Seguidores do Blog SOS Rios do Brasil

Mostrando postagens com marcador água para beber. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador água para beber. Mostrar todas as postagens

26 de setembro de 2013

Estudantes criam garrafa que transfrorma água do mar em potável


Um grupo de estudantes sul-coreanos promete ter inventado uma solução de bolso para dessalinizar a água do mar.
Os alunos Younsun Kim, Kangkyung Lee, Byungsoo Kim e Minji Kim, da Universidade de Yonsei, na Coreia do Sul, desenvolveram o conceito de um dispositivo de filtragem e purificação de água portátil que promete transformar água salgada em água potável.
O Puri, como foi batizada a invenção, usa a tecnologia de osmose reversa. A ideia dos estudantes é incluir o produto no kit básico de barcos ou situações de emergência no mar, onde a hidratação pode ser um problema grave.
Segundo vídeo explicativo criado pelos pesquisadores, o funcionamento é simples. O usuário só precisa bombear um êmbolo dentro do cilindro e pressurizar a água salgada, empurrando para a câmara de filtragem. Em seguida, a água doce entra em outra câmara, pronta para ser consumida.

BLOG SOS RIOS DO BRASIL
ÁGUA - QUEM PENSA, CUIDA!

19 de julho de 2013

Água de graça é lei

Água de graça é lei A lei está valendo desde 2012, mas um decreto publicado hoje regulamenta a instalação de bebedouros em casa noturnas de Belo Horizonte. A colocação dos bebedouros deverá respeitar condições de segurança e higiene. Luana Cruz

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel/ Minas) contestou as novas regras sobre a instalação de bebedouros em casa noturnas de Belo Horizonte. A associação afirma que os custos para adaptação à lei será repassado aos clientes. O Decreto 15.279/13, que regulamenta condições de segurança e higiene para a instalação, entrou em vigor nesta quarta-feira. A lei já está valendo desde outubro de 2012. 
Saiba mais...
O diretor-executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel/ Minas), Lucas Pêgo, questionou a ausência de uma pesquisa que justificasse a lei. Na época da sanção, ele já havia contestado o fato e o Legislativo e o Executivo não apresentarem um laudo provando que as pessoas estavam se desidratando nas boates, por deixar de comprar água no preço que é comercializada. Segundo Pêgo, os estabelecimentos não foram chamados para discutir esses valores e nem mesmo a elaboração da lei. Ele afirma que poderiam ter aparecido ideias diferentes e até uma proposta de tabelar os preços da bebida.

De acordo com o representante da Abrasel, a lei não é boa para o setor e nem para o consumidor, além disso o decreto piorou a situação. “Ele coloca dificuldades para o cumprimento da lei”, afirma. Ficou estabelecido que as casas noturnas devem fornecer água potável em perfeitas condições de higiene e de uso, colocar os bebedouros foras das dependências sanitárias, fazer manutenção permanente conforme indicação do fabricante do equipamento ou a cada seis meses, além de cumprir as normas de higienização também conforme indicação do fabricante.

Conforme Pêgo, as casas noturnas precisarão de obras para adequar a chegada de água e saída de esgoto. Elas não poderão aproveitar as instalações hidráulicas já existentes, levando em conta a exigência da colocação fora de banheiros. Segundo o diretor, o investimento das obras e o prejuízo no tempo de fechamento do estabelecimento para a construção, podem ser repassadas para os clientes nos preços de outros produtos ou no valor da entrada nas boates.

Pêgo também comentou do custo de cada equipamento. Em uma pesquisa, a Abrasel constatou que um bebedouro,com características que atendem a uma casa noturna, custa cerca de R$ 600. “Quem vai pagar isso no fim das contas é o cliente. A gente até compreende a intenção da lei, mas contesta que não é uma lei que vai amplamente beneficiar a população”.

Por fim, a Abrasel considerou “exacerbada” a cobrança de R$ 500 por bebedouro faltante nas boates e o fechamento do estabelecimento em caso de reincidência. “Será que é tão grave assim que precisar de interdição do estabelecimento?”, questiona o diretor.

BLOG SOS RIOS DO BRASIL
ÁGUA - QUEM PENSA, CUIDA!