Seguidores do Blog SOS Rios do Brasil

3 de novembro de 2012

CELEBRANDO O "DIA DO RIO - 24 DE NOVEMBRO" - MENSAGEM AOS EDUCADORES




DIA DO RIO 2012 E AS CELEBRAÇÕES DO SOSRIOSBR

Caras (os) colegas educadoras (es):

Preocupados com a crescente escassez  da água  e a  poluição cada vez maior de nossos rios, córregos, ribeirões, aquíferos e mananciais, por lixo, esgotos domésticos e industriais, assoreamentos e destruição das matas ciliares e outras ações destrutivas foi instituído o "DIA DO RIO" em 24 de novembro, para que as comunidades possam celebrar a data e ressaltar a importância de nossos rios.


Como blog voltado aos recursos hídricos do Brasil, desde 2008 temos buscado conscientizar cada vez mais, um número maior de pessoas e entidades para nossa responsabilidade na recuperação, preservação e valorização de nossos cursos d' água, considerando que entidades sérias e confiáveis como a CNBB, a Fundação SOS Mata Atlântica, o Instituto Trata Brasil e o próprio IBGE, mostraram nos seus estudos e pesquisas, nestes quatro anos, que de cada dez rios do Brasil, sete ainda recebem esgotos sem tratamentos. 

Convidamos nossos valorosos educadores para que possam incentivar seus educandos a celebrar o "DIA DO RIO 2012" com ações pró-ativas e educativas em defesa dos rios de suas comunidades. 


Através de nossos 1.614 seguidores em todo a América do Sul e mais de 9.000 visitantes diários estamos procurando fazer chegar às Secretarias de Educação, clubes de serviço como Rotary Clubs e Lions Clubes, Comitês de Bacias Hidrográficas, concessionárias de água e esgotos e entidades ambientais, convites para que celebrem em suas comunidades a Semana do Rio (19 a 24 nov), com palestras, concursos de fotografias, apresentações de slydes, poemas e poesias sobre os seus rios, nos seus sites e blogs, incentivando a preservação dos mesmos. 


Somente através da conscientização de nossas comunidades e em especial de nossos educandos vamos conseguir fazer crescer o clamor e a pressão para que nossos governantes façam cumprir nossas Leis Ambientais de proteção de nossos cursos d' água e assim a saúde ambiental e melhor qualidade de vida de nossas populações.


Organizem as celebrações, fotografem ou gravem em vídeos e enviem ao Blog SOSRiosBr para que possamos divulgar como sua comunidade celebrou o rio ou os rios de  sua terra!


Prof. Jarmuth Andrade - SOSRiosBr



Rio Camburi - São Sebastião (SP) 




O Rio 

Poema publicado em Poesias Infantis


Da mata no seio umbroso,

No verde seio da serra,
Nasce o rio generoso,
Que é a providência da terra.

Nasce humilde, e, pequenino,
Foge ao sol abrasador;
É um fio d’água, tão fino,
Que desliza sem rumor.

Entre as pedras se insinua,
Ganha corpo, abre caminho,
Já canta, já tumultua,
Num alegre burburinho.

Agora o sol, que o prateia,
Todo se entrega, a sorrir;
Avança, as rochas ladeia,
Some-se, torna a surgir.

Recebe outras águas, desce
As encostas de uma em uma,
Engrossa as vagas, e cresce,
Galga os penedos, e espuma.

Agora, indômito e ousado,
Transpõe furnas e grotões,
Vence abismos, despenhado
Em saltos e cachoeirões.

E corre, galopa. cheio
De força; de vaga em vaga,
Chega ao vale, larga o seio,
Cava a terra, o campo alaga...

Expande-se, abre-se, ingente,
Por cem léguas, a cantar,
Até que cai, finalmente,
No seio vasto do mar...

Mas na triunfal majestade
Dessa marcha vitoriosa,
Quanto amor, quanta bondade
Na sua alma generosa!

A cada passo que dava
O nobre rio, feliz
Mais uma árvore criava,
Dando vida a uma raiz.

Quantas dádivas e quantas
Esmolas pelos caminhos!
Matava a sede das plantas
E a sede dos passarinhos...

Fonte de força e fartura,
Foi bem, foi saúde e pão:
Dava às cidades frescura,
Fecundidade ao sertão...

E um nobre exemplo sadio
Nas suas águas se encerra;
Devemos ser como o rio,
Que é providência da terra:

Bendito aquele que é forte,
E desconhece o rancor,
E, em vez de servir a morte,
Ama a Vida, e serve o Amor!

BLOG SOS RIOS DO BRASIL
ÁGUA - QUEM PENSA, CUIDA!

PESQUISADORES DA UFRRJ DESCOBREM NOVA ESPÉCIE DE RÃ NO PARQUE CUNHAMBEBE (RJ)



Rã recém-descoberta se "disfarça" em pedras de cachoeira (Foto: Hélio Ricardo da Silva/UFRRJ/Divulgação)

Nova rã que se camufla em cachoeira é descoberta no Rio de Janeiro


Em cima de rocha, anfíbio fica quase invisível; veja na foto. Espécie nova é do tamanho de unha do polegar, diz professor da UFRRJ.

Uma nova espécie de rã até então desconhecida pela ciência foi descoberta por investigadores da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).

Com 3 centímetros de tamanho, pouco maior que a unha de um polegar, segundo o professor da UFRRJ Hélio Ricardo da Silva, o anfíbio do gênero Cycloramphus foi localizado no parque Cunhambebe, na Região Metropolitana do Rio.

Uma das principais características do animal recém-descoberto é se camuflar no ambiente em que vive, diz o professor, em entrevista exclusiva ao G1.

É possível que a rã tenha capacidade de mudar de cor, ainda que de forma limitada, afirma Silva. "Ela imita a cor da rocha. Isso facilitaria o processo de disfarce. Mas ainda não temos certeza se a rã tem esta capacidade ou não", ressalta.

O nome da nova espécie vai ser definido levando em conta a ideia de camuflagem, diz o docente da UFRRJ, um dos responsáveis pela descoberta.

"Não podemos divulgar ainda o nome científico, por questões técnicas." Ele aponta que a descrição do animal deve ser publicada na revista científica internacional "Zootaxa" até o final de agosto.

O periódico aceitou a publicação e agora a pesquisa está pronta, provavelmente "aguardando uma fila" para sair na "Zootaxa", segundo Silva.


Cachoeira


De hábitos noturnos, a rã vive em fendas nas paredes verticais da cachoeira Itingussú, dentro do parque, na região da cidade de Itaguaí.

Ela é natural de região de Mata Atlântica, segundo o professor da UFRRJ. "Há áreas de respingo [na queda] em que a rã vive. Ela é toda ligada à cachoeira. Os filhotes, em vez de nadarem dentro da água, andam no filme d'água da [parede da] cachoeira", ressalta.


Rã "invisível" foi encontrada no Parque Estadual do Cunhambebe, na região metropolitana do Rio (Foto: Hélio Ricardo da Silva/UFRRJ/Divulgação)

O animal é frágil e habita uma área muito específica, na parte alta da queda d'água. A parte baixa foi represada há tempos para que o recurso natural fosse usado pela população de Itaguaí, diz Silva. "Esta espécie deveria ocorrer no rio todo, mas do ponto em que fizeram a represa para baixo ela não existe mais", pondera.

Se desmatassem o entorno da cachoeira, as rãs descobertas talvez não sobrevivessem, reflete o professor. "Na área identificada, o animal é abundante.

Então não dá para dizer que é uma espécie em extinção. Estamos avaliando a biologia dela ainda, as características."

Há diferenças morfológicas "bastante significativas" com relação a outras rãs, de acordo com Silva. Alguns destes anfíbios têm pés como nadadeiras, o que não ocorre na nova espécie. Também não há uma glândula comum nas rãs, situada entre a coxa e a cintura do animal.

Por acaso

A espécie está sendo descrita em coautoria com a investigadora em biologia animal Daiane Ouvernay, também da UFRRJ, afirma o professor. Ele relata que a descoberta ocorreu "por acaso", quando o grupo  procurava anfíbios em bromélias.

"Estávamos fazendo um inventário de fauna geral, colecionando répteis e anfíbios. Num primeiro momento,  nós nem sabíamos que era uma espécie nova", diz Silva, referindo-se à pesquisa do grupo. Ele ressalta que a espécie não é venenosa.

A descoberta ajuda a entender melhor o quebra-cabeça evolutivo, na opinião de Silva. "Do ponto de vista da biologia, nós nos preocupamos em entender a história das espécies do planeta", pondera.

fonte: G1


BLOG SOS RIOS DO BRASIL
ÁGUA - QUEM PENSA, CUIDA!

PROJETO TAMAR (BR) E ZOO DE OREGON (USA) SALVAM TARTARUGAS DE EXTINÇÃO



Tartarugas recém-nascidas podem salvar 

espécie, dizem especialistas

Filhotes de tartaruga do Pacífico ( Actinemys marmorata) que acabaram de nascer no Zoológico de Oregon, nos EUA, podem ajudar a salvar a espécie ameaçada de extinção, acreditam especialistas. As informações são do site do jornal britânico “Daily Mail”.
Os animais são pouco maiores que uma moeda e fazem parte de um programa criado há 20 anos para recuperar a espécie, que já foi prevalente em toda a costa oeste da América do Norte, mas desapareceu do Canadá e está em risco nos EUA e no México.
Entre os fatores que levaram à diminuição das tartarugas, estão a construção de barragens em rios, a drenagem de regiões alagadas (como charcos e pântanos) e a presença de plantas invasoras e predadores naturais.
Os filhotes recém-nascidos serão cuidados pelo zoológico de Oregon até o fim desta estação e, depois, serão devolvidos à natureza com um transmissor eletrônico, que informará a localização deles. Nos últimos 20 anos, o local já lançou ao mar 1.500 tartarugas, e os especialistas preveem que 95% tenham sobrevivido.
Apenas a população na região de cânions Columbia River Gorge, nos estado de Oregon e Washington, passou de 150 em 1990 para 1.500 no ano passado.
O programa de reprodução do zoológico busca que esses répteis cheguem aos níveis anteriores de população. Apesar de as tartarugas da espécie viverem em média 70 anos, só começam a se reproduzir a partir dos 10.
Na vida adulta, os animais chegam a ter de 6 a 8 metros de comprimento e a pesar 2,4 kg. O problema é que, como eles crescem lentamente, ficam muito vulneráveis aos predadores e a riscos em geral. Outro problema é que muitos espécimes ficam isolados e, por isso, têm dificuldade de achar um companheiro para acasalar.
Essa espécie costuma fugir de seres humanos e muitas vezes é
encontrada em terrenos de lodo ou sob rochas e troncos submersos. Os animais têm hábitos onívoros, ou seja, comem insetos, lagostas e outros invertebrados aquáticos, peixes, girinos e sapos.
As fêmeas depositam de 5 a 13 ovos duas vezes por ano e pode viajar até 1 km e 90 metros acima da fonte mais próxima de água para pôr os ovos. As mães também gastam um bom tempo preparando o ninho com vegetação, para dificultar que os predadores o encontrem. (Fonte: Globo Natureza) - AMBIENTE BRASIL


NOSSO PROJETO TAMAR JÁ SALVA TARTARUGAS HÁ 32 ANOS


Começa temporada 2012/2013: tartarugas marinhas voltam às praias para desovar

10/09/2012 - Setembro marca o início da 32ª temporada reprodutiva de tartarugas marinhas sob a proteção do Tamar, no litoral brasileiro. ↓

Tartaruga cabeçuda (Caretta caretta)

Setembro marca o início da 32ª temporada reprodutiva de tartarugas marinhas sob a proteção do Tamar, no litoral brasileiro. Segundo o coordenador nacional do Projeto, oceanógrafo Guy Marcovaldi, a expectativa é alcançar, com essa temporada 2012/2013, a marca de 15 milhões de filhotes protegidos, desde que se mantenham as médias anuais dos últimos períodos reprodutivos, em torno de um milhão de tartaruguinhas.
Até março próximo, as fêmeas de quatro das cinco espécies que ocorrem no Brasil retornam às praias em que nasceram para depositar seus ovos - a tartaruga verde (Chelonia mydas) se reproduz de dezembro a julho, nas ilhas oceânicas. As bases do Tamar em áreas de desovas no litoral (Bahia, Sergipe, Rio Grande do Norte, Espírito Santo e Rio de Janeiro) estão a postos para intensificar o trabalho nas praias e no mar. Outras bases, como as do Ceará, São Paulo e Santa Catarina, ficam em áreas de alimentação, passagem e descanso das tartarugas marinhas. LEIA MAIS E DIVULGUE

BLOG SOS RIOS DO BRASIL
ÁGUA - QUEM PENSA, CUIDA!

PESCADORES DO PANTANAL DE MT DESCOBREM NOVA FONTE DE RENDA



Apicultura é nova fonte de renda de 

pescadores do Pantanal de MT

Pescadores do Pantanal de Mato Grosso encontraram na apicultura uma nova fonte de renda. Muitos deles já pensam em abandonar o rio e somente criar abelhas. A região rica em vegetação garante produção de mel o ano todo.
O apicultor Alcides Taques, que começou a criação há dois anos, tem 20 colmeias onde trabalham quatro famílias de pescadores. “Toda vez que a gente vem colher o mel, a gente fica cada vez mais entusiasmado porque a quantidade é boa”, diz.
Este ano, o apicultor Cilo José do Nascimento, que começou com três caixas, deve colher quase 350 quilos de mel nas dez caixas. A produção é um reforço na renda da família no período da piracema.
A região tem muitas plantas que florescem em períodos diferentes e garantem até quatro retiradas por ano. Os 30 apicultores da comunidade Piuva, em Barão de Melgaço, têm 150 caixas de abelha. A expectativa é aumentar a produção e atingir 300 colmeias até o fim de 2013.
Os criadores de abelhas da comunidade formaram uma associação e contam com uma pequena estrutura. O apicultor Pedro Ribeiro de Moraes, que começou a atividade há um ano e meio, tem planos de aos poucos deixar de depender do rio.
Os pescadores, que agora também são apicultores, recebem treinamento gratuito de técnicos da Empresa de Extensão Rural de Mato Grosso e do Senar, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural. (Fonte: Globo Rural)

CLIQUE E VEJA O VÍDEO

BLOG SOS RIOS DO BRASIL
ÁGUA - QUEM PENSA, CUIDA!

CONCORRA A 3 LAPTOPS FAZENDO UM VÍDEO SOBRE O RIO DE SUA CIDADE



Original
Original
Original
Original
Rios.

1. Grande curso de água natural, quase sempre oriunda das montanhas, que recebe no trajeto águas de regatos e ribeiros, e desagua em outro curso de água, num lago ou no mar.
2. Grande quantidade de líquido.
3. Grande quantidade de qualquer coisa.
Prêmio: 3 laptops!
Prêmio Especial de Aquisição ANA (Agência Nacional de Águas): R$ 5 mil.
Obs.: A definição se haverá ou não voto do público fica a critério da curadoria do Festival do Minuto.
Inscrições até 30 de novembro!

















O hotsite do concurso é:

BLOG SOS RIOS DO BRASIL
ÁGUA - QUEM PENSA, CUIDA!

2 de novembro de 2012

DIA DO RIO, COM SÁ, RODRIGUES E GUARABYRA - CELEBRANDO O "DIA DO RIO SOSRIOSBR"

Sá, Rodrix e Guarabyra - Precursor do chamado rock rural, o trio 
durou pouco tempo, de 1971 a 1973


"DIA DO RIO - 24 DE NOVEMBRO" - Uma boa iniciativa.
Gerhard Erich Boehme - Curitiba


Dia do Rio
Sá, Rodrix e Guarabyra

Todo dia é o dia desse rio
Todo dia o rio 
corre pro mar
Seja quente, seja morno ou seja frio
Todo dia o rio tem que passar


Bate pé, bate mão, bate coração
Bate o sol que não devia bater
Tira um, tira dois, e o que vem depois
É a vida que se tem pra viver

Todo dia passar barco nesse rio
Todo dia o barco vem navegar
Cada dia o rio fica mais vazio
E esse barco já não pode passar

Pra onde vai, de onde vem, o que vai trazer
Que não tem nenhum lugar pra chegar
Tira um, tira dois, e o que vem depois
É um rio onde barco não há

Lá onde a cachoeira rolava grande e brava
Tem pedra e lama pra se pisar e passar
Lá onde o peixe grande nadava e morava
Tem um deserto triste de olhar
Já que vida não há

Onde passa o destino desse rio
Passa o destino de todos nós
Uma casa, uma terra, uma vida
Que vem sempre da nascente pra foz

Passa pé, passa mão, passa coração
Passa tudo que tiver pra passar
Tira um, tira dois, e o que vem depois
É um rio que não chega no mar

Ele não chega mais lá
Onde a cachoeira rolava grande e brava
Tem pedra e lama pra se pisar e passar
Lá onde o peixe grande nadava e morava
Tem um deserto triste de olhar
Já que vida não há

Onde passa o destino desse rio
Passa o destino de todos nós
Uma casa, uma terra, uma vida
Que vem sempre da nascente pra foz

Passa pé, passa mão, passa coração
Passa tudo que tiver pra passar
Tira um, tira dois, e o que vem depois
É um rio que não chega no mar

Ele não chega no mar

http://www.vagalume.com.br/sa-rodrix-guarabyra/dia-do-rio.html#ixzz2B7TbVffS


O lamento pelo Velho Chico e a música profética "Dia do Rio"

ENVIADO PELO COLABORADOR DE CURITIBA:

Caro Professor Jarmuth,

Parabéns pela iniciativa.

Abraços,

Gerhard Erich Boehme
gerhard@boehme.com.br
 +55 (41) 8877-6354
Skype: gerhardboehme
Caixa Postal 15019
80530-970 Curitiba PR

BLOG SOS RIOS DO BRASIL
ÁGUA - QUEM PENSA, CUIDA!

CELEBRANDO O "DIA DO RIO 2012" - JOGO DOS 7 ERROS



Jogo dos 7 erros para “comemorar?” o Dia do Rio ( 24 de Novembro).

Preste bem atenção na imagem abaixo e responda a que se refere cada um dos números. A resposta está logo abaixo.
 
O Jogo dos sete erros versão hídrica
Respostas:
1 – Ocupação irregular das margens
2 – Erosão das margens
3 – Lixo e entulho jogados próximo ao córrego
4 – Assoreamento do leito do córrego
5 – Ausência de mata ciliar
6 – Poluição das águas por esgoto doméstico e industrial
7 – Animais como vacas e cavalos podem provocar o pisoteamento de nascentes e sua consequente destruição

QUANTAS VOCÊ ACERTOU?

Esse é o córrego Serrinha no município de Goiânia. Numa única imagem fomos capazes de sintetizar no mínimo 7 problemas graves, triste saber que esse é um retrato fiel do que acontece a quase todos os cursos d’água da cidade. A urbanização sem planejamento é a assassina de córregos e rios das cidades do nosso país e de outros locais do mundo.

 Fonte: PARCEIRO - guiaecologico.wordpress.comhttp://migre.me/bwiEM

BLOG SOS RIOS DO BRASIL
ÁGUA - QUEM PENSA, CUIDA!

CONSUMISMO INFANTIL NA CONTRAMÃO DA SUSTENTABILIDADE

Instituto Alana e Ministério do Meio Ambiente lançam cartilha sobre relação entre consumismo infantil e sustentabilidade com dicas e sugestões para pais e educadores. Um evento em Brasília marcou o lançamento do caderno “Consumismo infantil: na contramão da sustentabilidade”, uma parceria do Instituto Alana com o Ministério do Meio Ambiente (MMA). O objetivo da publicação é ajudar os pais e educadores a trabalharem com as crianças a diferença entre o “querer” e o “precisar”, além de abordar temas como sustentabilidade, descarte e consumo.
Medidas como o consumo de lanches feitos em casa, mais saudáveis e que geram menos lixo e descarte de embalagens, são incentivadas. O material também traz alguns dados preocupantes sobre a influência da publicidade no consumismo infantil. Dados do Ibope mostram que, hoje, as crianças passam mais de cinco horas por dia na frente da televisão. E que 64% de todos os anúncios veiculados nas emissoras de TV, monitoradas às vésperas do Dia das Crianças de 2011, foram direcionados ao público infantil (Alana/UFES).
O livreto é o terceiro volume da série Cadernos de Consumo Sustentável, publicada pelo Ministério do Meio Ambiente. Durante 2013, o Ministério da Educação deverá distribuir 70 mil exemplares da obra; o Ministério do Meio Ambiente, 10 mil e a Federação Nacional das Escolas Particulares (FENEP), mais 15 mil em todo o território brasileiro.
Que tal aproveitar as dicas da cartilha e começar a ensinar a seus filhos alternativas ao consumo sem reflexão? O documento está disponível para download na Biblioteca.
O evento de lançamento do caderno em Brasília contou com as presenças de Gabriela Vuolo, Coordenadora de Mobilização do Alana; Samyra Crespo, Secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente; Angélica Goulart, Secretária Nacional da Criança e Adolescente da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República; e Juliana Pereira, Secretária Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça.
BLOG SOS RIOS DO BRASIL
ÁGUA - QUEM PENSA, CUIDA!

Desmatamento – Cena de HORROR na natureza – charge de Fabiano dos Santos


Cena de HORROR na natureza.

Esta cena se repete várias e várias vezes, MUITA gente não se assusta, mas, as consequências da indiferença, ASSUSTAM.  Mas aí, já é tarde !

 CONSEQUÊNCIAS DO DESMATAMENTO:
Perda de biodiversidade: Os seres vivos que hoje estão nas vegetações nativas foram originados por um lento processo evolutivo, que levou bilhares de anos. A perda da diversidade de seres, além da perda de variedade genética, é um processo irreversível
Degradação dos mananciais: A retirada da mata que protege as nascentes causa sérios problemas ao bem que está cada vez mais escasso em todo o mundo: a água. Isso ocorre principalmente devido à impermeabilização do solo em torno da água.
Aterramento de rios e lagos: Com o solo sem cobertura vegetal abundante, a erosão ocorre em intensidade e freqüência espantosas, sendo o solo levado diretamente aos rios e lagos. Lembrando que a erosão é a perda de solo causada por água e vento. Esse processo faz com que o volume dos lagos seja limitado, e a vazão dos rios seja comprometida.
Redução do regime de chuvas: Pode não parecer, mas a maior parte da água das chuvas continentais vem das próprias áreas continentais, e não do mar. A derrubada de grandes áreas com matas altera o clima das regiões, causando normalmente períodos estendidos de estiagem.
Redução da umidade relativa do ar: A evapotranspiração das folhas é um dos principais reguladores da umidade do ar, além de promover a regulação da temperatura nos ambientes em que estão. A derrubada de matas deixa o ar mais seco e a temperatura mais elevada e instável.
Aumento do efeito-estufa: As florestas são grandes reservas de carbono, que guardam o carbono em sua estrutura orgânica. Ao queimarmos essas florestas, quase todo o carbono absorvido pelas plantas volta à atmosfera, causando considerável aumento no efeito-estufa, tornando o planeta ainda mais QUENTE.
Comprometimento da qualidade da água: A maior erosão e lixiviação causada pelo desmatamento fazem com que a qualidade da água seja comprometida, tornando-a sempre turva e muitas vezes imprópria para ao consumo.

Desertificação: 
A retirada de matas associada a manejos inadequados do solo, tem causado a desertificação dos ambientes, onde a ausência de vida predomina.
BLOG SOS RIOS DO BRASIL
ÁGUA - QUEM PENSA, CUIDA!

1 de novembro de 2012

SERÁ EM JANUÁRIA (MG) O VIII ENCONTRO NACIONAL DA ASA - DE 19 A 23 DE NOVEMBRO





VIII EnconASA será lançado em Montes Claros

A Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA) realiza na próxima terça-feira (13) um evento de lançamento do VIII Encontro Nacional da ASA (EnconASA) para a imprensa, no Solar dos Sertões, na cidade de Montes Claros, Norte de Minas Gerais, a partir das 19h. Apresentação cultural e falas de representantes da ASA e de agricultores e agricultoras da região farão parte da programação.
O lançamento contará ainda com a presença de representantes da coordenação da ASA Minas Gerais, que vão falar sobre o Encontro Nacional enquanto um espaço político da ASA, que contribui para a melhoria da vida das famílias agricultoras no Semiárido, e fortalece a sociedade civil na concretização das políticas públicas que promovem o desenvolvimento econômico, político e social na região.
“Escolhemos Montes Claros por ser uma cidade polo, de maior população na região, que evidencia, a partir da sua composição, com faculdades, universidades e veículos de comunicação, um polo irradiador de notícias para a região”, explica a coordenadora executiva da ASA Minas, Leninha Alves de Souza. De acordo com a coordenadora, o lançamento contará com uma feira de produtos da agricultura familiar em exposição e disponíveis para comercialização.
O evento de lançamento também destacará a atuação da ASA junto às famílias de agricultores e agricultoras do Semiárido brasileiro, o Programa de Formação e Mobilização Social para a Convivência com o Semiárido, que se divide em dois projetos:  Um Milhão de Cisternas (P1MC) e  Uma Terra e Duas Águas (P1+2). Juntos, esses programas mudaram a vida de mais de 2 milhões de pessoas em todo o Semiárido, sendo 15 mil em Minas Gerais.

VIII EnconASA – O Encontro Nacional da ASA ocorrerá de 19 a 23 de novembro, no SESC de Januária, Minas Gerais. Realizado a cada dois anos, promove um intercâmbio de conhecimentos e valores entre as populações difusas que lutam para construir um Semiárido com acesso à água, à terra e a uma vida digna.
Com o tema Trajetórias de luta e resistência para a superação da pobreza e construção da cidadania, o VIII EnconASA fará uma reflexão sobre o atual modelo de desenvolvimento, a partir das trajetórias de luta e resistência dos territórios de atuação da ASA, na perspectiva da construção de um projeto de desenvolvimento sustentável, que supere a pobreza e promova a cidadania.
Mais informações sobre o evento poderão ser acessadas através do site do VIII EnconASA e das redes sociais. Basta clicar no endereço eletrônico: www.oitavoenconasa.org.br, ou através do Facebook/articulaconosemiarido.

Serviço:
O que? Lançamento do VIII EnconASA
Quando? Terça-feira, dia 13 de novembro, às 19h
Onde? Solar dos Sertões, Montes Claros, Minas Gerais

Território Vale do São Francisco inspira segundo dia do VIII EnconASA

Um território habitado por inúmeras populações indígenas, quilombolas, vazanteiros. Um espaço que abriga as lutas desses povos, as conquistas e os desafios futuros. Assim é a região do Vale do São Francisco, em Minas Gerais, que terá sua história retratada no documentário Território do Vale do São Francisco - É no Semiárido que o povo resiste!É no Semiárido que a vida pulsa!, que subsidiará o debate da mesa “Territórios de Convivência: Trajetórias de Lutas e Resistências para a Superação da Pobreza e Construção da Cidadania”, na manhã do segundo dia do evento (20/11).
A produção audiovisual conta a história do território do Vale do São Francisco, uma das oito microrregiões que compreende o Semiárido mineiro e que vai sediar o EnconASA. O vídeo mostra como o território se constituiu, quais são os grandes desafios atuais e como a ASA tem atuado nessa área. As experiências retratadas no vídeo também fazem parte do roteiro das visitas temáticas, que serão realizadas no terceiro dia do Encontro (21/11).  LEIA MAIS
BLOG SOS RIOS DO  BRASIL
ÁGUA - QUEM PENSA, CUIDA!