ESTÁ NA HORA DE COMEÇAR AS PREPARAÇÕES DAS CELEBRAÇÕES DO "DIA DA ÁGUA" (22 MAR) E DA "SEMANA DA ÁGUA" (18 A 24 MAR) NA SUA COMUNIDADE. CONVIDE A MÍDIA LOCAL PARA PARTICIPAR E AJUDE A CONSCIENTIZAR MAIS PESSOAS A DEFENDER NOSSOS CURSOS D' ÁGUA, A NOSSA ÁGUA DE CADA DIA, IMPRESCINDÍVEL PARA NOSSA VIDA! CELEBRE E CONSCIENTIZE!!! (Clique no banner.)

COM TANTA CHUVA NESTE VERÃO, TEREMOS MUITA ÁGUA PARADA PARA CRIAR O MOSQUITO DA DENGUE...VAMOS AJUDAR A ELIMINAR OS POSSÍVEIS FOCOS DE CRIADOUROS, COMEÇANDO POR NOSSA CASA! PARTICIPE DA CAMPANHA - Clique no banner e saiba mais!

29 de dezembro de 2009

NOSSOS NÚMEROS E OS NÚMEROS DOS RIOS DO BRASIL



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*ISOSRiosBr - Balanço Geral de 2009 e os rios do Brasil


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SITUAÇÃO DOS RIOS NO BRASIL

Segundo as informações disponibilizadas na Wikipédia (não são dados oficiais e carecem de confirmação para trabalhos escolares e pesquisas) temos no Brasil cerca de 1.130 rios principais e um grande número de ribeirões, córregos, arroios e igarapés, distribuidos em 12 (doze) grandes bacias hidrográficas.


BACIAS HIDROGRÁFICAS DO BRASIL

A Hidrografia do Brasil envolve o conjunto de recursos hídricos do território brasileiro, as bacias hidrográficas, Oceano Atlântico, os rios, lagos, lagoas,arquipélagos, golfos, baías, cataratas, usinas hidrelétricas, barragens, etc. De acordo com os órgãos governamentais, existem no Brasil doze grandes bacias hidrográficas, sendo que sete têm o nome de seus rios principais. Amazonas, Paraná, Tocantins, São Francisco, Parnaíba, Paraguai e Uruguai; as outras são agrupamentos de vários rios, não tendo um rio principal como eixo, por isso são chamadas de bacias agrupadas.

Veja abaixo as doze macro bacias hidrográficas brasileiras:

Atualmente, o Conselho Nacional de Recursos Hídricos, de acordo com a Resolução nº 32, de 15 de outubro de 2003, divide o Brasil em 12 regiões hidrográficas:













  • Listas de rios do Brasil


Em 2010 vamos trabalhar junto às Secretarias Estaduais e Municipais de Recursos Hídricos, de Meio Ambiente e dos Comitês de Bacias Hidrográficas, para que possam fazer esforços no sentido conferir e de atualizar os dados sobre os rios de seus estados e municípios, constantes da Wikipédia e fornecer outras informações sobre os recursos hídricos de cada bacia hidrográfica, colaborando assim nas pesquisas escolares e na busca de dados sobre os mesmos.

Também pretendemos incentivar as populações dos estados que ainda não possuem Comitês de Bacias Hidrográficas, para gestão de suas águas, para que possam se organizar e buscar junto aos seus governantes a instalação de seus importantes comitês.

Agradecemos a todos que de alguma forma nos apoiaram e ajudaram nos projetos, nas campanhas, nas divulgações, nas reportagens, vídeos e AÇÕES PROATIVAS em defesa dos rios e mares do Brasil.

Desejamos a todos um maravilhoso ANO NOVO, muito feliz, proativo, repleto de realizações em defesa de nossos cursos d' água de superfície e subterrânea e que possamos, com nosso trabalho, nosso esforço, tornar 2010 um ano sustentável nos recursos hídricos do Brasil!

ÁGUA - QUEM USA, CUIDA!

Prof. Jarmuth Andrade
Físico e Ambientalista


  • INSTITUTO SOS RIOS DO BRASIL
    Divulgando, Promovendo e Valorizando
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AGRADECEMOS E RETRIBUIMOS OS VOTOS FORMULADOS! FELIZ 2010

PROJETO PIABANHA (RJ)

Projeto Tamar
Pro Lagos (RJ)
Secretaria Cultura Campos Jordão (SP)
FIESP - SP
CERPCH

ANAB BRASIL

OUVIDORIA GERAL DA BAHIA

INSTITUTO TRATA BRASIL

PORTAL FÉRIAS TUR

REVISTA ÁGUAONLINE
AGÊNCIA FAPESP

REVISTA SUSTENTABILIDADE

AGÊNCIA TEXTO ARTE


Que o Natal
brilhe em nossos olhos
com a exuberância de frutas maduras e a delicadeza de pássaros contentes
Que nossos sentimentos mais fraternos e solidários se fortifiquem dentro de nós
e se expandam de forma circular por todos os dias e noites de 2010 !
com carinho,
Clarice Villac
24.12.2009.
COLABORADORA CLARICE VILLAC - CAMPINAS - SP


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MINISTROS LAMENTAM O "ATRASO" NA LICENÇA AMBIENTAL DE BELO MONTE


Quinta-Feira, 24 de Dezembro de 2009

Jornal o Estado de São Paulo

''Estamos quase mendigando por licença ambiental''

Lobão diz que esforços são imensos para destravar leilão de Belo Monte

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse ontem que o ministério está "quase mendigando" a licença prévia para o leilão da hidrelétrica de Belo Monte, que será construída no Rio Xingu (PA). Há vários meses, o governo aguarda a liberação da licença ambiental pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). O leilão da usina chegou a ser previsto para 21 de dezembro, mas teve de ser adiado, ainda sem data prevista.

Durante a cerimônia em que deu posse a dois diretores da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o ministro citou o fato de que o Brasil possui a segunda maior hidrelétrica do mundo e que estava tentando construir a terceira maior hidrelétrica, referindo-se a Belo Monte. "Estamos quase mendigando do Meio Ambiente a autorização para que possamos construir a terceira maior hidrelétrica do mundo", disse.

Depois da cerimônia, Lobão explicou que usou essa expressão para definir os esforços que estão sendo feitos pelo Ministério de Minas e Energia junto ao Ministério do Meio Ambiente e ao Ibama para que seja concedida a licença para a construção da usina. "Essa é uma hidrelétrica da qual não podemos abrir mão. O Brasil necessita como nunca dessa usina para garantir a segurança energética", disse.

Segundo ele, o País já está um ano atrasado no início da construção da hidrelétrica por causa das pendências ambientais. "Não podemos perder mais tempo", afirmou. Lobão disse que a expectativa é de que a licença saia "imediatamente", mas não especificou uma data.

APAGÃO

Na cerimônia de posse dos diretores Edvaldo Santana e Julião Coelho, Lobão reafirmou que o apagão que atingiu 18 Estados no dia 10 de novembro não ocorreu por defeitos do sistema elétrico e sim por "fenômenos atmosféricos adversos". Segundo ele, apenas quatro Estados (Rio, São Paulo, Mato Grosso e Espírito Santo) tiveram de fato um blecaute de quase 100%, por três horas.

"Os demais Estados perderam só 5% ou 10% da energia", disse o ministro, acrescentando que os Estados do Sul do País só perderam 1% da energia por 15 minutos. Ele lembrou que nos blecautes de 2002 e de 1999 foram perdidos 60% e 70% da energia. "Temos que nos orgulhar do nosso sistema que é muito bom", disse.

Lobão disse que aguarda o relatório da Aneel para que o ministério possa produzir o seu relatório sobre o assunto, tomando como base também o documento do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).


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PARA GARANTIR ABASTECIMENTO DE ÁGUA À POPULAÇÃO ATÉ 2025 O BRASIL DEVE INVESTIR R$ 41,1 BILHÕES



Segunda-Feira, 28 de Dezembro de 2009

A BUSCA PELA ÁGUA

O Estado de São Paulo

O Brasil deverá investir R$ 41,1 bilhões nos sistemas de produção de água, coleta de esgoto e proteção dos mananciais se quiser assegurar o abastecimento à população até 2025. Um estudo realizado pela Agência Nacional de Águas (ANA) em 2.965 municípios mostra que 64% deles (1.896) precisam desses investimentos até 2015 ou sofrerão escassez de água.

O levantamento foi publicado em três atlas, revelando as condições de saneamento das regiões metropolitanas do País, além dos principais municípios das Regiões Nordeste e Sul. Para os governos federal, estaduais e municipais, o documento deveria servir de guia para investimentos nas áreas mais críticas. A Grande São Paulo por exemplo, conforme a análise, precisa receber R$ 4,036 bilhões nos próximos seis anos para que seu abastecimento seja garantido.

Na região mais rica e densamente povoada do País, a disponibilidade de água é de pouco mais de 200 m³ por habitante por ano. O volume representa menos de 10% do índice de referência adotado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Mais de 50% da água consumida por 18,5 milhões de moradores da capital de São Paulo e dos municípios vizinhos já vem de bacias distantes, a custos cada vez mais altos.

Nos últimos dez anos, o número de imóveis cadastrados na região aumentou 55%, passando de 3,3 milhões para 5,1 milhões. Embora a Sabesp tenha mantido um plano de investimento que, entre 2007 e 2010, somou R$ 6 bilhões, seus serviços não acompanham a demanda.

Dos 70 mil litros de água por segundo produzidos pela Sabesp, 80% terminam na rede de esgoto. Além disso, apesar da ampliação dos sistemas de tratamento de esgoto, mais de 40 mil litros por segundo de água não tratada são lançados nos rios e córregos ? o que reduz a disponibilidade de água potável ou para uso industrial.

O atlas da ANA analisa a macrometrópole paulista, as regiões metropolitanas de São Paulo, de Campinas, da Baixada Santista e do Vale do Paraíba, além das cidades vizinhas de Sorocaba e as do eixo Piracicaba-Limeira. São, ao todo, 180 municípios, onde moram 30 milhões de habitantes (75% da população do Estado), que respondem por 83% do PIB estadual e por 28% do nacional.

Segundo o levantamento da ANA, as redes de produção, tratamento e distribuição de água formam um sistema complexo e interdependente, havendo, portanto, a necessidade de adoção de estratégias e políticas integradas de saneamento. Todas as cidades da região dependem das mesmas fontes hídricas, que são poucas. Enquanto o Brasil detém 13% da água do mundo, o Estado de São Paulo dispõe de apenas 2% desses mananciais.

As projeções apontam para um forte crescimento demográfico nesses 180 municípios. Até 2035, espera-se que a população salte dos atuais 30 milhões de habitantes para 36 milhões, o que exigirá um aumento de 65% do volume de água captada.

Além de investimentos para a produção de água, será preciso fortalecer iniciativas destinadas à sua conservação. O reaproveitamento da água é uma delas. Recente pesquisa do Centro Internacional de Referência em Reúso de Água, vinculado à Escola Politécnica da USP, com 2.311 indústrias paulistas de médio e grande portes mostrou que juntas elas gastam R$ 1 milhão por dia com água. Se houvesse a reciclagem, o custo baixaria para R$ 400 mil diários.

No País, se as indústrias usassem água reciclada para resfriar caldeiras, abastecer sistemas de ar-condicionado, realizar a manutenção de máquinas e equipamentos e os serviços de limpeza, seria economizado 1,65 bilhão de litros por dia, o suficiente para o consumo de 8,2 milhões de pessoas.

Empresas de saneamento e os três níveis de governo terão de investir em grandes obras hídricas, mas também deverão promover campanhas educativas para que os consumidores reduzam o consumo, preservem o meio ambiente e diminuam os custos de seus processos produtivos. Somente assim, a macrometrópole terá água disponível para continuar crescendo.

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LEI DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS FOI SANCIONADA HOJE COM TRÊS VETOS

(Foto: José Cruz/ABr )

publicado em 28/12/2009 às 15h45:

Lula assina lei sobre redução de CO2 com três vetos

Brasil se propôs a reduzir em até 38,9% as emissões de CO2 até 2020

Agência Estado
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciona nesta segunda-feira (28), com três vetos, a Lei de Mudanças Climáticas, que fixará a meta de redução de emissão de CO2 (dióxido de carbono) entre 36,1% a 38,9% até 2020 – o cálculo é feito com base em uma estimativa do que o país emitiria naquele ano. Os vetos, de um total de dez recomendados pelos ministérios, foram definidos em reunião entre Lula e os ministros do Meio Ambiente, Carlos Minc, e de Minas e Energia, Edison Lobão.

Um dos vetos, pedido pelo ministério de Minas e Energia, elimina uma determinação de o país abandonar "paulatinamente" o uso de combustíveis fósseis. Minc diz que a proposta é estimular fontes limpas e não necessariamente deixar de usar por completo fontes não renováveis.

Outro veto, solicitado pela AGU (Advocacia Geral da União), consiste em dispositivo que estava previsto na lei que proibia contingenciamento de recursos para o enfrentamento das mudanças climáticas. O ministro do Meio Ambiente diz que o veto foi feito "por uma interpretação técnica", "pela qual uma lei ordinária não pode tratar de contingenciamentos ao orçamento".

Outro veto mais amplo afeta diversos itens do artigo 10º, principalmente um que limitava a usinas hidrelétricas de pequeno porte as políticas de estímulo governamentais. Segundo Minc, o governo também quer estimular usinas de grande porte, por isso não cabia especificar o apoio apenas a usinas de pequeno potencial.

Segundo o ministro, a Lei de Mudanças Climáticas precisa agora de um decreto a ser formulado pelo governo, que estabelecerá as metas específicas de redução para cada setor da economia, como mineração, transporte, agronegócio, construção civil e geração de energia. Minc disse que não há prazo específico para o decreto, mas o governo trabalhará o mais rapidamente possível para conclui-lo.

Minc também fez elogios ao papel que o Brasil desempenhou na reunião do clima em Copenhague, afirmando que foi reconhecido por todos os países "o protagonismo do Brasil".

– O mundo percebeu isso por nossas metas ousadas e pela nossa posição de cobrança e até pelo compromisso de colocar dinheiro (para financiar políticas de redução de emissões).

ONU

Lula recebeu nesta segunda-feira (28) um telefonema do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-Moon. Na conversa, que durou cerca de dez minutos, Ban Ki-Moon fez uma análise da Conferência Mundial sobre Mudanças Climáticas, ocorrida neste mês, em Copenhague (Dinamarca). Por sua vez, o presidente brasileiro, segundo relato de assessores, reiterou que a ONU é o órgão mais apropriado para a discussão do tema. O presidente pediu ainda ao secretário-geral da ONU que mantenha seus esforços para evitar o esvaziamento das discussões.

Na avaliação da equipe do presidente Lula, o Brasil saiu da conferência como um participante ativo e não como um vilão na discussão sobre mudanças climáticas, ao apresentar uma meta na redução da emissão de gases de efeito estufa, o que causou uma boa impressão na comunidade internacional.



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28 de dezembro de 2009

ENCHENTES ESTABELECEM CAOS URBANO E REGIONAL

Enchente na Av. marginal de São Paulo (foto WEB)


Avenidas hidráulicas

Publicado por http://www.aguaonline.com.br/

Creso de Franco Peixoto.

O congestionamento na marginal do Rio Tietê, em São Paulo, começa a reduzir. A rodovia Airton Senna se aproxima. Termina o castigo de crime não-cometido. Admira-se a paisagem. Árvores em vez de prédios. Suave brisa ameniza a jornada no lugar de massa veicular. Subitamente, um movimento inesperado. Uma curva. O rio ao seu lado, silenciosamente flui, como se quisesse manter algum segredo.

São comuns canais ao lado de avenidas. Escoam esgoto em lugar de peixes. Sacos de lixo flutuam. Triste cenário urbano onde fluíam rios em suas várzeas. Curvas reproduzem seus antigos meandros que nunca mais foram vistos.

As marginais do rio Tietê se tornam vias de suma importância para a capital paulistana e para toda a região, sob irrefreável rodoviarismo. Novas faixas de tráfego não atendem à demanda reprimida que entope qualquer projeto. Enchentes estabelecem caos urbano e regional.

Estaria esta via em local errado?

Não. Várzeas não se ocupam por edificações, suas cheias naturais gerariam inadmissível flagelo. O ideal, apenas mata ciliar. Mas podem apresentar parques e sistemas viários. Uma avenida intransitável sete dias por ano em função de cheias gera desutilidade menor que 2%. Aceitável. Contudo, não há opções de tráfego.

Caros viadutos? É preferível a construção de novas vias.
Rodoanel? Já deveria estar pronto.
Poderíamos carecer de marginais?

Outro caso interessante é o de Seul, capital da Coréia do Sul, onde a demolição de via marginal resultou na redução da temperatura média da cidade além de permitir até banho nas agora limpas águas do rio Cheonggyecheon, antigo Tietê do Oriente.

Aqui?
Por que não estabelecer políticas educacionais visando ensinar e não a simplesmente dar diploma?
O novo mundo seria mais bem compreendido.

Nas enchentes, águas revoltas saem de esgotos e bueiros entupidos. Inundam a via pública, entram sem piedade em residências. Carros arrastados. Tragédias da deseconomia popular. A elevada impermeabilização e fortes chuvas formam casal titânico para gerar o prato servido frio da vingança ambiental.

Uma ideia? Construir cisternas para retenção de chuva nas casas, financiadas com desconto no IPTU.

Há canais que se cruzam como esquinas. A cheia cobre o erro de projeto que privilegiara lotes à venda do que o deflúvio. Que se altere sua geometria.

Lagoas de contenção de cheias - os piscinões - minimizam cheias. Trabalham como semáforos para “temporizar” a passagem da água. Mas precisam ser mantidos limpos. Nem mais impostos ou discursos. Justos projetos de engenharia e técnicas de gestão mitigariam o sofrimento da falta de mobilidade. Afastariam o medo do seqüestro relâmpago da enchente a cada nuvem cinza que se aproximasse da cidade, antigo destino da esperança de vida melhor dos que do campo fugiam. E lá não há avenida hidráulica até hoje.


Chuva= alagamento

A canalização que sepulta o rio é outro grave problema. Não há entrada para equipamentos de limpeza. Assoreiam, entopem.

Há avenidas de São Paulo que sofriam alagamentos a cada 10 anos. Atualmente, a cada dia de chuva forte. Que se façam prospecção e limpeza urgentes.

lixo e esgoto mal disposto=binômio cruel

Lixo? Joga-se em qualquer lugar. Contudo, antes de se salvar o sofá das águas, volta o saco de lixo à antiga moradia. Ajudou a entupir o bueiro. Agora, zomba da ignorância ambiental. Esgoto clandestino em canais completa a miséria educacional. Contamina e gera gás a oxidar a armadura que sustenta o teto do canal. A ruptura brusca ocorre na véspera da notícia de família que morre tragada por um buraco. O pai fora visto tentando tirar desesperadamente a filha do carro, antes da queda final.


Os bons exemplos de fora

Há interessantes casos como o de Portland, nos EUA, onde se demole importante marginal e a qualidade da vida de seus habitantes melhora. Parques surgem em seu lugar. Trocam-se ruídos de escapamentos por canto de pássaros.

Mas, a capacidade de tráfego não se reduziu?
Passou a ter maior congestionamento?

Não. Lá, o transporte público é gratuito na região central e de elevada qualidade. Ciclovias cortam toda a cidade. Dá mesmo vontade de deixar o carro na casa.

Autor
Creso de Franco Peixoto é mestre em Transportes e professor da FEI Fundação Educacional Inaciana. cresopeixoto@gmail.com.
Fonte: ÁguaOnline - Cecy Oliveira

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22 de dezembro de 2009

A MENSAGEM DE AGRADECIMENTO DO BLOG SOS RIOS DO BRASIL

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NOSSA MENSAGEM DE NATAL AOS AMIGOS INTERNAUTAS

COLABORADORES

Advº Profº. Dionísio - Alexandre Anderson - Bióloga Raquel Almeida
Biólogo Ricardo Harduin - Bióloga Rose Dantas - Escritor Vilmar Berna -
Empresário Matheus Tavares - Escritor Vilmar Berna - Eng. João Suassuna

Eng. Júlio Cerqueira C. Neto - Eng. Luciano M. Aguiar - Geólogo Álvaro R. dos Santos
Farmacêutica/Bioq. Priscila Andrade - Jornalista Ana Echevenguá - Jornalista Henrique Cortez
Jornalista Letícia Belém - Jornalista Mª. C. Tordin - Jornalista Sonia Cardoso - Loris Turrini
Poetisa Ivana França de Negri - Profª Adriana Andrade M. Caldeira - Profª Amyra El Kalili

Profª Clarice Villac - Prof. Dr. Jorge Rios - Profª Malu Alencar - Profª Silvia H. Nascimento
Profª Tereza C. Vassimon - Comerciante Fernando O Andrade - Engenheiro Hiroto Hayashi


CAROS AMIGOS DOS RIOS,

O TRABALHO REALIZADO COM A AJUDA E APOIO DE NOSSOS AMIGOS COLABORADORES VOLUNTÁRIOS E ENTIDADES PARCEIRAS,
PERMITIU QUE PUDÉSSEMOS A CADA DIA LEVAR MENSAGENS AMBIENTAIS SOBRE OS RIOS, RIBEIRÕES, CÓRREGOS, ARROIOS, IGARAPÉS, LAGOS E MARES DO BRASIL .

NOSSOS 192 SEGUIDORES AJUDARAM A DIVULGAR AS MENSAGENS, AS CAMPANHAS E AS INFORMAÇÕES SOBRE AS COMUNIDADES, ONGs, OSCIPs, GRUPOS ECOLÓGICOS E ÓRGÃOS GOVERNAMENTAIS QUE ESTÃO CUIDANDO DE NOSSAS ÁGUAS! O TRABALHO VALEU A PENA, AFINAL QUASE "MEIO MILHÃO DE VISITAS" É UM NÚMERO CONSIDERÁVEL PARA UM BLOG AMBIENTAL !

MUITO OBRIGADO A TODOS VOCÊS QUE ESTIVERAM AO NOSSO LADO, PROCURANDO SALVAR OS RIOS DO BRASIL !

DESEJAMOS A TODOS, MARAVILHOSAS FESTAS, UM SANTO E ABENÇOADO NATAL, JUNTO AOS SEUS FAMILIARES E AMIGOS QUERIDOS!

QUE EM 2010 NÓS TODOS POSSAMOS RECUPERAR,
REVITALIZAR, RENATURALIZAR E PRESERVAR OS RIOS DO BRASIL, EXIGINDO DOS RESPONSÁVEIS QUE FAÇAM CUMPRIR AS LEIS AMBIENTAIS E QUE AS COMUNIDADES VALORIZEM MAIS SEUS CURSOS D' ÁGUA!

ÁGUA - QUEM USA, CUIDA!

Um grande abraço,
Prof. Jarmuth Andrade
Físico e Ambientalista



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USO DAS ÁGUAS SERVIDAS NA IRRIGAÇÃO E NA PRODUÇÃO DE ENERGIA


Águas servidas são fonte importante de energia e matérias-primas

Águas servidas não são um lixo imprestável, mas uma fonte de matérias-primas valiosas e de energia, capaz de beneficiar sobretudo os países mais pobres.

Esta é a opinião do Dr. Jules van Lier, da universidade holandesa de Delft. "Lembre-se que 2,6 bilhões de pessoas no mundo não possuem saneamento básico, o que resulta em 200 mortes por hora, com a maioria delas ocorrendo em crianças de até cinco anos de idade," diz o pesquisador.

Recurso valioso - As águas servidas são normalmente vistas como algo desagradável e perigoso, cujo único destino possível é um tubo para que as leve para bem longe.

Entretanto, ao longo das últimas décadas, as tecnologias de tratamento vêm-se tornando cada vez mais eficazes na remoção dos componentes que podem causar danos à saúde.

"Com um exame mais aprofundado, é fácil ver que as águas servidas são na verdade uma corrente rica de matérias-primas valiosas derivadas das atividades econômicas ou domésticas," defende o pesquisador.

Fechando o ciclo da água - Segundo ele, no futuro, as plantas de tratamento de esgotos deverão se transformar em plantas de reprocessamento, capazes de produzir água adequada para reúso, fechando o ciclo de uso da água pelas indústrias e pelas residências.

Mas, se o produto principal será água para consumo, essas plantas de reprocessamento tornarão possível a recuperação de fertilizantes, principalmente dos fosfatos, e a conversão da poluição orgânica em energia.

"Veja o caso das águas servidas no mundo em desenvolvimento, por exemplo. Se considerarmos um percentual de recuperação da energia química de 50%, a energia que você pode gerar a partir dos rejeitos humanos pode chegar a 200 Watts por hora por pessoa. Pode não parecer muito, mas isto seria suficiente para iluminar os bairros pobres da África durante toda a noite," disse van Lier.

Ferti-irrigação da agricultura - Plantas industriais de tratamento de esgotos também poderiam ser de grande valia para o que ele chama de ferti-irrigação da agricultura em áreas secas: "Uma cidade com 1 milhão de habitantes, com um consumo médio de 100 litros por habitante por dia pode teoricamente irrigar e fertilizar entre 1.500 e 2.000 hectares de plantações, dando um destino adequado para os nutrientes dissolvidos nas águas servidas. As áreas agrícolas ainda funcionariam como uma espécie de filtro de areia para purificar a água em sua reinserção no meio ambiente."

O pesquisador concorda que ainda há um longo caminho até que se chegue a uma realidade de total reciclagem das águas servidas.

Para isso, diz ele, é preciso começar pelas cidades menos desenvolvidas, evitando que elas adotem o "estilo ocidental" de descarte das águas servidas, em vez disso criando sistemas de circuito fechado nos quais a reciclagem da água pode ser feita pela própria cidade e pelos cinturões verdes em seus entornos. (Fonte: Site Inovação Tecnológica/AMBIENTE BRASIL)

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INAUGURADA NO RJ O CENTRO DE VISITAÇÃO AMBIENTAL DA ETE NA BARRA DA TIJUCA

Estação de Tratamento de Esgotos da Barra da Tijuca/RJ


Estação de tratamento de esgoto inaugura centro de visitação ambiental no Rio de Janeiro

Danielle Jordan / AmbienteBrasil

O Centro de Visitação Ambiental da Estação de Tratamentos de Esgotos, ETE, foi inaugurado nesta segunda-feira, 21, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

A ETE faz parte dos compromissos firmados pelo governo do estado para a realização das Olimpíadas em 2016. O Dossiê da Candidatura da Cidade do Rio de Janeiro para sediar os Jogos Olímpicos descreve o compromisso de implantação de programas de educação ambiental e a criação de centros como este.

No local será apresentado o sistema de saneamento básico da Barra da Tijuca, Jacarepaguá e Recreio dos Bandeirantes. “Neste Centro o visitante terá acesso a todo o processo de coleta de esgotos dessa região da cidade, bem como da tecnologia envolvida no processo de tratamento e do lançamento pelo emissário submarino da Barra da Tijuca e a despoluição do complexo lagunar da Zona Oeste do Rio”, disse o presidente da Companhia Estadual de Águas e Esgoto, Cedae, Wagner Victer.

Um aquário marinho funciona no local, com capacidade para 2.000 litros de água coletada na zona de influência do emissário submarino.

O presidente também anunciou a inauguração do centro de visitação ambiental do Guandu, em 90 dias.

Em maio de 2009 entrou em funcionamento a Estação de Tratamento de Esgotos de Alegria, o primeiro centro de visitação ambiental inaugurado pela Nova Cedae.

*Com informações da Cedae.

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ÁGUAS DE SÃO PAULO E ÁGUAS PARA SÃO PAULO

Água / São Paulo – Caminhos para a Conservação

O vídeo retrata a questão da água na cidade de São Paulo, abordando a qualidade, o abastecimento e a problemática da ocupação irregular de cerca de 2 milhões de pessoas que habitam as regiões de mananciais causando degradação ambiental

VÍDEO DO REPÓRTER ECOLÓGICO


Fonte: TV DO MEIO AMBIENTE - Repórter Ecológico

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BENÇÃO DAS ÁGUAS PELA PAZ EM 2010 VOLTA REDONDA - RJ


Movimento pela paz e

pela recuperação da bacia do Rio Paraíba


MOVIMENTO RESGATE DA PAZ

Anexo à Cúria Diocesana - VR

BENÇÃO DAS ÁGUAS PELA PAZ EM 2010

Dia 31/12, às 11h, na Beira Rio, na Vila Muri-VR

O Movimento com o apoio da COMISSÃO AMBIENTAL SUL-RJ, realiza 9ª edição da Benção de final de ano. Desta feita com foco duplo – A crescente violência em VR e necessidade de recuperação da BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL, bem como a ampliação do debate sobre a transposição do rio para São Paulo. Na oportunidade serão apresentados o totalizador da violência e também o déficit de arvores da mata ciliar na extensão das margens do rio Paraíba em VR.O evento contará com presença de lideranças religiosas, políticas e comunitárias. Será um ato ecumênico.

CONCENTRAÇÃO A PARTIR DAS 10:30, PRÓXIMO DO SUPER-MERCADO AVANÇO, na Beira Rio em VR.

Certos da presença. Muita Paz e Feliz Natal!

Volta Redonda, 22 de dezembro de 2009.

Pe. Juarez Carvalho Sampaio

Pároco da cidade de VR e Coord. do Movimento Resgate da Paz,

Apoio CPR-VR

ET. Solicitamos que levem água e protetor para pele. Contato: 3340 2801

Enviado pelo colaborador JOSÉ MARIA DA SILVA - ZÉZINHO DO MEP/VOLTA REDONDA (RJ)

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