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5 de setembro de 2009

RELATÓRIO DA WWF DIZ QUE O NÍVEL DO MAR PODE AUMENTAR MAIS DE UM METRO COM O DERRETIMENTO DO GELO DO ÁRTICO


O gelo dos pólos está derretendo mais rapidamente do que o previsto, provocando o aumento do nível dos mares e um agravamento do aquecimento global, advertiram cientistas nesta quarta-feira, ao apresentarem os resultados de um estudo aprofundado sobre o assunto. (Foto: http://blig.ig.com.b/)

Derretimento no Ártico pode afetar 25% da população mundial

O nível do mar pode aumentar mais de um metro até 2100 com o derretimento do gelo do Ártico, causando a inundação de regiões costeiras e afetando potencialmente um quarto da população mundial, de acordo com relatório divulgado nesta quarta-feira (2) pela organização internacional para a preservação da natureza, a World Wildlife Fund (WWF).

O documento sugere que o aumento do nível das águas seria quase o dobro do previsto no estudo do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) que, em 2007, estimava este número em 59 centímetros.

A WWF diz que o relatório Feedbacks do Clima do Ártico: Implicações Globais é o primeiro do tipo a incorporar o impacto do derretimento do gelo na Groenlândia e da porção ocidental da Antártida sobre o nível do mar, regiões que não foram consideradas nas projeções do IPCC.

"O Ártico, um componente crítico de nosso sistema climático global, aqueceu o dobro que o resto do mundo nas últimas décadas. E a medida que o Ártico aquece, produz efeitos que amplificam ou aceleram a mudança climática", explicou Martin Sommerkorn, assessor para a mudança climática do WWF, ao apresentar o relatório durante a terceira Conferência Mundial do Clima. A maior parte dos resultados negativos do aquecimento do Ártico não aparecia em estudos anteriores, simplesmente, porque a ciência não estava tão avançada.

Além disso, as camadas geladas do Ártico armazenam duas vezes mais carbono do que o existente na atmosfera. "O rápido aquecimento do Ártico pode levar ao desaparecimento de 90% da camada próxima à superfície do permafrost (solo formado por terra, rochas e gelo que permanece congelado em toda a faixa do Ártico) no final deste século, e isto, tem o potencial de liberar à atmosfera grandes quantidades de carbono em forma de dióxido de carbono e metano", afirmou Sommerkorn.

As temperaturas do ar no Ártico aumentaram quase duas vezes em relação à média global nas últimas décadas, diz a WWF. "O que este relatório nos permite ver são as (...) amplas consequências globais deste aquecimento", disse o cientista Martin Sommerkorn, consultor para mudanças climáticas do programa da WWF para o Ártico, em entrevista divulgada pela organização no YouTube.

A grande perda de gelo marinho resultante do aquecimento duas vezes mais rápido do Ártico em relação ao resto do mundo vai afetar as condições climáticas muito além dos polos, de acordo com o WWF. Europa e América do Norte podem, por exemplo, passar por invernos atipicamente frios, ao passo que a Groenlândia pode ter invernos mais quentes com a mudança de umidade e a subida do nível dos mares.

Além disso, o aquecimento do Ártico pode se tornar em si um motor para o aquecimento global.

Hoje em dia muito se tem falado sobre aquecimento global e sobre as consequência advindas deste. No entanto, quando se fala do derretimento das geleiras há um número grande de pessoas que afirmam que o nível dos oceanos se elevará, invadindo vários continentes e deixando cidades inteiras debaixo d´água.

Motor de mudanças - O derretimento do gelo do Ártico se tornaria um motor de mudanças climáticas mais acentuadas, diz o documento da WWF. O relatório prevê que a perda acentuada do gelo com o aquecimento do Ártico influenciaria o clima além da região. O fenômeno mudaria a temperatura e os padrões de precipitação de chuvas na Europa e na América do Norte, afetando a agricultura, florestas e recursos hídricos.

O documento explica que o solo congelado do Ártico reserva o dobro do carbono mantido na atmosfera e, que se o aquecimento da região continuar, o gelo do solo vai se derreter e liberar carbono na atmosfera na forma de dióxido de carbono e metano em níveis significativos. A concentração de metano, um gás causador do efeito estufa especialmente poderoso, vem aumentando na atmosfera nos últimos dois anos e há sugestões de que isso se deve ao aquecimento da tundra do Ártico.

"Este relatório mostra que é urgentemente necessário controlar as emissões dos gases do efeito estufa enquanto ainda podemos", disse Sommerkorn. "Se nós permitirmos que o Ártico fique quente demais, há dúvidas sobre se poderemos manter a cadeia de implicações desse fenômeno sob controle", completou.

O cientista acredita que "estas informações são críticas para se levar às pessoas diante do novo acordo sobre mudanças climáticas que será negociado em Copenhague (Dinamarca) em dezembro." O tratado a ser negociado na capital dinamarquesa vai ser a sequência do Protocolo de Kyoto.

ONU - O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse nesta quarta-feira (2) durante visita à vulnerável camada de gelo do oceano Ártico que os políticos do mundo precisam se empenhar para aprovar um novo tratado climático global neste ano. Ban disse que o Ártico, cujas temperaturas sobem mais do que em qualquer outro lugar do planeta, é o "marco zero" da pesquisa climática e serve de alerta em meio às discussões globais sobre como reduzir as emissões de gases do efeito estufa.

"Aqui no gelo polar sinto o poder da natureza e ao mesmo tempo uma sensação de vulnerabilidade", disse o sul-coreano à Reuters, depois de desembarcar de um navio quebra-gelo da Guarda Costeira norueguesa para caminhar sobre a água congelada e conversar com pesquisadores. "Devemos fazer tudo o que pudermos para preservar este gelo ártico. Esta é a responsabilidade política exigida dos líderes globais, e contamos com seu compromisso", afirmou ele, na noite de terça-feira (1º).

A capa de gelo do Ártico tem encolhido a um ritmo mais acelerado do que os cientistas previam, e pode desaparecer totalmente durante o verão até 2050, segundo estudos recentes. O fim desse manto branco expõe águas escuras, que absorvem mais radiação solar, gerando ainda mais aquecimento global.

O quebra-gelo "KV Svalbard" avançou durante quase duas horas pelo oceano glacial, até encontrar um navio de pesquisas que está a cerca de mil quilômetros do Polo Norte, a uma latitude superior a 80. Ali, os pesquisadores mostraram a Ban como medem a espessura do gelo, a temperatura e outros parâmetros, na tentativa de descobrir por que o gelo cada vez mais migra do Ártico para se derreter nas águas relativamente mais quentes do Atlântico Norte.

Para proteger Ban contra ursos polares, vistos na região horas antes, guardas armados controlavam o perímetro da plataforma de gelo. Ban disse esperar que os cerca de cem dirigentes mundiais que participarão neste mês de uma conferência climática em Nova York "demonstrem sua liderança" e deem impulso para as negociações destinadas a aprovar o novo tratado climático, numa cúpula em dezembro em Copenhague.

O sul-coreano também está empenhado em reafirmar sua liderança, depois de um memorando duro em que a embaixadora norueguesa junto à ONU disse que lhe falta carisma e eficácia, e que isso poderia contribuir com um fracasso da cúpula de Copenhague.

O acordo a ser definido na Dinamarca irá substituir o Protocolo de Kyoto, que expira em 2012. Mas ainda é preciso resolver graves diferenças entre os países desenvolvidos e as nações em desenvolvimento, lideradas por China e Índia, sobre a amplitude das reduções das emissões e as formas de financiar esse processo.

Ban disse estar "trabalhando duro" com os líderes globais para definir metas de uma redução de pelo menos 25 por cento nas emissões dos países desenvolvidos até 2020, em comparação a 1990. Propostas já anunciadas pelos países ricos ficam aquém desse objetivo. (Fonte: Estadão Online/AMBIENTE BRASIL)

VEJA MAIS:
- Derretimento de gelo nos pólos é mais rápido do que o previsto - clique

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Aquecimento global: Derretimento das geleiras no ártico (pólo norte)


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MAIOR AQUÁRIO MARINHO DA AMÉRICA LATINA SERÁ CONSTRUÍDO NO RJ - "O AquaRio"

Foto da maquete do projeto do AquaRio
Rio terá maior aquário da América Latina, com 12 mil animais

Um armazém abandonado na zona portuária do Rio deverá virar o maior aquário marinho da América Latina, com 27 mil 2 de área construída e cerca de 12 mil animais, de 400 espécies diferentes.

Batizado de AquaRio, o projeto pretende atrair entre 4.000 e 5.000 visitantes por dia. As atrações incluem até um mergulho em um tanque com tubarões, arraias e outros peixes, sempre sob a supervisão de monitores.

O investimento total no AquaRio é estimado em R$ 110 milhões e virá integralmente da iniciativa privada.

Responsável pela gestão do projeto, a Kreimer Engenharia deve registrar um fundo de investimento até o fim do ano na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) para viabilizar o empreendimento. Também foi assinado ontem um contrato de patrocínio de valor não revelado com a Coca-Cola.

O biólogo marinho Marcelo Szpilman, idealizador do AquaRio, afirma que o início das obras está previsto para o segundo semestre de 2010. A inauguração do complexo, que incluirá também museu, centro de pesquisa, loja, restaurante e estacionamento, deve acontecer dois anos depois do início da construção.

O local foi cedido pela prefeitura no ano passado para uso por 50 anos. O armazém, construído no início do século 20 e protegido pelo patrimônio público, terá sua fachada restaurada. O interior do prédio será modificado para receber o projeto.

A água da Baía de Guanabara, depois de filtrada, encherá os dois tanques principais do aquário, ambos de 7 metros de altura, com 3,6 milhões de litros. O AquaRio terá outros 40 tanques menores.

Haverá também espaços de água doce com animais da Amazônia e do Pantanal, e de águas geladas com pinguins, lobos marinhos e talvez até um urso polar, ameaçado pelo aquecimento global. "A ideia é trazer um para cá para reforçar a campanha mundial de conservação da espécie", afirma o biólogo Szpilman. (Fonte: Folha Online/Ambiente Brasil)

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EM BUSCA DE ÁGUA PARA A REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO (III)



Avaliação do Abastecimento de Água na RMSP

Eng. Júlio Cerqueira César Neto




1. Qualidade

Considerando o nível de qualidade das águas dos nossos mananciais especialmente no que se refere à presença dos chamados poluentes emergentes, as ETAs do sistema já deveriam ter instalado os tratamentos avançados disponíveis para preservar a saúde dos usuários. Esses poluentes emergentes não são retidos pelos tratamentos convencionais ainda em uso pela SABESP.

2. Quantidade – Demandas X Disponibilidades

Em 2010 – População: 20 milhões de habitantes

De acordo com a curva demanda – atendimento do PDAA da SABESP seriam necessários mananciais com capacidade de 71 m³/s, já descontados os 1,8 m³/s de redução conseguidos com o controle de perdas.

Previsão dos geólogos relativas ao uso das águas: subterrâneas 10 m³/s

Consumo total : 81 m³/s

Disponibilidades: 76 m³/s

Déficit do sistema: 5 m³/s

Obs.: Águas subterrâneas – Considerando não ser indicada a ampliação do uso das águas subterrâneas tendo em vista que o seu uso irracional, desordenado e predatório poderá levá-la a qualquer momento ao colapso e que a tentativa de sua ordenação iniciada pela Agência da Bacia, como o Projeto Poço Legal, foi frustrada com a sua desativação há já mais de 3 anos, foi mantido o seu consumo inalterado em 10 m³/s.

É importante registrar que, conforme avaliação dos geólogos, uma vez ordenado e racionalizado o seu uso, esse manancial poderia fornecer até 25 m³/s.

Em 2015 – População: 21,4 milhões de habitantes

O consumo estaria em 86,67 m³/s e a disponibilidade em 81,7 m³/s já incluído o aporte de 5,7 m³/s do SPAT.

O déficit ficaria em 4,97 m³/s – praticamente mantido.

Em 2025 – População: 24 milhões de habitantes

O consumo chegaria a 98,3 m³/s e a disponibilidade seria mantida em 81,7 m³/s tendo em vista que os novos aportes previstos pela SABESP, Juquitiba, Itatinga e Itapanhaú dificilmente serão viabilizados ambientalmente.

O déficit atingiria 16,6 m³/s

Balanço1: Mantendo a política da SABESP de planejar o sistema “sem folgas”.

O sistema atual apresenta déficit de 5m³/s que deverá ser mantido até 2015 desde que chegue o aporte de 5,7 m³/s do SPAT já contratado.

O sistema prescinde de definição de 16,6 m³/s para atender ao consumo até 2025.

Obs.: Um sistema desse porte não deve ser planejado “sem fogas”: os imprevistos acontecem, dentre eles a ocorrência de anos hidrológicos desfavoráveis como já experimentamos em 2003, e as manobras necessárias para atende-los são de tal vulto e complexidade que a prudência e o senso de responsabilidade indicam no sentido de dota-lo de folga adequada.

Balanço2: Com inclusão de 10% de folga no sistema.

O sistema atual apresenta um déficit de 13 m³/s que deverá ser mantido até 2015 desde que chegue o aporte de 5,7 m³/s do SPAT já contratado.

O sistema prescinde da definição de mais 26,43 m³/s para atender o consumo até 2025.

Obs.: Considerando que qualquer obra desse porte necessita de um prazo de execução não menor que 5 anos conclui-se que a sua definição não pode ser mais postergada, e, mesmo que seja definida já, manterá o sistema deficitário até 2015.

Agravantes:

• Ocorrência de ano hidrológico desfavorável.

• Colapso do abastecimento do manancial subterrâneo.

• Interdição do Guarapiranga como manancial.

• Necessidade de repartir o sistema Cantareira com a bacia do Piracicaba a partir de 2014 (renovação da outorga).

Atenuantes:

• Melhores resultados no controle das perdas.

• Eficácia nos programas de gestão da demanda e controle dos desperdícios.

• Continuidade de anos hidrológicos favoráveis.

3. Possibilidade de Solução

3.1. PDAA da SABESP

• Captações no Juquiá-Juquitiba (4,7 m³/s), otimização Guarapiranga (1,7 m³/s), braço do Rio Pequeno (2,2 m³/s), Itapanhaú (2,8 m³/s) e Itatinga (2,1 m³/s) num total de 13,5 m³/s.

• Esses mananciais se encontram na Serra do Mar e terão sérias dificuldades para obtenção de licenciamentos. No mínimo terão de enfrentar um prazo muito grande o que inviabiliza a reversão dos déficits previstos.

3.2. Reservatório França

• Situado no Alto Juquiá, manancial totalmente protegido contendo águas de excelente qualidade e vazão regularizada de 20 m³/s.

• Um túnel de recalque colocaria as águas na cota 840 a montante da zona oeste, a de maior demanda, possibilitando a sua distribuição por gravidade de forma muito semelhante ao Sistema Cantareira. Essa solução proporcionaria um perfeito equilíbrio do sistema de produção da região: Cantareira ao norte, SPAT à leste, Guarapiranga e Billings ao sul e França a oeste.

• As obras necessárias não produzem impactos ambientais.

• O reservatório é propriedade da CBA – Companhia Brasileira de Alumínio do Grupo Votorantin que possui outorga de uso até 2016. Se as obras forem iniciadas de imediato estariam prontas na ocasião do vencimento da outorga.

• Para a bacia do Ribeira de Iguape essa retirada de água pode ser considerada desprezível. Esse rio apresenta na seção de Registro vazão média de 450 m³/s.

3.3. Captação no Baixo Juquiá

• Esse projeto é mais ambicioso. Pretende atender além da RMSP as bacias do Sorocaba e Piracicaba (Eixo Sorocaba-Campinas). Foi elaborado pela empresa Isoterma.

• Prevê captação de 40 m³/s no baixo Juquiá à montante da cidade de Juquiá (cota 30) em seção que apresenta vazão média de 120 m³/s.

• Um túnel de recalque colocaria as águas no planalto nas imediações da cidade de Tapirai a uns 40 kms de Sorocaba e 70 km da zona oeste da RMSP.

• O projeto inclui uma usina hidroelétrica reversível para operar na ponta o que o caracteriza como de duplo objetivo: abastecimento de água e produção de energia.

• As obras necessárias não produzem impactos ambientais.

3.4. Para a bacia do Piracicaba

Para que esta bacia desista de pleitear maior repartição do Sistema Cantareira com a RMSP a partir de 2014 são indicadas as soluções

seguintes:

• Barragens de regularização na própria bacia nos rios Camanducaia e Jaguari.

Esses aproveitamentos previstos há cerca de 20 anos e até agora ignorados, estão em vias de se tornarem inviáveis tendo em vista a ocupação das bacias.

• Reversão do reservatório Jaguari da bacia do Paraíba do Sul para os reservatórios do Sistema Cantareira para ser utilizada pela bacia do Piracicaba.


Julio Cerqueira Cesar Neto
11 36669924 - 11 99137065
http://www.juliocerqueiracesarneto.com/

Enviado pelo amigo e colaborador: Eng. Julio Cerqueira Cesar Neto (Engenharia Hidráulica, Sanitária e Ambiental - POLI/USP) - conheça mais



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PALESTRA "ÁGUAS DO NORDESTE: O CASO DA TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO" - NA UFRPE

Universidade Federal Rural de Pernambuco

UFRPE sedia palestra sobre transposição do Rio São Francisco

A Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), através do Programa de Pós-Graduação em Ciência Florestal, promove, no dia 9 de setembro, às 14h, palestra intitulada Águas do Nordeste: O caso da transposição do São Francisco, ministrada pelo pesquisador João Suassuna, da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj).

O evento ocorrerá no Auditório Álvaro Antônio Magalhães Ledo, no Departamento de Ciência Florestal (DCFL), campus universitário.


http://www.ufrpe.br/noticia_ver.php?idConteudo=5381

Mais informações: 81 3320.6291

Fonte: Rema Atlântico - Eng. João Suassuna - 04 de setembro de 2009

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EM BUSCA DE ÁGUA PARA A REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO (II)

Região Metropolitana de São Paulo
39 municípios
19,2 milhões de habitantes (Fonte: IBGE, Contagem da População 2007)


Uso da água na Região Metropolitana de São Paulo - (RMPS)

ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária
PHD 2537: Águas em Sistemas Urbanos


INTRODUÇÃO

Atualmente constata-se que a degradação do ambiente hídrico tem tomado grandes proporções, tornando-os cada vez mais escassos; logo, faz-se necessário encontrar medidas para diminuir seu consumo e fontes alternativas para exploração.
Dentro deste contexto, a descoberta de grandes aqüíferos e o desenvolvimento técnico de exploração de seus recursos tornam essa alternativa plausível. Neste sentido o Brasil é um país privilegiado, pois possui o maior reservatório subterrâneo de água doce (aqüífero) do mundo, o Aqüífero Guarani.

Além disso, a utilização de águas subterrâneas tem outras vantagens como: o fácil abastecimento por poços de pequenas e médias cidades, prazos de execução são mais curtos e de menor custo, maior flexibilidade nos investimentos, os mananciais subterrâneos são naturalmente mais bem protegidos dos agentes poluidores e a água captada quase sempre dispensa tratamento.

Um estudo realizado pela CETESB em 1997 apontou que a água subterrânea tem importante papel no abastecimento público de muitas cidades do Estado de São Paulo onde 72% dos 645 municípios são total ou parcialmente abastecidos por esse recurso hídrico e 47% deles são inteiramente abastecidos por água subterrânea, como por exemplo Catanduva, Caçapava, Ribeirão Preto, Tupã, Jales e Lins; esse índice tende a crescer devido à qualidade da água.

De acordo com estimativas da UNESCO publicadas em 1992, no período de 1970 e 1985, foram perfurados no mundo cerca de 300 milhões de poços profundos, que fornecem água subterrânea para abastecimento de mais de 50% da população do planeta e para 90 milhões de hectares em irrigações. Na Europa, 75% dos sistemas públicos de abastecimento utilizam águas subterrâneas, elevando em 90% em países como Dinamarca, Suécia, Bélgica, Alemanha e Áustria.

Porém, no Brasil, devido à falta de controle na extração de água subterrânea, não há estimativas corretas.
Segundo o IBGE (1991), 61% da população é abastecida por água subterrânea.
É nesse contexto que o presente trabalho se desenvolve tratando da água subterrânea e seu uso na Região Metropolitana de São Paulo.


VEJA O ESTUDO:
http://200.144.189.36/phd/LeArq.aspx?id_arq=2680


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UM BLOG INTERESSANTE E MUITO INFORMATIVO QUE VALE A PENA CONHECER


MEDINDO A ÁGUA

Neste blog são sugeridos sites, textos e trabalhos técnicos sobre conservação, medição e perdas de água.
Com o entendimento de que MEDIR é determinar ou avaliar a grandeza ou a quantidade de; calcular; regular; moderar; refrear; proporcionar; ponderar; analisar; ter a extensão de.

Por que "medir" a Água?

"A conservação da Água, riqueza natural mais preciosa deste milênio, exige o desenvolvimento e o emprego de técnicas e instrumentos cada vez mais sensíveis e precisos para fazerem a Medição do seu consumo e do seu uso ( industrial, comercial, residencial e agrícola).

Com isso, evitam-se os desperdícios de Água,
propiciando a sua utilização dentro do estritamente necessário para a sobrevivência humana e, desta maneira, garantindo-se a disponibilidade do valioso líquido (fonte da vida) para todas as espécies vivas deste Planeta Terra, a partir do conceito e dos fundamentos do desenvolvimento sustentável."

Elton J. Mello

VEJAM, POR EXEMPLO, ESTE ARTIGO POSTADO:

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EM BUSCA DE ÁGUA PARA A REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO (I)


Um novo paradigma para a gestão de recursos hídricos

Ivanildo Hespanhol*

Centro Internacional de Reúso de Águas Cirra - POLI/USP

RESUMO

A política de importar água de bacias cada vez mais distantes para satisfazer o crescimento da demanda teve início há mais de dois mil com os romanos, dando origem aos seus famosos aquedutos. Esse é o "velho paradigma" que persiste ainda hoje, resolvendo, precariamente, o problema de abastecimento de água de uma região, em detrimento daquela que a fornece. A transferência sistemática de grandes volumes de água de fontes distantes, gerando volumes adicionais de esgoto, não pode mais ser aceita, tanto do ponto de vista econômico como do ambiental. Um "novo paradigma", baseado nos conceitos de Conservação e Reúso de Água deve evoluir, para minimizar os custos e os impactos ambientais associados a projetos de transposição de bacias. A tecnologia e os fundamentos ambientais, de saúde pública e gerenciais, hoje consagrados, permitem fazer uso dos recursos disponíveis localmente, mediante programas de gestão adequada da demanda, e da implementação da prática de reúso de água.

Palavras chave: Gestão de recursos hídricos, Conservação de água, Reúso de água.

Veja o artigo completo:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142008000200009

*Prof. Dr. Ivanildo Hespanhol
Doutor em engenharia ambiental pela Universidade da Califórnia, em Berkeley, e em saúde pública pela Universidade de São Paulo (USP), o professor Ivanildo Hespanhol divide-se entre as aulas de pós-graduação em conservação e reúso de água que ministra no Departamento de Engenharia Ambiental da Escola Politécnica da USP e a diretoria do Centro Internacional de Reúso de Águas Cirra, órgão sem fins lucrativos ligado ao departamento da Poli. O centro funciona nos campos do ensino, pesquisa e extensão e, entre suas atividades, presta serviço para indústrias, firmas de consultoria, alguns ministérios – como os do Meio Ambiente e da Educação – e atua com agências de fomento, como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).


Comentários sobre

“Um novo paradigma para a gestão de recursos hídricos”

Eng. Julio Cerqueira Cesar Neto*
Especial para o Blog SOS Rios do Brasil

O professor Ivanildo Hespanhol nesse excelente trabalho defende a tese de que não podemos continuar a importar água de bacias vizinhas para atender ao crescimento populacional e industrial, de um modo geral, e especialmente para a RMSP, mas procurar continuar o atendimento das suas necessidades através da implantação de novo paradigma que consiste na redução do consumo através da gestão da demanda, principalmente o reuso da água, e controle de perdas e redução do desperdício.

Concordo com a tese quando trata o assunto de um modo geral, porém, discordo

quando se trata da RMSP. Para melhor fundamentar essa minha discordância me senti impelido a redigir outro texto que encaminho junto com este: “Avaliação do Abastecimento de Água na RMSP”.

Considerando a relevância do assunto aproveito a oportunidade para aprofundar o debate com as observações que seguem:

Concordo inteiramente que a água é um recurso finito e vulnerável e deve ser considerado como um bem econômico.

Concordo que os avanços de caráter legal e institucional experimentados pelos recursos hídricos, entre eles a cobrança pelo uso da água, não serão suficientes para manter o equilíbrio entre a demanda e a oferta de água especialmente em grandes conurbações com perspectivas de crescimento populacional e industrial.

Concordo que os sistemas de coletas, transporte e tratamento de esgotos não são estendidos no mesmo nível dos sistemas de abastecimento de água resultando sempre no aumento da poluição da região.

Concordo que o custo do m³ de água potável do “próximo” projeto pode ser equivalente a duas a três vezes o custo do anterior.

Concordo que se deva buscar um “novo paradigma” para a gestão dos recursos hídricos baseado nas palavras-chave conservação e reuso da água para minimizar os custos e os impactos ambientais associados aos novos projetos, através do estímulo do uso de água recuperada, águas pluviais e água subterrânea inclusive com recarga artificial de aqüíferos.

Concordo que a falta de recursos hídricos e o aumento dos conflitos pelo uso da água geraram a emergência da conservação e do tratamento e reuso, como componentes formais da gestão de recursos hídricos.

Concordo que na RMSP dos 70 m³/s aduzidos não mais que 30 m³/s sejam utilizados para fins potáveis e que os 40 m³/s restantes representam o potencial de reuso e poderiam ser substituídos por água de reuso para o atendimento de fins domiciliares e urbanos não potáveis (descarga sanitária, lavagem de pisos, lavagem de veículos e ruas, irrigação de áreas verdes e quadras esportivas, na construção civil e na indústria e ainda para recarga gerenciada dos aqüíferos).

Entretanto não acredito que o reuso assim como as outras ações de gestão da demanda e ainda o controle das perdas sejam capazes de dar solução para o abastecimento de água da RMSP especialmente por 2 motivos:

• o tamanho da redução de consumo possível dessa forma em face das necessidades.

• o tempo para atingi-las.

A região já possui quase 20 milhões de habitantes e deve atingir cerca de 24 milhões (+20%) nos próximos 10 a 15 anos: 2020-2025. Seguindo tendência das grandes metrópoles mundiais daí para a frente será de menor crescimento e estabilização !? Os mananciais que abastecem a população já apresentam déficit de 5 m³/s que mesmo após a entrada dos 5,7 m³/s do SPAT por volta de 2012, manterá esse déficit.

Sem novos ingressos esse déficit atingirá 10 m³/s em 2020 e 16 m³/s em 2025.

Tendo em vista essa perspectiva consideramos o que segue:

• Com relação ao controle de perdas o esforço feito pela SABESP nos últimos 10 anos conseguiu obter a economia de apenas 1,8 m³/s sobre 66 m³/s de consumo (2,7%). A grande parte da rede de distribuição continua muito antiga e a continuidade da favelização indica a manutenção de ligações clandestinas.

• Com relação aos 40 m³/s que representariam o potencial de reuso atual lembramos que para universializar a sua prática no Brasil há necessidade de desenvolver um arcabouço legal para sua regulamentação, orientação e promoção, além de programas de conscientização da população e outras medidas de estímulo que até agora ainda nem foram iniciadas.

• A sua aplicação nas edificações passa por avaliações dos custos e problemas operacionais associados à duplicação de grande parte dos sistemas hidráulicos que praticamente os inviabiliza nos edifícios existentes. Mesmo nas edificações novas essa duplicação onera consideravelmente os seus custos. Considerando que 80% da região já está implantada onde essa aplicação é praticamente inviável, os 20% a serem construídos, se superassem as dificuldades os custos representariam apenas 8 m³/s dos 40 m³/s imaginados.

• As mesmas observações valem para o reuso urbano que depende de definição de áreas, de adesão dos usuários e implantação de sistema de distribuição.

• A condução desse importante problema obteria maior celeridade se conduzido pelo Comitê da Bacia e sua Agência que já estava trabalhando nesse sentido quando foi desativada há mais de 3 anos.

• Embora a importância desses programas de reuso e controle de perdas, que devem ser mantidos e ampliados, verifica-se que realmente não conseguirão suprir os déficits previstos para o sistema em tempo sem aportes adequados a serem conseguidos com transposição da bacia do Ribeira de Iguape que é a única capaz de atender a demanda sem prejuízo para as suas próprias necessidades: a demanda é da ordem de 20 m³/s e a vazão média dessa bacia na seção de Registro atinge a 450 m³/s.

Observações

• Os novos aportes elencados no PDAA da SABESP: Juquitiba, Itatinga e Itapanhaú dificilmente superarão as exigências ambientais.

• A ampliação do uso do manancial subterrâneo, já hoje explorando cerca de 10 m³/s, é absolutamente contra indicado pois em face do uso predatório e descontrolado dentro de pouco tempo poderá entrar em colapso agravando ainda mais a precariedade do sistema metropolitano. A racionalização e ordenamento do uso desse importante manancial, que após o seu adequado gerenciamento poderia fornecer até 25 m³/s, conforme previsão dos geólogos, também estava em curso através do Comitê e sua Agência, o chamado Projeto Poço Legal, também foi desativado há mais de 3 anos.

Não há dúvida de que a importação de mais 20 m³/s para a região aumentará substancialmente a poluição dos nossos rios que já é escandalosa.

Porém, é preciso decidir se aceitamos mais esse acréscimo de poluição ou preferimos deixar parte da população sem água.


*Julio Cerqueira Cesar Neto

11 36669924 - 11 99137065
http://www.juliocerqueiracesarneto.com/


Enviado pelo amigo e colaborador: Eng. Julio Cerqueira Cesar Neto (Engenharia Hidráulica, Sanitária e Ambiental - POLI/USP) - conheça mais


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4 de setembro de 2009

RIOS DO BRASIL GANHAM NOVA DEFENSORA COM A FILIAÇÃO DA SENADORA MARINA SILVA AO PV

Seriam as águas do Palácio do Itamaraty que teriam inspirado a candidata?
Criticada por ambientalistas, Dilma adota discurso verde
"No centro da vida nas cidades, nos Estados e no Brasil estão nossos rios", disse. "Respeitar esses rios e essas bacias é algo fundamental."

LEONENCIO NOSSA E TÂNIA MONTEIRO
Da Agência Estado – Brasília, DF

Criticada pelos ambientalistas, a ministra da Casa Civil e gerente das obras do PAC, Dilma Rousseff, virou também "mãe" das águas. Num discurso ontem no Itamaraty, a pré-candidata à Presidência em 2010 trocou a leitura fria de números de uma tela de power point por uma defesa exaltada dos rios e das baías.

Três dias depois da filiação da ex-ministra do Meio Ambiente e senadora Marina Silva ao PV, possível concorrente nas eleições presidenciais, Dilma anunciou obras de saneamento em sete Estados, no valor total de R$ 4,5 bilhões, e exercitou uma desconhecida preocupação com os recursos hídricos. "É impossível termos vida se não tivermos o respeito à água", disse. "Respeitar a água é respeitar os mananciais, respeitar os mananciais é respeitar o meio ambiente, então, esse programa de saneamento é em primeiro lugar o respeito às águas deste País."

Dilma, que entrou em divergências com a então ministra do Meio Ambiente Marina Silva por causa de licenças ambientais na Amazônia, deu pouca ênfase hoje a detalhes de orçamento e execução das obras de saneamento, o que costuma fazer nos discursos. Ela chegou a discorrer sobre a forma de ocupação humana ao longo dos rios. "No centro da vida nas cidades, nos Estados e no Brasil estão nossos rios", disse. "Respeitar esses rios e essas bacias é algo fundamental."

Ela destacou que o governo está fazendo obras para melhorar as águas da Baía de Guanabara, do Pantanal e da Baía de Todos os Santos. A ministra disse que os rios que deságuam nesses três lugares trazem problemas "seríssimos" de poluição para os moradores. "Nosso país tinha um nível de tratamento da questão da água e do esgoto primitivo, do século 19", avaliou. "Temos não só nas regiões mais pobres, mas também nas mais ricas uma carência de esgoto tratado." Fonte: Diário de Cuiabá


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STF CONCEDE LIMINAR DISPENSANDO EIA PARA INSTALAÇÃO DE PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS NO MATO GROSSO

Palácio do Supremo Tribunal Federal em Brasília - DF


Liminar do STF dispensa hidrelétrica em Mato Grosso de prévia aprovação de estudo de impacto ambiental

por João Suassuna — 03/09/2009
Rema Atlântico

O ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal, concedeu liminar ao Sindicato da Construção, Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica e Gás no Estado de Mato Grosso (SINCREMAT), dispensando a elaboração de Estudo de Impacto Ambiental (EIA) para aproveitamento hidrelétrico com potência entre 1 e 30 megawatts (Pequenas Centrais Hidrelétricas – PCHs).

A decisão foi tomada nos autos da Reclamação (RCL) 8530, proposta pelo sindicato contra decisão liminar do Juízo da 2ª Vara Federal da Seção Judiciária de Mato Grosso que, em uma ação civil pública, condicionou os aproveitamentos energéticos mencionados à prévia aprovação de EIA pela secretaria estadual.

Alegações

O Sindicato alega que a decisão da 2ª Vara teria usurpado competência da Suprema Corte, pois teria pretendido realizar “controle de constitucionalidade da Lei Complementar Estadual nº 35/95, alterada pela LC 70/2000, mormente no tocante ao enunciado normativo previsto no parágrafo 1º do artigo 24, cuja regra dispensa a elaboração do EIA para os empreendimentos que exploram o aproveitamento hidrelétrico com potência entre 1 e 30 megawatts”.

Ainda segundo o SINCREMAT, “a decisão em questão mais se assemelha a uma ação de controle concentrado de constitucionalidade, pois extirpa totalmente da cena jurídica o já mencionado artigo 24, XI, da Lei Complementar Estadual 38/95, a pretexto de ser incompatível com o artigo 225, parágrafo 1º, inciso IV, da Constituição Federal (CF)”. Dito artigo exige apresentação de EIA referente a obra potencialmente causadora de dano ambiental.

Decisão

Ao conceder a liminar determinando que a Secretaria Estadual de Meio Ambiente de MT se abstenha de conceder ou renovar quaisquer licenças ambientais sem apresentação de estudo de impacto ambiental para PCHs, o ministro Joaquim Barbosa observou verificar, em uma análise ligeira dos autos, estarem “presentes os requisitos que ensejam a concessão da liminar”.

“Com efeito, parece haver confusão entre a questão incidental (inconstitucionalidade parcial da Lei Complementar Estadual 70/2000) com o pressuposto necessário para o julgamento da lide, uma vez que referida lei dispensa a elaboração de EIA para os empreendimentos que exploram o aproveitamento hidrelétrico com potência entre 1 e 30 megawatts”, complementou o ministro.

FK/IC

Fonte:
Eng.º Civil Marcos Carnaúba
CREA 3034 D-PE/FN - Maceió - AL
Tels. 82. - 9981.6748-Atual: 8833.9343
e-mail: marcarnauba@gmail.com
Skype: marcarnauba
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MINISTRO LOBÃO PROMETE A GOVERNADOR DÉDA (SE) QUE A IDÉIA DA REDUÇÃO DA VAZÃO MÍNIMA DO SÃO FRANCISCO SERÁ ABANDONADA

O Paraíso do Talhado fica no canyon de Xingó, por onde passa o rio São Francisco. Uma das paisagens mais bonitas do seu curso. Ficando próximo a Canindé do São Francisco, Sergipe. Foto: Tiago Araujo Melo · Aracaju (SE)

MME é contra vazão menor no São Francisco, diz Lobão a Déda

por João Suassuna — Rema Atlântico
03/09/2009 19:27

O governador de Sergipe, Marcelo Déda (PT), disse ontem ter obtido do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, a promessa de que, no que toca à competência do ministério que ele dirige, está sepultada a ideia de reduzir a vazão mínima do rio São Francisco, abaixo da represa de Sobradinho (BA) de 1.300 metros cúbicos por segundo (m3/s) para 700 m3/s. De acordo com Déda, Lobão disse que a vazão mínima do rio deve ficar em 1.100 m3/s e que a vazão média será de 1.300 m3/s.

Valor Econômico - 03/09/2009

A redução foi proposta ao Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), presidido por Lobão, pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Foi criado um grupo de trabalho, coordenado pela Agência Nacional de Águas (ANA), para estudar a proposta, mas, segundo o presidente da ANA, José Machado, o grupo não consegue fazer reuniões devido à resistência de alguns setores interessados em usar as águas do rio.

A proposta de Machado é que esse grupo autorize a contratação de um estudo técnico que determine cientificamente qual a vazão mínima adequada aos vários usos das águas do São Francisco (geração elétrica, navegação, irrigação, abastecimento de cidades e piscicultura e turismo).

A proposta feita pelo ONS tem o objetivo de garantir o direito de reduzir ao máximo a vazão em períodos nos quais seja necessário economizar água para futura geração hidrelétrica.

A partir de Sobradinho há sete usinas hidrelétricas com capacidade nominal de quase 10 mil megawatts. A vazão da barragem baiana é determinante no quanto de energia cada uma das usinas vai poder gerar. Como muitas usinas termelétricas estão sendo instaladas no Nordeste, o ONS avalia que em determinadas situações é mais vantajoso reduzir a geração hídrica e ligar a capacidade térmica, evitando o colapso nos períodos de seca regulares (inverno).

Sergipe, que divide a foz do São Francisco com Alagoas, é um dos Estados mais interessados em preservar uma vazão elevada do rio. Cerca de 60% do abastecimento da capital, Aracaju, e dos municípios vizinhos são feitos com água do São Francisco.

Há também projetos turísticos e de irrigação que dependem do rio. Preocupado com os efeitos de uma possível redução das águas, Déda passou os três primeiros dias desta semana em peregrinação a Brasília.

Na segunda-feira, foi ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na terça, reuniu-se com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Por fim, obteve a promessa de Lobão de enterrar o projeto do ONS. (CS)

Fonte:
Eng.º Civil Marcos Carnaúba
CREA 3034 D-PE/FN - Maceió - AL
Tels. 82. - 9981.6748-Atual: 8833.9343
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PLENÁRIA DO COMITESINOS - CONVITE


Convite Plenária COMITESINOS

Conv.Circ../SE Nº 104/2009


São Leopoldo, 04 de setembro de 2009.

À Comunidade da Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos

Prezados Senhores:

Na condição de Presidente e Vice-presidente deste Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos – COMITESINOS convidamos para a 5ª reunião ordinária de 2009, a realizar-se no dia 10 de setembro, às 14h, no Auditório da Pizzaria Esperanza (Rua Jorge Augusto Dreher, nº 50, Centro – em frente ao Centro Municipal de Cultura), município de Três Coroas/RS.

A pauta consta dos seguintes itens:
1) Abertura;
2) Apreciação e aprovação da ata da 3ª reunião extraordinária de 2009, realizada em 13/08/2009;
3) Apresentação do Projeto de Desassoreamento do Rio Paranhana – Prefeitura Municipal de Três Coroas;
4) Estudos sobre barragens: avaliação sobre a continuidade dos trabalhos;
5) Andamento do Plano Sinos – Consórcio Pró-SInos;
6) Romaria das Águas 2009;
7) Andamento do Programa de Recomposição de Mata Ciliar;
8) Representação do COMITESINOS junto ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano de Canoas – CMDCU;
9)Assuntos Gerais:
Convênio de Manutenção do COMITESINOS.

Solicitamos a confirmação das presenças pelo endereço eletrônico cmtsinos@unisinos.br ou pelo fone 51 3590.8508.

Atenciosamente,

Silvio Paulo Klein
Presidente

Luciana Paulo Gomes
Vice-Presidente

COMITESINOS
Ramal Interno: 5508
Fone Externo: 51 3590.8508
Site: http://www.comitesinos.com.br/

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"EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A SUSTENTABILIDADE", O MAIS RECENTE PROJETO DO INSTITUTO RÃ-BUGIO

Estudantes da escola publica estadual E.E.B Teresa Ramos de Corupá (SC),
participantes do projeto de Educação Ambiental do Instituto Rã-bugio

FUNDO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DE SANTA CATARINA investe em EDUCAÇÃO AMBIENTAL

"Educação Ambiental para a Sustentabilidade" é o mais recente projeto do Instituto Rã-bugio aprovado pelo FEPEMA (Fundo Especial de Proteção ao Meio Ambiente de Santa Catarina), que será realizado nas escolas públicas de Santa Catarina. Os detalhes deste projeto estão nos links

http://ra-bugio.blogspot.com/

http://www.ra-bugio.org.br/projetosemandamento.php?id=24


Instituto Rã-bugio para Conservação da Biodiversidade

Jaraguá do Sul – SC

http://www.ra-bugio.org.br/


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RIOS DE SÃO PAULO - MEDINDO A QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO TIETÊ (SP) - VII


Flutuador registra nível elevado de poluição no Tietê no interior de SP

Sexta-feira, 04/09/2009

O flutuador que mede o nível de oxigênio na água do Rio Tietê registrou, no fim da tarde desta sexta-feira (4), o nível mais alto de poluição desde o início da jornada, no início da semana.

VÍDEO DO SPTV 2ª EDIÇÃO - GLOBO VÍDEO




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VI CONGRESSO BRASILEIRO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO 20 A 24 SET - CURITIBA - PR





VI Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação acontece em Curitiba / PR

Bárbara de Aquino

O Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC), um dos mais importantes eventos sobre conservação da natureza da América Latina, chega a sua sexta edição em 2009. O VI CBUC acontecerá entre os dias 20 e 24 de setembro, em Curitiba (PR), e terá com o tema “Conservação das áreas naturais num mundo em transformação”. As inscrições para trabalhos técnicos estão abertas e podem ser realizadas pelo site do evento.

A Fundação O Boticário de Proteção à Natureza, em parceria com a Rede Nacional Pró Unidades de Conservação, iniciou há mais de dez anos a realização dos CBUCs. “Oferecemos o CBUC a profissionais e a demais interessados em conservação da biodiversidade, como um fórum de discussão, aperfeiçoamento e inovação neste tema, que é tratado a partir das áreas protegidas e vai além delas. Criando esta oportunidade de contato e troca de informação entre diferentes experiências e países, viabilizamos soluções práticas para o dilema da sustentabilidade da vida em nosso planeta”, explica a diretora executiva da Fundação O Boticário, Maria de Lourdes Nunes.

Segundo Nunes, as discussões no VI CBUC prometem ser tão intensas e produtivas quanto nas edições anteriores. São esperados para esta edição mais de 1.800 participantes, entre técnicos, cientistas e estudantes ligados a órgãos governamentais, instituições sem fins lucrativos, centros de estudos, universidades e empresas de vários países.

Além disso, entre os palestrantes estarão alguns dos principais especialistas em áreas naturais protegidas do Brasil e do mundo. Os nomes já confirmados são: Robert Constanza, da Universidade de Vermont (EUA); Philip M. Fearnside, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA); Paulo Moutinho, Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia/WHRC; Jules Marcelo Rosa Soto (UNIVALI – UICN), curador do Museu Oceanográfico da Univali; Allen Pursel, Conservation basement (EUA); Clóvis Borges, diretor executivo da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental; e Fábio Feldman, Secretário Executivo do Fórum Paulista de Mudanças Climáticas e Biodiversidade.

Paralelamente ao VI CBUC, acontece o II Simpósio Internacional de Conservação da Natureza e a III Mostra de Conservação da Natureza. Na Mostra, organizações governamentais e não-governamentais, empresas, universidades, entre outras instituições, poderão apresentar e disseminar suas ações voltadas à conservação da natureza. Em breve, o mapa da Mostra estará disponível no site do evento.

Inscrições Prorrogadas

As inscrições de trabalhos técnicos para o VI CBUC já estão abertas até 14 de setembro de 2009. As normas de envio e o formulário padrão estão disponíveis através deste link. Na edição passada do CBUC, 83 trabalhos técnicos foram selecionados entre os 262 enviados.

Histórico – A primeira edição do CBUC aconteceu em 1997, em Curitiba (PR) em comemoração aos 60 anos do primeiro parque nacional brasileiro, o Itatiaia. O evento reuniu 600 participantes e deu início à discussão pública de conservação da natureza em bases científicas no Brasil.

Realizada em 2000, a segunda edição reuniu 950 participantes em Campo Grande (MS). Dois anos depois, em Fortaleza (CE), o III CBUC ultrapassou a marca dos mil participantes e contou com a presença maciça dos chefes de unidades de conservação federais brasileiras.

O IV CBUC, realizado em 2004, reuniu 1.800 pessoas em Curitiba (PR). Pela primeira vez, paralelamente ao congresso, aconteceu a Mostra de Conservação da Natureza, que teve a participação de 43 expositores, entre organizações não-governamentais, empresas e organizações públicas.

Em 2007, a cidade de Foz do Iguaçu (PR) sediou a quinta edição do CBUC, que reuniu quase 1.900 participantes de 24 países para discutir o presente e o futuro das unidades de conservação no Brasil e no mundo. Naquele ano, foi realizado conjuntamente ao CBUC o Simpósio Internacional de Conservação da Natureza que, devido ao sucesso, terá sua segunda edição em 2009.

(texto extraído de Fundação Boticário de Proteção à Natureza)


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3 de setembro de 2009

RIOS DE SÃO PAULO - MEDINDO A QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO TIETÊ (SP) - VI


Rios de SP: flutuador fica preso em aguapé no Rio Tietê

Quinta-feira, 03/09/2009

O equipamento e o guardião Dan Robson estão parados em frente a uma ilha de aguapés, no município de Mogi das Cruzes. O nível de oxigenação no local é de 4.1 e indica pouca vida aquática.

VÍDEO DO SPTV 1ª EDIÇÃO - GLOBO VÍDEO




Plantas e poluição atrapalham navegação de flutuador no Tietê

Quinta-feira, 03/09/2009

Aguapés e poluição atrasaram o deslocamento do flutuador nesta quinta (3). O guardião do equipamento, que mede o nível de qualidade da água do Tietê, não conseguiu concluir o percurso programado.

VÍDEO DO SP TV 2ª EDIÇÃO - GLOBO VÍDEO



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2 de setembro de 2009

CHEGAMOS A 300.000 VISITAS AO BLOG!

CONTADOR SOS RIOS DO BRASIL (desde fev 2008)
302.753 visitas em 02/09/2009
Para nossa equipe de amigos e voluntários é motivo de muita alegria e satisfação atingirmos esta importante marca de 300 mil visitas ao nosso Blog SOS Rios do Brasil, em 18 meses de vida!

Agradecemos a você, amigo internauta, pelo apoio, incentivo, visitas diárias, comentários nos arquivos publicados, sugestões de matérias, envio de apresentações e vídeos sobre os nossos rios e ainda, belas poesias e poemas para nosso "Cantinho Literário".

Procurando divulgar mais nossos rios, ribeirões, córregos, mananciais e águas subterrâneas, suas características, belezas naturais, importância hídrica para suas populações ribeirinhas, usos para transporte, indústria, pesca, lazer e também os graves problemas de poluição, contaminação, assoreamento e toda sorte de maus tratos que recebem, temos conseguido ao longo desses meses criar uma maior consciência da importância de nossos cursos d' água para nossas comunidades.

Felizmente tem muita gente preocupada com nossos rios do Brasil e com suas atuais condições. São pessoas bem informadas, antenadas na importância da preservação de nossas águas, de nossa fauna e flora aquáticas, das nossas matas ciliares, da qualidade ambiental das águas, que refletem diretamente na qualidade de vida de nossas comunidades.

Participam dos Conselhos Municipais de Meio Ambiente, dos Comitês de Bacias Hidrográficas, das ONGs e OSCIPs ambientais, de conselhos e organismos governamentais empenhados na revitalização e preservação de nossos cursos d' água. Também participam dos vários congressos, simpósios, fóruns, workshops, oficinas e grupos de debates sobre recursos hídricos, procurando conhecer, pesquisar, se inteirar dos problemas, das soluções, da legislação existente e do seu cumprimento, para garantir água de qualidade para os brasileiros.

Mas sabemos que esse grupo ainda é muito pequeno, envolve apenas alguns milhares de ambientalistas, pesquisadores, educadores, servidores dos órgãos governamentais e estudantes da área de meio ambiente e recursos hídricos. Talvez nem duas centenas de políticos dos três poderes, em todo o Brasil.

Precisamos urgentemente ampliar o número de brasileiros que se envolvam, se preocupem, se apaixonem, se interessem e assumam o compromisso de lutar em defesa dos rios do Brasil!

Segundo as pesquisas da CNBB e ONG Defensoria das Águas realizadas em mais de 20 mil cursos d' água do Brasil, ao longo de quatro anos (2004 a 2008), mais de 70% dos rios do país estão contaminados ou poluídos. É um número muito grande e exige urgentes e enérgicas providências para parar a poluição ou contaminação e recuperar esses rios, pela revitalização e renaturalização dos mesmos.

Embora haja um esforço da Agência Nacional de Águas (ANA), dos diversos setores do Ministério do Meio Ambiente, do PAC, dos governos estaduais, das prefeituras municipais e de algumas concessionárias dos serviços de águas e esgotos, dos sérios e competentes Ministérios Públicos e comitês de bacias hidrográficas, ainda temos um número muito elevado de comunidades onde o destino final dos esgotos (das residências e das indústrias) são lançados "in natura" nos rios do Brasil. As estatísticas disponíveis são muito contraditórias e não confiáveis, por isso preferimos não publicá-las.

Falta muita "vontade política" e interesse na solução desse preocupante problema que se agrava a cada dia e prejudica a qualidade das águas de nossos rios. Ainda existe um número muito grande de políticos e administradores públicos que "por considerar que obras que ficam enterradas no chão, não são vistas e não dão votos" deixam de realizar obras de saneamento básico, destino final dos resíduos sólidos (lixos), preservação e recuperação dos mananciais, replantio das matas ciliares devastadas, desassoreamento dos leitos dos cursos d' água, investimentos em educação ambiental, etc.

Embora realizemos um trabalho simples, solitário, leigo, sem apoios, patrocínios e contribuições estamos muito satisfeitos por saber que após o início das atividades do SOS Rios do Brasil muitos outros blogs e sites foram criados em defesa de nossas águas, utilizam graciosamente nossas matérias e informações (às vezes até sem dar os devidos créditos) e incentivam cada vez mais um número maior de pessoas a se interessar pelos nossos recursos hídricos, debater o assunto nos fóruns da Internet, pesquisar mais sobre nossos rios e participar das ONGs e comitês de bacias. Louvem-se o trabalho dos professores e educadores que cada vez mais incentivam seus educandos a pesquisar esse importante tema.

Muito obrigado aos nossos 81 fiéis seguidores, aos nossos milhares de visitantes do Brasil e da América do Sul que até esta data totalizam 302.753 visitas ao Blog. Aos nossos amigos colaboradores que enviam suas matérias, links de publicações e artigos, denúncias e comentários. Muito obrigado também às agências de notícias, assessorias de comunicação, sites, revistas eletrônicas e blogs que nos enviam sistematicamente seus news letters, boletins, relatórios, informativos e nos permitem postá-los no Blog.

A participação PROATIVA em defesa dos rios do Brasil é muito importante e exige que descruzemos nossos braços, saiamos da litargia e dos discursos acadêmicos, das produções de imensas e profundas teses, TCCs e monografias que pouco acrescentam e resolvem, além de ampliar o currículo dos seus autores, das "soluções e promessas mágicas da época das eleições" e passemos a tratar com seriedade e responsabilidade os problemas dos rios do Brasil.

Modestamente e dentro de nossas possibilidades estamos fazendo a nossa parte e em breve lançaremos nosso Projeto AGUABRAS - "Amigos e Guardiões das Águas do Brasil" envolvendo nossas comunidades em ações práticas na defesa e preservação dos seus cursos d' água de superfície e subterrâneas.

Obrigado por acreditarem e prestigiarem o nosso trabalho!

"ÁGUA - QUEM USA, CUIDA"



Prof. Jarmuth Andrade
Instituto SOS Rios do Brasil




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RIOS DE SÃO PAULO - MEDINDO A QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO TIETÊ (SP) - V


Rios de SP: flutuador passa por área rural do Rio Tietê

Dia 02 Set 2009

O guardião do flutuador, Dan Robson, protege o equipamento, que leva duas microcâmeras para registrar a viagem, um GPS e um sensor que mede o nível de oxigênio na água.


VÍDEO DO SPTV - 1ª EDIÇÃO - GLOBO VÍDEOS






Flutuador registra mudança no nível de oxigênio do Tietê

Quarta-feira, 02/09/2009

Os efeitos da poluição nas águas do Tietê começaram a ser registrados pelo flutuador. Doze quilômetros à frente do ponto de início da jornada, houve mudança nos níveis de oxigênio.


VÍDEO DO SPTV - 2ª EDIÇÃO - GLOBO VÍDEO


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RIOS DE SÃO PAULO - MEDINDO A QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO TIETÊ (SP) - IV


Viagem do Flutuador pelo Tietê recomeça nesta quarta-feira (02/09)

Quarta-feira, 02/09/2009

O primeiro dia foi mais difícil do que o nosso aventureito esperava. O calor provocado pela roupa especial atrapalhou bastante. Os galhos e pedras dentro do Rio Tietê dificultaram a navegação.


VÍDEO DO BOM DIA SÃO PAULO - GLOBO VÍDEO




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1 de setembro de 2009

PROJETO RIOS DE SÃO PAULO - MEDINDO A QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO TIETÊ (SP) - III


Terça-feira, 01/09/2009

A partir desta terça-feira (1), o flutuador vai medir a qualidade da água do Rio Tietê. O equipamento foi desenvolvido pela TV Globo e pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

VÍDEO DO BOM DIA SP - GLOBO VÍDEOS


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