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10 de janeiro de 2014

Estiagem põe bacia PCJ em estado de atenção

Foto do rio Piracicaba - Fabrice Desmonts
O ano de 2013 terminou com o mês de dezembro mais seco dos últimos dez anos, segundo os Comitês das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ). 

No Sistema Cantareira, responsável pela vazão dos rios que abastecem a região de Campinas, choveu apenas 59,4 milímetros (mm), o que representa 26% da média histórica para o mês. 

Por isso, o Cantareira está trabalhando com apenas 27,4% de sua capacidade, o que levou os gestores do sistema a reduzirem a liberação de água para a região de 9 metros cúbicos por segundo (m3/s) para 5,76m3/s desde segunda-feira. Na última década, a maior estiagem em dezembro no Cantareira ocorreu em 2011, quando choveu 108,3mm. O dezembro mais chuvoso foi em 2009, com uma precipitação de 418,8mm. 

Os reservatórios do sistema estão operando em nível de atenção por causa da falta de chuva e a vazão necessária para garantir o abastecimento das cidades das bacias hidrográficas dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) está sendo definida por meio de negociação entre os gestores porque já se esgotou o banco de águas, uma reserva que as cidades mantêm no Cantareira quando consomem menos do que a cota a que têm direito.

Conforme o Consórcio Intermunicipal das Bacias PCJ, uma associação de usuários de água, geralmente na estiagem, a região utiliza 35% da água armazenada nos reservatórios do Cantareira. Isso significa que não haverá problemas de abastecimento iminente. O estado é de atenção para 2014, caso não chova a média dos últimos dois anos. Para os próximos 15 dias, não há previsão de chuvas suficientes para recompor os reservatórios.
Poluentes

Os serviços de saneamento regionais estão sendo orientados a aumentar o estoque de carvão ativado para tratar a água que fica com maior concentração de poluentes por causa da baixa vazão, a fazer a limpeza das calhas dos rios e principalmente nas áreas próximas à captação.

Não adiantará chover em Campinas, Americana e Piracicaba porque, para ter reserva suficiente no Cantareira, é preciso que chova nas cabeceiras dos rios que formam o sistema e que estão em Minas Gerais.

Outorga

A Região Metropolitana de São Paulo e os municípios das bacias hidrográficas dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, onde está a Região Metropolitana de Campinas (RMC), brigam por água. Por enquanto, o conflito é mediado por um contrato de outorga da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) que garante à metrópole paulistana o direito de retirar 31 mil litros de água por segundo dos rios PCJ, enquanto os 61 municípios dessas bacias retiram 5 mil litros por segundo.

A situação do Rio Atibaia, manancial responsável por 95% do abastecimento de Campinas. Regiões do rio onde o nível da água é há duas semanas de, em média, um metro no auge da estiagem, em junho e agosto, agora não passam de 40 centímetros. Bancos de areia e muito lixo estão por toda parte, trazendo um problema extra — com esses bloqueios no meio do caminho, o rio vai mudando seu curso e as margens perdem estabilidade. O resultado é que uma grande quantidade de árvores está caindo, agravando ainda mais a situação. Há árvores caídas no meio do Atibaia em toda a extensão do rio.
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2 de dezembro de 2013

IQA da Bacia de PCJ é considerada regular

O rio Piracicaba integra a Bacia do PCJ, classificada como ruim, de acordo com a Secretaria do Meio Ambiente
(Foto: Christiano Diehl/Da Gazeta de Piracicaba )

O IQA (Índice de Qualidade de Água) da bacia PCJ (que abrange os rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí) é regular, de acordo com o Painel da Qualidade Ambiental, divulgado pela Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo no ano passado, referente a 2010. O painel, de caráter estadual, busca garantir a eficácia da gestão ambiental paulista. 

O IQA da bacia PCJ ficou em 49. Águas que têm IQA de 79 a 100 são consideradas de qualidade ótima; IQA de 51 a 79, qualidade boa; IQA de 36 a 51, qualidade regular; IQA de 19 a 36, qualidade ruim; e IQA inferior a 19, qualidade péssima. A criação do IQA baseia-se em pesquisa com especialistas da área, que indicaram as variáveis a serem avaliadas, seus pesos relativos e a condição com que se apresenta cada parâmetro, segundo uma escala de valores. 

A partir da análise de nove parâmetros determinados (temperatura da água, pH, OD, DBO, coliformes termotolerantes, nitrogênio total, fósforo total, resíduo total e turbidez) e do cálculo do índice, a qualidade das águas é definida por classes. Em 19 das 22 unidades de monitoramento do Estado, a qualidade das águas pôde ser classificada como boa em 2010. 

Cinco regiões apresentam pontos de amostragem classificados como ruim. Assim como em 2009, apenas a região da bacia PCJ e Alto Tietê, duas localidades em que se observa forte concentração populacional e industrial, associada ao déficit de tratamento de esgotos, a qualidade das águas foi classificada na categoria regular. 

AQUÁTICO
Como já noticiado pela Gazeta, o IVA (Índice de Vida Aquática) da bacia PCJ está classificado como ruim. A unidade de gerenciamento de recursos hídricos da bacia tem IVA de 4,8 em 2010, o pior índice desde que a medição teve início em 2002. O IVA menor ou igual a 6,8 equivale a qualidade péssima; de 4,6 a 6,7, a qualidade é ruim; de 3,4 a 4,5, a qualidade é regular; de 2,6 a 3,3, a qualidade é boa; e inferior a 2,5, a qualidade é ótima. 

O cálculo do IVA para proteção da Vida Aquática leva em consideração a concentração de contaminantes que afetam diretamente os organismos aquáticos (toxicidade), o pH e o oxigênio dissolvido, variáveis contempladas no Índice de Parâmetros Mínimos para a Proteção da Comunidade Aquática, o IPMCA, além do IET (Índice de Estado Trófico).


Fonte: RAC
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26 de outubro de 2013

24 de abril de 2013

Consórcio das bacias do Piracicaba, Capivari e Jundiaí


Foto: Del Rodrigues/AAN
Técnicos pleiteiam um aumento para 15 mil litros por segundo para suprir demanda

O Consórcio PCJ (rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí) assinará nesta quinta-feira (25), no Teatro Paulo Autran, em Americana (SP), convênio com a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) para estudo sobre alternativas na busca de ampliação da oferta hídrica do Sistema Cantareira e outros mananciais. 

O sistema é um complexo de cinco represas e um importante produtor de água para dois dos principais parques industriais do país: bacias PCJ e do Alto Tietê, onde está a Grande São Paulo.

A assinatura para início das atividades será realizada entre o presidente do Consórcio PCJ e prefeito de Indaiatuba, Reinaldo Nogueira, e o engenheiro civil e professor doutor da Unicamp, Antônio Carlos Zuffo, que também será o responsável pela condução dos estudos, que terão um ano para ser concluídos. 

O objetivo dessa iniciativa é subsidiar com informações adicionais os envolvidos com a renovação da outorga do Cantareira, no caso, a Agência Nacional de Águas, o governo de São Paulo, por meio do Departamento de Água e Energia Elétrica, a Secretaria Estadual de Saneamento e Recursos Hídricos e da Sabesp, o governo de Minas Gerais, por meio do Instituto Mineiro de Gestão das Águas.

Na descrição das atividades do documento que oficializa o convênio, consta "ampla cooperação entre os partícipes, com a finalidade de consultoria técnica visando apoio ao programa de monitoramento das águas com foco em estudos hidrológicos e melhorias na operação de reservatórios, com destaque ao Sistema Cantareira, uma vez que, pretende-se estudar regras operativas para o Sistema Cantareira e as bases para a renovação da outorga de tal sistema em 2014.
Mobilização

O Consórcio PCJ tem mobilizado a com unidade e sociedade civil organizada sobre a importância das negociações da renovação da outorga do Cantareira para a disponibilidade hídrica das Bacias PCJ, sobretudo no momento de crescimento que vive a economia, com mais empresas se instalando na região, e a implantação de megaprojetos, como a ampliação do Aeroporto de Viracopos e o Trem de Alta Velocidade, na Região Metropolitana de Campinas, uma das áreas mais importantes do Brasil, com participação de quase 8% do Produto Interno Bruto paulista e, quando somado ao dos outros municípios das bacias PCJ, representam 7% do PIB nacional.

Em 2012, foram organizados dois eventos de esclarecimentos sobre o assunto pelo Consórcio PCJ, com o apoio dos Comitês PCJ e de outros organismos e de instituições públicas e privadas, em formato de Talk-Show, com a participação de representantes dos entes envolvidos com a negociação da renovação da outorga ao lado de estudiosos, que debateram a atual situação do Sistema Cantareira e possíveis alternativas.


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14 de abril de 2013

Dia do Rio Piracicaba é comemorado nesta segunda-feira



Os piracicabanos comemoram amanhã o Dia do Rio  Piracicaba. Sedema e parceiros comemoram o dia e lançam campanha Rio Vivo.

Secretaria do Meio Ambiente, Consórcio PCJ e a ArcelorMittal aproveitam a data não só para comemorar, mas principalmente para conscientizar sobre a importância da preservação do manancial.

Portanto, é importante aproveitar a data e fazer com que as crianças e adolescentes convidadas para o evento, bem como aquelas que estarão em salas de aula, pensem o Rio Piracicaba e reflitam sobre a sua
importância para a cidade e para a vida de cada um. Delas depende o futuro do velho Piracicaba, tão maltratado pelo desrespeito e poluição.É preciso ensinar às crianças respeito à água, nosso bem
maior. Ações simples, como não jogar lixo nas ruas e evitar o desperdício, podem fazer a diferença. Com atitude e postura corretas ambientalmente as crianças podem mudar o rumo degradante que nós, adultos,
impusemos ao meio ambiente.Durante o evento de amanhã, a Sedema lança uma campanha com o tema Rio Vivo, aliás, bastante sugestivo e oportuno para refletirmos: o que cada um de nós pode fazer para manter o Piracicaba vivo, cortando a cidade e encantando visitantes e piracicabanos com sua majestade? O futuro dele depende também de nossas ações.
A Sedema, por meio do Núcleo de Educação Ambiental- NEA, em parceria com o Consórcio PCJ e ArcelorMittal, realiza uma série de atividades sócioeducativas para comemorar a data, entre elas, o
lançamento da campanha Rio Vivo. O evento acontece a partir das 9 horas, na Área de Lazer do Trabalhador, localizada na Av. Jaime Pereira, s/nº, com a presença do secretário do Meio Ambiente, Rogério Vidal; Francisco Carlos Castro Laroz, secretario executivo e Guilherme Valarini Coordenador de Projetos do Consórcio PCJ, funcionários da ArcelorMittal e alunos da EM Aracy de Moraes Terra e Casa do Bom Menino. O Dia do Rio Piracicaba foi instituído pela lei municipal 5012/01, de autoria da ex -vereadora Laurisa Cortellazzi, e desde 2002 a data é comemorada. Ponto turístico importante na cidade, o Rio Piracicaba recebe aproximadamente cinco mil visitantes a cada final de semana e é motivo de orgulho dos piracicabanos.
Durante o evento, serão plantadas, às margens do rio Piracicaba,100 mudas de árvores, disponibilizadas pelo Consórcio PCJ. Prática ambiental importante, pois as árvores produzem oxigênio, absorvem água do solo, evitando enchentes e são fontes de alimentos e de abrigo para diversos seres vivos.


A CAMPANHA

A campanha Rio Vivo tem como objetivo incentivar o turismo de natureza no complexo turístico
do Rio Piracicaba. Mas não só isso. Quer também desenvolver ações de sensibilização que estimulem o prazer da contemplação e a sensação de pertencimento, o que favorece a conservação do meio; estimular práticas sustentáveis que favoreçam mudanças de comportamento,
principalmente em relação ao lixo produzido; disciplinar as atividades desenvolvidas no complexo da Rua do Porto a fim de minimizar os efeitos da poluição e melhorar o aspecto da paisagem e o equilíbrio ecossistêmico.
O complexo da Rua do Porto é um dos principais pontos gastronômicos da cidade. Lá, os visitantes se deliciam com o cardápio que tem como prato principal o peixe no tambor. Os organizadores entendem que o grande potencial do local possibilita a realização de atividades de percepção ambiental e que estimulem
a convivência harmônica entre a população e o Rio Piracicaba.
"O espaço oferece ainda possibilidades para atividades que estimulem as pessoas a usufruir de forma sustentável do Rio, através do turismo de contemplação da Natureza, principalmente do
ecossistema ribeirinho e do turismo de aventura", dizem os organizadores. Segundo a Sedema, o nível de
qualidade ambiental do espaço e a satisfação das pessoas são premissas básicas para o desenvolvimento do Turismo de Natureza.
A campanha Rio Vivo, uma proposta de parceria entre as secretarias de Turismo e Meio Ambiente, objetiva ações que estimulem a consciência ambiental, como práticas educativas com moradores locais e turistas.

CONSÓRCIO PCJ

O Consórcio PCJ possui parceria com 15 viveiros no fornecimento de mudas para os projetos de
reflorestamento ciliares nas Bacias PCJ. Pelo Acordo de Cooperação que o Consórcio PCJ possui com os viveiros, a entidade fornece apoio no fornecimento de insumos (saquinhos, sementes, ferramentas, dentre outros) voltados à produção, além do intercâmbio de informações e, em contrapartida, recebe as mudas
nativas que serão utilizadas em projetos de reflorestamento em áreas de matas ciliares nas Bacias PCJ. O
Programa de Proteção aos Mananciais da entidade já plantou 3,7 milhões de árvores às margens dos rios da região, contribuindo para a qualidade e quantidade da água. Através dessas parcerias o programa já forneceu nos últimos cinco anos, aproximadamente 700 mil saquinhos plásticos e mais de 800 kg de sementes de espécies nativas aos viveiros.


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20 de janeiro de 2013

Stroiek assume Consórcio PCJ

Fonte: Gazeta de Piracicaba (18/01/2013)
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1 de agosto de 2012

CONSTRUÇÃO DE RESERVATÓRIOS NOS RIOS CAMANDUCAIA E JAGUARI


BACIA PCJ

01.08.12 - 
ALCKMIN LIBERA R$ 190 MILHÕES PARA A 

CONSTRUÇÃO DE RESERVATÓRIOS NOS RIOS 

CAMANDUCAIA E JAGUARI
Consórcio PCJ enquanto agência de bacias começou estudos dos reservatórios em 2010
O Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, assinou nessa terça-feira, dia 31 de julho, durante o 1º Simpósio dos Comitês PCJ, a autorização e liberação de R$ 190 milhões para a construção de dois reservatórios nas bacias PCJ: um no rio Camanducaia e outro no rio Jaguari, que devem regularizar 7m3/s para a região. O Consórcio PCJ, enquanto agência de bacias iniciou os estudos de construção desses reservatórios em 2010.
As estimativas, segundo o Governo do Estado, é que as obras sejam iniciadas em 2014, com conclusão prevista para o final de 2016. Os R$ 190 milhões estimados é para a elaboração de estudos, projetos, desapropriações e obras. Os estudos e procedimentos necessários, bem como a implantação das duas represas, serão de responsabilidade do Departamento de Água e Energia Elétrica de São Paulo (DAEE). “A parte mais difícil era essa e o governo facilitou, designando um coordenador para o empreendimento”, disse o Secretário de Saneamento e Recursos Hídricos de São Paulo, Edson Giriboni, também presente ao evento.
As novas barragens serão construídas abaixo dos reservatórios do Sistema Cantareira, que hoje fornece 31 m3/s para a Grande São Paulo e 5 m3/s para as bacias PCJ. Cada metro cúbico representa mil litros.
O Governador disse que o objetivo é reduzir a dependência do Sistema Cantareira. “A região metropolitana de São Paulo há 20 milhões de habitantes a 700 metros de altitude, não há água que tem de ser trazida cada vez mais distante. Estamos tentando diminuir a dependência do Sistema Cantareira. Já fizemos uma PPP [Parceria Pública Privada] para aumentar o abastecimento do Alto Tietê com a represa de Taiaçupeba e com São Lorenço. No caso da Bacia PCJ, como nós compartilhamos a mesma água, queremos melhorar a segurança do sistema. Portanto, 7m3/s a mais e dois reservatórios de uso múltiplo vão dar muito mais segurança para a região nos períodos de estiagem”, disse Alckmin.
O Governador disse ainda que na segunda-feira, dia 30, assinou contrato para a elaboração de projeto executivo para a construção da barragem de Santa Maria da Serra, que vai estender a hidrovia Tietê-Paraná em 55 km.
Alckmin também disse sobre a necessidade de se investir no combate às perdas hídricas. “O Japão é o melhor sistema do mundo e possui 8% de perda física. Nós queremos ter o máximo de eficiência deles. É preciso combater igualmente o desperdício, temos um consumo per capita muito elevado que podemos reduzir. Estamos fazendo um trabalho grande por meio da Sabesp que é uma expertise nessa área” disse o Governador.
Os novos reservatórios
“Foi um anúncio muito importante, pois, além de já haver verba destinada exclusivamente para isso, também foi definido quem tocará o empreendimento, no caso, o DAEE. É um grande investimento para garantir mais água para as bacias PCJ”, atenta o secretário executivo do Consórcio PCJ, Francisco Lahóz, presente ao anúncio.
Em 2010, atendendo a solicitação do Governo de São Paulo, o Consórcio PCJ exercia as funções de Agência de Bacias, em apoio aos Comitês PCJ, elaborou um estudo de georeferenciamento e sócio econômico prevendo as despesas gerais para execução de dois reservatórios sendo um no Rio Camanducaia e outro no Rio Jaguari, suficientes para oferecer para as bacias PCJ um acréscimo de vazão regularizada na ordem de até 8m³/seg.
Através de uma compensação ambiental regional os projetos básicos e estudo ambiental preliminar para os dois reservatórios mencionados estão previstos para serem concluídos no primeiro trimestre de 2013 e foram apontados como solução para garantia do balanço hídrico, por representantes do Governo do Estado de São Paulo durante o talk-show “Sistema Cantareira – Um Mar de Desafios”, ocorrido em Campinas (SP), no dia 18 de maio desse ano, com a promoção e coordenação do Consórcio PCJ.
O Consórcio PCJ O Consórcio PCJ lançou em 2011 o pioneiro Programa de Ampliação da Oferta Hídrica que incentiva a construção de reservatórios como forma de garantir o balanço hídrico para o desenvolvimento econômico. No mesmo ano, a entidade entregou o programa ao Governador Geraldo Alckmin, onde constavam também informações sobre os novos reservatórios nas bacias PCJ.
Desde então, a entidade tem auxiliado os órgãos competentes na busca por um consenso na construção desses reservatórios que são de extrema importância para a região.
Além disso, o Programa de Ampliação da Oferta Hídrica atenta que a construção de reservatórios municipais para desafogar as calhas dos rios principais da bacia, promovendo além da sustentabilidade hídrica, revitalização de pequenos córregos, é apontada como uma das alternativas para aumentar a quantidade de água nas bacias PCJ.
Frente às novidades e novos parceiros ao processo, a Diretoria do Consórcio PCJ recomendou para que a Secretaria Executiva amplie as parcerias e concentre esforços no Programa de Ampliação da Oferta Hídrica.
Alckmin recebe certificado de Mérito Ambiental do Consórcio PCJ
O Prefeito do município consorciado de Piracicaba, Barjas Negri, entregou durante a solenidade que anunciou a construção dos novos reservatórios, em nome do Presidente do Consórcio PCJ, o certificado de Mérito Ambiental ao Governador Geraldo Alckmin pelo comprometimento com a questão ambiental e sobretudo, com a água nas bacias PCJ, principalmente, no que tange a construção das barragens nos rios Camanducaia e Jaguari. Negri também é o Presidente dos Comitês PCJ.
Fonte: Assessoria de Comunicação - Consórcio PCJ


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