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1 de fevereiro de 2014

ACONTECE ATÉ DOMINGO O "3º SÓ UM ROLÉ" PELO LITORAL DE ALAGOAS, ATÉ A FOZ DO VELHO CHICO
















Foto por: Já é Notícia
Integrantes de Só1Rolé viajaram à noite para Maragogi








29/01/2014

Arapiraquenses participam do 3º 

Só1Rolé pelo litoral de Alagoas 

Um grupo de esportistas de Arapiraca vai participar do 3º Só1Rolé pelo litoral de Alagoas, a partir desta quinta-feira (30) até o próximo domingo (2/02). Os arapiraquenses vão pedalar de Maragogi, no litoral norte, até a Foz do Rio São Francisco, na Praia do Peba, no litoral sul de Alagoas.

Com o slogan “Nem só de carro vive o homem”, os rapazes de Arapiraca pretendem, na verdade, difundir o cicloturismo sobre duas rodas e com o motor movido pela própria força física de cada um.

Dessa forma, o passeio de cerca de 300 km pelo litoral alagoano servirá também para promover a saúde através do esporte com o uso da bicicleta. Além disso, a turma do Só1Rolé também divulga as belezas naturais do estado, documentando rotas, elaborando mapas, tirando fotos e divulgando informações de um projeto ousado, que pode ser conferido no site www.so1role.com.br

Nesta terceira edição do Só1Rolé 34 ciclistas arapiraquenses embarcaram na noite dessa quarta-feira (29) da porta a academia Better Life, que completou um ano de atividades na cidade e promoveu um aulão a céu aberto com muita gente bonita e descontraída.

A rua da academia de ginástica foi fechada e teve o apoio da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) para garantir a segurança dos participantes da festa.

Satisfeito com o sucesso do grupo, o técnico em Informática Gean Carvalho, 39 anos, faz parte da diretoria do Só1Rolé e incentivou a rapaziada para o terceiro evento da equipe arapiraquense.

“Estamos cada vez mais unidos e o nosso objetivo é praticar um esporte saudável e pedalar pelas belezas naturais do litoral do nosso estado e difundir ainda mais essa prática esportiva para que possamos conquistar mais adeptos ao nosso grupo”, disse ele.

Outro entusiasmado com a iniciativa da prática do cicloturismo, que já ganha espaço em outras regiões do país, é o administrador de empresas Ricardo Feitosa, 36 anos.

“Começamos com um pequeno grupo de amigos e hoje já podemos levar 34 pessoas para o terceiro evento do Só1Rolé. Isso mostra que a prática esportiva saudável é um fator determinante para que possamos crescer ainda mais e levar o nome de Arapiraca para os outros cantos do nosso estado”, afirmou Feitosa.

Quando tudo começou
O grupo Só1Rolé surgiu no ano de 2010, quando um grupo pequeno de amigos resolveu passear, de forma despretensiosa, pela cidade de Arapiraca, no Agreste alagoano, com a prática de esportes como o MTB, corrida e Longboard.

A partir daí, surgiu a ideia de fazer um ‘pedal’ pelo litoral alagoano no ano de 2012. No início eram apenas oito integrantes. Depois do sucesso o grupo cresceu e ganhou mais adeptos.

O passeio de bicicleta pelo litoral despertou no grupo um interesse maior em investir na qualidade de vida e também para uma melhor condição física e de saúde.

Em 2013, o grupo passou a contar com a participação de 22 ciclistas. No evento deste ano de 2014, Só1Rolé pelo já conquistou 34 profissionais apaixonados por bicicleta e em pedalar pelo litoral alagoano.

Passeio comemorativo
Entre os inúmeros passeios organizados pelo grupo, destaca-se o Só1Rolé na Trilha de Manoel André, realizado em junho do ano passado com o objetivo de percorrer de bike a mesma trilha seguida a cavalo por Manoel André, o fundador de Arapiraca.

Os ciclistas levaram a imagem de Nossa Senhora do Bom Conselho como guia em busca de terras produtivas. O evento prestou homenagem a um grande amigo do grupo que faleceu em 2013, Marcolino Júnior, que idealizou o passeio percorrendo a trilha de Manoel André.

Fonte: Equipe de Reportagem Já é Notícia


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A LENDA DAS CATARATAS DO IGUAÇU - ESPETÁCULO DE DANÇA NO TEATRO GUAÍRA - 01/02 FEV

A Lenda das Cataratas: espetáculo tem novidades, como o uso da projeção mapeada (foto: Divulgação)

A Lenda das Cataratas no Guairinha

A Lenda das Cataratas do Iguaçu será encenada em um espetáculo de dança neste sábado e domingo, no Guairinha.

Com direção artística da bailarina e produtora Nicole Vanoni, concepção coreográfica do premiado coreógrafo Rafael Zago, e direção musical do renomado compositor Fabio Cardia, A Lenda das Cataratas conta com 12 bailarinos profissionais em cena.

O espetáculo traz outras novidades para os palcos como o uso da projeção mapeada, um recurso que torna possível criar ilusões visuais através da projeção de filmes sobre superfícies, e até mesmo uma cascata com gelo seco. Apesar da beleza natural das Cataratas ser muito divulgada, a lenda que narra a sua formação é pouco conhecida.

Pela lenda, os índios Caigangues, habitantes das margens do Rio Iguaçu, acreditavam que o mundo era governado por M'Boy, um deus que tinha a forma de serpente e era filho de Tupã. Igobi, o cacique dessa tribo, tinha uma filha chamada Naipi. Devido à sua beleza, Naipi era consagrada ao deus M'Boy, passando a viver somente para o seu culto. Porém, um jovem guerreiro chamado Tarobá se apaixonou por Naipi. Ambos decidiram fugir. Quando M'Boy percebeu a fuga de Naipi e Tarobá, ficou furioso. Penetrou então as entranhas da terra e, retorcendo o seu corpo, produziu uma enorme fenda, onde se formou a gigantesca catarata
SERVIÇO
A Lenda das Cataratas do Iguaçu 
Onde: Teatro Guaíra - Pequeno Auditório (Rua Salvador de Ferrante, s/nº, Centro)
Quando: Sábado (01/02 de fevereiro), às 20h30, e domingo (02 de fevereiro), às 19 horas.
Os portões abrem uma hora antes.

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RACIONAMENTO DE ÁGUA TAMBÉM NO PARANÁ - RODÍZIO COMEÇA EM ARAPONGAS






Sanepar estuda fazer rodízio no 




fornecimento de água em Arapongas


Medida ocorre devido o aumento no consumo de água na cidade do Paraná.
Racionamento deve começar a partir da primeira semana de fevereiro.

Do G1 PR, com informações da RPC TV Londrina

A Companhia de Saneamento do Paraná(Sanepar) deve iniciar na primeira semana de fevereiro um rodízio no fornecimento de água em Arapongas, no norte do estado. A medida será tomada por causa do aumento no consumo no verão. De acordo com a Sanepar, a quantidade de água consumida está 30% acima da capacidade de abastecimento da cidade.
"Estamos pensando em fazer um racionamento ou um rodizio para que esses problemas sejam divididos e um bairro só não sofra os problemas de falta de água durante a semana”, disse o gerente da Sanepar em Arapongas, Luiz Alberto da Silva. Os bairros que ficarão sem água serão comunicado com antecedência, segundo o gerente da Sanepar. O período de racionamento será de no máximo 24h.
O gerente da Sanepar na cidade explicou que há um desequilíbrio entre a produção e o consumo de água na cidade, principalmente nos bairros mais distantes das centrais de abastecimento. “Há um desabastecimento pontual no fim de semana, quando o consumo é maior”, apontou.
Para solucionar o problema, a Sanepar está ampliando a rede de fornecimento na cidade. Estão sendo construídos dois poços artesianos, um reservatório, e uma nova tubulação no centro da cidade. A previsão é que as obras sejam concluídas em agosto, e o o abastecimento seja totalmente normalizado em setembro.
Problemas em outras cidades
Segundo a Sanepar, cidades onde o abastecimento é feito por postos artesianos já estão sofrendo com o racionamento. Em Sabáudia, no norte do estado, caminhões-pipas estão ajudando no fornecimento de água.
“Nós temos algumas cidades no Paraná, como GuarapuavaSanta Tereza do OestePinhãoNova Tebas, Sabáudia e Arapongas, que nós encontramos dificuldades em manter o abastecimento normal durante o verão. Isso ocorre por causa das altas temperaturas, e nos casos de postos artesianos, devido à queda de vazão”, disse Carlos Roberto Pinto, gerente-geral da Sanepar.
Para evitar problemas com o abastecimento, a Sanepar orienta os consumidores a usarem a água de forma racional. “Basicamente é evitar lavar a calçada com a mangueira, tentar usar a água do tanque para lavar as calçadas, reduzir o tempo do banho. São bons costumes que podem ajudar a reduzir esse problema”, orientou Carlos Roberto Pinto. 
Fonte: Do G1 PR, com informações da RPC TV Londrina
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SOS RIO PIRAPÓ EM APUCARANA (PR) - SANEPAR TEM TUBULAÇÃO ROMPIDA E POLUÍ MANANCIAL DA CIDADE

Publicado em 30 de Janeiro de 2014


Despejo de esgoto polui Rio Pirapó 


em Apucarana


Segundo o artigo 54 da Lei Ambiental, esse tipo de poluição pode levar os responsáveis para a prisão

TNOnlineDa Redação
A Secretaria de Meio Ambiente de Apucarana (Sema) e o Ministério Público (MP) flagraram nesta semana o despejo de esgoto in natura, por parte da Sanepar, no Rio Pirapó, na região do Parque Bela Vista. O Rio Pirapó abastece a cidade de Maringá e também é utilizado pela Sanepar em Apucarana no caso de problemas com o Rio Caviúna, principal fonte de captação de água para o município.

A reportagem esteve ontem à tarde no local e encontrou uma grande quantidade de dejetos no rio. A poluição chegou ao manancial após o rompimento de uma tubulação, chamada pela Sanepar de linha de recalque, que levava o esgoto da estação elevatória do Rio Pirapó, localizada nas proximidades do Parque Bela Vista, até a Estação de Tratamento (ETE) Barra Nova.

A contaminação chegou ao conhecimento da Sema por meio de denúncia anônima. O problema foi repassado também ao Ministério Público (MP). Ontem, o promotor Vilmar Fonseca e o secretário de Meio Ambiente, Itamar Gomes de Oliveira, foram até o local. Hoje, técnicos do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) devem vistoriar o rio em Apucarana.

“Essa poluição é gravíssima, pois trata-se de esgoto sanitário não tratado. Segundo o artigo 54 da Lei Ambiental, esse tipo de poluição pode levar os responsáveis para a prisão, pois coloca em risco à saúde pública, já que o Rio Pirapó é utilizado para abastecimento de água”, diz Itamar.

Ele critica a Sanepar e diz que o problema ocorre há vários dias. “Acredito que há um mês esse despejo de esgoto venha ocorrendo”, assinala o secretário. Um laudo será elaborado pela Sema, com fotos, filmagens e também análise da água. O material será encaminhado ao promotor Vilmar Fonseca, que não quis ontem se manifestar ainda em relação ao assunto, mas confirmou a abertura de um inquérito sobre o caso. “É uma total irresponsabilidade da Sanepar e falta de comprometimento com a sociedade”, completou o secretário.            
 


VISTORIA - Recentemente o helicóptero contratado pela Sanepar realizou dois sobrevoos no Rio Pirapó. A aeronave percorreu da Captação de Água da Sanepar, em Maringá, até a nascente do rio, no município de Apucarana, retornando a Maringá. Também foram vistoriados diversos afluentes do Pirapó. No total, foram percorridos mais de 200 km em quatro horas de voo. A ação contou com a participação de técnicos da Sanepar e representantes da Defesa Civil Estadual e da Polícia Ambiental.

Todo o percurso e suas margens foram filmados. As imagens foram analisadas pelos integrantes da força-tarefa - para planejamento das ações que desenvolverão por terra e pelo rio, nos próximos dias.

FORÇA-TAREFA - Uma força-tarefa composta por técnicos da Sanepar e representantes da Defesa Civil Estadual e Municipal, Polícia Ambiental, Corpo de Bombeiros, Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e Secretaria Estadual de Meio Ambiente foi criada para identificar a origem de microalgas Oscillatoriales presentes no Rio Pirapó, principal manancial de abastecimento público de Maringá.

O objetivo do trabalho conjunto é fiscalizar, mapear e analisar a água do Rio Pirapó e seus afluentes. “Iremos percorrer o Rio desde a sua nascente, em Apucarana, até o ponto de captação, localizado em Maringá. Vamos coletar amostras de água no Pirapó e córregos que deságuam no manancial. Com isto será possível localizar o ponto de origem das microalgas”, explicou o gerente regional da Sanepar de Maringá, Valteir Galdino da Nobrega.

Leia mais na edição de sexta-feira (30) na edição de sexta-feira (31) da Tribuna do Norte - Diário do Paraná 

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SÃO PAULO CORRE RISCO DE RACIONAMENTO DE ÁGUA - NÍVEL DA CANTAREIRA CADA VEZ MENOR


O sistema Cantareira é a principal fonte de abastecimento de água das regiões metropolitanas de São Paulo e Campinas - Reprodução/Sistema Ambiental Paulista/Governo do Estado

31/1/2014

Com desperdício e "gatos", São Paulo perde 1/3 da água de reservatórios por ano


Sistema Cantareira está com 23% de sua capacidade, menor nível da última década

Uma pesquisa feita pelo Instituto Trata Brasil em 2011 mostra que a capital paulista perde, em média, 36% de sua água de abastecimento por ano, um dos principais motivos que levam ao esvaziamento das reservas. De acordo com a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), esse número teve uma ligeira queda e hoje está em torno de 30%.
A perda está relacionada ao consumo não autorizado, conhecido como "gato", erros de medição e vazamentos de forma geral. Para o presidente-executivo do instituto, Edison Carlos, existe um problema gravíssimo de perda de água no Brasil todo.

— No caso de São Paulo, o problema é que é muito grande, então para você detectar esses vazamentos é mais complexo. São Paulo tem também muitas áreas irregulares, onde você não tem controle, muitas vezes a água é furtada da rede oficial, não se sabe quanto se perde nessas áreas. O cidadão que não paga pela água tende a desperdiçar muito mais.
De acordo com Carlos, cada paulistano consome cerca de 180 l de água por dia, podendo chegar a 400 l. Ele afirma que, no caso do cidadão que usa a água irregularmente, o consumo pode ser até três vezes maior do que aquele que paga pelo serviço.
Com o pior nível de armazenamento dos últimos dez anos, os reservatórios do Sistema Cantareira — principal fonte de abastecimento de água das regiões metropolitanas de São Paulo e Campinas — estão operando com 22,9% de sua capacidade. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse nesta quinta-feira (30) que a Sabesp deve entregar "em três ou quatro dias" uma proposta para solucionar a questão de abastecimento.
A coordenadora da rede de águas da ONG SOS Mata Atlântica, Malu Ribeiro, destaca que a meta da companhia é reduzir a perda para que o valor fique entre 20% e 24%. Segundo ela, os 30% de água que são perdidos em São Paulo seriam suficientes para abastecer a cidade de Curitiba.
— Então precisa ficar muito atento no nosso relógio, na nossa conta de água, para ver se está tendo um vazamento ou não. A sociedade tem que denunciar quando acontece isso. O cidadão pode ser o fiscal.
O levantamento do Instituto Trata Brasil mostra também que, das dez cidades com maior perda de água do País — entre as cem maiores —, oito são municípios de São Paulo, entre eles: Jundiaí, Limeira, Sorocaba, Franca, São José dos Campos, Santos e Ribeirão Preto. Uberlândia (MG) lidera e Maringá (PR) e Curitiba (PR) completam a lista.
O presidente do instituto criticou, ainda, o excesso de dependência do regime de chuvas.

— Nós temos sistema de captação superficial, por reservatório, por rio, por lagoa, que é muito dependente da chuva. Eu diria o seguinte: a gente está vivendo um momento crítico que deve ser combatido, desde acelerar as ações de redução de perda até a fundamental participação da população. Nesse momento, a gente depende das pessoas usarem com mais critério a água.
*Colaborou Thiago Pássaro, estagiário do R7
Assista ao vídeo: 
ÁGUA SP COM RISCO DE RACIONAMENTO 




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COLONIA DE PESCADORES Z-57 DA PRAIA DO BURAQUINHO (BA) CONVIDA "FESTA DE IEMANJÁ 2014"



ENVIADO POR Fernando Borba - COLONIA DE PESCADORES DA PRAIA DE BURAQUINHO - LAURO DE FFREITAS  (BA)

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PESCA ESPORTIVA ABERTA NO RIO PARAGUAI TERÁ FISCALIZAÇÃO REFORÇADA DA POLÍCIA AMBIENTAL


 31/01/2014  

PMA reforça fiscalização no rio Paraguai com a abertura do pesque-solte 
A pesca esportiva na modalidade de pesque-solte no leito no Rio Paraguai será aberta a partir de amanhã (1º). A Polícia Militar Ambiental (PMA) atuará na fiscalização e na orientação para cumprimento da legislação. A estratégia consiste no trabalho de reforça do policiamento nos municípios de Corumbá e Porto Murtinho, cujas áreas envolvem a calha do Paraguai.
A lancha de grande porte, adquirida em parceria com o Ministério da Pesca, que já trabalha como posto itinerante nesta piracema (novembro-fevereiro), auxiliará os trabalhos na calha do rio, especialmente na fronteira com o Paraguai e Bolívia. Será também fiscalizada a região de divisa com o Mato Grosso, inclusive, a área do entorno do Parque Nacional do Pantanal, situado entre Corumbá e Poconé (MT).
Equipes da sede (Campo Grande) serão deslocadas para o reforço da fiscalização, com o objetivo de evitar que os pescadores que praticarão a modalidade permitida (pesque-solte) matem o peixe, pois, caso isto ocorra a pessoa será presa por pesca predatória. Equipes da PMA de Corumbá também estarão na região do porto geral da cidade, de onde saem as embarcações pesqueiras com os turistas, para trabalho de orientação.
Alerta sobre a pesca
À exceção do pesque e solte na calha do principal pantaneiro, a PMA informa que a única pesca permitida neste período, na bacia do Rio Paraguai e nos rios de domínio do Estado de Mato Grosso do Sul na Bacia do Paraná, é a pesca de subsistência. “Subsistência é manutenção da vida. Então, quem pode pescar é o ribeirinho que precisa da proteína do peixe para manutenção de sua vida. Ele pode capturar 3 quilos, ou um exemplar, respeitando as medidas permitidas, porém, não pode comercializar em hipótese alguma”, informa nota da corporação ambiental.
O comando da PMA alerta, ainda, que a população das cidades lindeiras, bem como pessoas que vão passar o final de semana em ranchos às margens dos rios, “não podem pescar de forma alguma, mesmo de varinha, modalidade também proibida neste período”.
Bacia do Rio Paraná
Nesta área, a pesca continua nos lagoas das usinas do Rio Paraná, podendo haver, para o pescador amador a captura de 10 quilos e mais um exemplar de peixes exóticos e não nativos da bacia, tais como: tucunaré, corvina, tilápia, bagre africano, porquinho etc. Para o pescador profissional não existe cota de captura destas espécies, desde que não utilize petrechos proibidos.
Pesca fechada
A PMA alerta às pessoas que vão descansar em ranchos e locais às margens dos rios, que respeitem a legislação, não pescando nos locais proibidos e soltando os peixes nos locais onde estará permitido o pesque-solte, que é a calha do rio Paraguai. A pesca de captura está suspensa até 28 de fevereiro. O desrespeito à legislação pode levar os infratores a serem presos e encaminhados à delegacia de Polícia Civil para lavratura do auto de prisão em flagrante, podendo, se condenados, pegar pena de um a três anos de detenção.
“Além do mais, terão todo o material de pesca e mais motor de popa, barcos e veículos utilizados na infração apreendidos, além de serem multados administrativamente em um valor que varia de R$ 700,00 a R$ 100 mil, mais de R$ 20,00 por quilo do pescado irregular”, adverte comunicado da PMA divulgado nesta sexta-feira.
 
Fonte: Lucas Junot - Capital News (www.capitalnews.com.br) 

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CLUBE DE ENGENHARIA RJ CONVIDA PARA A PALESTRA SOBRE O PROJETO DO PORTO MARAVILHA


PROJETO PORTO MARAVILHA E SEU ESTÁGIO ATUAL - 06/02/14
  
PALESTRA entrada franca =  com meu colega da UFRJ e ex-vice-prefeito Carlos A. Muniz ==>> 
PROJETO PORTO MARAVILHA E SEU ESTÁGIO ATUAL -  06/02/14   18:00 h

PALESTRA entrada franca =  PROJETO PORTO MARAVILHA E SEU ESTÁGIO ATUAL -  06/02/14 18:00 h
CLUBE DE ENGENHARIA =>>
Av. rio branco , 124 [metrô CARIOCA]
SDS. fluviais,

PROF. JORGE RIOS  = http://prof-rios.blogspot.com.br/
Conselheiro e Chefe da DRHS [Div. de Rec. Hidricos e Saneamento ] 

SAIBA MAIS:

Porto Maravilha: um sonho que virou realidade
A Operação Urbana Porto Maravilha está preparando a Região Portuária, há muitos anos relegada a segundo plano, para integrar este processo de desenvolvimento.





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GOVERNADOR ALCKMIN DIZ QUE A SABESP VAI APRESENTAR SOLUÇÃO PARA A FALTA DE ÁGUA EM 04 DIAS

Sabesp deve apresentar solução para a falta de água em 4 dias, diz Alckmin

Falta de chuva e o aumento do consumo reduziram para 22% o volume de armazenamento de água das represas do Sistema Cantareira


30 de janeiro de 2014

Chico Siqueira - Especial para O Estado
GUARARAPES - O governador Geraldo Alckmin disse nesta quinta-feira, 30, que a Sabesp deve entregar "em três ou quatro dias" uma proposta para solucionar o problema de abastecimento do Sistema Cantareira, que enfrenta a pior estiagem dos últimos dez anos. 
A falta de chuva e o aumento do consumo reduziram para 22% o volume de armazenamento de água das represas do sistema, o que pode levar ao racionamento os municípios da Grande São Paulo abastecidos por elas.
Veja também:
Em visita ao interior de São Paulo - onde entregou casas em Valparaíso e Mirandópolis e uma creche-escola em Guararapes -, o governador disse que a Sabesp está concluindo um pacote de medidas para melhorar o abastecimento à população assistida pelo Sistema Cantareira. Ele lembrou que a situação do Sistema Cantareira 'é distinta' dos outros reservatórios que abastecem a capital paulista.
"Os reservatórios, como o da Guarapiranga e do Alto Cotia, e outros de várias áreas, estão com quase 100% da capacidade, o que é suficiente para abastecimento da cidade de São Paulo. Mas temos o Cantareira com 23% porque na região de Minas Gerais e São Paulo, que o abastece, não chove há um bom tempo", explicou. Por isso, segundo Alckmin, as medidas da Sabesp serão apenas para os municípios que dependem do sistema Cantareira, responsável por abastecer 42% da Grande São Paulo.
De acordo com o governador, uma das medidas é uma campanha publicitária, que já está sendo levada ao ar pela Sabesp. "Ela (Sabesp) começou uma campanha para alertar a população sobre a necessidade de reduzir o consumo e não desperdiçar água", disse o governador. Segundo ele, a campanha dá dicas de como economizar água, como não deixar a torneira aberta quando se estiver fazendo a barba ou tomando banho e evitar lavar automóvel, entre outras atitudes. "A pior coisa é ter verão sem chuva, com grande consumo de água e ainda perda por evaporação", disse.
Alckmin não quis adiantar quais seriam as outras medidas, mas disse que elas devem ser anunciadas nos próximos dias. "Vamos aguardar mais uns quatro dias e anunciaremos", prometeu. Apesar da situação, a Sabesp informa que não há necessidade de se adotar o racionamento por enquanto. O ESTADAO
http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,sabesp-deve-apresentar-solucao-para-a-falta-de-agua-em-4-dias-diz-alckmin,1124932,0.htm


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SOS PARQUE NACIONAL DO IGUAÇU (PR) - CARTILHA: "A ESTRADA NÃO É O CAMINHO"

capa cartilha peq 0 297x300 Cartilha alerta sobre impactos de reabertura de estrada no Parque Nacional do Iguaçu (PR)

31/1/2014 

Cartilha alerta sobre impactos de reabertura de estrada no Parque Nacional do Iguaçu (PR)


Quase mil organizações da sociedade civil lançaram publicação que traz dados sobre os problemas e as inconsistências do projeto que ameaça o segundo parque nacional mais visitado do País. ISA participa da iniciativa.
As quase mil organizações da sociedade civil brasileira que estão mobilizadas contra a tentativa de reabrir a estrada que cortava, até 2003, o Parque Nacional do Iguaçu (PR) lançaram uma cartilha que aponta os diversos problemas que a proposta pode provocar. O ISA também assina a publicação “A estrada não é o caminho”, que, em 10 páginas, traz textos e fotos com dados econômicos, sociais e ecológicos sobre a questão (baixe aqui o arquivo).
O Parque Nacional do Iguaçu é o segundo mais visitado do País, com mais de 1,5 milhão de visitantes ou 28% do total neste tipo de unidade de conservação (UC), em 2012. Ele só perde para o Parna da Tijuca (RJ), onde está o Cristo Redentor, mais famoso cartão postal do Brasil, com 2,5 milhões de visitantes. 
A área é considerada Patrimônio Natural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para Educação e Cultura (Unesco) e abriga as Cataratas do Iguaçu, escolhidas recentemente uma das sete maravilhas da natureza. Por causa disso, Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, na fronteira com a Argentina, onde está localizada o acesso ao parque, é o segundo destino mais procurado por turistas estrangeiros no Brasil, perdendo apenas para o Rio de Janeiro nesse quesito. É este patrimônio que está ameaçado pela ideia de reabrir a estrada.
A proposta consta do Projeto de Lei 61/2013, de autoria do deputado Assis do Couto (PT-PR) e que tramita hoje no Senado. O agravante é que o projeto não ameaça apenas o Parna do Iguaçu. Na tramitação na Câmara, o relator Nelson Padovani (PSC-PR) introduziu uma emenda que muda a Lei 9.985/2000, do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), para criar a figura da “estrada-parque”, o que pode impactar o conjunto das UCs brasileiras.
Ambientalistas, pesquisadores e governo apontam que a construção de estradas dentro de unidades de conservação (UCs) provoca e amplia uma série de impactos negativos, como aumento da extração ilegal de madeira e de outros produtos florestais, incêndios, fragmentação de ambientes, atropelamento e caça de animais.
O ISA produziu, no final do ano passado, uma série de três reportagens sobre o assunto:
* Publicado originalmente no site Instituto Socioambiental. AGENCIA ENVOLVERDE

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AS SURREALISTAS PAISAGENS DAS MONTANHAS ARCO IRIS DA CHINA



Conheça as montanhas coloridas da China

Que a China é um país muito diverso no que diz respeito a paisagem já sabíamos: o que pouca gente sabe é que o Parque Geológico Zhangye Danxia tem enormes e variadas montanhas coloridas, em uma verdadeira obra de arte da natureza.

Toda essa cor se deve aos constantes depósitos de minerais de diferentes colorações nas camadas rochosas. As placas tectônicas, os ventos e a chuva deram origem, muitos anos depois, a todas essas formas, que incluem pilares naturais, desfiladeiros, vales e cachoeiras. 

O melhor lugar para é observar essa raridade é na província de Gansu, China.

AS SURREALISTAS PAISAGENS DAS MONTANHAS ARCO IRIS

by 


ENVIADO PELO COLABORADOR DR. EDMUNDO FERREIRA DA ROCHA - SITE CAMPOS DO JORDÃO CULTURA

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