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25 de setembro de 2013

É HORA DE FALAR DE SANEAMENTO: O PROBLEMA DA SAÚDE NO BR NÃO DEPENDE SOMENTE DE MÉDICOS


Comunidade Vila Dique (RS) – 62,7% das doenças entre os moradores estão ligadas a falta de saneamento bási















Mais médicos, menos saúde. Antes de tudo, água corrente e esgoto em 100% das casas.

“Tratar o cocô não dá voto. As obras são subterrâneas e o objeto considerado abjeto”.
Mais médicos, menos saúde.

No recente artigo “É hora de falar de saneamento“, Ana Paula Barcellos, mesmo num tom excessivamente cauteloso, faz perguntas e afirmativas que vão ao centro da questão (em azul, meu comentário, abaixo de cada item):
Mais médicos e remédios seriam os meios para superar os principais desafios de saúde no Brasil?
- Como se verá mais adiante, o principal problema de saúde pública resulta da falta de saneamento. A autora ressalta, com base em estudo da OMS, que cada dólar gasto com saneamento poupa quatro dólares com gastos em saúde.
O que torna um problema de saúde mais importante que outros? Doenças que afetam mais pessoas devem ter prioridade ou o cuidado de determinados grupos (crianças ou pessoas de baixa renda)? 
- Faltou dizer que prevenir é muito mais efetivo que remediar (tratar da doença) e que a prioridade, hoje, é estender a vida do segmento mais privilegiado em detrimento das necessidades da imensa maioria das pessoas.
Em 2011, 8,9% de todos os gastos governamentais no Brasil foram destinados a serviços de saúde. Em função de que prioridades esses recursos foram gastos? Algumas doenças recebem tratamento, outras não; algumas crianças se esvaem em doenças evitáveis, e outras não. Olhar para o outro lado não muda nada. Que tal então começar pelo mais básico: coleta e tratamento de esgoto? 
- As consequências da falta de saneamento serão relacionadas mais adiante.
As complexas questões éticas acerca da definição de prioridades em matéria de saúde são bem mais simples aqui: todo mundo produz esgoto e precisa se livrar dele adequadamente.
- Uma forma elegante de dizer que todos nós fazemos cocô. Não se trata de se livrar dele, pois não é algo indesejado, muito pelo contrário, e sim dar um destino adequado. Cada um de nós dá ao seu cocô o melhor destino que pode e não o que gostaria.
A Constituição de 1988 cuida do assunto e a lei nº 11.445/ 2007 definiu como serviços de saneamento, além do esgotamento sanitário, o abastecimento de água, a gestão do lixo, e o manejo de águas pluviais.
- A definição é, ao meu ver, esplendida. Mas, tais serviços só vão acontecer nas moradias que estiverem preparadas para tanto.
Além disso, quem quer fazer comício na inauguração de uma estação de tratamento de esgoto? De fato, apenas 0,45% dos gastos federais em 2001 destinaram-se a saneamento e, em 2005, esse percentual caiu para 0,15%. 
- Tratar o cocô não dá voto. As obras são subterrâneas e o objeto é considerado abjeto.
Mas, aqui entre nós: os eleitores consideram esgotamento sanitário uma questão importante?
A pergunta generaliza uma desimportância que só vale para os que tem o assunto resolvido adequadamente. Quem mal tem moradia, não tem razão para se preocupar, primeiro, com o saneamento.
A importância do saneamento é ressaltada de forma dramática no artigo “De limão a limonada” de José Eli da Veiga:
Em setembro de 2013, tal direito (saneamento) continua a ser negado à metade da população brasileira.
As principais vítimas são evidentemente as pessoas que morrem em razão da falta de redes coletoras de esgoto, em sua grande maioria meninos de 1 a 6 anos. Claro, também os natimortos e suas mães, pois contato com esgoto aberto aumenta drasticamente o risco de que a gravidez não culmine em bebê vivo.
E ainda existe um imensurável número de outras vítimas invisíveis, pois mesmo os que conseguem sobreviver a infecções parasitárias na infância podem ter a inteligência seriamente impactada.
Como o cérebro é o órgão do corpo humano que mais consome energia – 87% no recém-nascido, 44% aos 5 anos, 34% aos 10 –, as infecções parasitárias desviam energia para ativar o sistema imunológico. Repetidas diarreias infantis roubam do cérebro as calorias necessárias a seu desenvolvimento, podendo comprometer a inteligência por toda a vida.
Observo que o título do artigo revela a dificuldade que todos nós temos de falar de algo que é tão próprio da vida, o cocô. Na verdade, o título mais apropriado poderia ser “De cocô a fonte de energia”, e com isto contribuir para a superação do estigma. Aliás, o autor acredita na ideia de que a solução venha através do debate eleitoral. Ledo engano. Os partidos, mesmo os novos, estão aí para sustentar os interesses estabelecidos.
Bem, qual a solução, então?
Antes de mais nada, através da luta dos diretamente interessados feita à margem do sistema político e, no processo, criar e fortalecer os agentes da sociedade civil. E também, o inverso, com a sociedade civil atuando na conscientização dos mais desfavorecidos.
Dentre esses agentes, cabe destacar o Trata Brasil, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, dedicada exclusivamente ao assunto e que tem como lema: “Saneamento é saúde”. O Trata Brasil realiza um trabalho amplo, sério e importante de elaboração e divulgação da triste realidade do saneamento no Brasil, implementação de soluções em comunidades carentes, debate do tema e conscientização daqueles que são mais afetados pela falta de saneamento e também de formadores de opinião junto à sociedade civil. Vale a pena percorrer o site acima e conhecer em detalhe o que faz a entidade.
Termino sugerindo que você participe da pesquisa relacionada ao tema, no post que se segue, e que utilize preferencialmente a central de comentários para as suas críticas, sugestões e observações.


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CÂMARA MUNICIPAL REVISA O PLANO DIRETOR DE SÃO PAULO



Caro Prof. Jarmuth/SOSRIOSBR
 

PLANO DIRETOR MUNICIPAL
 
 
Está sendo encaminhada para a Câmara revisão do Plano Diretor do município de São Paulo elaborado pela equipe do urbanista Jorge Wilhein na gestão da prefeita Marta Suplicy em 2002.
 
Em face a esse evento julguei oportuno abordar alguns aspectos que me preocupam sobre esse importante instrumento da administração das nossas prefeituras.
 
Os Planos Diretores assim como as Metas se constituem em dispositivos legais obrigatórios para as nossas prefeituras. Se esses dispositivos foram estabelecidos é porque não eram normalmente feitos pelas administrações municipais embora representem ferramentas essenciais ao seu sucesso. Daí os frequentes fracassos que tem sido observados.
 
O que tem acontecido é que embora obrigatórios continuam a não serem utilizados de forma adequada; os que cumprem as exigências o fazem apenas para cumprir tabela como é o caso atual de São Paulo que elaborou o Plano em 2002, praticamente não seguiu suas diretrizes e se propõe a revisá-lo após 11 anos.
 
De recente manifesto apresentado ao Conselho da Cidade (26/08) Urbanistas pela Justiça Social destaco: em geral, após a euforia que acompanha a elaboração dos planos diretores cada um se encolhe no seu canto e a cidade continua a ser dominada pelas forças de sempre. Depois de apoiarem o plano os lobbies e o próprio Estado se orientam por interesses que o contrariam. Eu incluiria diversos setores da própria prefeitura além dos lobbies e do Estado.
 
Outra observação reside no fato de que, em geral, os planos não prevêm a instituição da sua gestão. O Plano se constitui de prognósticos válidos no dia da sua conclusão; a partir do dia seguinte precisa estar amparado por eficiente processo que permita a sua contínua atualização. Esses gestores além da competência precisam ter poder para conseguir dos setores da própria prefeitura e também da região metropolitana a observância das suas diretrizes.
 
Tem ainda o problema da timidez dos responsáveis pela elaboração do Plano, falando especialmente sobre a cidade de São Paulo. São Paulo tem passivos enormes mas também dispõe de enorme potencial de desenvolvimento. Para São Paulo não serve o chavão o nosso objetivo não é o plano ideal mas o possível.  O Plano de São Paulo deve elencar todas as suas necessidades, sejam municipais ou mesmo metropolitanas, e para aquelas que são oportunas tem de ser buscadas suas viabilidades.
 
Aceite o meu abraço, 
Julio Cerqueira Cesar Neto
11 36669924 11 999137065
 

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Falta de preservação das zonas úmidas pode resultar em desastres ambientais de custo elevado


Ilha de Marajó
Ilha de Marajó: biodiversidade protegida. Foto de Paulo de Araújo/MMA

O Brasil possui 11 áreas caracterizadas como zonas úmidas. São áreas de pântanos, charcos, manguezais, pauis, sapais e turfas, permanentes ou temporários, que normalmente abrigam uma grande biodiversidade de plantas, animais, pássaros, ou os que deles se alimentam, presentes em 6,9 milhões de hectares, distribuídos por oito Estados. Há exatos 20 anos, esta extensa área do território nacional foi reconhecida como de importância internacional pela Convenção de Ramsar sobre Zonas Úmidas da Organização das Nações Unidas (ONU), por fornecer serviços ecológicos fundamentais às espécies de fauna e flora e para o bem-estar das populações.

As zonas úmidas brasileiras estão localizadas em unidades de conservação do Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia, Mato Grosso, Tocantins, Amazonas e Maranhão. Está em terras brasileiras a maior área úmida continental do planeta, o Pantanal matogrossense, com extensão de 148 mil quilômetros quadrados de pura biodiversidade. O bioma foi decretado como patrimônio nacional pela Constituição de 1988, além de ser classificado como patrimônio da humanidade e reserva da biosfera pela ONU em 2000.

COOPERAÇÃO

A Convenção de Ramsar sobre Zonas Úmidas de Importância Internacional é um tratado intergovernamental, com adesão de aproximadamente 160 países, que estabelece marcos para ações nacionais e para a cooperação entre nações com o objetivo de promover a conservação e o uso racional de zonas úmidas no mundo. Essas ações estão fundamentadas no reconhecimento, pelos países signatários da Convenção, da importância ecológica e do valor social, econômico, cultural, científico e recreativo dessas áreas. Estabelecida em fevereiro de 1971, na cidade iraniana de Ramsar, a Convenção de Ramsar está em vigor desde 21 de dezembro de 1975, com tempo de vigência indeterminado.

O governo brasileiro, por meio do Ministério do Meio Ambiente (MMA), criou, em 2003, o Comitê Nacional de Zonas Úmidas, colegiado coordenado pela Secretaria de Biodiversidade e Florestas (SBF) com as funções de propor diretrizes e ações para internalizar a Convenção no Brasil, avaliar a inclusão de novos Sítios e subsidiar a participação do país nas Conferências das Partes de Ramsar, dentre outras responsabilidades. “É importante preservar as zonas úmidas porque elas são social e economicamente insubstituíveis, atuam como barreiras às inundações, permitem a recarga dos aquíferos (uma formação ou grupo de formações geológicas formado por rochas porosas e permeáveis, capazes de armazenar água subterrânea), preservam os nutrientes, purificam a água e estabilizam as zonas costeiras”, explica o analista ambiental da SBF Maurício dos Santos Pompeu.

Ele alerta para o risco de colapso desses serviços, decorrente da destruição das zonas úmidas, podendo resultar em desastres ambientais de custo elevado em termos econômicos e de perda de vidas humanas. Segundo Pompeu, os ambientes úmidos cumprem papel vital no processo de adaptação e mitigação das mudanças climáticas, já que muitos deles são grandes reservatórios de carbono. As zonas úmidas são complexos ecossistemas, que englobam desde áreas marinhas e costeiras até as continentais e as artificiais, como lagos, manguezais, pântanos e também áreas irrigadas para agricultura e reservatórios de hidrelétricas, entre outras.

Atualmente, existem 1.556 Sítios Ramsar reconhecidos mundialmente por suas características, biodiversidade e importância estratégica para as populações locais, totalizando 129,6 milhões hectares. Mas, nas últimas décadas, aumentou a pressão pela instalação de projetos de desenvolvimento, com sérios impactos ao meio ambiente, entre eles, a instalação de hidrelétricas, a construção de hidrovias, práticas inadequadas do solo e vários outros.

Texto de Luciene de Assis, do MMA, publicado pelo EcoDebate, 25/09/2013
http://www.ecodebate.com.br/2013/09/25/falta-de-preservacao-das-zonas-umidas-pode-resultar-em-desastres-ambientais-de-custo-elevado/

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Ministério Público exige implantação de saneamento básico em municípios da Baixada Fluminense

Em 2011, 66,1% das internações em Belford Roxo foram de crianças, o que colocou a cidade na 11ª posição dentre os piores resultados. (SEASDH / Creative Commons)
Em 2011, 66,1% das internações em Belford Roxo foram de crianças, o que colocou a cidade na 11ª posição dentre os piores resultados. (SEASDH / Creative Commons)

O Ministério Público do estado entrou com ações civis públicas (ACPs) contra três municípios da Baixada Fluminense, para implantação de serviços adequados de saneamento básico. As cidades de São João de Meriti, Belford Roxo e Duque de Caxias, estão entre os dez piores sistemas de esgotamento do Brasil, entre os municípios que possuem mais de 300 mil habitantes.

As ACPs exigem que as prefeituras apresentem um plano municipal de saneamento básico e sejam obrigadas a indenizar moradores. O promotor de Justiça, José Marinho Paulo Junior, autor das ações, disse, em nota, que caso o plano não seja elaborado até o fim do ano, os municípios podem perder o repasse de verbas públicas. O Ministério Público disse que as três prefeituras pretendem atender a solicitação do órgão.

A prefeitura de Duque de Caxias informou, em nota, que ficou surpresa com a ação impetrada pelo Ministério Público exigindo o saneamento básico do município, “já que a competência da distribuição de água quanto da implantação da rede de esgoto é de responsabilidade da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae)”. No entanto, a prefeitura tem interesse em resolver o problema. Para que isso ocorra, seriam necessários investimentos de aproximadamente R$ 300 milhões.

Segundo a Cedae, a companhia não é responsável pelo serviço de esgoto do município de Duque de Caxias “e isso pode ser checado através das contas na cidade, onde não é cobrada taxa de esgoto”. Entretanto, a companhia informou que algumas obras já foram concluídas na Baixada Fluminense, como o reservatório do Parque Fluminense.

Já a prefeitura de Belford Roxo disse, em nota, que já está sendo realizado um mapeamento para levantar as áreas mais afetadas pela falta de saneamento. De acordo com a prefeitura, diversos projetos são apresentados ao governo do estado e federal para viabilizar as obras de infraestrutura de drenagem, o esgotamento e saneamento básico.

Até o fechamento da matéria, o município de São João de Meriti não se pronunciou sobre a ação ajuizada pelo Ministério Público.

Edição: Marcos Chagas
Matéria da Agência Brasil, publicada pelo EcoDebate, 25/09/2013
http://www.ecodebate.com.br/2013/09/25/ministerio-publico-exige-implantacao-de-saneamento-basico-em-municipios-da-baixada-fluminense/

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23 de setembro de 2013

AS BELEZAS NATURAIS DE SUMIDOURO (RJ) E A LINDA CASCATA CONDE d 'EU


Cascata Conde d'eu (Foto: Blog Lugares Fantásticos)A cascata é a maior do estado do Rio (Foto: Blog Lugares Fantásticos)
23/09/2013 



Cascata Conde d'Eu atrai 



visitantes 



para Sumidouro, no RJ



Cascata tem a maior queda d'água do Estado, com 127 metros de altura.
Cenários do município já inspiraram o escritor José de Alencar.


Sumidouro, Região Serrana do Rio, abriga a maior cascata em queda livre do Estado. Com 127 metros de altura, a Cascata Conde d'Eu é um acidente geográfico do Rio Paquequer que nasce no município e deságua no Rio Paraíba do Sul. O nome do ponto turístico é uma homenagem ao Conde d'Eu, marido da princesa Isabel. Segundo historiadores, provavelmente, foi uma forma de autoridades locais homenagearem a Corte Imperial no segundo reinado.

Ao longo dos séculos, a precipitação da água em grande elevação e volume escavou uma ampla garganta na rocha em sua base. Dessa forma, o impacto da água no “poço” forma uma nuvem, semelhante a um véu, que alcança expressiva altura e umedece a vegetação do vale. Metros abaixo, grandes rochas arredondadas pela erosão, formam pequenas cachoeiras, cercadas de vegetação típica da região e poços rasos em leito de areia onde a água corre calmamente.

Rio Paquequer deságua de 127 metros de altura (Foto: Márcio Rodrigues)Rio Paquequer deságua de 127 metros de altura
(Foto: Márcio Rodrigues)
Os cenários do município também inspiraram José de Alencar, no clássico romance “O Guarani”, com relatos de viajantes impressionados com a beleza do local.
O município
Sumidouro possui 14.168 habitantes e foi fundada em 1890, ocupando uma área de 397,6 Km². Tem como atrativos históricos, túneis construídos por mão de obra escrava no final do segundo império brasileiro que serviam de passagem para a antiga linha férrea da cidade.
Além disso, Sumidouro possui casarões históricos, Capela Senhor dos Passos, construída em 1875, praças, entre outros atrativos que atraem visitantes para a pequena cidade do interior.http://g1.globo.com/rj/regiao-serrana/
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CIENTISTAS DA COLÔMBIA COMPROVAM QUE BACTÉRIAS DA MANDIOCA AJUDA A DESPOLUIR CIANURETO DOS RIOS

Bactérias da mandioca ajudam a eliminar poluição de rios 


Em Cali (Colômbia)

Pesquisadores colombianos identificaram até seis grupos de bactérias nas fábricas de processamento de mandioca capazes de eliminar o cianureto dos rios poluídos pela mineração de ouro.

Esta alternativa é eficaz e mais acessível que outros procedimentos químicos de limpeza de águas residuais, pois os microorganismos que degradam o cianureto aparecem durante a fermentação do amido da mandioca, que serve de matéria-prima para diversas coisas.

"A ideia da aplicação biotecnológica é poder levar este tipo de bactérias a lugares onde é feita mineração, educar o mineiro para que haja uma descontaminação de suas águas residuais", e evitar, portanto, que o cianureto chegue aos rios, explicou à Colômbia.inn, agência operada pela Efe, o bioquímico Joel Panay, líder da equipe de pesquisadores da Universidade Icesi de Cali.

A Colômbia, da mesma forma que outros países da América do Sul, tem grandes minas de ouro e esta atividade origina um grande impacto meio ambiental pela poluição dos rios.

A razão é que o cianureto é utilizado para separar o ouro do resto dos elementos extraídos dos rios, por ser um dos poucos reagentes químicos que dissolvem o prezado metal na água, mas quando essas águas residuais onde a mistura é feita chega aos rios, deixa uma esteira tóxica.

O objetivo da equipe de Panay é dotar os mineiros de tanques com as bactérias extraídas nas fábricas de processamento de mandioca para que eles mesmos possam contribuir para a descontaminação das águas residuais antes que elas cheguem às correntes.

Este desenvolvimento científico nasceu do projeto "Bioremediação com bactérias degradadoras de poluentes", que Panay apresentou para seus alunos no laboratório e que a estudante Catalina Mosquera se apropriou para aplicá-la à mineração, em uma zona onde essa atividade funciona como base da economia de muitas comunidades.

A ideia inicial foi identificar essas bactérias em um afluente mineiro, mas a insegurança para chegar a essas zonas, dominadas por grupos ilegais e delinquentes, obrigou os pesquisadores a buscarem uma alternativa.

Sendo assim, os especialistas optaram por comparecer a uma fábrica de processamento de mandioca, já que este tubérculo contém por natureza índices de cianureto.

"Os microorganismos se adaptam a este tipo de compostos quando estão na presença dele no ambiente, por isso se pensou que indo a uma fábrica de mandioca poderíamos encontrar microorganismos que ao estarem expostos ao cianureto, que está presente na mandioca nesse processo de extração de amido, fossem capazes de degradá-lo", explicou.

Na fábrica La Agostiniana, localizada no departamento do Cauca (sudoeste), os pesquisadores tomaram amostras, as cultivaram e trabalharam no laboratório até conseguir identificar seis grupos de bactérias com distintas capacidades para eliminar o cianureto.

"Temos um eletrodo sensível ao cianureto, o qual nos permite medir a concentração. Nos demos conta que depois de dez dias, o cianureto que havia nesse meio líquido se reduzia a zero", explicou o químico.

Na Colômbia, é frequente encontrar cultivos de mandioca, uma das maiores fontes de calorias na dieta das zonas tropicais, agora transformada em uma solução para graves problemas ambientais em todo o país e concretamente no Valle del Cauca, departamento do que Cali é capital.

É o caso do rio Dagua, na cidade de Zaragoza, muito poluído e além disso infestado de dragas e grandes escavadeiras com as quais se pratica a mineração ilegal.

E embora estes pesquisadores admitam que ainda faltam algumas fases de trabalho para a aplicação extensiva deste desenvolvimento, confiam que, com o apoio do Governo e do próprio setor, contribuirão para promover uma mineração limpa e portanto para solucionar um grave problema meio ambiental. http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias


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ATIVISTAS COMEMORAM NA PONTE DAS BANDEIRAS, EM SÃO PAULO O "DIA DO RIO TIETÊ"



Tietê vira praia para ativistas








Aos 86 anos, a aposentada Arminda Bianco chorou ao olhar para o rio enquanto escutava a música "Planeta Água", de Guilherme Arantes, atração principal do evento. "Tinha 17 anos quando cheguei na capital. Passava todos os dias de ônibus por aqui e vinha pescar com o meu marido. Era tão lindo...".

Esperançosa, a aposentada crê que até 2020, meta do projeto de universalização do tratamento de esgoto, o Tietê voltará a ser como antes. "Não sei se viverei até lá, mas quero meus netos  usufruindo deste patrimônio", afirma.

Ao olhar para a praia artificial, a estudante Kemily Alves da Silva, de 11 anos, já começou a fazer planos para o futuro. "Quando tudo estiver limpo, vou vir todos os finais de semana para cá com meus amigos."

Sim, é possível/  Coordenadora de recursos hídricos da SOS Mata Atlântica, Maria Luisa Ribeiro se apoia em exemplos internacionais para justificar o projeto. "O Rio Tâmisa, em Londres, demorou 150 anos para ser despoluído. O Sena, em Paris, 70. Aqui é possível também e o projeto já dá resultados", diz. http://www.passeiaki.com/noticias/tiete-vira-praia-para-ativistas

Autor: Vinculado ao diariosp.noticias 

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ACONTECE HOJE EM PORTO REAL (RJ) OFICINA SOBRE SANEAMENTO BÁSICO NA CIDADE


Saneamento básico é tema de oficina 



em Porto Real, RJ


Objetivo é ouvir dos moradores críticas, sugestões e ideias para os serviços.
Encontro é às 19h, na E. M. Sebastião Barbosa, no bairro Bulhões.

Do G1 Sul do Rio e Costa Verde

Porto Real
, RJ, promove nesta segunda-feira (23) de mais uma oficina do Plano de Saneamento Básico do município. O objetivo é ouvir dos moradores críticas, sugestões e ideias para os serviços de água, esgoto e drenagem. O encontro está marcado para as 19h, na Escola Municipal Sebastião Barbosa, no bairro Bulhões.
Esta é o segundo evento para elaboração de tópicos sobre a situação do saneamento básico no município. Em junho, a comunidade se reuniu no Horto Florestal, e pediu a construção de mais estações de tratamento de água e esgoto, além da extinção das fossas.
Em novembro, a prefeitura vai receber os documentos com as indicações pautadas durante todas as oficinas. De acordo com o cronograma, a previsão é de que as obras comecem a ser executadas em janeiro do ano que vem.

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MUTIRÃO PARA COLETA DE LIXO NAS PRAIAS DO RIO DE JANEIRO, NO DMLRP 2013








Voluntários celebram Dia Mundial da Limpeza com coleta de lixo em praias do Rio

21/09/2013 
Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – Voluntários participaram hoje (21) da coleta de lixo em várias praias, rios e lagoas do Rio de Janeiro. A iniciativa, criada há dez anos pela organização ambientalista Instituto Aqualung, comemorou o Dia Mundial da Limpeza. Segundo o coordenador do projeto, Hildon Carrapito, o principal objetivo é conscientizar a população sobre a importância de não sujar o litoral, mesmo com pequenas quantidades de lixo.
“O lixo jogado indiscriminadamente na areia é de coleta muito difícil, porque é um microlixo, como guimbas de cigarro, tampinhas de refrigerantes, papel de sanduíche natural. Tem gente que joga pilha, bateria, muitas coisas que contaminam a areia, a praia, o rio, a lagoa”, disse Carrapito.
Além de praias da capital, como Copacabana, Ipanema e Barra da Tijuca, a ação foi realizada em cidades do sul e do norte do estado. O Instituto Aqualung também promoveu ações no Maranhão e em Sergipe. A expectativa dos organizadores é coletar 40 toneladas de lixo.
O engenheiro Flávio Pinheiro participou como voluntário da coleta, junto com o filho de 5 anos, João. “Ele fez questão de vir e ficou muito feliz de limpar a praia. Ele quer uma praia limpa para ele no futuro”, disse.
Natália Guedes, de 10 anos, coletou mais de cinco quilos de lixo, com a ajuda da mãe, Mônica. “A gente encontrou muitos cigarros, latas, copos e canudos no chão. A gente tem que cuidar muito bem da nossa praia e do nosso país, porque tem muita poluição”, disse a estudante.
Para o secretário estadual do Ambiente do Rio, Carlos Minc, um dos principais produtos descartados nas areias do Rio de Janeiro é o coco, cuja água é amplamente consumida nas praias cariocas.
“Quase tudo do coco pode ser aproveitado. É uma fibra boa que pode ser usada em assentos de carro e xaxins. Estamos com um grande projeto em Duque de Caxias para ampliação da rede [de coleta e reaproveitamento do coco]. Latas e garrafas pet, que têm aproveitamento econômico, pouco são jogadas. Mas, além do coco, tem os cigarros e os restos de comida, que atraem pombos e doenças”, disse Minc.
O Dia Mundial da Limpeza faz parte de uma mobilização internacional, chamada Clean up the World (Limpe o Mundo, em português), que é promovida desde 1993, com o objetivo de incentivar comunidades a limpar e conservar o meio ambiente. Anualmente, o evento executado em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente reúne milhões de voluntários em 130 países.

Edição: Beto Coura
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22 de setembro de 2013

CHUVAS VOLUMOSAS E TEMPORAIS JÁ AFETAM 56 CIDADES EM SANTA CATARINA

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Domingo, 22 Setembro 2013 



56 cidades são afetadas pela chuva em Santa Catarina

Avisos meteorológicos com indicativo de chuvas volumosas, risco de temporais, deslizamentos, alagamentos e inundações, entre sexta-feira (20/09) e domingo (22/09) estão sendo emitidos pela Defesa Civil/Epagri/Ciram desde quarta-feira passada (18/09/2013), às 07:44h. Os avisos e alertas estão sendo atualizados com frequência e divulgados no site oficial da Secretaria de Estado da Defesa Civil (www.defesacivil.sc.gov.br), assim como entre os coordenadores municipais e regionais de Defesa Civil.

Especialmente na noite de sexta-feira (20) e madrugada de sábado (21), ocorreram temporais com intensa atividade elétrica e queda de granizo que provocaram danos em diversos municípios de SC (tabela 1). As chuvas também provocaram o transbordamento do Rio Itajaí Mirim em Brusque e Rio Itajaí do Sul em Rio do Sul. Afluentes também transbordaram em Ituporanga. Em Brusque os níveis baixaram para cota de alerta. Já em Rio do Sul o rio está em cota de emergência e continua subindo.

Entre noite de sábado (20) e madrugada/manhã de domingo (21), ocorreram chuvas intensas especialmente em Rio do Campo (109mm), Monte Carlo (81mm), Coruá (78mm), Presidente Getúlio (66mm), Jaraguá do Sul (57mm), Ilhota (52mm), Alfredo Wagner (52mm),  Canoinhas (52mm), Porto União (51mm), Itajaí (51mm), Taió (50mm).

O volume de chuva nos últimos três dias (72hs contadas desde as 16hs do dia 22/09), são superiores à média esperada para todo o mês de setembro. Os volumes mais significativos concentraram no Vale do Itajaí, Planalto Sul, Grande Florianópolis, Meio Oeste, Planalto Norte e Litoral Norte, como Rancho Queimado (215mm), Rio do Campo (268mm), Rio do Sul (241mm), Ituporanga (207mm), Presidente Getúlio (204mm), Bom Jardim da Serra (198mm), Ponte Alta (187mm), Curitibanos (189mm), Timbó (161mm), Schroeder (175mm) e Florianópolis (151mm).
junto à Epagri/Ciram com o intuito de otimizar a operação das barragens.

Alerta para risco de deslizamentos de encostas

Diversos municípios da Grande Florianópolis, Litoral e Planalto Norte, Vale do Itajaí, Litoral Sul, Meio Oeste, Planalto e Litoral Sul registraram volumes significativos, inclusive com registro de deslizamentos. Tendo em vista a previsão de continuidade de chuva, persiste risco de deslizamentos especialmente para essas regiões.

Alerta para risco de inundações

Vale do Itajaí
Conforme a última medição (15h) da rede de monitoramento da Bacia, estão com cota de emergência as seguintes estações: Blumenau (9,59m), Indaial (6,26m), Rio do Sul (10,08m), Taió (8,78m), Brusque (6,51m) e Benedito Novo (5,03m).
Estão com cota de Alerta: Apiúna (7,94m), Ituporanga (3,58m), Rio do Oeste (8,79m), Gaspar (7,21m).
A previsão das cotas máximas são:
Rio do Sul: 11.5m às 22h
Blumenau: 11m às 23h
Brusque: 8m às 20h
Gaspar: 8,7m às 24h
Em Itajaí ocorrem alagamentos pela maré. Atenção para os picos de maré: dia 22 1m às 15h53 e dia 23, 1,1m às 4h14 e 1m às 16h 23)

Rio do Peixe
Em Caçador e Joaçaba o Rio do Peixe está com risco de inundações.
Litoral e Planalto Norte
Joinville: Rio Águas Vermelhas está em cota de emergência e o Rio Cubatão em cota de alerta.
Canoinhas: Rio Iguaçu está em cota de aleta com risco de inundação.
Planalto Sul
Em Lages há um transbordamento pontual na na confluência Rio Cara com o Rio Caveiras, mantendo risco de inundação.
Planalto Sul
Risco de inundações e alagamentos nas áreas mais vulneráveis principalmente em Lages.

Previsão de chuva até segunda (23):

Manhã de domingo (22/09): área de baixa pressão mantém chuva moderada a forte no Vale do Itajaí, média de chuva será de 20 a 30mm com pontuais de 40mm no Planalto Norte e Vale do Itajai. No restante das regiões de SC os valores de chuva variam entre 20 e 30mm, com valores mais significativos que podem ter pontuais de 40mm no Meio Oeste, Grande Florianópolis, Litoral Norte.
Tarde de domingo (22/09): na maior parte de SC o tempo permanece com muitas nuvens e a chuva diminui, vaiando entre 5 e 15mm com pontuais de 20mm no Vale do Itajaí, Planalto Norte, Litoral Norte, Grande Florianópolis e Planalto Sul.
Noite de Domingo (22/09): permanece com muita nebulosidade com chuva de 10 a 20mm com pontuais de 40mm.
Na segunda-feira a condição de chuva significativa diminui, permanecendo instávelcom chuva fraca no litoral, os volumes serão pouco significativos, entre 10 e 20mm mais concentrados no Litoral.
Tabela 1 – Monitoramento das barragens do Vale do Itajaí.

Barragem
Cota a montante (antes do vertedouro)
Comportas Fechadas
Comportas AbertasCapacidade
Ituporanga
30,20 m
2
3
100% - verteu 1,20m
Taió
18,10 m
7
0
72%
José Boiteux
23,65 m
2
0
30%

  1. Relato de Ocorrências
Segue informação com as principais ocorrências em 56 municípios catarinenses.
Tabela 2 - Principais ocorrências nos municípios catarinenses devido aos eventos em setembro de 2013 – atualizada em 22/09/2013 às 11:00h.
Município
Evento
Situação
Decreto
Solicitação
1
AgrolândiaChuva; inundação150 desalojados--
2
AgronômicaChuva; InundaçãoInundação; 350 desalojados e 130 pessoas desabrigados (em abrigos)--
3
ApiúnaChuva30 famílias desabrigadas (em abrigo); escorregamentos diversos; alagamentos; queda de energia por tombamento de postes; município está restabelecendo drenagem para previnir alagamentos--
4
AtalantaChuva; inundação4 desalojados  
5
AscurraEnxurrada5 propriedades afetadas (agri e psicultura)irá decretar 
6
AuroraChuva; inundação26 pessoas desabrigadas (em abrigos); estradas vicinais interditadas--
7
Bela Vista do ToldoChuvaComunidades isoladas--
8
BlumenauChuva30 abrigos, população se encaminhando aos abrigos (11 pessoas); 01 deslizamento durante a madrugada (não há feridos); está em COTA de alerta = 7,50m (COTA DE EMERGÊNCIA é 8,50 m); área NORTE está alagada--
9
Bom RetiroChuva500 pessoas afetadas; escorregamentos, BR 282 interditada trecho Bom Retiro-Lages (Km 135); município está sem abastecimento de água potávelSIMSIM
10
Braço do TrombudoChuva; inundação   
11
BrusqueDeslizamentosRio baixando, segundo defesa civil municipal; deslizamentos constatados por geólogo--
12
CamboriúChuva01 família removida por deslizamento isolado--
13
Campo ErêChuvaTempestade com fortes ventos e granizo - Malha viária afetada - Situação controlada no momento--
14
CanoinhasChuva05 residências afetadas--
15
CaçadorChuva55 pessoas desalojadas; 5 pessoas desabrigadas; 03 pontos de deslizamento; 01 residência destruída por desabamento; queda de barreira na Rodovia SC 302 (Caçador-Calmon)--
16
CuritibanosAlagamentoPequenos alagamentos/deslizamentos--
17
GasparChuva01 deslizamento interrompendo a entrada do Bairro Macuco; 08 famílias desabrigadas, em 05 abrigos (há mais 03 abrigos abertos preventivamente)--
18
GuaraciabaGranizo60 casas atingidas--
19
GuaramirimChuva e GranizoDeslizamento localizado, com 04 pessoas desalojadas--
20
IlhotaChuvaAlagamentos; 01 família desabrigada--
21
IndaialChuva3 famílias desalojadas e 2 famílias desabrigadas--
22
IrineópolisChuvaAlagamentos na área rural--
23
ItajaíChuvaPontos de alagamento--
24
ItuporangaChuva; inundação143 pessoas desalojados; 13 pessoas desabrigadas--
25
Jaraguá do SulGranizo --
 26JoaçabaEnxurradaPequenos deslizamentos--
27
JoinvilleChuvaRio Águas Vermelhas saiu da calha, afetando região oeste do município; Rio Cubatão em COTA DE ALERTA; queda de 01 muro sem danos; deslizamentos; 03 residências afetadas--
28
LagesChuvaDeslizamento (15 famílias removidas por prevenção); 120 pessoas desalojadas (07 abrigos); 01 residência afetada; Rio Caveiras com cota de Alerta; COTA DE ALERTA--
29
LaurentinoChuva; InundaçãoInundação na área urbana  
30
LontrasChuva; inundação106 pessoas desalojadas  
31
MafraEnxurradaQueda de 01 pontilhão - bairro Faxinal  
32
PapanduvaChuva05 residências alagadas  
33
Pouso RedondoChuva; inundação30 pessoas desalojadas  
34
Porto UniãoChuvaAlagamentos bairro São Pedro  
35
Presidente GetúlioChuva; InundaçãoInundação (1,00m no centro); 208 pessoas desalojadas e 10 pessoas desabrigadas (em abrigos) - números crescentes  
36
Rio das AntasChuva40 pessoas desabrigadasirá decretarSIM
37
Rio do OesteChuva; inundação27 desalojadas e 180 desabrigadas  
38
Rio do SulChuva; inundaçãoInundação = 10,04m; 18 abrigos; 1500 pessoas desalojadas; 480 pessoas desabrigadas; SC 350 interditada-SIM
39
Rio NegrinhoChuva e Vendaval30 residências atingidas por vendaval--
40
RodeioChuva4 famílias desabrigadas; rodovias interditadas--
41
SaltinhoGranizo700 casas atingidas; 200 pessoas desabrigadas; 5 instalações públicas afetadas; 2 escolas afetaads; 1 posto de saúde afetadoSIMSIM
42
Santa Terezinha do ProgressoGranizo300 casas atingidasSIMSIM
43
São Bento do SulChuva e vendaval20 residências afetadas por granizo; 45 residências; 5 pontos de escorregamento; queda de 1 torre de transmissão de TV e 2 postes  
44
São José dos CedrosGranizo80 pessoas desabrigadas; 200 residências atingidasSIMSIM
45
São Miguel do OesteGranizo04 comunidades atingidas--
46
Serra AltaGranizo60 casas atingidasSIM-
47
TaióChuvas e inundaçãoInundações; abrigos foram ativados  
48
TangaráChuvaDeslizamento isolado--
49
TimbóChuva --
50
Timbó GrandeChuvaInterior do município está isolado (malha viária intrafegável)--
51
Três BarrasChuvas6 residências afetadas  
52
Trombudo CentralChuva; inundação53 desalojadas e 3 desabrigadas  
53
UrubiciChuvaAlagamentos; deslizamentos (Serra do Panelão - sc 110 em meia pista); comunidades isoladas; COTA DE ALERTA--
54
VideiraChuva05 pessoas desabrigadas por rompimento de tubulação--
55
Vitor MeirellesInundação1,40 m de inundação no centro--
56
WitmarsumInundaçãoInundação no centro--


RESUMO:
TOTAL
Municípios afetados
56
Decretações
5
Pessoas afetadas
Mais de 4771
Residências afetadas
Mais de 1373


Ações realizadas pela SDC
Solicitações à SDC
Foram solicitadas até o presente momento telhas e pregos, por dois municípios em SC: São José do Cedro e Santa Terezinha do Progresso. Nas demais localidades estão sendo realizados levantamentos de números e necessidades, prevendo as solicitações à SDC que podem ser realizadas de domingo (22/09) a segunda-feira (23/09).

Acionamento de Membros do GRAC – Grupo de Ações Coordenadas
      As instituições estaduais relacionadas abaixo, integrantes do GRAC (estadual), estão sendo acionadas no presente momento, tendo sido realizada reunião na parte (às 13:00h) da tarde na SDC. As mesmas foram orientadas a agir de forma preventiva dentro de suas atividades, enviando às suas unidades operacionais e órgãos municipais correlatos, as devidas orientações para enfrentamento da situação de alerta, assim como manter em seus sites institucionais informações preventivas e necessárias para a população, dentro de suas respectivas áreas de atuação:
- Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca;
- Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação;
- Secretaria de Estado da Saúde;
- Secretaria de Estado da Educação;
- Polícia Rodoviária Federal;
- Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC);
- Polícia Militar do Estado de Santa Catarina (PMSC);
- Delegacia Geral da Polícia Civil / SAER – Serviço Aeropolicial;
- Exército Brasileiro – 14ª Brigada;
- Centrais Elétricas de SC / CELESC;
- Departamento Estadual de Infraestrutura / DEINFRA.
Nos municípios do Alto Vale foram acionados GRACs municipais.

FONTE: http://www.defesacivil.sc.gov.br

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