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28 de julho de 2010

NA ABERTURA DA 62ª REUNIÃO DA SBPC, PRESIDENTE RAUPP PEDE MAIS INVESTIMENTOS EM PESQUISAS


62ª REUNIÃO ANUAL DA SBPC - NATAL (RN)
TEMA: CIÊNCIAS DO MAR - HERANÇA PARA O FUTURO

27 / 07 / 2010

Presidente da SBPC quer mais ligação entre empresas e pesquisa

A ciência precisa contribuir mais para o desenvolvimento. Essa é a opinião do anfitrião da maior conferência científica do Brasil, o presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Marco Antônio Raupp.

Durante a abertura da 62ª reunião anual da SBPC, que ocorre nesta semana em Natal, Raupp defendeu mais investimentos em institutos de pesquisa que possam aliar o conhecimento acadêmico às necessidades econômicas do país.

Segundo ele, essa será a principal reivindicação levada pelos cientistas às candidatas à presidência da república Marina Silva (PV) e Dilma Roussef (PT), que são esperadas durante a conferência em Natal.

“Ainda é muito reduzido o número de empresas que investe em pesquisa. Sem isso elas não inovam, perdem produtividade e correm o risco de serem ultrapassadas pela concorrência internacional.”

De acordo com Raupp, o Brasil já tem bons exemplos de áreas econômicas que se desenvolveram graças ao investimento em ciência, e é necessário replicar essas experiências.

“O sucesso do agronegócio brasileiro se deve enormemente à Embrapa. No petróleo, o que dá competência à Petrobras para que ela seja referência mundial em águas profundas é o seu centro de pesquisas. Na aeronáutica, o exemplo é a Embraer, criada com suporte do Centro Tecnológico Aeroespacial (CTA) e do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), e hoje é a terceira maior fabricante de aviões do mundo.”

Para o presidente da SBPC, é necessário criar uma‘novas Embrapas’ para a Amazônia, para a exploração do mar, para o desenvolvimento do Semi-Árido e para os setores industrial, elétrico, farmacêutico e microeletrônico.

Educação – Raupp também cita a educação básica como um dos grandes desafios para o desenvolvimento brasileiro. Segundo ele, o país não está preparado para enfrentar uma economia mundial que exige alto nível de educação.

“A inclusão pela educação é o único meio de garantir a sustentabilidade de qualquer processo de modernização da sociedade”, defende. (Fonte: Iberê Thenório/ G1)


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DEBATE DO TRATA BRASIL ENTRE REPRESENTANTES DOS PRESIDENCIÁVEIS MOSTRA DIVERGÊNCIA SOBRE SANEAMENTO


Partidos divergem sobre estratégias para saneamento


Moacir Assunção
O Estado de S. Paulo - 27/07/2010

Debate sobre o tema promovido pelo Instituto Trata Brasil reúne representantes dos três principais presidenciáveis

Representantes das candidaturas de Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) à Presidência concordam que é necessário aumentar os recursos para saneamento básico, mas há profundas divergências sobre a forma de fazer isso. O deputado José Eduardo Martins Cardozo (PT-SP), o ex-secretário estadual de Meio Ambiente Xico Graziano e o ambientalista João Paulo Capobianco discutiram o tema em debate promovido ontem em São Paulo pelo Instituto Trata Brasil.

Graziano defendeu a tese de que os investimentos estatais no saneamento público sejam dobrados, além de propor melhorias na gestão. Ele criticou o fato de o Brasil não dispor ainda de um Plano Nacional de Saneamento Básico, previsto em lei federal e acusou Dilma de não ter visão ambiental. "É lamentável você pensar em governar um país sem visão ambientalista. A Dilma representa isso, a insensibilidade à questão ambiental", disse.

Em resposta, Cardozo afirmou que o plano deve ser implementado até o fim deste ano, mas as obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), de acordo com ele, têm foco no saneamento básico, em parceria com Estados e municípios.

Capobianco, que coordena a campanha de Marina, criticou a visão do governo sobre saneamento. "A visão do governo empreendedor ao extremo é equivocada. Isso é errado porque todos acham que a solução virá do governo federal, quando a sociedade precisa participar mais."

Cardozo questionou a opinião do adversário. "O governo tem de ter um duplo papel, de indutor, mas também de fazer obras. No PAC, só na primeira fase, estão previstos investimentos de R$ 2,2 bilhões no setor", ressaltou.

Para Graziano, há outras coisas a fazer. "Se o governo quer fazer algo em prol do saneamento, a primeira coisa é sanear financeiramente as empresas da área", disse.
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PLANO DE PREVENÇÃO E CONTROLE DO DESMATAMENTO E QUEIMADAS NO ESTADO DO AMAPÁ

Fogo queimou campo de cerrado de cerca de 24 hectares até chegar à borda
de mata mais densa. (Foto: Ibama)

Governo do Amapá lança publicação em parceria com o WWF-Brasil

O Governo do Estado do Amapá lança, em parceria com o WWF-Brasil, nesta quarta-feira (28), o Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento e Queimadas do Estado do Amapá (PPCDAP). O lançamento será às 10h, durante evento de reinauguração da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA).

O Plano foi realizado pelo Governo do Estado, com apoio do WWF-Brasil, do Ministério do Meio Ambiente, do Ministério Público do Estado e do grupo de cooperação alemão, GTZ. O objetivo é garantir a manutenção do principal ativo do Amapá, suas florestas nativas. Ele é resultado de uma série de estudos e reuniões do Grupo de Trabalho formado para a elaboração do Plano, no início de 2009, feitos em parceria com todos os órgãos envolvidos para a elaboração de uma matriz de programas e ações para o PPCDAP.
A publicação do Plano apresenta um breve histórico de formação do Estado do Amapá, incluindo população, economia e setores estratégicos para o Plano; caracterização das áreas protegidas do estado; um panorama da situação fundiária do Estado; foco na gestão florestal, incluindo potencial do setor e órgãos de gestão; e um último capítulo sobre monitoramento e controle, considerado o principal eixo do Plano.

Histórico de elaboração

No início de 2009, motivado por demanda do Governo Federal através do Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Governo do Estado do Amapá criou o Grupo de Trabalho responsável pela elaboração do Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento no Estado do Amapá (Decreto Estadual número 843, de 06 de março de 2009), o GTPPCDAP, com a participação de 14 entidades do governo, atribuindo à SEMA a função de coordenação dos trabalhos do GT.
A partir da formação do GT, foram realizadas reuniões em todos os municípios do Estado, visando divulgar a proposta e colher contribuições dos governos locais. Com essas colaborações, foi elaborada a primeira proposta para o Plano Estadual.

Em agosto, por intermédio do WWF-Brasil, o governo do Amapá passou a contar com um corpo de consultores para a elaboração do diagnóstico e consolidação da proposta preliminar e submetê-la à consulta pública. A consulta pública foi realizada em setembro e, a partir daí, as contribuições qualificadas foram incorporadas ao Plano e as metas das principais ações foram definidas.

Termo de doação
No mesmo evento será também assinado pelo representante do governo estadual, o Secretário de Meio Ambiente do Estado, Wagner José Pinheiro Costa, o termo de doação do WWF-Brasil, com recursos do Fundo Gradual Amazônia Viva, para a Reserva de Desenvolvimento Sustentável do rio Iratapurú.
O Fundo é fruto de uma parceria coorporativa entre o WWF-Brasil e a Gradual Investimentos, que visa garantir recursos para projetos que têm o objetivo de promover a conservação da natureza e o uso sustentável dos recursos naturais do Bioma Amazônico.

Contatos:
Assessoria de Comunicação do WWF-Brasil
Nathália Clark, assessora de Comunicação – Programa Mata Atlântica: (61) 3364-7477 – nathalia@wwf.org.br

Visite: http://www.wwf.org.br/

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ESTUDO DA UNICAMP/EMBRAPA SOBRE AQUECIMENTO MOSTRA ALTERAÇÕES NA AGRICULTURA E DIMINUIÇÃO DA VAZÃO DOS RIOS


Terra Quente

Cientistas finalizaram pesquisa que mostra o impacto do aumento da temperatura sobre a agricultura brasileira e alertam para a necessidade de investir no melhoramento genético de variedades que possam suportar as novas condições climáticas.

Por Janice Kiss
Fonte: Revista Globo Rural - Nº 297 – Julho de 2010

Agora não dá mais para alegar desconhecimento. Um grupo de cientistas de 11 instituições de pesquisa finalizou o estudo Impactos da mudança do clima na produção agrícola do país, que teve a coordenação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e de unidades da Embrapa. O trabalho iniciado há quatro anos utilizou o aumento das temperaturas (média de 1,5 a 3 graus célcius) projetado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima (IPCC). A pesquisa revela que, se nada for feito, nos próximos 40 anos o país abrirá mão de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) do período, ou 3,6 trilhões de reais. Na agricultura propriamente dita, as perdas poderão ser de 7,5 bilhões de reais em dez anos e de 10,7 bilhões de reais em 2050. O trabalho, que diagnostica a vulnerabilidade da economia, também incluiu outros temas, como recursos hídricos, energia, uso da terra, biodiversidade e zona costeira. “O valor desse estudo está na sua contribuição para que o país adote políticas públicas que revertam esse futuro”, explica Hilton Silveira Pinto, diretor do Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri), da Unicamp. Para o pesquisador, o país não destina a importância devida ao tema, mesmo sendo grande desenvolvedor de tecnologia agrícola e com o agronegócio representando quase um terço do PIB nacional.

Com exceção da cana-de-açúcar, que prefere regiões quentes, as principais culturas desenvolvidas no país enfrentarão diminuição acentuada nas áreas de baixo risco para o plantio. Na soja, essas zonas poderão ser reduzidas em até 34%; para o café, 18%; e para o milho, 15%.

Mitigação é o caminho que cientistas propõem para avaliar as conseqüências das mudanças climáticas. Uma experiência está sendo conduzida com plantios de café junto a seringueiras e árvores frutíferas no sul de Minas Gerais. Na opinião dos cientistas, porém, o investimento mais pesado deveria ser feito no melhoramento genético das plantas, para que passem a apresentar maior resistência à seca e tolerância ao calor. Alguns trabalhos já publicados calculam que o país deveria aplicar 1 bilhão de reais nessa tecnologia para manter o estoque de variedades existentes até 2020. Uma análise mais ampla, que inclui redução de emissões de gases de efeito estufa, investimentos em fontes renováveis e eficiência energética, aponta para uma conta que chega a 72 bilhões de dólares para manter o estoque da agricultura como um todo. “A cifra assusta, mas o país precisa considerar com seriedade esses investimentos, porque é agrícola por vocação”, diz Pinto.

Além do cenário para a agricultura, as instituições parceiras da pesquisa mostram outros dados preocupantes. A vazão dos rios diminuirá bruscamente, em especial no Nordeste – o São Francisco, por Exemplo, perderia em torno de 40% de suas águas. O declínio da precipitação afetaria os rios e, com isso, a geração de energia da região, que poderá cair quase 8% ainda neste século. A associação entre o desmatamento, em níveis históricos, e as mudanças climáticas levaria à extinção de entre 30% e 38% das espécies da Amazônia, área de maior biodiversidade do planeta.

As zonas costeiras, por sua vez, seriam afetadas com a elevação do nível do mar e eventos meteorológicos externos. A diferença de renda entre essas regiões, entretanto, será refletida em sua capacidade de restabelecimento, prevê o estudo. Em melhor condição estaria o Sudeste, que apresenta a maior taxa de PIB por quilÇômetro de linha de costa.

Para o diretor do Cepagri, o estudo não tem a intenção de provocar pânico no campo ou na cidade. Mas tem a função, segundo ele, de comprovar – até para aqueles que não acreditam nas mudanças climáticas – que esta é a hora de se prevenir. O trabalho pode ser acessado, na íntegra, em http://www.agritempo.gov.br/mudancasclimaticas.php
Enviado pelo colaborador João Suassuna — 27/07/2010

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INSTITUTO BRASIL SOLIDÁRIO - IBS - COMO VOLUNTÁRIOS MUDAM O PAÍS


As faces de um brasil que nasce da vontade

Livro de fotos dos irmãos Salvatore mostra como voluntários mudam o País
27 de julho de 2010

Antonio Gonçalves Filho - O Estado de S.Paulo


Há pouco mais de dez anos, na aldeia Mehinaku do Alto Xingu, os irmãos Ana Elisa e Luís Salvatore, então recém-formados, ele em Direito e ela em Design, começaram sua odisseia para criar o Instituto Brasil Solidário (IBS), uma ONG dedicada à inclusão social. Ao longo desses anos, eles já percorreram mais de 200 mil quilômetros levando medicamentos, livros, computadores, cestas básicas, instrumentos musicais, material esportivo e até câmeras fotográficas para 794 municípios brasileiros, também atendidos por dentistas, médicos e professores voluntários que já visitaram mais de 1 milhão de pessoas por meio de programas mantidos com a ajuda de parceiros do instituto (Casas Bahia e Banco Itaú). Para comemorar esse primeiro decênio de sua existência, os irmãos fundadores resolveram mostrar alguns desses brasileiros atendidos pelo IBS no livro Caminhos de um Brasil Solidário.


Mais do que um simples registro documental, trata-se de um ensaio fotográfico de dois irmãos descendentes de um nome histórico da fotografia no Brasil, Eduardo Salvatore (1914-2006), um dos fundadores do Foto Clube Bandeirantes em 1939, que reuniu os pioneiros na fotografia experimental. Como o avô, ligado à vertente pictorialista, Luís faz da construção de suas paisagens um exercício rigoroso de composição. Por outro lado, sua abordagem da relação dos modelos com o meio ambiente é menos formal e mais carregada de espontaneidade, o que se explica pela convivência de anos com as pessoas selecionadas para representar cada uma das regiões do país atendidas pelo instituto.

É exemplar o caso do violeiro Coque, da pequena Natividade, entre o deserto do Jalapão e a Chapada dos Veadeiros, em Tocantins. A exemplo da violeira de Campo Grande, Helena Meireles (1924-2005), ele é autodidata e ainda mais limitado por ter uma mão só. Em 1974, aos 16 anos, ele resolveu construir sua primeira viola caipira, ignorando a deficiência. Hoje, com a mão esquerda, toca um modesto repertório na viola de dez cordas e ainda espera gravar um CD como o fez, aos 69 anos, Helena Meireles, eleita pela revista americana Guitar Player, em 1993, um dos 100 melhores instrumentistas do mundo. Outros músicos autodidatas como Coque, entre eles a sanfoneira Sebastiana, de São Raimundo Nonato, Piauí, foram encontrados e registrados pelos fundadores do IBS.

Como o objetivo do livro é o de mostrar um pouco de cada região do Brasil, o fotógrafo e sua irmã reuniram, além de paisagens e personagens marcantes, registros de costumes locais e receitas típicas ao final de cada capítulo, em que levantam expressões regionais e fornecem dados sobre os municípios visitados. E, contrariando a visão estereotipada que muitos têm do Brasil, os autores mostram, por meio de fotos, como alguns vilarejos do Sul e Sudeste, entre eles o carente Vargem do Braço, próximo a Florianópolis, apresentam um panorama social não muito diferente do sertão nordestino.

Algumas das imagens de Caminhos de um Brasil Solidário já são históricas, como o registro da fachada da igreja São Luís de Paraitinga, no interior de São Paulo, destruída durante a enchente de janeiro deste ano. A preservação do patrimônio ambiental e cultural é também uma das preocupações do instituto, que promove palestras de especialistas e encontros de alunos com escritores.

Maiores informações sobre o IBS podem ser obtidas no site http://www.brasilsolidario.org.br/

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AINDA EM ESTUDOS E DEBATES O PLANO NACIONAL DE CONTINGÊNCIA CONTRA VAZAMENTOS DE PETRÓLEO


Prevenção contra vazamento de óleo não está definida

27 de julho de 2010

O Estado de S.Paulo

O ministério do Meio Ambiente espera que a regulamentação do Plano Nacional de Contingência para vazamentos de petróleo seja assinada até setembro pelo presidente Lula. O texto vai definir os modelos de prevenção e ação conjunta das autoridades em casos de derramamento de óleo em alto-mar, especialmente nos poços de exploração da camada pré-sal.

"Continuamos os debates com a Marinha, com a Agência Nacional do Petróleo e com o Ibama, mas creio que chegaremos a uma convergência até setembro", disse a ministra Izabella Teixeira. A existência de um plano de emergência nacional está previsto na Lei 9.966/2000, mas sua regulamentação só foi acelerada este ano, após o vazamento de petróleo no Golfo do México.

A ministra do Meio Ambiente afirmou que mesmo os poços que tiveram a exploração autorizada contam com as medidas de emergência necessárias para a segurança da operação.
Fonte: Jornal O Estadão

O mico e a pressa
"Um plano nacional de contingência para conter vazamento de petróleo é o que o Brasil deve fazer diante das novas circunstâncias criadas pelo desastre do Golfo do México. O que deve ser abandonada é a atitude de que os estrangeiros não sabem nada, e nós sabemos tudo, que está em cada declaração do governo. A postura é arrogante, e mostra desconhecimento de como funciona o setor", coluna de Míriam Leitão - O Globo, 27/7, Panorama Econômico, p.22.


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INVASÃO INDÍGENA NA HIDRELÉTRICA EM ARIPUANÃ (MT) - LIBERTADOS REFÉNS E OCUPAÇÃO MANTIDA

Foto: iG
Região de Aripuanã, onde os índios fizeram reféns na usina Dardanelos


Índios libertam últimos reféns, mas mantêm ocupação de usina

Grupo de indígenas ocupa usina hidrelétrica em Aripuanã, em Mato Grosso, reivindicando ações de reparação pela obra

Cinco trabalhadores que ainda eram mantidos reféns por um grupo de indígenas na Usina Hidrelétrica Dardanelos, em Aripuanã, em Mato Grosso, foram libertados na tarde desta segunda-feira. A informação é do grupo responsável pela obra, a Energética Águas de Pedra. Em nota, o consórcio diz que, apesar da liberação dos funcionários, a ocupação permanece, “o que impede a continuidade da obra no Rio Aripuanã”.

O comunicado diz que, em reunião com a construtora, a Fundação Nacional do Índio (Funai), a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), as lideranças indígenas anunciaram que vão preparar uma pauta de reivindicações para deixar o local.

A ocupação começou nesta domingo, quando cerca de 250 índios tomaram o canteiro de obras da hidrelétrica e fizeram pelo menos 100 funcionários reféns. A maioria foi libertada ainda na noite de domingo.

De acordo com a Funai, os índios reivindicam ações de reparação porque a hidrelétrica está sendo construída em cima de um cemitério sagrado.

A Águas da Pedra nega a existência do cemitério – baseada em laudos arqueológicos –, diz que o impacto ambiental da hidrelétrica será baixo e que os índios não seriam atingidos diretamente pela obra, uma vez que a aldeia mais próxima fica a 42 quilômetros de distância.

Invasão

O grupo de cerca de 250 índios de 11 etnias diferentes ocuparam no domingo a usina hidrelétrica e impediram a saída de 100 operários. Equipados com facas e arcos, os indígenas retiveram os funcionários que trabalhavam na construção da usina e os prenderam em um alojamento. "Os índios em nenhum momento ameaçaram suas vidas. Pediram tranquilamente que fossem para seus alojamentos", disse Antonio Carlos Ferreira de Aquino, o coordenador regional da Fundação Nacional do Índio (Funai).

Aquino explicou que a empresa construtora "dinamitou" parte de um sítio arqueológico considerado sagrado pelos povos da região. "Ao longo do tempo, os índios reivindicaram uma compensação, como prevê a lei de desmobilizações (de obras públicas). Como a hidroelétrica vai começar a operar no final deste ano, perderam a paciência", disse o representante da Funai.

O gerente de Meio Ambiente da Companhia Águas da Pedra, responsável pela usina, Paulo Rogério Novaes, diz que os índios reivindicam condições sociais melhores, como acesso à educação e à saúde, melhoria das estradas de acesso às aldeias e inclusão no programa Luz para Todos. “São problemas que o Estado tem de resolver, mas eles acham que são responsabilidades da usina”, afirma o gerente da Águas da Pedra.

Segundo o gerente da usina, a hidrelétrica não funcionará com represas e seu impacto ambiental é baixo. Com isso, os índios não seriam atingidos diretamente pela obra, uma vez que a aldeia mais próxima fica a 42 quilômetros de distância. “Mas nós temos um programa de ações mitigadoras que trata de medidas de apoio social. Só que esse programa foi entregue à Funai em 2005 e até hoje não obtivemos resposta. Queremos fazer alguma coisa, mas estamos esperando para saber o que e como”, alega Novaes.

Maior hidrelétrica de Mato Grosso, Dardanelos vai integrar ao Sistema Nacional de 36 cidades atendidas por termelétricas na região. A usina é uma das duas que tiveram construção autorizadas último no leilão de energia nova promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A conclusão das obras da Usina de Dardanelos está prevista para até o fim deste ano.

*Agência Brasil, EFE e Agência Estado

Leia mais sobre: índios • reféns • hidrelétrica

A invasão da Usina de Dardanelos

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LANÇADO O BLOG "PRIMEIRO EMPREGO HOJE"


1850 -Dicas Didáticas
Aliança RECOs
Redes de Cooperação Comunitária Sem Fronteiras

"....A Arcos Dourados, operadora da marca McDonald’s na América Latina e considerada a maior geradora de primeiro emprego do Brasil, tem entre seus valores “um forte compromisso com a sua Gente” e “contribuir com o desenvolvimento das comunidades em que opera” e, por isso, orgulha-se de fazer parte desse projeto como uma das patrocinadoras do blog Primeiro Emprego Hoje..."

Está no ar o blog Blog Primeiro Emprego Hoje!

Desde terça-feira, 20 de julho, jovens em busca do primeiro emprego ou em início de carreira poderão contar com um espaço interativo para obter informações e discutir com especialistas que possam ajudá-los nos desafios que passarão a vivenciar em suas vidas profissionais.

O endereço www.primeiroempregohoje.com.br tem como proposta oferecer uma prestação de serviço isenta e independente, com a cara da turma que está começando, e trará temas de interesse geral desse público, abordados por profissionais da área, desde como obter a carteira de trabalho e sua conservação, importância do trabalho formal, leis, direitos e deveres de empregados e empregadores e treinamento até dicas para quem vai fazer entrevistas ou começou a trabalhar. Entre outras novidades, os internautas também poderão assistir a vídeos relacionados ao tema.

Os jornalistas responsáveis pelo conteúdo editorial do blog são Alessandro Greco e Rodrigo Squizato, da Deletra – Conteúdo Sob Medida. Autor de três livros, entre eles Homens de Ciência, Alessandro foi repórter e editor de veículos como Gazeta Mercantil, O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, editor-chefe do Submarino e participante do ‘Research Scholar Knight Science Journalism Fellowship’, do MIT. Rodrigo foi repórter da Gazeta Mercantil e atuou como editor da agência de notícias InvestNews, da Gazeta Mercantil. As ilustrações do cabeçalho são do artista Quinho Fonseca.

Já em seu lançamento o blog conta com o apoio de parceiros importantes em suas áreas de atuação: a Casa do Zezinho, ONG situada na periferia de São Paulo que oferece um espaço de convivência para crianças e jovens de 6 a 21 anos e promove o aprendizado constante tendo como meta o desenvolvimento humano; o site Catraca Livre, projeto de jornalismo educativo coordenado pelo jornalista Gilberto Dimenstein, que considera que o melhor de uma comunidade é o seu capital humano e seleciona diariamente as melhores atrações culturais gratuitas e a preço popular; o Instituto Mara Gabrilli, instituição sem fins lucrativos que desenvolve e executa projetos que contribuam para a melhoria da qualidade de vida de pessoas com deficiência; o Instituto Via de Acesso, que tem como missão desenvolver ações que promovem a relação entre empresas e escolas e facilita um maior aproveitamento dos estudantes pelo mercado de trabalho; e o Portal Aprendiz, site jornalístico, que trata de educação, cidadania e trabalho.

A Arcos Dourados, operadora da marca McDonald’s na América Latina e considerada a maior geradora de primeiro emprego do Brasil, tem entre seus valores “um forte compromisso com a sua Gente” e “contribuir com o desenvolvimento das comunidades em que opera” e, por isso, orgulha-se de fazer parte desse projeto como uma das patrocinadoras do blog Primeiro Emprego Hoje. O Grupo Multi, por meio de sua marca Wizard - maior rede de franquias no segmento de ensino de idiomas do Brasil -, também é patrocinadora do blog e com isso demonstra sua condição de empresa atenta à necessidade de transformação da realidade.

O Primeiro Emprego Hoje também está no Twitter em www.twitter.com/1empregohoje, que apresentará as novidades do blog aos tuiteiros.

Lúcio P. Mocsányi
Colaboração enviada pela Profª Amyra El Khalili


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NEMA - 25 ANOS DE BONS TRABALHOS AMBIENTAIS NO RIO GRANDE DO SUL


O que temos a ver com isso? Perspectivas de ação de uma ONG

Por Juliana Barros

No mês de Julho, na coluna sobre Lixo Marinho do Portal EcoD, conversei com a Bióloga Juliana Barros, palestrante do I Workshop Brasileiro sobre Lixo Marinho, que nos conta um pouco dos 25 anos dos trabalhos do Núcleo de Educação e Monitoramento Ambiental - NEMA - relacionados ao problema do lixo nos ambientes costeiros do estado do Rio Grande do Sul. Conheça o belo trabalho que vem sendo desenvolvido pela NEMA, que acredita em uma educação transformadora como ferramenta eficiente na modificação do atual cenário relacionado à contaminação de regiões costeiras e marinhas.

Juliana Ivar do Sul*


A história do NEMA começa quando foi dado o passo inicial para a criação de um Núcleo de Educação Ambiental em Rio Grande, RS. Por volta de 1985, um grupo de estudantes de Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande - FURG, preocupados com a situação ambiental do município, mobilizou-se a fim de criar o Núcleo de Educação e Monitoramento Ambiental – NEMA, uma proposta pioneira de conexão entre o conhecimento científico e a vivência da comunidade.

A finalidade do NEMA é a harmonização da relação sociedade-natureza a partir do reconhecimento, pelo ser humano, do seu ambiente e da construção de valores e atitudes voltados para o respeito a todas as formas de vida e a melhoria da qualidade desta. Os projetos atualmente desenvolvidos pela instituição têm caráter continuado e apresentam-se em diferentes fases de execução, sendo os principais: Mentalidade Marítima; Dunas Costeiras; Mamíferos Marinhos do Litoral Sul; Educação Ambiental para o Parque Nacional da Lagoa do Peixe; Viveiro Florestal do NEMA; Lagoa Verde e Arroio Bolaxa; Praia Viva; Trilhas Interpretativas; Taim, banhado de vida e Conservação; e Manejo de Tartarugas Marinhas no Rio Grande do Sul.

O NEMA é uma organização não governamental que se localiza no extremo sul do Brasil, na praia do Cassino (Figura 1) e atua principalmente na região costeira do RS. Apesar do NEMA não trabalhar diretamente com lixo, esta questão sempre permeou os projetos desenvolvidos, principalmente os de educação ambiental.

figura1
Figura 1: A sede do NEMA na Praia do Cassino, Rio Grande, RS/Foto: Juliana Barros

A população de Rio Grande corresponde a 200.000 habitantes. Essa região é cercada por lagoas, possui um grande estuário e uma praia oceânica, que fazem com que a pesca, o porto, e o turismo sejam as principais atividades econômicas. Entre os principais problemas da cidade, assim como de outros diversos municípios, está a má gestão dos resíduos sólidos.

O primeiro conflito identificado pelos técnicos do NEMA foi o lixo depositado erroneamente nas dunas da praia. Esses ambientes apresentam muitos focos de resíduos sólidos, depositados tanto pelas pessoas, como trazidos pelo mar. Em vista disso, no final da década de 80 durante as saídas de campo das Oficinas de Verão (cursos de educação ambiental oferecidos anualmente pelo NEMA), juntamente com atividades psicofísicas de arte e educação, foi desenvolvida uma atividade sensibilizadora de educação ambiental relacionada ao lixo marinho. Essa atividade envolvia a escolha de um elemento natural e um cultural, sendo o segundo, na verdade, o lixo. Sobre o elemento natural falava-se principalmente da ecologia e sobre o lixo falava-se da origem da matéria prima e seu ciclo na natureza.

No inicio dos anos 90, foi realizado pelo NEMA juntamente com crianças de um bairro próximo a praia o Dia Mundial de Limpeza de Praia. Em 1993, em uma parceria entre a ONG e a prefeitura foi instituído o Dia Municipal de Limpeza de Praia. Além destas datas específicas, eram realizados mutirões de limpeza de praia nas saídas de campo de oficinas de verão e junto aos trotes acadêmicos do curso de Oceanologia da FURG. Porém, percebeu-se que este tipo de atividade é apenas sensibilizadora, mas que está longe de ser a resolução do problema.

Mais tarde, uma parceria com a Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Rio Grande possibilitou um projeto de gerenciamento de resíduos nas escolas municipais, onde foram colocadas lixeiras para a separação do lixo. Para que alunos e professores entendessem sobre a separação de resíduos foi criada uma peça de teatro com o título “Lixo que não é lixo”, que foi apresentada para todas as turmas das escolas municipais. Além disso, também foi elaborado um livreto para os educadores com indicações de atividades, que teve como título “Lixo: o que nós temos a ver com isso?”

O NEMA não atua somente na área de educação, mas também realiza atividades de pesquisa e conservação da natureza. Devido à percepção da presença de resíduos sólidos e esférulas plásticas ao longo da linha de costa, identificado nas saídas de campo para o monitoramento de animais marinhos, foi desenvolvida uma pesquisa que teve como objetivo quantificar esses materiais antropogênicos. Isso aconteceu entre outubro de 1996 e setembro de 1997. Por meio de perfis transversais foram coletadas amostras bimensais na praia Grande e Praia da Guarita, em Torres, na Praia do Cassino, em Rio Grande, e na região costeira do Taim (Estação Ecológica do Taim - Santa Vitória do Palmar). Foi constatado que toda a costa do Rio Grande do Sul encontra-se contaminada por resíduos sólidos, principalmente nas áreas onde há a influência da atividade turística como a Praia do Cassino, Praia Grande e Praia da Guarita. A região costeira do Taim é contaminada principalmente por resíduos de origem marinha, sendo a praia com as maiores quantidades de esférulas plásticas.

No início dos anos 2000, devido ao problema da colocação direta de resíduos sólidos nas dunas, foi feito contato com os carroceiros dos bairros Cassino, Querência, Bolaxa, Senandes, Estela Maris e Atlântico Sul (todos próximos a praia). Teve-se como objetivo difundir o conhecimento sobre estes ecossistemas costeiros e de sua importância ecológica, abordando-se a questão da colocação do lixo nas dunas. Foram realizadas palestras e dinâmicas de grupo, com enfoque no lugar onde vivemos e associativismo. O encerramento do evento aconteceu com a coleta de resíduos nas dunas, quando foram retirados aproximadamente 18 m3 de lixo.

Em 2007 foram realizadas pelo NEMA 50 entrevistas de opinião pública. Para 42% dos entrevistados, o lixo e outros tipos de poluição são os principais problemas para a conservação das dunas, demonstrando que os usuários da praia também percebem este problema.

Ainda em 2007 iniciaram-se trabalhos de pesquisa sobre a alimentação das tartarugas marinhas da região. Com base nestes trabalhos foi possível reconhecer que a ingestão de resíduos sólidos por esses animais é uma das principais ameaças na região. Vale lembrar que tartarugas marinhas são animais ameaçados de extinção e este problema atinge tanto animais costeiros como oceânicos.

Além das ações citadas, o NEMA também atua pontualmente em relação à questão do lixo marinho com a produção de material informativo para pescadores, realização de oficinas de reciclagem de papel, teatro de bonecos, além das habituais conversas dos técnicos com pessoas da comunidade. Para nós, a questão do lixo marinho vem se agravando devido ao atual estilo de vida, marcado pela intensificação do consumo e produção de novos materiais e resíduos. A geração de materiais artificiais implica na geração de resíduos compostos pelos mesmos materiais. Como estes não se inserem na dinâmica natural do planeta, passam a representar uma ameaça ao equilíbrio da biosfera. Isso ocorre porque o desenvolvimento de tecnologias e economias ligadas à produção de materiais artificiais não foi acompanhado de preocupação com a reintegração desses materiais ao meio ambiente.

O lixo marinho é uma questão muito complexa. É necessário que haja cooperação internacional para a resolução desse problema, pois o lixo não tem fronteiras. Não é uma questão de simples solução e requer complexidade no pensar e agir, que subsidiem ações que integrem o poder público, a iniciativa privada e a participação comunitária na solução desta questão. É necessário que haja uma responsabilidade compartilhada entre os diferentes setores da sociedade, e as ONGs podem atuar como um elo de comunicação entre estes setores. Porém, o NEMA acredita que somente uma educação transformadora é capaz de mudar o atual cenário.

O NEMA se localiza na Rua Maria Araújo, 450 – Praia do Cassino – Rio Grande – RS. Nosso site é: www.nema-rs.org.br.




Juliana Barros

A bióloga Juliana Barros é responsável pelo Núcleo de Educação e Monitoramento Ambiental (NEMA), nas áreas costeiras do sul do Brasil.

*Juliana Ivar do Sul é Coordenadora Científica do Projeto Lixo Marinho – Associação Praia Local Lixo Global
E-mail: juliana.sul@globalgarbage.org

Esta coluna é escrita mensalmente por especialistas que estudam o tema lixo marinho em diferentes estados brasileiros.

global garbage logoprojeto lixo marinho logo


Fonte: EcoDesenvolvimento. org

LEIA MAIS:

Lixo marinho: um alimento perigoso


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A SITUAÇÃO DOS CÓRREGOS POLUÍDOS POR ESGOTOS DOMÉSTICOS

Subject: ABRH-Gestão: situação dos nossos corpos de água mesmo com rede do esgoto

Caros colegas:

Para reflexão, sugiro uma olhada no link http://www.aguasdoamanha.com.br/

E pergunto: como pode o córrego estar nesta situação se há 98% de cobertura de redes de esgotos na região?

Muitas vezes escuto comentários de que nós precisamos inovar nos nossos trabalhos no Sistema. Será que nós membros dos Comitês não deveriamos trabalhar numa resolução "que proiba o lançamento de efluentes nos corpos de água", definindo "um prazo para a regularizaçao dos lançamentos ilegais"?

Saudaçoes, Martha Sugai

Lídia Maria dos Santos
Bióloga - CRBio 13027/4
BIOMA MEIO AMBIENTE LTDA.
www.biomameioambiente.com.br
contato@...
Telefax: 31 - 3586 -37-83
Cel: 31 - 98023870

PROF. DR. JORGE RIOS RESPONDE:
prezada martha:
o problema é exatamente este...
existe rede que concentra o esgoto mas NAO EXISTEM ETEs .... nem decentes nem indecentes ...
em alguns casos nao existe rede ......
e em outros MUITAS ligacoes clandestinas ..... CADA CASO E UM CASO ......
leis ja existem .... demais ......
qto. visitei curitiba para a SANEPAR [PLANO SANEGRAN] vi cada coisa de arrepiar .....
agora estou de ferias indo para buzios que nao possui rede de esgotos apesar de ser um balneario internacional [?????]
DURMA-SE COM UM CHEIRO DESTE ......
fui !!!! mas volto depois do dia 30 de julho !!!!!!!
SAUDACOES FLUVIAIS,
prof. jorge rios = www.profrios.kit.net

FÓRUM REBIA NACIONAL - VILMAR BERNA

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SOS RIO IGUAÇU - CAMPANHA ÁGUAS DO AMANHÃ

(Clique para ampliar)

EM DEFESA DO 2º MAIS POLUÍDO RIO DO BRASIL

Em sua nascente, o Rio Iguaçu é morto, tomado de lixo e esgoto. Aquelas mesmas águas que proporcionam um dos maiores espetáculos da Terra em sua foz, estão entre as mais poluídas do país.

Para tentar mudar essa realidade, a RPC e o Lupaluna Ambiental, com o incentivo do HSBC, estão lançando o Projeto Águas do Amanhã, que visa conscientizar a população quanto à importância dos recursos hídricos do Paraná, começando pelo cuidado com a Bacia do Iguaçu, principal rio do estado.
Saiba mais...



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CEF E PNUD SELECIONAM 79 PROJETOS DE CARÁTER SOCIOAMBIENTAL - INSCR. ATÉ 13/08

Brasília 23 de julho de 2010.

Apoio a 79 projetos de caráter socioambiental (até dia 13/08)

Gerência Nacional de Responsabilidade Social Empresarial - Caixa Econômica Federal

A CAIXA em parceria com o PNUD está selecionando 79 projetos de caráter socioambiental que contribuam para o desenvolvimento regional sustentável e para o alcance dos ODM (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio) , cujo público beneficiário são comunidades em situação de vulnerabilidade socioambiental, localizadas nos municípios indicados no Anexo Locais I.

Prazo para manifestação de interesse: até 13/08/2010.

Serão priorizados projetos sociais de áreas urbanas, que possuam população em situação de risco socioambiental.

Valor de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais) como limite para cada projeto aprovado.

Linhas Temáticas:

1 - “Educação” - os projetos devem focar no desenvolvimento, aprimoramento e compartilhamento de conhecimentos que contribuem para a inclusão social, o exercício da cidadania, a vida em sociedade e a melhoria da qualidade de vida dos indivíduos.

2 - “Geração de Trabalho e Renda” – os projetos devem desenvolver ações de fortalecimento do empreendedorismo, de estímulo e apoio/fortaleciment o para a estruturação da economia solidária, do cooperativismo e do acesso ao microcrédito, consoantes com o desenvolvimento sustentável, privilegiando a vocação, as potencialidades, os talentos e as competências locais.

Podem participar do processo de seleção as instituições da sociedade civil, sem fins lucrativos, sediadas em um dos municípios definidos no Anexo I deste edital e que apresentem os seguintes documentos:

* Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ;
* Estatuto Social, Atas de Eleição e Posse dos dirigentes e seus respectivos documentos;
* Certidão negativa de Débito Municipal;
* Certidão negativa de Débito Estadual;
* Certidão negativa de Débito Conjunta de Tributos Federais e Dívida Ativa da União;
* Certidão negativa de Débito junto ao INSS;
* Certificado de Regularidade de Situação do FGTS.
* Autodeclaração de capacidade física (sede, instalações e infraestrutura) ;
* Carta de intenção de formação de parcerias (públicas e privadas);
* Currículo simplificado da equipe técnica responsável pelo projeto, conforme Anexo II deste edital.

Seguem anexos com informações sobre como elaborar os projetos e os locais onde devem ser desenvolvidos. Para esclarecer dúvidas, envie e-mail para: gerse07@caixa. gov.br.

Endereço para envio dos projetos e documentos:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL – GERSE – Gerência Nacional de Responsabilidade Social Empresarial

SAS – Setor de Autarquias Sul – Quadra 05 – Lotes 09/10 – Ed. MZ II – 5º Andar – Ala Norte – Brasília/DF – CEP: 70070-050.

OUTRAS OPORTUNIDADES:

Edital: Projetos de apoio a catadores de resíduos recicláveis (até dia 13/08)
Fundação Nacional de Saúde – FUNASA


Edital: Apoio a 79 projetos de caráter socioambiental (até dia 13/08)
Gerência Nacional de Responsabilidade Social Empresarial - Caixa Econômica Federal


CONTRATAÒªÃO: EXPEDIÒªÃO VILLAS-BÔAS PELO BRASIL (até dia 15/08)
FUNDAÇÃO VILLAS-BOAS - FVB


Seleção de Jovens Pesquisadores (até dia 30/07)
Institutos de Pesquisas Ecológicas - IPÊ


Contratação: Assessor de Projeto (até dia 28/07)
MDL Brasil Consultoria & Marketing


CONTRATAÇÃO - 2 consultores para subsidiar ações de monitoramento (até dia 25/07)
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome - MDS


CONTRATAÇÃO - 7 consultores para inclusão produtiva (até dia 25/07)
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome - MDS


Gustavo Assis - Engenheiro Florestal
DATERRA - LIVROS E PRODUTOS ECOSSOCIAIS
loja virtual: http://loja.daterraecos.com.br
e-mail: daterra@...
twitter: http://twitter.com/DaTerraecos


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LIVROS SOBRE ÁGUAS E BARRAGENS - GRÁTIS PARA DOWNLOADS

Sent: Tuesday, July 20, 2010 5:21 PM
Subject: ENC: Livros para Divulgação DAMS AND THE WORLDS WATER

Prezados Sócios,

Vejam as traduções, preparadas pelo Núcleo Regional do Paraná

e patrocinadas pela Itaipú Binacional, dos livros da ICOLD "As barragens & a Água do Mundo"

e "80 anos - barragens para o desenvolvimento sustentável".

Solicitamos a colaboração de todos para que esses livros sejam divulgados para o público em geral, especialmente nas Universidades.

DAMS AND THE WORLDS WATER - traducao.pdf ( 11mb)

ICOLD 80 YEARS - traducao.pdf (7Mb)

_____________________________
CBDB- Comitê Brasileiro de Barragens
Tel.: + 55 (21) 2528-5320 / 5162 / Fax: 5959
E-mail: cbdb@....br
Visite nosso site: http://www.cbdb.org.br


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MAIS DA METADE DA VEGETAÇÃO DO BIOMA PAMPA, NO RS, JÁ FOI DESMATADA


Charge "ADIOS BIOMA PAMPA" por Santiago
(Site Centro Estudos Ambientais - CEA)

Bioma Pampa já perdeu mais da metade da vegetação original

O bioma Pampa, que ocupa a maior parte do Rio Grande do Sul, já perdeu quase 54% da vegetação original. Os dados mais recentes do desmatamento do bioma, divulgados ontem (22) pelo Ministério do Meio Ambiente, mostram que, entre 2002 e 2008, 2.183 quilômetros quadrados (km²) de cobertura nativa foram derrubados. No total, o bioma já perdeu mais de 95 mil km² da vegetação original.

O levantamento, feito pelo Centro de Monitoramento Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), aponta os 19 municípios gaúchos que mais desmataram o bioma no período. Alegrete, no extremo oeste do estado, é o campeão de derrubada, com 176 km² de desmate entre 2002 e 2008. As cidades de Dom Pedrito e Encruzilhada do Sul aparecem em seguida, com 120 km² e 87 km² desmatados em seis anos.


Apesar do grande percentual desmatado, o ritmo de devastação do Pampa é o menor entre os biomas brasileiros. De acordo com os dados do MMA, a região perdeu anualmente, em média, 364 km² de vegetação nos últimos seis anos. No Cerrado, o ritmo anual de devastação é de 14 mil km² por ano e, na Amazônia, a derrubada atinge 18 mil km² de floresta anualmente.


Veja a lista dos municípios que mais desmataram

o bioma Pampa entre 2002 e 2008


Município Área desmatada entre 2002 e 2008 (km2)
Alegrete 176,23
Dom Pedrito 120,45
Encruzilhada do Sul 87,27
Rosário do Sul 86,6
Santana do Livramento 84,77
Uruguaiana 82,91
São Gabriel 81,29
Bagé 66,69
Piratini 63,73
São Borja 60,68
Itaqui 53,04
Jaguarão 48,56
São Francisco de Assis 43,23
Cachoeira do Sul 42,68
Santiago 40,99
Cacequi 39,59
Santa Maria 36,19
Maçambara 35,88
Tupanciretã 34,84

Fonte: Ibama

Reportagem de Luana Lourenço, da Agência Brasil, publicada pelo EcoDebate, 23/07/2010

LEIA MAIS:

Falta de Política de Conservação e Preservação Ambiental promove a conversão do Bioma Pampa gaúcho em monoculturas de eucalipto - Clique


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MENSAGENS MILAGROSAS DA ÁGUA - VERDADE OU IRRESPONSABILIDADE ?


MENSAGEM QUE CIRCULA ATÉ HOJE NA INTERNET
:

Cristal de água

Lenda e pseudociência

A mensagem da água de Masaru Emoto

Masaru Emoto, pesquisador japonês, diz ter provado que pensamentos e sentimentos afetam a realidade física. A maior de suas descobertas é a influência do pensamento e das palavras na transformação das moléculas da água.

Segundo ele e os seus seguidores,

"a energia humana vibracional, os pensamentos, as palavras, as idéias e a música afetam a estrutura molecular da água"

(Mensagens milagrosas da água)

Energia humana vibracional... Interessante.

A página que contém esse texto possui links para Snow Crystals do Caltech - California Institute of Technology. A página do Caltech trata de cristais de neve e da sua formação, mas em nada referenda as supostas vinculações entre o poder da mente e a formação de cristais. São textos de divulgação científica com explicações racionais sobre a neve e a formação de cristais d'água.

O texto original Mensagem da água expõe a idéia central do livro Message of the water de autoria de Masaru Emoto. A Mensagem veio do Japão, chegou ao Brasil traduzida da versão inglesa e se instalou em várias páginas da web. Diz que o poder da mente é capaz de mudar a estrutura molecular da água.

E de que maneira?

Uma das versões sugere duas:

- a 'força' do pensamento ou de uma oração. A pessoa se concentra, pensa em alguma coisa e, dependendo se o pensamento é bonito ou feio, o cristal de neve em que a água se transforma também fica bonito ou feio. Pensamento bonito, cristal hexagonal e bonito.

- a 'força' de uma palavra escrita num papel. O papel deve ser colado no recipiente que contém a água a cristalizar. Uma palavra feia como 'hitler' produz um cristal feio. Uma palavra bonita como 'Vera Fisher' ou 'Gisele Bündchen', eu imagino, produz um cristal bonito. (E se um dos integrantes da gang do petróleo como Chenney ou Rumsfeld escrever 'bush' no papel: o cristal fica troncho ou deformado? :))

A verdadeira estrutura da água somente se apresenta quando ela encontra-se sob a forma cristalizada, diz o Dr. Masaru Emoto. O procedimento correto é submeter a água, enquanto líquida, ao estímulo adequado e analisar o resultado após submetê-la a baixas temperaturas. Ao formar-se o cristal, equipamento especialmente desenhado com essa finalidade fotografa a estrutura cristalizada.

Escrever ou falar pra água uma palavra maviosa, doce ou terna produz uma cristal bonito.

Ah, mas isso depende do idioma. E a água reconhece os idiomas. Como ela faz isso? Boa pergunta.

Pergunta: Se pudermos "contaminar" Água com a energia de várias palavras, por exemplo, com a palavra "saúde", então poderemos ter a Água com essa vibração e usá-la para coisas como regar plantas, cozinhar, etc?

Dr. Emoto:: Não tentamos isso, mas algumas pessoas que leram o livro estão experimentando, rotulando garrafas com Água de torneira com palavras como "Amor" e "gratidão" e usando essa Água para regar as plantas ou colocando flores na Água. Eles estão descobrindo que as flores duram muito mais e as plantas neste jardim estão muito mais radiantes.

Isso pode induzir as pessoas a rotular, com palavras amáveis, água de má qualidade e passar a usá-la na cozinha, para beber ou para regar hortaliças na expectativa de que manchas de tinta feitas num pedaço de papel colado numa garrafa possam alterar as propriedades físico-químicas de uma água imprópria para o consumo humano ou para irrigação de verduras.

As palavras do Sr. Emoto podem ser muito bonitas, inspirar paz e tranquilidade. Com sua imensa bondade, digna de um monge oriental, ele percorre o mundo numa cruzada em favor das reservas hídricas e contra a poluição das águas enquanto aproveita a oportunidade para divulgar os seus livros (vendidos por € 27,00 a € 40,00 cada volume ;).

Agora, pretender misturar misticismo com questões de saúde e de preservação ambiental é uma coisa muito arriscada e pode acarretar prejuízos irreparáveis a quem seguir a sua receita de despoluição da água por via mental. Falando claramente: é irresponsabilidade. CLIQUE E SAIBA MAIS

Fonte: Sites: Quatro Cantos - Lendas e Pulhas da Internet


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27 de julho de 2010

Estado decide vender mata nativa


Ter, 27/Jul/2010


O governador Alberto Goldman (PSDB) decidiu vender 486,7 mil metros quadrados de matas, córregos e cachoeira às margens da Estrada Velha São Paulo-Campinas, na região do Parque Jambeiro. A área, com densa vegetação, equivale a praticamente metade do Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim. Ela integra a antiga Fazenda Serra d’Água, adquirida pelo Estado em 1939 e que teve parte doada ao Exército para a instalação de criação de cavalos — a corporação também tenta, há anos, vender sua parte nas terras. Segundo o governador, a área está desocupada e sem qualquer perspectiva de utilização.

Na Assembleia Legislativa, onde tramita projeto de lei para autorizar a venda, e no Ministério Público, teve início um movimento para convencer o governador a retirar a proposta e dar outra destinação à área, uma vez que existe interesse da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), uma das unidades da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, em utilizá-la. O secretário de Agricultura, João Sampaio, informou, em ofício ao promotor José Roberto Albejante, que a secretaria deseja assumir as terras.

Mais de 80% da área está coberta com vegetação. Há uma significativa área de proteção permanente (APP) nos dois córregos que atravessam a propriedade, seguida de uma mata contígua, além de áreas com tipuana formando sub-bosque. Há também mata nativa em regeneração

Estado

A venda foi recomenda ao governador pelo Conselho do Patrimônio Imobiliário, órgão responsável pela formulação da política patrimonial do Estado. Até o final do ano, o governo planeja arrecadar R$ 170 milhões com a venda de bens que estão ociosos ou subutilizados. No projeto que enviou à Assembleia Legislativa, Goldman não estipulou o valor das terras remanescentes da Fazenda Serra d’Água. Diz apenas que no edital de licitação deverá constar o valor atualizado do imóvel.

Procurado pela reportagem, o conselho não se manifestou sobre o assunto.

O promotor José Roberto Albejante oficiou os deputados de Campinas sobre a necessidade de uma discussão sobre a venda da antiga fazenda porque aquela área, na divisa com Valinhos, é a última terra que vem impedindo a conurbação das duas cidades, com o avanço das áreas urbanas. O deputado Jonas Donizette (PSB) disse que está falando com os deputados de Campinas para tentar reverter a decisão. “Por enquanto, paralisamos a tramitação do projeto na Assembleia e vamos até o governador para pedir a retirada da proposta de venda. É uma área muito bonita, com cachoeira, mata e que poderia ser utilizada pela cidade como um parque”, disse. O deputado Davi Zaia (PPS) afirmou que somente ontem tomou conhecimento do projeto e que irá avaliar suas implicações.

Exército

O Exército também tenta vender a parte da Fazenda Serra d´Água que recebeu em doação do Estado em 1940. Batizada de Fazenda Remonta, ocupa uma área de 7,12 milhões de metros quadrados, dos quais 1,8 milhão está em Valinhos. Ali funcionou a Coudelaria de Campinas, uma das nove unidades do Exército espalhadas pelo Brasil com a função de garantir permanente um plantel de cavalos para fornecer animais às tropas nacionais. Fundada em 1938, a Fazenda Remonta servia especialmente para a criação dos cavalos de tropas de elite, como os Dragões da Independência.

MP mantém ação para conter obra na região

A mobilização do Ministério Público (MP) para garantir a preservação do meio ambiente na divisa de Valinhos com Campinas já resultou em ação civil pública impedindo a duplicação da Rodovia Visconde de Porto Seguro (SP-332) tanto em Valinhos como em Campinas, porque estava ocorrendo sem o devido licenciamento ambiental. As obras foram paralisadas, até que saiu um acordo entre o MP e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) para implantação de um projeto urbanístico com calçamento suficiente para abrigar trânsito de pedestres e bicicletas, sem prejuízo do reflorestamento que será necessário.

O acordo, no entanto, não estava sendo cumprido. A Prefeitura havia autorizado empreendedores a ampliarem a Estrada Velha de Campinas (SP-332) para 15 metros de largura, contrariando decisão judicial sobre ação civil pública impetrada pelo MP, que mantém em sete metros a largura da via. Depois que o MP informou à Justiça sobre a definição de diretrizes fixando dimensões e acessos à estrada, a Prefeitura suspendeu os alvarás de aprovação e execução de obras de 16 empreendimentos habitacionais em fase de implantação na região do Parque Jambeiro. (MTC/AAN)

SAIBA MAIS - Propriedade histórica

O nome Serra d’Água dado à área deve-se ao desvio de água que foi feito na época do Império para movimentar uma serra da antiga fazenda.

As terras são refúgio de uma grande quantidade de fauna e, no período imperial, a fazenda recebia a denominação de Vista Alegre.

Autor: Maria Teresa Costa

Fonte: Correio Popular


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3º FIBoPS - INGRESSO GRATUÍTO PARA PALESTRA DA PROF. AMYRA EL KHALILI


1843 - Agenda Internacional
Aliança RECOs
Redes de Cooperação Comunitária Sem Fronteiras


INGRESSO & CONVITE
(entrada gratuita)
FIBoPS

Convido a todos/as para assistirem a palestra por mim a ser proferida no 3ª FIBoPS – Feira Internacional para o Intercâmbio das Boas Práticas Socioambientais, idealizado e presidido pela querida amiga Profª Marilena Lino de Almeida Lavorato (Ingresso em ANEXO).

A palestra ocorrerá na Sala Técnica 1, no dia 28/07 (4ª feira) das 10h00 as 11h00, com o tema “RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL EMPRESARIAL” no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo/SP.

É um espaço com livre acesso aos visitantes da feira (gratuito) onde se apresentam especialistas, gestores, empreendedores, e pesquisadores científicos convidados pela organização para compartilhar suas experiências e conhecimentos na área socioambiental.

Confirma os links:
PROGRAMAÇÃO CONGRESSO INTERNACIONAL:
http://www.fibops.com.br/pag_fibops.php?cod=232
PROGRAMAÇÃO SALAS TÉCNICAS:
http://www.fibops.com.br/pag_fibops.php?cod=297
PROGRAMAÇÃO CULTURAL:
http://www.fibops.com.br/pag_fibops.php?cod=296
PROGRAMAÇÃO DIA BENCHMARKING:
http://www.benchmarkingbrasil.com.br/index.php?pag=15aadc


Será um prazer encontrá-los para conversarmos abertamente sobre o que é o real significado de
“RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL EMPRESARIAL”.

Profª Econ. Amyra El Khalili
http://lattes.cnpq.br/4833702809090692
http://amyra.lachatre.com.br/


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25 de julho de 2010

WORKSHOP SOBRE ÁGUA, AGRICULTURA E MEIO AMBIENTE - CBHPCJ - 28/JUL, CAMPINAS (SP)

Comitês PCJ realiza workshop sobre água, agricultura e meio ambiente





No Dia do Agricultor, dia 28 de julho, os Comitês PCJ, que abrange as bacias hidrográficas dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, promovem o workshop “Água, Agricultura e Meio Ambiente no Século XXI”. O evento será realizado no anfiteatro da CATI, em Campinas (SP), localizada à Avenida Brasil, nº 2340, Vila Itapura.

A programação, que vai das 8h às 17h, inclui palestras e mesas redondas. Entre os temas de debate estão: “Aspectos legais sobre a conservação dos recursos naturais no meio rural”; “Cobrança pelo uso da água no setor rural”; e “Pagamento por serviços ambientais”.

Mais informações sobre o workshop podem ser obtidas no site www.comitepcj.sp.gov.br ou pelo telefone (19) 3434-5111, ramais 210 e 217.









23/07/2010
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO – AGEVAP
Telefax: (24) 3355-8389
E-mail: comunicacao@ceivap.org.br



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