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25 de fevereiro de 2009

32ª ROMARIA DA TERRA DENUNCIA CRIMES AMBIENTAIS NO RS


Romaria da Terra denuncia crimes ambientais contra as águas no Rio Grande do Sul

25/2/2009

Lisiane Wandscheer

Com o tema "Água: sangue da Terra”, o evento deste ano foi realizado em Sapucaia do Sul, na região metropolitana de Porto Alegre e reuniu cerca de 15 mil pessoas

Brasília, DF - Cerca de 15 mil pessoas participaram ontem (24) de um protesto para denunciar os crimes ambientais no estado do Rio Grande do Sul. Organizada pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), pelo Vicariato Episcopal de Canoas e pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a 32ª Romaria da Terra também propôs a reflexão das comunidades sobre a importância da água.

Com o tema "Água: sangue da Terra”, o evento deste ano foi realizado em Sapucaia do Sul, na região metropolitana de Porto Alegre.

Hoje pela manhã os romeiros saíram da BR-116 e fizeram uma caminhada de aproximadamente 2 quilômetros até as margens do Rio dos Sinos, onde mais de 100 mil toneladas de peixes foram encontrados mortos, em outubro de 2006. A principal causa da tragédia foi o lançamento de resíduos tóxicos por empresas locais.

Segundo o representante do Vicariato Episcopal de Canoas, frei Wilson Dallagnol, no fim do evento foi lida uma carta chamada "Porque tocam os sinos" e que trazia as principais reivindicações do grupo.

“Ouvindo o clamor do Rio do Sinos e de tantas outras águas do Rio Grande do Sul denunciamos o crime ambiental de 2006 e acobertamento dos criminosos, o não tratamento adequado dos resíduos industriais, a omissão do poder público no tratamento dos esgotos domésticos, a equivocada visão da água como instrumento de lucro, a falta de proteção das nascentes”, diz o texto.

O grupo também criticou a criminalização dos movimentos populares no Rio Grande do Sul, o fechamento, por parte do governo do estado, das escolas itinerantes de ensino fundamental nos acampamentos do Movimento do Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a não-realização da reforma agrária conforme os anseios populares.

No Rio Grande do Sul, a Romaria da Terra foi realizada pela primeira vez em 1978.

Fonte: Agência Brasil/Portal do Meio Ambiente

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PNUMA PUBLICA O ESTUDO "PERSPECTIVAS DO MEIO AMBIENTE NA AMAZÔNIA"


Amazônia à beira do abismo

25/2/2009

Mário Osava

A bacia amazônica capta entre 12 mil e 16 mil quilômetros cúbicos de água pro ano e apenas 40% desse volume escorrem pelos rios. O restante se esvai na atmosfera pela evapo-transpiração das florestas e se distribuem pela América do Sul.
O desmatamento está reduzindo essa umidade que, viajando no vento, contribui para o equilíbrio hídrico de extensas áreas do continente, além de acentuar a erosão e a drenagem superficial que retira água dessa irrigação natural tanto da Amazônia como de terras agrícolas distantes.
Em 2026, uma Amazônia convertida na “última reserva de grãos do mundo”, cruzada por novas estradas e megaprojetos de energia e integração regional, atrai grandes investimentos, mas com redução de florestas e de águas limpas, em uma grave degradação ambiental acentuada pelos impactos da mudança climática.

Este é o cenário “Margeando o despenhadeiro” preparado pelo informe GEO Amazônia, elaborado nos últimos dois anos com contribuições de 150 cientistas dos oito países da região amazônica, coordenados pelo Centro de Pesquisa da Universidade do Pacífico, com sede em Lima.
O estudo Perspectivas do Meio Ambiente na Amazônia, patrocinado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e pela Organização do Tratado de Cooperação Amazônica, e divulgado no dia 19 deste mës, define quatro cenários futuros, combinando conhecimentos variados.

O mais otimista, “Amazônia emergente”, prevê para 2026 melhor gestão ambiental e controle das atividades produtivas, sob o conceito “quem contamina paga”, mas ainda com insuficiência em tecnologias ecoeficientes e em aproveitamento da biodiversidade.
Em outro cenário, “Luz e sombra”, a região continua buscando caminhos de desenvolvimento sustentável, com ênfase em ciência, tecnologia e inovação, e tentando frear atividades produtivas prejudiciais. “O inferno ex-verde” indica o futuro mais dramático, com “perda irreversível da riqueza natural e cultural”, mais pobreza e mais desigualdade.

A metodologia GEO (Global Environment Outlook), desenvolvida pelo Pnuma, é interessante, pois oferece uma visão de conjunto e aponta “situações possíveis condicionadas por diferentes fatores e incertezas” para orientar as decisões, disse Marcos Ximenes, diretor do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), que contribuiu para o informe.

O grande desafio é que esse amplo conhecimento seja “levado a sério pelos que tomam decisões”, disse Ximenes ao Terramérica, recordando sua experiência em outros informes GEO que não alcançaram resultados práticos.
De todo modo, esse processo de conhecimento global deve ser permanente, com mais recursos e promoção junto aos que decidem, acrescentou. Este primeiro informe foi preparado com escassos fundos e contribuições voluntárias, lamentou.

Os dados e as análises do GEO Amazônia não são novidade nem atuais ou completos, e reuni-los em uma visão sistêmica representa um avanço, inclusive por compreender toda a região, e não apenas suas partes nacionais, disse Adalberto Veríssimo, do Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).
Pela primeira vez, apresenta-se a área desmatada de toda a bacia, embora esteja “seguramente subestimada”, porque os países, com exceção do Brasil, ainda não desenvolveram sistemas de medição adequados, afirmou Veríssimo ao Terramérica.
A área desmatada acumulada, segundo o informe, era de 857.666 quilômetros quadrados em 2005, equivalentes a 17% de toda a Amazônia. A expansão do desmatamento atingiu 27.218 quilômetros quadrados como média anual entre 2000 e 2005.

O desmatamento já deve afetar mais de 18% de toda a Amazônia, e ao Brasil correspondem cerca de 15%, estimou Veríssimo, que sistematicamente monitora esse processo na porção brasileira. Em sua opinião, também é “conservador” o balanço das ameaças à biodiversidade, refletidas em 26 espécies já extintas, 644 em “perigo critico” e 3.827 em “perigo” e “vulneráveis”, pois se baseia em informações que já existem há alguns anos.
Porém, o GEO Amazônia cumpre um papel positivo, de induzir todos os países a melhorarem sua capacidade de pesquisa e monitoramento, orientando estudos e assinalando prioridades, afirma o pesquisador.

A atualização constante é necessária. O informe não reconhece, por exemplo, a redução da área desmatada no Brasil no ano passado, que contrariou uma correlação tradicional até agora de que quando os preços agrícolas subiam no mundo se desmatava mais terras, observou Paulo Barreto, também do Imazon.
De fato, o desmatamento brasileiro vem caindo desde antes da crise econômica mundial, quando os preços da soja e da carne bovina ainda estavam muito altos, fatores da expansão agropecuária amazônica, explicou.
O quadro histórico e atual, sintetizado no informe, não alimenta otimismos. A pecuária bovina, a atividade que mais desmata, passou de 34,7 milhões de cabeças em 1994. para 73,7 milhões em 2006 na Amazônia brasileira e se expande aceleradamente também nas áreas boliviana e colombiana.

A soja, a extração de madeira e minérios, os grandes projetos hidrelétricos brasileiros e outros da Iniciativa para a Integração da Infra-estrutura Regional Sul-Americana (IIRSA), considerados prioritários pelo governo brasileiro, constituem outras pressões econômicas sobre a floresta e a biodiversidade amazônicas.
A pressão demográfica se manifesta em uma população que cresce mais do que as médias nacionais. Os pouco mais de cinco milhões de habitantes de 1970 se multiplicaram por seis, chegando a 33,5 milhões em 2007, isto é, 11% do total populacional dos oito países amazônicos.

Dividido em sete capítulos, o informe GEO Amazônia cobre desde aspectos territoriais até a situação de hoje e os cenários futuros.
As conclusões indicam uma degradação crescente do ecossistema e a necessidade de maior participação da sociedade local nas discussões para definir “linhas de ação”, como construir uma visão integrada, harmonizar políticas públicas, desenhar estratégias conjuntas e promover a valorização econômica dos serviços ambientais.

Fonte: AmbienteJá / Envolverde/Portal do Meio Ambiente

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CAMPANHA SOS RIOS: DIGA NÃO ÀS ENCHENTES


Moradores tentam salvar seus pertences das enchentes/foto AE

Em Minas Gerais, 239 municípios já foram atingidos pelas chuvas desde 2008

Perto de um milhão de pessoas afetadas pelas chuvas. Dessas, 102,5 mil pessoas ficaram desalojadas, mais de 10 mil desabrigadas e 425 pessoas ficaram feridas. Além disso, 28,3 mil casas foram danificadas e 931 destruídas em Minas Gerais.

Desde setembro do ano passado, 239 municípios foram afetados pelas chuvas no estado de Minas Gerais. De acordo com o balanço da Defesa Civil do estado, 182 municípios decretaram situação de emergência e 30 pessoas morreram. O estado tem 853 cidades.

No total, 969,7 mil pessoas foram afetadas pelas chuvas. Dessas, 102,5 mil pessoas ficaram desalojadas, mais de 10 mil desabrigadas e 425 pessoas ficaram feridas. Além disso, 28,3 mil casas foram danificadas e 931 destruídas.

O último registro de enchente foi no município de Conceição dos Ouros, no sul do estado, onde a elevação dos rios Sapucaí Mirim, Capivari e do Ribeirão dos Ouros provocou inundações na zona rural e urbana, atingindo residências localizadas próximo às margens. A prefeitura e a Polícia Militar realizaram trabalhos de alerta e remoção da população atingida. A cidade tem 10,2 mil habitantes. (Fonte: Radiobrás)


O QUE SÃO ENCHENTES, COMO SE FORMAM

As enchentes são calamidades naturais ou não que ocorrem quando um leito natural recebe um volume de água superior ao que pode comportar resultando em transbordamentos. Pode ocorrer em lagos, rios, córregos, mares e oceanos devido a chuvas fortes e contínuas.

Em áreas rurais ocorre com menos freqüência, pois o solo bem como a vegetação se compromete a fazer a evacuação da água pela sucção da mesma provocando menores prejuízos. Normalmente ocorre com menos força não atingindo consideráveis alturas que provocariam a perda de alimentos armazenados, de máquinas e outros objetos.

Já nas áreas urbanas, ocorre com maior freqüência e força trazendo grandes prejuízos. Acontece pela interferência humana deixando assim de ser uma calamidade natural. A interferência humana ocorre em vários estágios começando pela fundação de cidades em limites de rios, pelas alterações realizadas em bacias hidrográficas, pelas construções mal projetadas de diques, bueiros e outros responsáveis pela evacuação das águas e ainda pelo depósito errôneo de lixo em vias públicas que com a força das águas são arrastados causando o entupimento dos locais de saída de água.

Como se percebe, as enchentes na maioria das vezes ocorrem como conseqüência da ação humana. Das dificuldades que uma enchente provoca pode-se destacar:

O abandono dos lares inundados,
A perda de materiais, objetos e móveis inundados ou arrastados pela água,
A contaminação da água por produtos tóxicos,
A contaminação da água com agentes patológicos que provocam doenças como amebíase, cólera, febre amarela, hepatite A, malária, poliomielite, salmonelose, teníase entre outras.
A contaminação de alimentos pelos mesmos agentes patológicos acima citados.

Além das atividades já citadas que colaboram com as formações de enchentes também devemos nos lembrar que as áreas urbanas são mais propícias à enchentes porque o solo dessas regiões são impedidos pelos asfaltos de absorver a água e também pela falta de vegetação ou pouca vegetação que contribui com a sucção da água.

Para impedir a continuação das enchentes e que inúmeras famílias percam seus patrimônios pode-se construir barragens e reservatórios em áreas de maior risco, bueiros e diques espalhados pela cidade com sua abertura protegida para impedir a entrada de lixos e ainda a conscientização da população para que não deposite lixo nas vias públicas.

Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola

O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO PARA EVITAR ENCHENTES EM SUA COMUNIDADE? OS BUEIROS ESTÃO LIMPOS? OS RIOS E CÓRREGOS SEM LIXOS E ENTULHOS? FAÇA A SUA PARTE, PARA NÃO LAMENTAR DEPOIS!

CONHEÇA E PARTICIPE DA NOSSA CAMPANHA "DIGA NÃO ÀS ENCHENTES"

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VOCÊ CONHECE O PAI DA ÁGUA VIRTUAL ?


A importância do trabalho de Anthony Allan reside nas relações que se conseguem extrapolar entre a produção agrícola, o uso da água, a economia e os processos políticos

Anthony Allan, "pai" da água virtual, premiado em Estocolmo em 2008

"água virtual" é aquela utilizada na produção de um bem ou serviço, desde o início de sua cadeia produtiva.

O cientista John Anthony Allan, 71 anos, foi o vencedor do Water Prize 2008 pelo desenvolvimento do conceito de “água virtual”. Allan, professor na Universidade de Londres, conseguiu chegar à fórmula que calcula a quantidade de água que é necessária para a produção de qualquer alimento ou produto. Esta fórmula alterou as políticas que envolvem o comércio mundial.

O prémio é atribuído anualmente pelo Instituto Internacional da Água de Estocolmo. O instituto tem como objectivo encontrar soluções sustentáveis para a gestão futura da água.

“As pessoas não consomem água só quando bebem ou tomam banho” diz o instituto, explicando a importância da ideia de Allan. “Em cada chávena de café estão 140 litros de água utilizados na sua produção, embalamento e distribuição”.

Segundo o instituto, por dia, cada norte-americano gasta 6800 litros de água, mais do que o triplo de um chinês. Através do seu estudo, Allan chegou à conclusão que existem países, como o Brasil, a Argentina e os Estados Unidos que exportam milhões de litros de água. Enquanto outros, como o Japão a Itália e o Egipto, importam milhões de litros.

Allan, que investiga no King’s College de Londres, desenvolveu este conceito em 1993. Desde aí tem aplicado o estudo em várias áreas problemáticas como a escassez de água no Médio Oriente. Segundo o professor, estes países, que têm pouca água, podem optar por importá-la através de produtos alimentares. Desta forma, não têm que pressionar os seus recursos hídricos na produção “caseira” desses alimentos.

A crise da água é um dos problemas do século XXI. Em 2020, cerca de 250 milhões de pessoas em África podem sofrer de falta de água. As alterações climáticas são uma das principais causas.

O prémio anual do Instituto Internacional da Água de Estocolmo distingue pessoas, instituições ou organizações que estejam envolvidas em projectos que contribuam para a conservação ou protecção dos recursos hídricos.


140 litros de água para fazer um café

Investigador estudou quantidades necessárias deste precioso líquido para produzir alimentos

O professor universitário britânico John Anthony Allan desenvolveu uma teoria denominada «água virtual» que permite medir a quantidade deste líquido que é gasta na produção de alimentos.

Segundo ela, uma chávena de café, por exemplo, equivale a um gasto de 140 litros de água. Este estudo valeu a Allan o «Prémio Estocolmo da Água 2008», noticia a agência Lusa.

No caso do café, os cálculos do investigador têm em conta os consumos de água desde o cultivo à produção e ao empacotamento do café.

Com o mesmo sistema, o britânico chega à conclusão de que para obter meio quilo de queijo: são necessários 2.500 litros de água, enquanto um quilo de carne de vaca, até chegar ao consumidor, exige o dispêndio de mais de 10 mil litros.

POR DIA:

um ser humano consome entre dois mil e cinco mil litros de «água virtual», segundo esta forma de fazer contas.

(Fontes: Publico.pt/Suelly Marquêz - Blog Anis com Canela)


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24 de fevereiro de 2009

PARANÁ DISTRIBUE CARTILHA PARA AJUDAR A PRESERVAR NASCENTES, MATAS CILIARES E DEMAIS RECURSOS NATURAIS

Laboratório do LACTEC - UFPR

Cartilha distribuída no Paraná vai auxiliar prefeituras na preservação dos recursos naturais

Danielle Jordan / AmbienteBrasil 24/02/2009

O projeto desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (Lactec - PR), em parceria com o Governo do Estado, dá orientações aos administradores municipais sobre preservação de recursos naturais e como tornar o uso da energia elétrica mais eficiente, economizando na conta de luz.

“Este é o primeiro ensaio que o Lactec faz para se aproximar à administração pública municipal, tanto na economia de energia quanto no setor de meio ambiente”, afirma o presidente do Instituto, Luiz Malucelli Neto.

Fazem parte desse material, temas como saneamento ambiental, destinação de resíduos sólidos, preservação de nascentes e mata ciliar, plano diretor, educação e licenciamento ambiental e eficientização energética para iluminação e prédios públicos. “Hoje nós temos um passivo ambiental muito grande. Problemas como lixo orgânico, lixo hospitalar, esgoto a céu aberto, são tratados na cartilha para que esses passivos sejam reduzidos”, avalia o presidente.

Técnicos do Lactec vão acompanhar de perto o trabalho nos municípios para auxiliar as secretarias municipais de meio ambiente. As fontes alternativas de energia são destaques no trabalho do órgão, que tem projetos avançados nesta área. “Oferecemos um estudo detalhado para que o município possa economizar até 40% em energia. Nós já trabalhamos em 400 cidades do Brasil, do Rio Grande do Sul ao Amazonas”, explica Luiz Malucelli Neto.

O Lactec é um centro de pesquisa tecnológica, sem fins lucrativos, que contribui e promove o desenvolvimento econômico, científico e social, preservando e conservando o meio ambiente, através de soluções tecnológicas. (Fonte: Ambiente Brasil)

O QUE É O LACTEC

O LACTEC -
Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento - é um centro de pesquisa tecnológica, sem fins lucrativos, auto-sustentável, que por meio de soluções tecnológicas contribui e promove o desenvolvimento econômico, científico e social, preservando e conservando o meio ambiente.

Como entidade auto-sustentável, o LACTEC obtém recursos pela venda de projetos de Pesquisa e Desenvolvimento e de outros serviços tecnológicos. É responsável por todas as suas despesas com recursos humanos, instalações e demais custos necessários para sua operação, não estando vinculado, financeiramente, a nenhuma empresa privada, nem órgão ou empresa pública.

Foi certificado, no ano 2000, pelo Ministério da Justiça, através da Lei 9.790, como O.S.C.I.P.(Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), que lhe permite, dentre outros desenvolvimentos, o de parceria com o setor público através da dispensa do processo licitatório.


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DMAE DE UBERLÂNDIA - UM EXEMPLAR SERVIÇO DE ÁGUA E ESGOTO



Água: Um Bem Comum - DMAE Uberlândia - MG

Tema 20: O Caminho

Atores declamam trechos de poemas sobre a água e músicos cantam a música tema da série Água: Um Bem Comum, na presença de alguns convidados que apreciam a beleza da vida às margens do rio Uberabinha.


Veja o belo vídeo gravado nas margens do Rio Uberabinha - Clique


UM PROJETO INTERESSANTE PARA VC FAZER EM SUA COMUNIDADE

O DEMAE - Departamento Municipal de Água e Esgoto da cidade de Uberlândia (MG) além de excelentes ações de educação ambiental, importantes campanhas em defesa da água, realizou um interessante e importante projeto de Preservação Ambiental "ÁGUA - UM BEM COMUM", onde através de 20 (vinte) vídeos, muito bem gravados trata de diversos temas relacionados a água.

(Excelente material para ser usado na "Semana da Água 2009"):

Água: Um Bem Comum – 01: Nascentes

Água: Um Bem Comum – 02: Contemplação

Água: Um Bem Comum – 03: Inspiração

Água: Um Bem Comum – 04: Voluntários

Água: Um Bem Comum – 05: Veredas

Água: Um Bem Comum – 06: Panorâmica

Água: Um Bem Comum – 07: Punição

Água: Um Bem Comum – 08: Conflito

Água: Um Bem Comum – 09: Solidariedade

Água: Um Bem Comum – 10: Comunicação

Água: Um Bem Comum – 11: Profissões

Água: Um Bem Comum – 12: Consciência

Água: Um Bem Comum – 13: Direito

Água: Um Bem Comum – 14: Desperdício

Água: Um Bem Comum – 15: Resíduos

Água: Um Bem Comum – 16: Renascimento

Água: Um Bem Comum – 17: Futuro

Água: Um Bem Comum – 18: Ligações

Água: Um Bem Comum – 19: Escolhas

Água: Um Bem Comum – 20: O Caminho

Conheça a história do DMAE de Uberlândia, que hoje ocupa a 25ª posição entre as campeãs em infra-estrutura, segundo estudo da Simonsen Associados, divulgado no Anuário da Revista Exame. O Dmae posiciona-se também entre as 20 melhores experiências do País em saneamento ambiental, de acordo com a publicação anual da Assemae - Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento. VEJA MAIS


Rio Uberabinha - Sucupira (foto: Blog Anis com Canela)


CONHEÇA O RIO UBERABINHA, (118 Km)
(principal manancial abastecedor de Uberlândia - MG)

* Matéria não publicitária - apenas como divulgação de bons serviços em defesa das águas

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O TEMA ÁGUA NO CARNAVAL 2009

Neguinho da Beija-Flor, ao assumir o microfone, pela primeira vez não deu o grito de guerra "Olha a Beija-Flor aí, gente'. Disse, emocionado; - Agradeço a Deus e a todos que lutaram pela minha recuperação - referindo-se ao câncer de que é vítima.

NO RIO DE JANEIRO

Beija - Flor : “No Chuveiro da Alegria, quem banha o corpo lava a alma na folia.”

A Beija-flor de Nilópolis, bicampeã do Carnaval do Rio, que terá Neguinho da Beija-Flor (foto acima) como intérprete e, segundo a escola, durante o esquenta da bateria, será celebrado o casamento do artista em plena avenida. A história do banho será o tema da escola e o show promete: a escola diz que vai levar 7 mil litros de água para a Sapucaí, para compor os cenários do desfile.

Sinopse: A Beija-Flor lança mão de um dos mais importantes elementos vitais para dar um verdadeiro 'banho' na Marquês de Sapucaí em 2009. A azul-e-branco de Nilópolis pretende contar a relação entre a humanidade e a água. Aliás, debaixo de chuva, a comunidade de Nilópolis ganha uma força extraordinária e faz desfiles memoráveis como o de 1986, 'O mundo é uma bola'. Uma tempestade (que atingiu exclusivamente o desfile da Beija) levou os componentes a uma vibração fora do comum, cantando o samba e enchendo os olhos de quem assistia ao espetáculo.

A partir de toda essa intimidade com a água, a Beija-Flor vai resgatar na avenida a história do banho ao longo dos tempos. O banho de todo dia, o banho medicinal, o banho como ritual religioso e o principal: aquele que lava a alma.

Água limpa, perfumada com ervas e óleos aromáticos, o banho purifica o corpo e o espírito, na história de muitos povos e quase todas as religiões. O carnavalesco Alexandre Louzada explica: “A relação da humanidade com a água vem da gestação. Ficamos nove meses tomando banho dentro da barriga de nossas mães. Isso é citado no enredo. A partir daí, a gente transporta essa relação na materialidade do banho, desde quando ele é considerado banho no sentido de asseio, de perfumar o corpo, que começou no Egito”.

“Vamos falar do banho de lua, banho de sol, banho de gato, o banho de chuva, que já acostumamos a tomar na avenida. E, claro, o 'banho de alegria' que daremos no público”, brinca.

O BANHO DE CLEÓPATRA EM PLENA AVENIDA - Veja o vídeo

NA BAHIA


INGÁ : Dezoito Afoxés levarão mensagem do uso racional da água no Carnaval de Salvador

Para estimular a consciência ambiental em relação ao uso racional da água no Carnaval de Salvador, o Instituto de Gestão das Águas e Clima (INGÁ), autarquia da Secretaria do Meio Ambiente, conta esse ano com o apoio de 18 afoxés, entidades que atuarão como multiplicadores da mensagem de alerta sobre a importância da conservação das águas durante a folia. Isto porque os afoxés também carregam o simbolismo da água como algo a ser protegido e cuidado.

Para desfilar no Carnaval, os afoxés, que possuem uma relação sagrada com a água, receberão do INGÁ um reforço financeiro de R$ 10 mil cada, através do convênio com a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, dentro do programa Carnaval Ouro Negro. Para o coordenador do Carnaval Ouro Negro, Edvaldo Bolagi, este apoio irá valorizar ainda mais a beleza e tradição dos blocos afros e afoxés.

EM SANTA CATARINA

Ambiente é tema das escolas no Carnaval de São Francisco do Sul

As quatro escolas de samba da cidade desfilaram na noite deste domingo

O desfile das escolas de samba de São Francisco do Sul começou na noite deste domingo com a apresentação da escola Filhos da Ilha. A escola de samba trouxe para a passarela do Centro Histórico o tema "Os quatro elementos", com fantasias que representam o fogo, a terra, a água e o ar.

EM SÃO PAULO

X-9 Paulistana trouxe a Amazônia como tema e fez homenagem a Lula e Obama -


Carnaval SP 2009
- Buscando conquistar o terceiro título do grupo especial do carnaval Paulistano, a X-9 Paulistana trouxe em seu enredo a Amazônia.
Através de um tema bastante discutido e levado ao sambódromo através de outro ângulo, a X-9 Paulistana buscou surpreender seus concorrentes.
A polêmica VIVIANE CASTRO
desfilou apenas de pintura corporal, para uma boa cobertura. "Vende" stand em seu ventre, em consonância com o tema da escola de samba, que é contra a internacionalização da Amazônia. Veja Mais

EM ILHA BELA (SP)

Preservação ambiental foi o tema do carnaval deste ano em Ilhabela
As escolas de samba de Ilhabela levaram para a avenida este ano temas voltados à preservação ambiental e muitas homenagens. Segundo a presidente da Liga das Entidades Carnavalescas de Ilhabela (LECI), Noemi Petarnella, as quatro agremiações se prepararam para o desfile realizado na segunda-feira de Carnaval, dia 23 de fevereiro.

Unidos de Padre Anchieta é a campeã do carnaval de Ilhabela 2009
A Escola de Samba Unidos de Padre Anchieta sagrou-se pela sétima vez, campeã do Carnaval de Ilhabela no IX Concurso de Escolas de Samba.

A agremiação é a escola mais antiga da cidade e conquistou o título de heptacampeã com o enredo “Água, infinita até que acabe”.

Empolgados com a vitória, os integrantes e organizadores da Padre Anchieta, como é mais conhecida, vibraram ao terminar a contagem dos pontos. A escola que surgiu de uma roda de samba, existe há 37 anos e com nove anos de competição perdeu apenas duas vezes, em 2003 e 2007.

EM CATANDUVA (SP)

A programação do Carnaval 2009 de Catanduva, que acontece entre os dias 20 e 23 de fevereiro na avenida Theodoro Rosa Filho, terá quatro escolas de samba, quatro trios elétricos, desfile de carros oficiais, bonecões, performances artísticas, bandas e fanfarras com marchinhas, presença da família real e várias outras atrações.

Temática

Em 2009, Catanduva seguirá o tema “Às Margens do Rio São Domingos, Terra de Sapucaí”, para festejar a evolução ambiental que acontecerá no rio São Domingos após a despoluição, e cantará uma estória divertida com Charles Darwin, centrada na evolução dos seres, exatamente no ano em que se comemora 200 anos de seu nascimento.


NO PIAUÍ

Secretaria da Administração promove carnaval ambienta
l

Secretaria de Administração do Estado (Sead), realizou a sua programação cultural de carnaval.
A festa contou com a participação da Escola de Samba “Sambão”, com a apresentação de projetos de preservação do meio ambiental e palestras educativas. O evento denominado “Carnaval Legal com Educação Ambiental”, encerrou com previa carnavalesca.

EM RORAIMA

A terceira escola de samba a se apresentar no Carnaval 2009 é a Império Roraimense, que vem com o tema ambiental "Educar para Preservar".
Com 600 integrantes, a Império treina todos os dias, a partir das 20h, na praça Mané Garrincha, bairro Tancredo Neves. O presidente da escola é o mesmo da Liga das Escolas de Samba, Nuno Carneiro, em Boa Vista (RR)


SE VC TEM CONHECIMENTO DE OUTRAS ESCOLAS DE SAMBA QUE TIVERAM O TEMA "ÁGUA" OU "RIOS", POR FAVOR, NOS INFORME!

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CHUVAS DESTROEM LAGO DO PARQUE DA ACLIMAÇÃO EM SP

O prefeito Gilberto Kassab (DEM) visitou na manhã desta terça-feira o local onde secou o lago do parque da Aclimação, na região central de São Paulo (Foto Guadagnoli - Secom)

Resgate dos últimos bichos de lago que secou atrai curiosos no parque da AclimaçãO (SP)


Elisa Estronioli - UOL Notícias 24/02/2009

Imagem mostra lodaçal surgido após o secamento do lago do parque da Aclimação, na região central de São Paulo. O lago, de cerca de 33 mil metros quadrados, esvaziou no final da tarde de ontem, após um rompimento no sistema de circulação da água.

Cerca de 20 guardas civis metropolitanos e alguns frequentadores do parque da Aclimação passaram parte desta terça-feira de Carnaval tentando resgatar os últimos 'sobreviventes' do esvaziamento do lago do parque, na região central de São Paulo. De acordo com a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, um rompimento na parte inferior do vertedouro (tubulação que regula o nível da água), provavelmente causado pela força das chuvas, levou o lago a esvaziar na tarde de ontem.

Imagem mostra peixes mortos após o secamento do lago do parque da Aclimação, na região central de São Paulo - (Foto: Elisa Estronio/UOL)

Peixes e aves aquáticas são resgatados de lago que secou no parque da Aclimação em SP

Ao menos 200 peixes e 40 aves aquáticas, como cisnes e gansos, foram resgatados do lodaçal no parque da Aclimação, no centro de São Paulo, após o rompimento do sistema de circulação de água que fez com que o lago do local secasse ontem à tarde

Segundo a secretaria, os animais resgatados - patos, cisnes, gansos e peixes - foram levados para o viveiro Manequinho Lopes, onde receberão tratamento até que o lago volte a existir - o que ainda não é previsto, já que a secretaria aguarda a realização de um laudo para determinar os reparos a serem feitos no local.

Hoje, por volta das 14h, só havia um marreco e um cisne isolados no lago. Os guardas e os frequentadores envolvidos no resgate estenderam uma corda sobre o lago para tentar 'empurrar' os bichos para a margem. De acordo com a Guarda Civil, não é possível entrar no lodaçal a pé ou de bote, sob perigo de atolar. "É triste ver o pessoal trabalhando com tanta precariedade, sem equipamento", comentou Marcelo Fracato, 43, médico e frequentador do parque, enquanto acompanhava. O marreco foi retirado, mas o cisne permanecia no lodaçal, pelo menos até as 15h.

A estudante de biologia Thioni Carreti, 20 anos, era uma das frequentadoras do parque que tentava ajudar no resgate: "soube pela TV e fiquei desesperada", diz. "O cisne está atolado e fazendo muito esforço, mas assustado pela quantidade de gente que tem aqui".

Na administração do parque, uma reclamação comum era que a quantidade de 'curiosos' assistindo ao resgate dificultava o trabalho. Algumas pessoas foram, 'indignadas', pedir que o parque fosse fechado para o resgate, entre elas a advogada Thaís Barbour, 36 anos: "o cisne está estressado com esse um milhão de curiosos em volta", alegou.

Matéria enviada pela colaboradora Profª Adriana A. Caldeira de São Bernardo do Campo

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SERGIPE EM ESTADO DE ALERTA CONTRA A DENGUE


Rodízio de água e chuvas deixam Sergipe em alerta contra dengue

O rodízio de água, que leva as pessoas a acumularem o produto em reservatórios, e as chuvas passageiras deixam o governo de Sergipe em alerta. A gerente do Núcleo de Endemias da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Sidney Sá, diz que as famílias devem prevenir a doença, evitando acumular água em garrafas, pneus, vasos de plantas e caixas d'água, entre outros objetos. "Precisamos ter a população como parceira no combate à dengue. Do contrário, iremos perder a batalha para o mosquito (transmissor da doença)", afirma.

Sidney lembra que as prefeituras têm a responsabilidade e a competência de detectar e destruir os criadouros do Aedes aegypti e combater o mosquito na fase adulta. “Tudo que fizemos até agora pode não valer de nada se houver interrupção dessas ações, porque aqueles locais que antes não continham água, agora estão sendo molhados pela chuva e podem se transformar em criadouros”, explicou.

Dos 600 agentes de endemias contratados pelo estado, 150 formam a brigada itinerante, que percorre os municípios intensificando o combate ao mosquito. Segundo nota publicada pelo governo sergipano, a Secretaria de Saúde já fez trabalho de prevenção nos municípios de Monte Alegre de Sergipe, Pinhão, Laranjeiras, Porto da Folha, Riachuelo, Pirambu, Tobias Barreto, Simão Dias, Brejo Grande, Amparo de São Francisco, Santana do São Francisco e Aracaju. (Fonte: G1)

PESQUISADORES NO COMBATE A DENGUE

Uma solução simples, barata, caseira que todo mundo pode fazer em casa e se livrar do perigoso mosquito transmissor da doença.

Em Sergipe uma receita simples que usa a citronela ajuda a afastar o mosquito transmissor da dengue que já atingiram 25.600 casos. CLIQUE E ASSISTA O VÍDEO
(Fonte: TV Cabo Branco)

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23 de fevereiro de 2009

CIDADES COSTEIRAS - PREPAREM-SE PARA O PIOR, DIZEM OS CIENTISTAS


Mar subirá 1,80 m até 2100, diz estudo

Folha Online - 23/02/2009

A velocidade com que o nível do mar está subindo agora é quase o dobro daquela verificada no século 20. Já se sabia que o fenômeno -alimentado pelo aquecimento global- era grave, mas os dados mais recentes, coletados desde 1993, mostram que a elevação da linha d'água até 2100 será de 1,80 metro, mais do que o dobro da prevista pelo painel do clima da ONU.

"Entre 1993 e 2008, a taxa média global registrada foi de 3,4 mm por ano", disse à Folha a pesquisadora francesa Anny Cazenave, do Centro Nacional de Estudos Espaciais de Toulouse (França). Esse número, obtido por medições de satélite que geraram uma série histórica inédita, ganha um ar de gravidade quando comparado a outro: entre 1950 e 2000, a elevação média do mar era de 1,8 mm por ano, diz a cientista.

"Mas a maior surpresa não é essa", diz Cazenave, que apresentou suas recentes medições -processadas até dezembro- na reunião da AAAS (Sociedade Americana para o Avanço da Ciência), encerrada na semana passada em Chicago.

"As causas dessa aceleração do nível do mar também mudaram", diz. Entre 2003 e 2008, o derretimento das geleiras e dos mantos de gelo (Groelândia e Antártida) contribuiu com 80% da elevação. A expansão térmica -o aumento de volume da água pelo aquecimento- ajudou com cerca de 20%.

Na virada do século, porém, o cenário ainda era diferente. Entre 1993 e 2003, o aquecimento da água do mar explicava 50% do fenômeno, enquanto as massas de gelo respondiam por 40%. (Ainda não existem dados para explicar os 10% que fechariam a conta.)

Para os cientistas, não há dúvida: as atenções devem ser voltadas agora para regiões como o Ártico, a Antártida e as demais geleiras continentais. Entre essas áreas, o norte da Terra é o mais rico em gelo.


Um metro a mais

"Hoje, tanto os mantos de gelo quanto as geleiras continentais [na Antártida, na Groelândia, nos Andes ou no Himalaia] têm igual relevância, mas tudo indica que os primeiros serão cada vez mais importantes daqui para a frente", disse Stefan Rahmstorf, pesquisador da Universidade de Potsdam (Alemanha), que apresentou suas pesquisas no evento da AAAS, às margens do rio Chicago.

As contas do pesquisador alemão sobre o futuro do nível médio do mar indicam que os modelos apresentados até hoje estão otimistas demais. "Em 2100, posso dizer agora, o nível dos oceanos deverá estar aproximadamente um metro acima do que estava previsto pelo modelo [mais pessimista] do IPCC", o painel do clima das Nações Unidas que contou com a participação de Rahmstorf.

Acreditava-se que nível do mar não deveria subir mais do que 60 cm até 2100 (comparado com 1980-1999). Agora, porém, estima-se a marca de 1,80 metro. "E o nível do mar não vai parar de subir em 2100. Ele poderá chegar até 3,5 metros em 2200 e bater os 5 metros em 2300", disse Rahmstorf. No passado, mostrou o pesquisador, o nível do mar atingiu o pico há 40 milhões de anos. As águas estavam mais de 70 metros acima do que estão hoje.

Apesar de um nível do mar elevado não ser novidade para o planeta, a espécie humana, que surgiu há apenas 200 mil anos, nunca viu algo assim.

De acordo com Cazenave, as medições já feitas nestes últimos 16 anos mostram três regiões onde a subida do nível do mar já é realidade. "As áreas mais afetadas são o oeste do oceano Pacífico, o litoral da Austrália e também a Groelândia", diz a cientista.

Como as previsões não são uniformes, e levam em conta valores médios, uma pergunta de interesse pessoal foi feita por um espectador da palestra em Chicago. "Sou da Flórida. Quero saber o que vai ocorrer lá", disse. "Vocês [cientistas] é que têm de dizer onde o mar subirá nos próximos anos."

Mas os cientistas silenciaram, e a questão também continua aberta para quem vive na Califórnia, no Taiti ou no Recife. Diante da dúvida, o melhor que cidades costeiras têm a fazer é se prepararem para o pior. (Fonte: Folha Online)


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DELEGACIA DO MEIO AMBIENTE DE GOIÁS PUNE POLUIDORES

Dema divulga lista dos 50 poluidores do Rio Meia Ponte

(Foto lavanderia polui córrego Caveirinha - Diário da Manhã - GO)


Diario da Manhã - Cidades - Dia 17/02/2009

Márcia Fabiana - DA EDITORIA DO DMREVISTA

Cinquenta empresas instaladas às margens do rio Meia Ponte foram indiciadas pela Delegacia Estadual do Meio Ambiente (Dema) por poluírem o rio.

São lavanderias, áreas de produção de hortaliças, oficinas, garagens e lavajatos que jogam detritos diretamente no rio, sem tratamento e controle de emissão, e o mais grave: nenhuma delas tem licença para funcionamento. A investigação é uma parceira com a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e Agência Municipal do Meio Ambiente de Goiânia (Amma) e levou um ano para identificar as empresas. A força-tarefa foi realizada nos municípios de Goiânia, Goianira, Inhumas, Nerópolis e Ouro Verde. A pena aos infratores varia de seis meses a um ano de detenção.

Os Termos Circunstanciados de Ocorrências (TCOs) serão encaminhados para os fóruns de Justiça das cidades onde as empresas estão instaladas até o final desta semana. Os autos de infração são contra as irregularidades e advertências, para que os proprietários façam adequação de suas atividades junto ao poder público, que são definidas pela Semarh e Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma).

A investigação constatou que, além da ausência de licença para funcionamento, são seis os tipos de crimes mais comuns das fontes poluidoras: impedir ou dificultar a regeneração natural, poluição culposa, deixar de recuperar área degradada (principalmente em casos de extração de areia), construir ou fazer funcionar empreendimento poluidor sem licença, promover construção em solo não-edificável e usar de forma inadequada substâncias tóxicas (no caso, agrotóxicos em hortaliças).

O titular da Dema, Luziano Carvalho, aponta como crimes mais graves as empresas potencialmente poluidoras dentro de Área de Preservação Permanente (APA), como é o caso de uma oficina mecânica de ônibus às margens do Capim Puba, em Goiânia; funcionamento de fábrica de doce em Área de Preservação Permanente (APP) na cidade de Nerópolis, e fábrica de farinha às margens do rio em Inhumas. “As advertências para essas empresas vão servir de exemplo para todas que estão irregulares na margem do rio. O Meia Ponte está na UTI e agora precisamos tratá-lo”, destaca o delegado Luziano.

Para o comerciante Gilmar Tadeu dos Santos, 46, dono de uma oficina de ônibus há seis anos no Setor Marechal Rondom, em Goiânia, o indiciamento é uma surpresa, pois ele afirma que, quando alugou o imóvel, o proprietário alegou que o prédio estava legalizado. Entretanto, Gilmar foi indiciado por causar contaminação na água com derivados de petróleo e outros combustíveis. A oficina está edificada em APP e também provoca poluição no solo e na atmosfera. O mecânico recebeu prazo de 60 dias para se regularizar. “Mas não vou esperar o prazo vencer. Vou embora da região, pois quero paz”, diz Gilmar.

Conheça as empresas autuadas


Relação de TCOs – Rio Meia Ponte


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PESCA IRREGULAR É COMBATIDA EM SANTA CATARINA E ALAGOAS


Força Verde apreende 6 toneladas de peixes pescados irregularmente

Carga estava em dois barcos de Santa Catarina que praticavam pesca predatória no Litoral do Paraná.

O dono das embarcações responderá por crime ambiental. O proprietário também será autuado entre R$ 700 e R$ 100 mil . A legislação prevê outra multa de R$ 20 por quilo de peixe apreendido. “Acreditamos que só o peixe deverá chegar a R$ 100 mil em multa”, afirma o tenente Gruntowski, da Força Verde.

As embarcações saíram do Porto de Santos (SP) com 11 tripulantes de Santa Catarina e São Paulo para a pesca parelha – quando dois barcos navegam lado a lado com uma rede que, neste caso, tinha 40 metros de comprimento e 2 de altura.

Durante toda a temporada (que começou em 19 de dezembro), 122 embarcações foram abordadas em fiscalizações que têm por objetivo inibir a pesca predatória. Para as ações preventivas, o IAP e a Força Verde terão mais um reforço. Helicópteros serão integrados aos barcos para que haja identificação das embarcações irregulares por ar e a abordagem pela água. (Fonte: Gazeta do Povo Online/Notícias Ambiente Brasil)

BPA apreende redes de pesca predatória em Alagoas

Durante uma operação de rotina, policiais militares do Batalhão de Polícia Ambiental apreenderam na madrugada deste domingo (22) nove "candangos" - redes de pesca predatória com malhas reduzidas. O material foi encontrado em trechos da Lagoa Manguaba, no município de Marechal Deodoro (AL).

De acordo com o subcomandante do BPA, capitão Marcos Aurélio, o tipo de rede apreendida tem prejudicado a fauna aquática. "Ao usar os candangos, o pescador impossibilita o desenvolvimento de peixes e crustáceos que ainda estão em fase de crescimento", explica o oficial.

O uso de candangos é proibido e é passível de sanções penais, administrativas e de multa. O inciso II do artigo 34 da Lei dos Crimes Ambientais de 1998 define que a pesca em quantidades superiores às permitidas, ou mediante a utilização de aparelhos, petrechos, técnicas e métodos não permitidos.

"Mesmo com o risco, os pescadores continuam desrespeitando o meio ambiente e quando percebem a fiscalização dos nossos policiais conseguem fugir fogem pelas matas que ficam às margens das lagoas", disse ainda o subcomandante do BPA. Segundo ele, nos casos de pescas com candango é lavrado o TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência) e a reincidência culmina na prisão em flagrante.

Somente neste ano, o Batalhão de Polícia Ambiental apreendeu quarenta redes do tipo candango. (Fonte: Alagoas 24 Horas/Notícias Ambiente Brasil)

PARA TRABALHAR COM SEUS ALUNOS - Jogos



http://www.seed.slb.com/pt/scictr/watch/climate_change/anim/toc/index.htm

Após o jogo, trabalhe com os alunos as dificuldades encontradas na atividade e quais os fatores que interferiram no sucesso de seu jogo.
Este vídeo trabalha questões relativas à pesca, ao consumo de pescados e a alternativa encontrada em alguns países europeus para minimizar os impactos da pesca na natureza: a aqüicultura. (Fonte: Profª Andrea da Silva Castagini - PR - Site Portal do Professor - MEC)


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ENCONTRO DAS ÁGUAS AMAZÔNICAS


Encontro das águas na Amazônia


Encontro do Rio Negro e Rio Solimões (foto do Blog Juiz Carlos Zamith Junior)


Encontro das águas do Rio Amazonas e Rio Tapajós (em Santarém)

Amazônia tem rios de três cores distintas; entenda a diferença entre eles

Um dos locais que mais encanta os turistas que vão para a Amazônia é o ponto onde se encontram as águas barrentas do Rio Solimões com as águas escuras e transparentes do Rio Negro. A poucos quilômetros de Manaus, têm-se a impressão que dois mares – um de tinta branca e outro de tinta negra – teimam em não se misturar.

O que pouca gente sabe, porém, é que a região é repleta de encontros entre rios de cores diferentes, e que o tom da água pode definir as espécies de peixes e de plantas que vivem por ali. Segundo o pesquisador Bruce Forsberg, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), há três tipos básicos de rios na Amazônia: os rios de águas brancas, águas negras e águas claras.

Águas brancas

Os rios de água branca, como o Solimões, são os que nascem em lugares muito montanhosos. “Tem que ter relevo na cabeceira. O Juruá e o Purus, por exemplo, têm cabeceira nos Andes”, explica Fosberg. A coloração barrenta da água vêm da terra que esses rios arrancam das montanhas quando descem.

A coloração “suja” da água não significa que ela não seja apreciada pelos peixes. Junto com o barro, muitos nutrientes ajudam plantas a crescerem no leito do rio, alimentando os animais aquáticos. “Os bagres migradores, por exemplo, desovam na cabeceiras dos Andes. Eles vivem nos rios de água branca”, conta o pesquisador.

Águas negras

Já nos rios de água negra ocorre o inverso. Eles nascem em locais baixos, e não levam sedimentos. “Eles passam por áreas com solos encharcados e áreas alagáveis. Isso tem muito na bacia do Rio Negro. São áreas que têm muito material orgânico”, ensina Fosberg. Alguns animais são exclusivos desses tipos de águas. “O [peixe] cardinal, por exemplo, só é encontrado no Rio Negro.”

Quem mora na Amazônia – e principalmente quem viajou para lá – percebe um fenômeno interessante nos rios de água negras: eles têm menos pernilongos. Segundo o pesquisador do INPA, isso ocorre porque as águas têm menos nutrientes, e não fazem muito o gosto dos insetos.

Águas claras

Em menor número, mas muito apreciados por suas belas praias, são os rios de águas claras. Eles nascem em locais de pouco relevo, e passam por poucos locais alagáveis. Isso faz com que a água seja límpida. É o caso do Rio Tapajós e do Xingu.

Encontros das águas

Na Amazônia, é possível observar vários encontros entre rios com águas de coloração diferente. Além da famosa confluência do Negro e Solimões, também se pode ver o encontro do Tapajós ou do Xingu com o Amazonas (claro com branco), ou do Rio Branco com o Rio Negro (branco com negro).

Dependendo da época do ano, podem ser necessárias centenas de quilômetros para que as águas se misturem totalmente. Segundo Fosberg, isso ocorre porque os rios são calmos e muito grandes. “Um afluente pequeno se mistura poucos quilômetros rio abaixo”, conta. (Fonte: Globo Amazônia/ NOTÍCIAS AMBIENTE BRASIL)

ATENÇÃO COLABORADORES:
Estamos procurando fotos do encontro das águas do Rio Xingu/Amazonas; Rio Branco/Rio Negro; Rio Juruá /Amazônas e Rio Purus/Solimões. Se vc tiver, por favor, envie para nós. Obrigado.

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21 de fevereiro de 2009

PROFª AMYRA EL KHALILI VENCE O PODEROSO PROVEDOR GOOGLE

Profª Amyra El Khalili

1534 - COMUNICADO
Aliança BECE-RECOs

Redes de Cooperação Comunitária Sem Fronteiras


"...A ré, que detém a titularidade do site Orkut, afirma que neste caso o seu serviço se limita à hospedagem de páginas pessoais de usuários, o que significa que ela não tem controle sobre o seu conteúdo. Por consequência, ela imputa ao usuário a responsabilidade pelos crimes cometidos através da internet e pelos danos que causam a terceiros. Entretanto, pelo doc.02 da contestação, ou seja, pelo termo de uso que vincula a ré ao referido usuário, pode-se verificar na cláusula 8.3, que a ré tem condições de pré-selecionar e filtrar o conteúdo de qualquer serviço, tanto é que a ela se reserva no direito de fazê-lo quando entende cabível. Isto significa que a ré pode sim confirmar o conteúdo das informações que hospeda antes de divulgá-lo pela internet. Por esta razão, se ela tem meios para fazê-lo, não pode alegar que não o fez no presente caso, pois precisava de tempo para tanto. O trabalho da ré neste sentido deve ser preventivo e não posterior à divulgação como ela entende. A veiculação da imagem ou nome na internet atinge número ilimitado de pessoas. Por esta razão, a ré não pode aguardar a propagação destas informações, sem ter certeza de que elas não causarão danos a alguém. A honra e a imagem valem mais do que o patrimônio, o que significa que os lucros da empresa não podem estar sempre à frente dos valores do homem. .."

Juíza Drª CLAUDIA THOMÉ TONI

PODER JUDICIÁRIO – SÃO PAULO
JUIZADO ESPECIAL CÍVEL – CENTRAL
ANEXO DA FACULDADE DE DIREITO DA FUNDAÇÃO ARMANDO ALVARES PENTEADO – FAAP
Rua itápolis, 389 – CEP 01245-000


POR GAZA: Uma luz da justiça brasileira!


Dedico esta digna sentença que segue anexa, julgada procedente por danos morais pela publicação de perfil falso com meu nome no Orkut pela Juíza Drª CLAUDIA THOMÉ TONI contra o provedor GOOGLE, proprietário do site ORKUT, a todas mulheres de origem árabe, especialmente as mulheres palestinas.

O perfil retirado do ar por intimação judicial depõe contra a minha imagem como pessoa, contra meu trabalho como liderança, contra a minha moral e ética como pregadora de comportamento e posturas, contra a causa que defendo como mulher palestina, contra o processo de paz entre israelenses e palestinos como ativista, contra o diálogo interreligioso como pessoa de boa fé, de tolerância e ecumênica.

O perfil falso era uma caricatura ofensiva e extremamente perigosa da imagem da mulher árabe, especialmente, as mulheres muçulmanas e, indiscutivelmente induzia o leitor a crer no tão propalado estereótipos de que todos nós, os árabes, somos "terroristas".

Não restam dúvidas de que o criminoso produziu este perfil para atacar diretamente a causa palestina desafiando a nossa numerosa comunidade árabe. Quantos outros perfis, comentários anônimos em blogs e sites, ou mesmo sites e páginas com essas características existem na internet? Quantos?

Aproveito para agradecer a participação na qualidade de testemunha da Drª CLAUDE FAHD HAJJAR, diretora da Fearab-América (Federação de Entidades Americano Árabes) , esclarecendo sobre questões de ordem cultural e religiosa do comportamento da mulher árabe e relatando as repercussões negativas deste caso.

Agradeço também a ilustre presença para testemunhar do Dr. EDUARDO FELICIO ELIAS, sempre amparando e defendendo a imagem do povo árabe como Presidente da Fearab-São Paulo (Federação das Entidades Árabe Brasileiras do Estado de São Paulo) e pela brilhante defesa do Dr. ALESSANDRO FUENTES VENTURINI.

Essa, sem dúvida alguma, é uma vitória de toda comunidade árabe nacional e internacional, mas sobretuto um alerta de que não ficaremos calados diante das injustiças e nem seremos omissos com ataques sistemáticos que estamos sofrendo, todos nós árabes, pela internet.

Portanto reafirmamos que resistiremos e reagiremos a estas agressões sejam de quem for e de onde vierem!

Allahmdulilah!
(Graças a Deus!)

Amyra El Khalili - mulherespelapaz@bece.org.br
Fundadora do Movimento Mulheres pela P@Z!


Clique e veja na íntegra o TERMO DA AUDIÊNCIA DO PROCESSO


CLIQUE E SAIBA MAIS SOBRE A PROFª AMYRA EL KHALILI


HOMENAGEM DO SOS RIOS DO BRASIL
A mestra Amyra é colaboradora e conselheira do Instituto SOS Rios do Brasil, amiga de longa data e de muitas lutas do movimento ambiental brasileiro.
A ela nossa homenagem por essa fantástica vitória!

Parabéns Mestra AMYRA EL KHALILI!
Parabéns Mulher Palestina!
Parabéns Mulheres Pela P@z!
Parabéns Juíza Drª CLAUDIA THOMÉ TONI!
Parabéns Mulheres Brasileiras!
Justiça e respeito é o mínimo que podemos exigir!
Essa vitória contra a poderosa organização multinacional Google é um marco que somente mulheres de fibra, de honra, de caráter e de perseverança como vocês podem conseguir, mostrando que não podemos e não devemos nos curvar frente aos poderosos e que ainda podemos confiar na Justiça Brasileira!
Parabéns e continuem nessa luta!
Allahmdulilah!
(Graças a Deus!)
Saudações eco-fluviais
Prof. Jarmuth Andrade
Instituto SOS Rios do Brasil


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ONG ÁGUA NA ESCOLA OFERECE CURSO PARA PROFESSORES EM NITERÓI - RJ


Ações


Curso: Formação Continuada de Professores-Água na Escola

dias 18 e 19 de março de 2009 em Niterói - RJ
Rua A. P.F Walter Alves Machado, s/nº, Centro, atrás do edifício Tower Center, próximo a prefeitura
Niterói / RJ

Convite: Curso Formação Continuada de Professores

Projeto H2Orla Marinha de Niterói
Programa Água na Escola
Dias 18 e 19 de março de 2009

Prezados Diretores de Escolas, Supervisores, Orientadores Educacionais, Professores e equipes administrativas.

A Organização Não-Governamental Água e Cidade, em parceria com a Águas de Niterói e Instituto Baia de Guanabara realizarão em Niterói o programa “Água na Escola”, capacitando educadores e fornecendo material didático para que estes sensibilizem os alunos da 5ª série (6º ano) das escolas das redes de ensino públicas e privadas.

Convidamos V. Sª para participar do curso de Formação Continuada de Professores do Programa Água na Escola.

Temas que serão abordados: Água, recurso essencial finito e vulnerável, situação dos recursos hídricos no Brasil e no planeta. A Água no mundo – escassez da água no mundo e a importância da água para a vida. A Água e o homem, a Água como bem social, a preparação da água, custo da água, desperdícios de água, a água em casa, projetos de economia de água, consumo industrial,
legislação sobre água, a preocupação mundial com a água. Experiências de sucesso e melhores práticas de gestão da água nas escolas.

O curso é destinado aos professores das classes de 5ª série (6º ano) de Ciências, Geografia ou o professor sensível à causa, para que atuem de forma transdiciplinar com a temática Água em aulas expositivas, palestras, demonstrações, etc.

Receberão o material (revistas Água na Escola jogo de 6 revistas) há cada 45 dias, após a inscrição no site www.aguanaescola.org.br ir no item INSCRIÇÃO.


DATA/HORÁRIO
18 e 19 de março de 2009 (quarta e quinta-feira)
8h30 às 17h30

LOCAL:
Rua A. P.F Walter Alves Machado, s/nº, Centro, atrás do edifício Tower Center, próximo a prefeitura nova, esquina com a rua Coronel Gomes Machado. ACESSO POR UMA ESCADARIA.

Instrutora do Curso: Adriana Abel Penedo – Bióloga, CRBio:48495, especialização em Psicopedagoga e Biologia geral, pelo Centro Universitário Sao Camilo-ES.

Apoio: Noemia Frison – Licenciatura e Bacharelado em Ciências Sociais pela PUC-PR, Técnica em Contabilidade e Gerente do Escritório da Água e Cidade.

IMPORTANTE: O certificado será emitido apenas para os que completarem no mínimo 75% da carga horária do curso, que tem um total de 16 horas.

Nota: A participação neste curso é gratuita, mas é necessária a confirmação por e-mail.
VAGAS LIMITADAS

CONFIRMAÇÃO DA INSCRIÇÃO E INFORMAÇÕES:

site: www.aguanaescola.org.br ou

e-mail: Noemia aguaecidade@aguaecidade.org.br

Claudia cbarros@aguasdeniteroi.com.br

Dora dora@baiadaguanabara.org.br

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