Ravena, Sobradinho e Roças Grandes, assegura um investimento da ordem de R$ 116 milhões.

Projeto da Copasa prevê investir R$ 100 milhões na construção de 11 elevatórias, 28 mil metros de coletores e 45 mil de interceptores, além de duas estações de tratamento de esgoto (ETEs), uma no Bairro Borba Gato e outra no distrito de Ravena.

De acordo com o Governo do Estado de Minas Gerais, hoje mais de 13,8 bilhões de litros de esgoto, que antes eram lançados mensalmente no Velhas, são coletados. Desse montante, mais de 11 bilhões são direcionados a locais adequados para tratamento. Isso significa que cerca de 80% do que é coletado está sendo devidamente tratado antes de retornar aos cursos d´água.

O Projeto Estratégico de Revitalização  da  Bacia do Rio das Velhas prevê que até 2014 o tratamento de 100% do esgoto que é despejado atualmente no Rio. Fonte: http://jornalportalsul.com.br/
 


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"Será possível nadar no rio das Velhas", planeja professor  - CLIQUE


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COBRANÇA PELO USO DA ÁGUA É DISCUTIDO ENTRE GOVERNO E INDÚSTRIA NO PARANÁ

Governo e indústria discutem cobrança pelo uso da água


O secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Luiz Eduardo Cheida, e o presidente do Instituto das Águas do Paraná, Márcio Nunes, reuniram-se com o presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Capagnolo, para tratar da cobrança pelo uso da água. A partir do início do mês de setembro, grandes usuários e indústrias que utilizam água dos rios para produção e operação vão pagar pelo serviço.

O projeto piloto abrange a bacia do Alto Iguaçu, na área que vai da Região Metropolitana de Curitiba (RMC) até União da Vitória, localizada no Sul do estado. De acordo com a proposta, todas as indústrias que retiram a água dos rios para sua operação, bem como as que utilizam a água para despejar efluentes tratados e as companhias de saneamento vão pagar.

Luiz Eduardo Cheida explica que a cobrança não é um imposto, mas uma remuneração pelo uso de um bem público, cujo preço é fixado a partir de um pacto entre os usuários da água - grande parte formado pelas indústrias, a sociedade civil e o poder público no âmbito dos Comitês de Bacia Hidrográfica.

"Os Comitês são responsáveis por propor ao Conselho de Recursos Hídricos os mecanismos e valores de cobrança a serem adotados na sua área de atuação", afirma Cheida. Para ele, a cobrança pelo uso da água é a prova de que o governo e a sociedade estão unidos para construir uma nova realidade, onde a sustentabilidade é o objetivo principal.

Dados do Instituto das Águas do Paraná - autarquia da Secretaria do Meio Ambiente responsável por implementar a cobrança - informam que cerca de 4,2 mil usuários têm outorga (autorização pública) para captar água ou despejar dejetos nos rios no Paraná.

O presidente do Instituto das Águas do Paraná, Márcio Nunes, lembra que a cobrança pelo uso da água é uma das ferramentas da política nacional e da política estadual de recursos hídricos - estabelecido pela Lei 9.433, de 1997.

"É uma ferramenta que institui valor econômico para a água e estimula o uso racional e sustentável dos recursos naturais", mencionou Márcio. A previsão do Instituto das Águas do Paraná é que seja cobrado um centavo por metro cúbico de água captada.

O diretor executivo do Instituto das Águas do Paraná, Everton Souza, garante que a cobrança pelo uso da água será implementada nas 12 bacias hidrográficas do Paraná e que a previsão de arrecadação é de R$ 20 milhões por ano. "A legislação estabelece que os recursos arrecadados só poderão ser investidos em ações para a recuperação das bacias hidrográficas em que são gerados", completa Everton.

FIEP - Para discutir os detalhes da cobrança foi criada uma Câmara Técnica de Cobrança do Comitê de Bacias do Alto Iguaçu. O Comitê é formado por representantes da sociedade civil, usuários - entre eles a Fiep - e governo. O tema entrará na pauta da próxima reunião do Comitê, que será realizada no mês de julho, em Curitiba.

O diretor de Meio Ambiente da Fiep, Irineu Roveda Junior, conta que a Federação participa como usuária de alguns Comitês de Bacia. O Comitê de Bacias do Alto Iguaçu apresentou um plano para a cobrança do uso da água - que está sendo discutido internamente pela Fiep. "Não somos contra a cobrança. Achamos que ela deve ser feita, mas de uma forma justa", enfatiza Irineu.

A Fiep vai reunir, nos próximos dias, representantes dos 20 maiores usuários da água da Bacia do Alto Iguaçu para debater sugestões relacionadas ao modo e a implementação da cobrança.

Irineu acredita que a cobrança feita por outorga não estimula o uso racional dos recursos hídricos. Como exemplo, ele cita o caso de uma indústria com outorga para utilizar 500 mil litros de água por mês. "Por que ela usaria menos, se paga por 500 mil litros?", questiona Roveda. "Estamos estudando a viabilidade da instalação de hidrômetros nas indústrias para que os empresários possam mensurar o quanto estão gastando e o quanto vão pagar. Assim, as empresas irão rever a sua forma de consumo", avalia.

Saiba mais sobre o trabalho do governo do Estado em:
www.facebook.com/governopr e www.pr.gov.br
 
 


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SOS RIO CUBATÃO (SP) - DESASSOREAMENTO DA BACIA É TEMA DO CBH-BAIXADA SANTISTA (SP)




Créditos: Rogério Soares
Estudo será realizado para verificar se há necessidade de desassoreamento

Desassoreamento
 

Comitê debate a remoção de resíduos nos rios da Baixada


Da Redação

O desassoreamento do Rio Cubatão e de outros cursos d’água locais é um dos temas da reunião de hoje do Comitê da Bacia Hidrográfica da Baixada Santista, no Sesc-Bertioga. O encontro começa às 14 horas e será o primeiro realizado sob a presidência do prefeito Mauro Orlandini (DEM).

A ideia de retirar sedimentos dos rios da região ganhou força após a enxurrada que abalou Cubatão três meses atrás. Em 22 de fevereiro, em pouco mais de duas horas, choveu acima do esperado para os 28 dias do mês.

As precipitações afetaram diretamente 60% dos cubatenses (cerca de 70 mil pessoas), deixando 350 famílias desabrigadas e reflexos que perduram. Os núcleos Pilões e Água Fria ficaram devastados.

O Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) deverá, em três semanas, finalizar um estudo para verificar se há necessidade de desassorear os rios da Cidade. O levantamento terá de equalizar questões ambientais e financeiras – os entraves para o projeto.

Sedimentos

O avançado estágio de assoreamento do leito do rio é citado por especialistas como uma das causas que ampliaram os problemas causados pela chuva em fevereiro.

Por quase três décadas, nenhum maquinário retirou o excesso de sedimento acumulado nos rios cubatenses.
Isso reduz em até 80% a capacidade de vazão de água – o que provoca inundação em determinados pontos mesmo sem chuva: basta a maré subir.

Fonte: http://www.atribuna.com.br

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ATITUDES PRÓ-ATIVAS E GENTE QUE FAZ, CELEBRANDO A SEMANA DO MEIO AMBIENTE 2013



 
 
 
Se a sua comunidade ou sua entidade está planejando comemorar a SEMANA DO MEIO AMBIENTE 2013 e ainda não está noticiada acima, envie o link da notícia das atividades!

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ATUANTE DEFESA CIVIL DE SANTA CATARINA COMEMORA 40 ANOS DE BONS SERVIÇOS

Semana Estadual de Ações de Defesa Civil será estendida em 2013

 

A programação da Semana Estadual de Ações de Defesa Civil é comumente realizada no período entre 18 e 24 de maio, mas como 2013 trata-se de um ano atípico, já que a secretaria comemora 40 anos de existência, muitas outras atividades, durante todo o ano, devem ser desenvolvidas.

Além das ações preventivas com o objetivo de divulgar o trabalho da Defesa Civil, sensibilizar os gestores municipais e estimular a percepção de risco da população, muitas ações regionalizadas junto às Coordenadorias Estaduais de Defesa Civil do Estado estão sendo realizadas.

Em Joinville a Secretaria de Proteção Civil e Segurança Pública por intermédio da Gerência de Proteção Civil, iniciou uma série de palestras em sete escolas municipais em alusão à Semana Estadual de Defesa Civil, o evento foi chamado de “Semana da Defesa Civil Integrada - Prevenção para um futuro melhor”. A programação incluiu o plantio de mudas em encostas e distribuição de cartilhas educativas fornecidas pela Secretaria de Estado da Defesa Civil.

Nesta quinta-feira (23), além da palestra com agentes da Defesa Civil, alunos da Escola Municipal Julio Machado da Luz, no bairro Nova Brasília, vão participar do plantio de mudas do capim vetiver em encosta. A espécie é utilizada para o controle de erosão. A Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fundema) deve participar da ação.

Na sexta-feira (24), será a vez da Escola Municipal Elizabeth Von Dreifuss e da Escola Municipal Adolpho Bartsch.
Em Criciúma a Coordenadoria Regional de Defesa Civil e a SDR distribuíram 450 mantas a famílias carentes da região durante a reunião mensal do Comitê Temático de Assistência Social. Além da distribuição de mantas também foram feitas palestras e entregues cartilhas com noções de prevenção a desastres para pelo menos 1,3 mil estudantes de escolas da região. Os alunos também fizeram visitas a organizações parceiras como o Corpo de Bombeiros e Polícia Militar com o objetivo de mostrar com quem a Defesa Civil trabalha.

No município de Lages, a equipe visitou todas as escolas estaduais para a entrega de cartilhas em algumas turmas, que em contrapartida participarão de concurso de redação.

Os municípios de Xanxerê, Xaxim, São Miguel do Oeste, Campo Alegre e Itaiópolis, fizeram a distribuição de cartilhas nas escolas e em São Lourenço do Oeste, palestra para todos os prefeitos e coordenadores municipais de Defesa Civil sobre a metodologia de trabalho e atuação da SDC.

Camboriú promoveu palestras nas escolas municipais, com o intuito de sensibilizar a comunidade para realizar ações de prevenção a desastres e para que a população conheça o trabalho desenvolvido pela entidade. Durante as palestras, as escolas foram convidadas a fundarem os Núcleos Comunitários de Defesa Civil (NUDEC Jovens). A proposta é que até o final deste ano toda escola municipal tenha um núcleo ativo.

Em Macieira, no oeste catarinense, um programa de rádio foi desenvolvido na Rádio Tropical FM tratando da conscientização da população sobre o que é a Defesa Civil, os princípios básicos e as ações desenvolvidas pela COMDEC nestes 16 anos de fundação.

"São Bento Sempre Limpa" foi o tema de uma das ações desenvolvidas no município com a distribuição de panfletos em alguns bairros em parceria com o SAMAE, Prefeitura e cooperativa de catadores de resíduos. O material coletado foi destinado para a cooperativa local e para a Associação São Francisco que trata dependentes químicos.

Em Itajaí alunos de sétimas e oitavas séries participaram de uma caminhada ecológica e no município de Três Barras no lançamento do projeto “Defesa Civil na Escola” além de um pedágio em frente ao Corpo de Bombeiros, alunos fizeram a limpeza de pontos de ônibus.

No dia 12 de junho, a secretaria fará a entrega de 40 medalhas (Medalha do Mérito Colombo Machado Salles) para pessoas e instituições que contribuíram com a Defesa civil ao longo desses 40 anos. Seminários Regionais estão programados para o segundo semestre e devem atingir todas as cidades do Estado.
Fonte: Defesa Civil de Santa Catarina
 

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ESTADO DO PARANÁ DEVE CONTINUAR FORNECENDO ÁGUA POTÁVEL PARA INDÍGENAS NA REGIÃO DE GUAÍRA, DIZ TRIBUNAL DA JUSTIÇA

          

Justiça determina que o Estado do Paraná forneça água potável a indígenas

Sexta, 24 de maio de 2013
A presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargadora federal Marga Inge Barth Tessler, negou ontem (22/5) recurso do estado do Paraná e manteve liminar que determina o fornecimento de água potável às aldeias indígenas localizadas na região de Guaíra, no oeste paranaense.

A informação é do sítio do TRF4, 23-05-2013.
A liminar foi obtida pelo Ministério Público Federal (MPF) em agosto do ano passado e obriga o governo paranaense a instalar reservatórios de água provisórios e removíveis ou, alternativamente, caminhões pipa nos locais indicados pela FUNAI.

A procuradoria do Paraná pediu a suspensão da liminar, alegando que a obrigação é da União, que não há dotação orçamentária para a prestação do serviço e que o governo do estado colocaria em risco a ordem pública ao ser compelido a praticar esbulho em propriedades privadas por conta da medida judicial.

Após examinar o pedido, a desembargadora afirmou que o fornecimento imediato de água não pode ser confundido com a instalação de estrutura de encanamento no local, esta sim de responsabilidade da União.


Quanto à falta de verba, Marga afirmou que o custo envolvido, de cerca de R$ 230 mil, não expõe a economia estadual a riscos. “O custo alegado não denota risco de grave lesão à economia pública para um ente político da expressão do estado do Paraná, cuja pujança econômica sobressai a olhos vistos, à luz de uma receita orçamentária projetada para 2013 no montante de R$ 35.314.509.310,00”, analisou a magistrada.

Quanto ao risco de lesão à ordem pública apontado no recurso, Marga ressaltou que, caso no futuro a região não seja definida como área indígena, bastará ao estado do PR retirar o equipamento instalado. “O que atenta sobremaneira à ordem pública é a sonegação de bem essencial como a água para as comunidades sabidamente carecedoras de condições de sobrevivência, as quais diante de situações emergenciais podem vir a buscar o aludido bem a modo violento, aí sim, em efetivo risco para a ordem pública”, afirmou.

As aldeias que devem receber a água são Tekoha Nhemboete, Tekoha Y Hovy, Tekoha Jevy, Tekoha Carumbey, Tekohá Poharendá, Tekohá Mirim e Tekohá Porã Guarani. Fonte: IHUnisinos - Foto: Wikipédia


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ENERGIA SOLAR USADA PARA IRRIGAR PLANTAÇÕES A UM BAIXO CUSTO



n512 300x225 Sistema de irrigação movido a energia solar é criado para agricultores de baixa renda
O sistema de irrigação é uma alternativa mais barata para atender os agricultores de regiões secas, como desertos e sertões.













Sistema de irrigação movido a energia solar é criado para agricultores de baixa renda


por Redação CicloVivo

Um sistema de irrigação movido a energia solar foi criado pela International Development Enterprises (iDE) e deverá chegar em breve ao mercado internacional, com preços acessíveis. A solução sustentável foi desenvolvida para agricultores de subsistência, mas poderá ser usada por todos os proprietários de plantações, uma vez que o dispositivo dispensa o uso de combustíveis ou eletricidade para funcionar, reduzindo gastos.
Nomeado SunWater, o sistema de irrigação é uma alternativa mais barata para atender os agricultores de regiões secas, como desertos e sertões. Nestes locais, a maior parte da atividade agrícola é de subsistência, e a escassez da água gera vários problemas, diminuindo a produção das culturas e prejudicando a atividade pecuária – o que causa impactos diretos na renda das famílias que dependem da terra para sobreviver.
Além de eliminar o uso de combustíveis fósseis, que têm preços altos e poluem o ar com altos níveis de CO2 e gases tóxicos, o SunWater não precisa da energia disponível na rede elétrica – que nem sempre está ao alcance das populações que sobrevivem da produção agrícola. Além disso, o equipamento ajuda a popularizar os sistemas de geração fotovoltaica nas áreas rurais.
Como o SunWater é movido pela energia do sol, o agricultor não terá custos de combustível e o uso do equipamento não será cobrado na conta de luz. Segundo o Inhabitat, cada exemplar do SunWater vai custar R$ 5.856, incluindo a perfuração do poço, o sistema de armazenamento da água e a própria bomba, que rega a plantação. O produto ainda passa por testes, mas já está em fase de captação de recursos.
* Com informações do Inhabitat.
** Publicado originalmente no site CicloVivo - http://envolverde.com.br/


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COMEÇA HOJE O VIVA A MATA DA FUNDAÇÃO SOS MATA ATLÂNTICA - SP



Falta de saneamento básico, de mata ciliar e de hábitos dos brasileiros ameaça rios






por Carolina Gonçalves, da Agência Brasil
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A falta de saneamento básico e a ausência de mata ciliar nos rios e nascentes têm levado algumas regiões ao colapso. Foto: Marcos Santos/USP












Brasília – Milhões de reais destinados à despoluição de rios nas cidades poderiam ser economizados se os governos tivessem investido efetivamente no tratamento de esgoto e a sociedade brasileira mudasse padrões culturais, na avaliação da bióloga Malu Ribeiro, coordenadora da Rede das Águas da Fundação SOS Mata Atlântica.
O alerta será uma das bandeiras do Encontro Nacional pela Mata Atlântica, conhecido como Viva a Mata, que ocorrerá às vésperas do Dia Nacional da Mata Atlântica, em 27 de maio. As palestras e debates da nona edição do evento, organizado para sensibilizar as pessoas sobre a importância da floresta, terão como foco os direitos e deveres ambientais no país.
O encontro começa hoje (24) na Marquise do Parque Ibirapuera, em São Paulo, com atividades também no Museu de Arte Moderna (MAM). Na abertura do evento, que termina domingo (26), será lançada campanha pelo cumprimento do Código Florestal.
Para Malu Ribeiro, a situação das bacias e rios do bioma deve entrar nas discussões. A partir de dados do governo, a bióloga disse que a falta de saneamento básico e a ausência de mata ciliar nos rios e nascentes têm levado algumas regiões ao colapso. Segundo ela, o Sudeste é uma das que mais sofrem com as consequências desse cenário.
“A população desses estados perde o efeito regulador de clima proporcionado pelas florestas. É esse serviço que, no período de seca, faz com que a vegetação contribua para manter o nível dos lençóis freáticos e, na época de chuva, evita a erosão de encostas”, explicou. “Nunca tínhamos visto uma seca extrema no Rio Grande do Sul como tem ocorrido nos últimos anos, com produtores enfrentando problemas graves e tendo que receber água de caminhão-pipa”, completou.
Malu Ribeiro disse que em todas as capitais dos 17 estados que abrangem a Mata Atlântica há rios contaminados. “A perda da mata ciliar tem gerado grandes contaminações provocadas por restos de metais pesados dos chorumes, substâncias que vêm de cemitérios e que o subsolo acaba levando para os rios”, explicou.
Nas áreas rurais, segundo ela, o problema é o uso intenso de agrotóxicos que acabam chegando aos rios, e, nas zonas urbanas, a falta de tratamento de esgoto, a poluição e os resíduos lançados a céu aberto.
Nas cidades, segundo ela, os brasileiros não mostram preocupação com a escassez de água e nem com o desperdício. “É um luxo cultural negativo do Brasil, que acha que tem muita água. Precisamos lembrar que a água não é distribuída igualitariamente, por exemplo. A gente vive a cultura da abundância e do desperdício: canta no chuveiro, lava calçadas, brinca no tanque. Mudar esse comportamento é muito difícil”, disse.
Para a bióloga, o novo Código Florestal pode representar uma ameaça ao bioma. A lei, aprovada há um ano, deve ocupar grande parte das discussões previstas para o sábado e o domingo no Ibirapuera e no auditório do MAM.
Representantes de várias organizações não governamentais vão lançar uma campanha nacional com o lema “Cumpra-se”, pelo cumprimento do Código Florestal e a instalação do grupo de acompanhamento do código em São Paulo.
Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica, explicou que o objetivo é mobilizar as pessoas para acompanhar a implementação da lei. Esta semana, a organização e outras entidades voltadas para as questões ambientais lançaram um observatório na internet que será usado para monitorar tudo o que está sendo feito nos estados, nos municípios e pelo governo federal, como o cadastramento dos imóveis rurais do país e a regulamentação dos incentivos financeiros para os produtores que preservam.
“Já que as regras estão valendo, queremos acompanhar a implementação. O CAR [Cadastro Ambiental Rural] tem dois anos para ser criado e quem vai implementar e quais são os gargalos? Queremos saber isso”, disse Mantovani.
“No caso da Mata Atlântica, temos uma lei específica, mais restritiva, que é o código para a região e que está valendo. Não permite, por exemplo, tirar um remanescente de floresta de secundário estágio sem fazer uma documentação mostrando claramente o interesse social e a utilidade pública da obra, como estradas”.
Mantovani lembrou que cada um dos 17 estados tem dificuldades e características particulares. O Rio de Janeiro tem 90 mil propriedades para serem cadastradas. Na Bahia e no Paraná, o número de imóveis rurais chega a quase 400 mil.
“Em São Paulo, a questão da cana-de-açúcar é muito forte. Na Mata Atlântica, não há mais conversão de floresta para agricultura porque os locais disponíveis hoje são de difícil uso. Vamos ter que fazer um programa mais voltado para a regularização do que existe”, explicou.
* Edição: Carolina Pimentel
** Publicado originalmente no site Agência Brasil.
(Agência Brasil) -  AGÊNCIA ENVOLVERDE

LEIA TAMBÉM:

Viva a Mata: evento gratuito trata dos direitos e deveres ambientais - Clique



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AGENDA DE EVENTOS SOCIOAMBIENTAIS - by ADRIANO WILD

AGENDA DE EVENTOS SOCIOAMBIENTAIS
ANO DE 2013
DATA/Horário

EVENTO

LOCAL
Município/UF
MAIS INFORMAÇÕES
23/05/2013
Seminário e Workshop sobre Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa em Cidades
Auditório Prof. Francisco Romeu Landi-Escola Politécnica da USP
São Paulo-SP
Informações/inscrições: e-mail ineshita@usp.br


22 a 24/05/2013
4º Workshop Internacional sobre Avanços em Produção Mais Limpa

São Paulo-SP
24 a 26/05/2013
9ª Edição do VIVA A MATA – Tema:“Direitos e deveres ambientais”
Parque Ibirapuera
São Paulo-SP
26/05/2013
13ª Assembleia da Rede de ONGs da Mata Atlântica
Instituto Biológico
São Paulo-SP

27/05/2013
DIA NACIONAL DA MATA ATLÂNTICA

Brasil

27 e 28/05/2013
Semana da Mata Atlântica 2013
Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo - CETESB
São Paulo-SP

27 a 29/05/2013
2º Encontro Interdisciplinar de Comunicação Ambiental
Campus de São Cristóvão  -Universidade Federal de Sergipe
Aracaju-SE
27 a 30/05/2013
Encontro Nacional de Juristas Ambientais

Hotel Luzeiros São Luís

São Luís-MA
28/05/2013
I Seminário Teresopolitano de Turismo - NOVO
Hotel Alpina
Teresópolis-RJ
30/05 a 03/06/2013
7º Encontro Mineiro de Espeleologia -
 “Espeleologia: Instituições Governamentais, Não governamentais, o Conhecimento, o Manejo e o Turismo em Cavernas”

Paracatu-MG


04 a 06/06/2013
New Cities Summit 2013- Tema: “Cidade Humana (Humanizada)”
Auditório Ibirapuera
São Paulo-SP
04 a 06/06/2013
2º Seminário Internacional Ruralidades, Trabalho e Meio Ambiente
Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
São Carlos-SP

Junho/2013
Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN) Tema: “Que alimento (não) estamos comendo”

Porto Alegre-RS
10 a 14/06/2013
Oficina3 “Áreas Prioritárias para Conservação do Patrimônio Espeleológico”

Brasília-DF
13/06/2013
Audiência Pública para a discussão de Políticas Públicas Para os Animais de Zona Urbana – Paraná -NOVO
Assembleia Legislativa do Paraná - Plenarinho
Curitiba-PR

17 a 21/06/2013
I Congresso Internacional de Ecotoxicologia Marinha – ECOMAR
FAFIRE-Faculdade Frassinetti
Recife-PE
18 e 19/06/2013

V Simpósio Nacional sobre o Uso da Água na Agricultura: Análise de Risco, Prevenção e Minimização de Impactos Hidroclimatológicos Críticos- NOVO
Centro de Eventos da Universidade de Passo Fundo-UPF

Passo Fundo-RS

26/06/2013

Fórum Latino Americano de Adaptação às Mudanças do Clima

Fundação Getúlio Vargas – Centro Estudos em Sustentabilidade
São Paulo-SP

26 a 29/06/2013
ReciclAção - Feira de Reciclagem & Meio Ambiente
Expo Unimed Curitiba
Curitiba-PR

27 e 28/06/2013
Oceanos & Sociedades 2013 - 25 Anos do Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro - NOVO
Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo
São Paulo-SP

27 a 30/06/2013
9ª Feira Internacional de Produtos Orgânicos e Agroecologia - BIO BRAZIL FAIR 2013
Pavilhão da Bienal – Parque Ibirapuera
São Paulo-SP
30/06 a 03/07/2013
III Congresso de Natureza, Turismo e Sustentabilidade

Bonito-MS

07 a 10 de julho de 2013
VII Encontro de Pesquisa em Educação Ambiental
Pesquisa em Educação Ambiental: problematizando a temática ambiental na sociedade contemporânea.
Instituto de Biociências – UNESP – campus de Rio Claro
Rio Claro-SP
11 a 14/07/2013

32º CBE - Congresso Brasileiro de Espeleologia

Barreiras-BA
16 a 19/07/2013
Encontro Sergipano de Educação Ambiental - “Sustentabilidade, Consumo e Cidadania
Auditório da Reitoria da Universidade Federal de Sergipe - São Cristóvão
Aracaju-SE
22 a 24/07/2013

4º Fórum Internacional de Resíduos Sólidos
Plaza São Rafael Hotel

Porto Alegre-RS

31/7 a 03/08/2013
III Encontro Internacional de Agroecologia
UNESP-Auditório Central do Lageado
Botucatu-SP
06 a 08/08/2013
IX Conferência Brasileira de Mídia Cidadã e IV Conferência Sul-Americana de Mídia Cidadã
Universidade Federal do Paraná
Curitiba-PR

26 e 27/08/2013
Congresso Internacional:  A Constituição e o Meio Ambiente

Cuiabá-MT
Tel.(65) 3336-2214
28 a 30/08/2013
3º Congresso Internacional de Cidades Criativas
Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
Campinas-SP
Setembro/2013
VI SAPIS - Seminário sobre Áreas Protegidas e Inclusão Social

Belo Horizonte-MG

09 a 13/09/2013
2º Congresso Lusófono da Educação Ambiental, 7º Encontro da Rede Mato-Grossense de Educação Ambiental -REMTEA, 4º Encontro da Educação Ambiental Escolarizada junto com o Evento do SEMIEDU2013
Universidade Federal do Mato Grosso
Cuiabá-MT

15 a 19/09/2013
XI Congresso de Ecologia
Centro de Convenções
Porto Seguro-BA
18 e 19/09/2013
IV SEMINARIO SUSTENTABILIDADE NA UNIVERSIDADE: desafios à ambientalização universitária no Brasil -NOVO
Centro de Convenções
Porto Seguro-BA
Informações a serem divulgadas oportunamente.
23 a 26/09/2013
XI Congresso Nacional de Educação – EDUCERE, II Seminário Internacional de Representações Sociais – Educação– SIRSSE e VI Seminário Internacional sobre Profissionalidade Docente – SIPD/Cátedra Unesco
Tema: “Formação docente e sustentabilidade: um olhar transdisciplinar”
PUCPR – Campus
Curitiba-PR
01 a 03/10/2013

III Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo
Centro FECOMERCIO de Eventos
São Paulo-SP

01 a 04/10/2013
XIV EPEA - Encontro Paranaense de Educação Ambiental
Unioeste - Campus de Cascavel
Cascavel-PR

11 a 15/10/2013
III Congresso Nacional de Educação Ambiental-CNEA
V Encontro Nordestino de Biografia-ENBio
Universidade Federal da Paraíba

João Pessoa-PB
13 a 18/10/2013
XIV Congresso Brasileiro de Geoquímica
Simpósio Latino-Americano de Mapeamento Geoquímico

Diamantina-MG

16 a 18/10/2013
II Congresso Nacional de Planejamento e Manejo de Trilhas
Campus Maracanã da Universidade do Estado do Rio de Janeiro-UERJ
Rio de Janeiro-RJ
24 a 27/10/2013
IV Conferência Nacional do Meio Ambiente

Brasília-DF
28 a 31/10/2013
VII Encontro Nordestino de Etnobiologia e Etnoecologia - “Um olhar interdisciplinar diante dos conflitos sócio-ambientais”
Universidade Federal de Alagoas – Campus Arapiraca
Penedo-AL
11 a 15/11/2013
IX Congresso Nacional de Ecoturismo / V Encontro Interdisciplinar de Ecoturismo em Unidades de Conservação

Rio Branco-AC
11 a 15/11/2013
6º Encontro Intercontinental sobre a Natureza 2013 –O2 -NOVO

Fortaleza-CE
13 a 18/11/2013
IV Conferência Nacional Infanto-juvenil pelo Meio Ambiente –Data alterada

Brasília-DF
alteração da data Ofício Circular nº 04/2013/DPEDHUC/SECADI/MEC-11/01/2013
20 a 24/11/2013
5ª Conferência Nacional das Cidades

Brasília-DF
27 a 29/11/2013
III Workshop Internacional de História do
Ambiente e Educação Ambiental

Florianópolis-SC

28 e 30/11/2013
ONG Brasil 2013 - NOVO
Expo Center Norte
São Paulo-SP

Atualizada em: 22/05/2013 - Elaborado por: Adriano Wild – famwild@uol.com.br

Agenda de Eventos Socioambientais - apresentação

Esta Agenda de Eventos Socioambientais, como utilidade pública, objetiva oferecer gratuitamente informações sobre os diversos eventos (seminários, congressos, encontros etc.) que ocorrem em Curitiba, no Paraná e no Brasil.
Dessa forma, você pode saber sobre eventos de seu interesse, de sua área de atuação e participar.

É muito importante a articulação e mobilização de formadores de opinião (ONGs, estudantes, professores – ou seja, da sociedade civil).
Participando, poderão ocupar melhor esses espaços, para dar voz à sociedade, com controle social e tomar posição diante das grandes questões socioambientais, por exemplo: mudanças climáticas, seus efeitos e as adaptações necessárias (mudança de comportamento e hábitos), defesa da flora e da fauna (incluindo a defesa dos Direitos dos Animais), desmatamento (dos vários biomas), recuperação de áreas degradadas, valorização da floresta nativa em pé, monoculturas e suas ameaças, defesa das águas (saneamento, proteção dos rios), compensação aos produtores de água, ICMS ecológico, comunidades tradicionais, resíduos sólidos, espaços urbanos, áreas verdes, acessibilidade, alternativas de transporte, consumo consciente, proteção aos ecossistemas marinhos e costeiros, ar puro (poluição do ar), conforto ambientaleducação ambiental etc.
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