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7 de setembro de 2014

Pesquisadores descobrem peixe transparente de 15 mm no Amazonas



Fonte: Paraíba.com.br

05/09/2014 | 18h05min



Uma nova espécie de peixe transparente em miniatura foi descoberta no município de Santa Isabel do Rio Negro, a 846 quilômetros de Manaus. O animal, denominado Priocharax nanus, tem aproximadamente 15 milímetros de comprimento, pouco mais que o dobro do menor peixe do mundo, encontrado em Sumatra, na Indonésia. A descoberta do Priocharax foi feita pela mesma equipe que, em 2011, encontrou o peixe transparente Cyanogaster noctivaga, de 2 cm de comprimento.
Pesquisadores registram Priocharax no Rio Negro (Foto: Divulgação)Pesquisadores registram Priocharax no Rio Negro
(Foto: Divulgação)
Segundo a pesquisadora e professora do departamento de Zoologia da Universidade de São Paulo (Usp), Mônica de Toledo-Piza, o principal objetivo da expedição em Santa Isabel do Rio Negro era justamente coletar exemplares de Priocharax. "Logo no primeiro dia que estávamos em campo coletamos dezenas de exemplares em um local de águas rasas ao redor da vegetação e mais exemplares foram coletados nos dias que se seguiram. Notamos que os exemplares possuíam um colorido bem característico, e após serem examinados com mais cuidado, vimos que se tratava de uma espécie que ainda não havia sido descrita", relatou ao G1.
Além do comprimento, o peixe tem outras características consideradas únicas, como a forma larval da nadadeira peitoral. O animal tem ainda mais raios na nadadeira pélvida e a presença de ossos que não existem em outras espécies. "O Priocharax nanus apresenta um colorido em vida bem característico, com várias faixas verticais escuras no corpo, pintas pequenas alaranjadas espalhadas pela cabeça, corpo e nadadeiras, tudo isso sobre um corpo transparente", resumiu a pesquisadora.
Expedição que encontrou Priocharax foi realizada no município de Santa Isabel do Rio Negro (Foto: Divulgação)Expedição que encontrou Priocharax foi realizada no município de Santa Isabel do Rio Negro (Foto: Divulgação)
O pesquisador do Museu de História Natural de Londres, Ralf Britz, também participou da expedição. Para ele, a descoberta do Priocharax - e do Cyanogaster, anteriormente - deveria incentivar mais estudos envolvendo peixes em miniatura no Norte do Brasil. "Mesmo o Rio Negro sendo uma das áreas mais bem exploradas da Amazônia, ainda temos muitas coisas interessantes para ser descobertas", disse. 
Britz citou ainda como exemplo o aumento do número de peixes em miniatura descobertos. "De 1988 para os dias de hoje aumentamos de 85 para 213 o número de 'espécies-miniatura' [em todo o mundo]. Me parece que o Rio Negro é um lugar ideal para o desenvolvimento desses animais. Portanto, explorar a diversidade de peixes nos rios brasileiros tem que continuar a ser uma área com incentivos para pesquisas", defendeu.
G1 

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12 de dezembro de 2013

Carpas ornamentais



Blog do Edu Ambiental: Carpas ornamentais:

 O simples ato de observar peixes nadando, ainda que por alguns instantes, é um antídoto seguro contra o estresse. Pelo menos é o que pensam os chineses, que consideram essa prática zen uma fonte de serenidade e equilíbrio para enfrentar o dia a dia.



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7 de setembro de 2013

Peixes dourados ouvem música e sabem a diferença entre Bach e Stravinsky



Comuns na ornamentação de aquários, peixinhos dourados (Carassius auratus) têm a capacidade de diferenciar peças de música clássica compostas por Johann Sebastian Bach e Igor Stravinsky. A conclusão é de um estudo de pesquisadores da Universidade Keio, no Japão, e destaque na mais recente edição do periódico científicoBehavioural Processes.
A pesquisa acrescenta informações ao que já se sabia sobre a capacidade de animais de entenderem músicas - outras pesquisas sobre o assunto já tinham sido feitas, por exemplo, com pombos e macacos.
Para descobrir o gosto musical dos peixinhos dourados, uma equipe liderada pelo cientista Kazutaka Shinozuka acostumou oito desses animais, abrigados em um grande tanque, a ouvirem 20 segundos das composições Toccata e Fuga Em Ré Menor, de Bach, e O Rito da Primavera, de Stravinsky.
Os peixes foram treinados para tocarem em um objeto vermelho colocado na superfície da água durante a execução das músicas eruditas. Mas metade do aquário deveria executar a tarefa só quando a peça de Bach fosse reproduzida, ao passo que os outros só deveriam fazer o exercício ao som de Stravinsky.  

LEIA MAIS

  • Getty Images
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  • Reprodução
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Quando os animais completavam a missão com sucesso, recebiam uma porção de ração como prêmio - o treinamento teve, ao todo, cem sessões.
Ao fim, os pesquisadores constataram que em 75% das tentativas os peixinhos dourados demonstraram entender quando a música adequada à missão era reproduzida, desempenhando corretamente a tarefa, e quando o som ouvido não pedia que eles fizessem o trabalho. Para Shinozuka, isso mostrou que "essa espécie tem capacidade de diferenciar os dois compositores clássicos".
"É claro que música é um estimulante artificial produzido por humanos, então não possui um significado específico para o peixe. Contudo, músicas são caracterizadas por funções acústicas complexas e ter a habilidade de distinguir esse estímulo pode beneficiar a espécie em termos de evolução."
O estudo ressalta, ainda, que outras músicas dos mesmos compositores não surtiram o mesmo efeito sobre os peixes, reiterando a importância do treinamento no sucesso do experimento, e que não foi possível apontar preferência dos animais por um ou outro compositor.

Fonte: UOL

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19 de agosto de 2013

Nova modadlidade de esporte aquático radical prejudica os peixes

Foto: Rick Bowmer/AP
Uma nova modalidade de esporte aquático radical está preocupando cientistas e órgãos ambientais, porque pode prejudicar peixes, corais e demais animais que dependem do ambiente de rios e mares: o flyboard.
Reclamações feitas por pescadores e ambientalistas no Havaí fizeram com que o Departamento de Recursos Naturais e da Terra no estado convocasse uma audiência pública sobre o assunto, no mês passado.
Um dos dirigentes do órgão, Randy Awo, disse estar "alarmado" com a insegurança da prática do esporte, afirmou a agência de notícias Associated Press. Ele citou como exemplo mergulhos súbitos, muito potentes, próximos a barcos em movimento.
"Mais e mais baías na região estão sendo tomadas por atividades [como esportes radicais]. A vida marinha que depende destas regiões está sendo expulsa", disse o pescador Carl Jellings, que se preocupa com a situação nas baías de Oahu.
Barulho
O cientista Bob Richmond, especialista em corais da Universidade do Havaí, disse estar preocupado com o barulho que o equipamento causa e os impactos na vida marinha, já que peixes evitam áreas com muito ruído. Outro problema é o fato de peixes e larvas de coral serem sugados através da mangueira usada para o esporte, o que pode levá-los à morte.
O presidente do Comitê de Recursos Naturais e Terra, William Aila, afirmou à Associated Press que o poder público pode encontrar locais para utilizar o aparelho sem causar danos ambientais. É necessário realizar estudos para entender como estes esportes aquáticos podem afetar os peixes e os corais.
Fonte: G1

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22 de janeiro de 2013

MONUMENTO "DOURADO" DE PIRACICABA (SP)


"Dourado" na entrada de Piracicaba é alvo de pichação pela 3ª 


vez em um ano


Estátua na SP-304 foi usada para protesto contra salários dos vereadores. No ano passado, outras duas mensagens foram pichadas no monumento.

Do G1 Piracicaba e Região
Peixe dourado na entrada de Piracicaba é pichado pela segunda vez (Foto: Thomaz Fernandes/G1)Estátua de peixe dourado na entrada de Piracicaba foi pichado pela 3ª vez (Foto: Thomaz Fernandes/G1)
A estátua de um peixe dourado que fica na entrada de Piracicaba (SP) pela Rodovia Luiz de Queiroz (SP-304), que liga a cidade a Americana (SP), foi pichada pela terceira vez em um ano. Pela segunda vez os ataques fizeram referência ao aumento de 66% nos salários dos vereadores, em vigor desde o início de janeiro.
Peixe dourado na entrada de Piracicaba é pichado pela segunda vez (Foto: Thomaz Fernandes/G1)Obra custou R$ 90 mil aos cofres públicos
municipais (Foto: Thomaz Fernandes/G1)
Em outubro do ano passado, a frase pichada no monumento era "R$ 10,9 mil x R$ 650", em alusão ao novo vencimento mensal dos vereadores e ao salário mínimo no Estado de São Paulo, respectivamente.
Desta vez, o pichador escreveu "Feliz 66%", número que corresponde ao índice de aumento dos salários dos vereadores.
Em fevereiro do ano passado, um vândalo escreveu "dead fish" (peixe morto em inglês) no mesmo ponto da atual pichação. Inaugurado no ano passado, o peixe custou R$ 90 mil aos cofres públicos e serve como um adorno ao portal da cidade.
Fonte: G1
DOURADO
 

Que grande surpresa temos ao chegarmos na entrada da cidade de Piracicaba, na  Rodovia Luiz de Queiroz, bem junto ao acesso para a Avenida Prof. Alberto Vollet Sachs, onde um grande e belo peixe da espécie Dourado pode ser avistado. Em evidência, saudando e dando boas vindas aos visitantes e moradores com sua exuberância e imponência.

Parabéns ao artista que esculpiu esta bela obra, demonstrando que esta cidade tem rio, e que nosso rio tem muito peixe. Ligados ao peixe e ao rio, temos também grandes atrativos, como a famosa Rua do Porto, onde podemos saborear deliciosos peixes assados no tambor, cuscuz, risoto, bolinhos e outras variedades, e ao mesmo tempo, contemplar a beleza do Rio Piracicaba e sua mata ciliar.

Piracicaba é cheia de encantos, e em todo canto podemos encontrar e desfrutar de belezas ao ar livre, Parques Infantis, Museu Histórico, Mirante, Museu da Água, o rio com sua beleza ímpar, Teatro no Engenho, e muito mais.

O calor do povo Piracicabano recebe de braços abertos os que visitam nossa cidade.
                        
Esther Vacchi Passos (poetisa piracicabana)



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