Seguidores do Blog SOS Rios do Brasil

25 de setembro de 2008

SEMANA DA ÁRVORE 2008 - A importância da mata ciliar

Rio com assoreamento causado pela destruição da mata ciliar A importância da mata ciliar de nossos rios

Tribuna Popular - Jardins - MS

A mata ciliar é uma das formações vegetais mais importantes para a preservação da vida e da natureza, é também a formação vegetal que cresce as margens dos cursos d’agua.

Assim como os cílios protegem os olhos, a mata ciliar serve de proteção aos cursos d’agua. A mata ciliar forma uma grande comunidade de plantas, animais e outros organismos vivos que se interagem com outros componentes vivos. A mata ciliar é parte fundamental do perfeito e completo ecossistema natural.A formação da mata ciliar é favorecida pelas excelentes condições dos terrenos próximos dos rios.

Os rios fornecem a água e os nutrientes, que são levados através deles, se depositam em suas margens e ajudam as plantas no crescimento. Mais importante que os rios para a sobrevivência dessa vegetação. É a mata ciliar para a conservação dos rios e dos animais. A mata ciliar funciona como um obstáculo contra o assoreamento dos rios, ou seja, segura a terra e outros sedimentos das margens para que ela não caia dentro deles. Essa terra poderia matar as espécies que vivem no fundo dos cursos d’água ou torná-los barrentos, dificultando e entrada da luz solar, necessárias aos organismos que servem de alimentos aos peixes.

Quando chove, a mata ciliar também impede que uma quantidade muito grande de água caia de uma vez só no rio, e assim evita as enchentes. A água das chuvas também pode trazer diversas substâncias estranhas, como excesso de adubos, sedimentos e outros produtos químicos aplicados nas áreas de cultivo esta vegetação também retém uma parte destas substâncias, evitando a contaminação dos nossos rios.

A vegetação que se forma às margens dos rios também serve de abrigo aos animais, que podem se reproduzir ali e também se alimentar dessas plantas. Esses animais também podem utilizar a mata ciliar como um corredor entre florestas distantes entre si, sem precisar cruzar campos cultivados e, com isso, arriscar a vida por atropelamentos e caçadores inescrupulosos.

Os peixes também acabam se servindo das árvores, que fornecem alimento e cria na região do rio um clima onde são menores as variações de temperatura.Apesar de extrema importância e necessária, a mata ciliar vem desaparecendo muito rapidamente ao longo dos anos. A ocupação das várzeas por plantações e pastagens, o despejo de enormes quantidades de lixo e esgotos nos rios, a falta de planos para a utilização racional e adequada das florestas, além de agravarem o problema das enchentes, reduz a produtividade agrícola e provocam o acúmulo de material nas barragens e nos fundos dos rios.

Ao longo dos anos estamos percebendo e acompanhando a redução significativa dos espelhos d’agua dos rios Santo Antonio, dos Velhos e principalmente o Rio Miranda.Em nossa região território de Mato Grosso do Sul já se percebem uma redução no número de peixes nos rios, as dificuldades na concentração de cardumes, devido ao assoreamento. Com a diminuição da profundidade dos rios, os peixes passam a ter dificuldades de encontrar alimento, afetando também a desova completa nos períodos de Piracema, visto que é principalmente no fundo dos rios onde vivem os organismos que os peixes consomem.

O assoreamento também provoca a morte de bactérias e algas que necessitam de oxigênio e faz proliferar outros organismos que liberam substâncias tóxicas na água.O acúmulo de sedimentos no fundo também torna complicada a navegação, já que os barcos necessitam de uma profundidade mínima para não encalhar.

Tivemos a oportunidade de trabalhar neste importante rio Miranda na década de 90, navegávamos com grandes e potentes motores de popa, hoje as nossas equipes de trabalho ambiental realizam os trabalhos de fiscalização fluvial e se quer na grande maioria dos trechos pode-se utilizar motores e sim os remos e muitas vezes temos que arrastar as embarcações em função da grande escala dos assoreamentos, cuja calha não é muito profunda, a situação começa a se tornar crítica.

Durante muito tempo, aceitou-se as conseqüências da destruição das matas ciliares, porque se acreditava que esses prejuízos eram menores que os benefícios trazidos pelo progresso. Só quando se percebeu os enormes prejuízos econômicos causados por essa destruição, a sociedade passou a prestar mais atenção e até a exigir maiores cuidados com a natureza.Hoje, o Código Florestal, uma lei federal, exige a preservação da mata ciliar.

Nos locais onde ela já não existe mais, é necessário que se faça os isolamentos e a introdução de espécies vegetais daquela região ou de outra espécie adequada àquele ambiente. Ao contrário do que pensam muitos proprietários rurais circunvizinhos aos cursos d’agua, a recomposição da mata ciliar não é perda de dinheiro. Pelo contrário, é um investimento para a preservação do recurso hídrico que passa por suas terras e alimenta a sede do rebanho. (Fonte: Tribuna Popular)

Como Plantar e Preservar a Mata Ciliar - Saiba Mais -

SEMANA DA ÁRVORE 2008 - Estamos dizimando nossa rica flora

472 espécies da flora brasileira estão ameaçadas de extinção

O Ministério do Meio Ambiente publicou nesta quarta-feira (24) no Diário Oficial da União (DOU) a nova lista de espécies da flora brasileira que estão ameaçadas de extinção.
Desde 1992 a lista não era atualizada pelo governo. Agora, 472 plantas correm risco de sumir das florestas brasileiras.

No começa da década passada eram 108 espécies.
A lista foi elaborada pela Fundação Biodiversitas, a pedido do Ministério, e leva em conta todos os biomas brasileiros. As florestas com maior número de espécies ameaçadas são a Mata Atlântica (276), o Cerrado (131) e a Caatinga (46).

A Amazônia aparece com 24 espécies, o Pampa com 17 e o Pantanal com duas.
Nenhuma das espécies que constava da lista de 1992 foi excluída.
De acordo com a instrução normativa, publicada nesta quarta no DOU as espécies que integram a lista são consideradas prioritárias para efeito de concessão de apoio financeiro à conservação pelo governo federal e sua coleta será efetuada somente com autorização do órgão ambiental competente. O desflorestamento dessas plantas ou sua comercialização passam a ser crime contra o meio ambiente.

Constam da lista das ameaçadas 12 espécies de interesse da indústria madeireira.
Elas já figuravam entre as plantas sob ameaça em 1992. A nova lista adiciona uma única espécie de interesse madeireiro, o "pau-roxo" (Peltogyne Maranhensis), da Amazônia.
Entre as outras espécies de uso econômico estão algumas de uso alimentício (caso do palmito juçara), medicinal (jaborandi), cosmético (pau-rosa) e também ornamental.
O jaborandi e o pau-rosa também já constavam da lista de 1992.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, o crescimento no número de espécies em relação à lista anterior reflete não apenas o aumento das atividades humanas sobre a vegetação nas últimas três décadas, mas também um melhor nível de conhecimento sobre a flora brasileira e a participação de uma parcela mais expressiva da comunidade científica no processo de elaboração da lista.
As florestas de araucárias são as mais devastadas na região Sul O Sudeste apresenta o maior número de espécies ameaçadas (348), seguido do Nordeste (168), do Sul (84), do Norte (46) e do Centro-Oeste (44). O estado com maior número de plantas próximas da extinção é Minas Gerais (126), seguido do Rio de Janeiro (107), da Bahia (93), do Espírito Santo (63) e de São Paulo (52).
A primeira lista das espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção foi editada em 1968, com a inclusão de 13 espécies. A segunda ocorreu em 1980, com a adição de uma espécie à lista anterior. Em 1992, foi publicada uma nova lista, desta vez com 108 espécies.
(Fonte: Jeferson Ribeiro/ G1)/Ambiente Brasil

UM DEBATE DE QUALIDADE: De onde vem a água que sustenta esse(s) campo(s) de golf no litoral da Bahia?

Costa do Sauípe Golf Links - foto Iffas2008
Porque não se obriga o reuso da água nos campos de golf?

Do Fórum REBIA Nacional:
To: Fabiano Barreto - 25/09/08
RE: Tapete de gramado vistoso campo de golfe, cultivado sobre dunas à beira-mar no complexo hoteleiro da Costa do Sauípe, litoral norte da Bahia

Fabiano, vc sabia que no verão chega-se a consumir 5 l de agua por m² de grama? imagine ai !!!ou seja, cada campo de golf consome aproximadamente 1300m³ de agua por dia. sabe de onde vem a água??? dos nossos rios e outra, até onde sei os consumidores não pagam pelo uso desta. o ideal seria que os orgão ambientais condicionasse o reuso da agua.
Eles poderiam tratar o esgoto e reusar nos campos de Golf. O problema, é que os complexos malmente tratam o esgoto quanto mais a ponto de deixar em condições de reuso.

Vitor Emanuel Caldas
GERENCIAMENTO AMBIENTAL
9ª TURMA UCSAL


A questão é a seguinte: a água do mundo está acabando, certo?
Quanto dela é necessário ainda para manter aceso esse verde exuberante, para poucos que desfrutam? De onde vem a água que sustenta esse(s) campo(s) de golf no litoral?
E por que ainda se projetam mais campos desse tipo para as áreas circunvizinhas à esse complexo, comprovadamente mal negócio e decadente?
Já estão prevendo para a área de Santo Antonio como parte de um projeto mirabolante, uma dessas espécies de gramado artificial para o deleite de uma só e única classe.
Como podem os erros perdurarem tanto assim???
Por favor me respondam.

From: Ivo Costa de Oliveira

É sempre assim.
As pessoas atacam sem motivo e razão, sem ter base. Apenas pelo simples fato de querer desmerecer aos outros.
AOS QUE TRABALHAM. Sempre procuro PAZ e não foi isto que esse(e) sr(a) mostrou. Procurou, desde a primeira vez, ATACAR de acordo com a linha mestra de outros que nada mais sabem fazer que isto.
Agora, quando é chamado a dialogar como, ao que parece, ser um SER HUMANO INTELIGENTE, mostra que não é bem assim.
Que não tem argumentos. Que não tem nada de concreto a mostrar. E, por isto, foge com o velho, conhecido e tão batido chavão de: seu texto não merece resposta.
Para rir ou para chorar? Prefiro rir porque minha consciência está em paz.
E, para mostrar seu "ato de heroísmo", enviou a mensagem para uma lista imensa como se isto fosse grande coisa.
Infelizmente, no nosso País as coisas são assim. Foram inúmeros os brasileiros deportados de aeroportos europeus sem direito a nenhuma defesa, maltratados e tratados como cães sarnentos. Mas, estrangeiros chegam ao Brasil com títulos e outros que tais, acham-se imperadores do mundo e querem ditarregras.
Quando chamados ao diálogo, FOGEM.FALTA DE ARGUMENTOS é uma coisa mais do que triste, é patética.
Seria interessante se a extensa lista de "receptores" de sua mensagem pudesse ler esta que escrevo agora. A ver se desperta-lhes um mínimo dos mínimos de sentimento de defesa do patrimônio público brasileiro de acordo com as leis.
Quem diz ADEUS sou eu caro(a) Leclercq.
Melhor ainda: adieu, adiós, aufwiedersehen, sayonara, adio, goodbye, farewell e, "hasta la vista, baby" à laSchwarzeneger.

Santo Ivo Di Sir Jeep.

De: Fabrice Leclercq
O seu texto não merece um risposta, porque eu acordo tan importancia a omeio ambiente que você mas em paz e na actuação..!!
Adeus Senhor!

From: Ivo Costa de Oliveira
Bom Dia, caro(a) Fabrice!
Não sou advogado de ninguém, exceto do MEIO AMBIENTE, de acordo com um Artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada pela ONUem 1948 e, só em 1988 passou a integrar a Constituição Brasileira, na íntegra.
Lembra do "O meio ambiente é um direito das pessoas e deve ser mantido sadio eem perfeitas condições de equilíbrio para as presentes e futuras gerações"?
Fabiano - aka "garbage" pelos leclercq e kaninanas da vida - tem plenas condições de se defender sozinho.
Logo, o que falo e escrevo é em meu próprio nome e na defesa daquilo que permite a vida no Planeta Terra..Será que o(a) sr(a) percebeu que o texto que lhe causou tanta ira é de um nativo da região, desiludido com toda a destruição e miséria da mesma,causadas pelo "desenvolvimento sustentado" que tanto apregoam?
Será que a ONU sabe de seu posicionamento quanto à defesa do MEIOAMBIENTE, em total contradição com a Declaração Universal dos Direitos Humanos?
Seria bem interessante criar um Incidente DiplomáticoInternacional entre ITC/ONU e Brasil, não acha?Ao invés de criticar o que a turma ponto com faz, porquê não unir-se à corrente dos que defendem a VIDA no PLANETA TERRA?

Seria ainda muito interessante se o(a) sr(a) voltasse para seu país de origem e tentasse promover por lá o que INSISTE em promover no nosso ,não é mesmo? Tudo bem que as leis, no estrangeiro, são muito mais respeitadasque no BRASIL. Tudo bem que, por aqui, até embaixadores estrangeiros acham-se no direito de pressionar administradores públicos para "flexibilizar" leis e,assim, permitir mais e mais destruição.
No seu país isto é possível?
Nossos embaixadores, ou consules, têm tanta força por lá? Sua atitude, como dos demais, demonstra desespero. Sim, desespero.Talvez por ver que os negócios não andam bem. Que as coisas que pregam à exaustão já não colam mais, que os habitantes nativos das regiões INVADIDASc omeçam a abrir olhos e ouvidos, a ganhar CORAGEM E FORÇA para rebelar-se com tantas MENTIRAS.
Será que o(a) sr(a) também começou a perder dinheiro?
Que seus planos começam a correr pelo ralo? Afinal, as notícias sobre o sul/baixo sul baianos não são nada agradáveis com turistas assaltados e mutilados, com pousadas invadidas por marginais, os estupros e tudo o que de bom esse turismo absurdo que querem implantar no BRASIL traz. Cabeça no lugar, sr(a) Leclercq. Cabeça no lugar.
Bem plantada na cabeça. Comer xuxu, um chazinho de maracujá, de capim santo ou outra ervacalmante fazem um bem tremendo e até ajudam a ter noites bem dormidas...Deve ser terrível acordar com a sensação de não ter dormido, não émesmo?Que faz isto? Dor de consciência? Medo porque a conta bancária decresce em vez de engordar?
Esse seu amigo, se brasileiro, é outro que deve apenas querer sugar as tetas do País sem dar a mínima para os nativos da região onde se encontra.
Deve ser mais um dos que se embasbacam com estrangeiros e acham quequalquer coisa que vem de lá é infinitamente melhor que o máximo daqui, não é mesmo? Jamais esqueça de um ditado muito em uso no Brasil: "Quem com porcos se mistura, acaba comendo farelo"... ou o que Cristo disse: "Que adianta atirar pérolas aos porcos?
"Desejo-lhe dias extremamente melhores e maior controle dos nervos,ao mesmo tempo que o(a) convido a um diálogo franco, aberto e sem máscaras. Um diálogo com muito respeito e cartas na mesa, sem blefe. Afinal, não sei jogarpoquer. Gosto de tudo muito às claras e muito bem explicado.
Santo Ivo Di Sir Jeep.


From: Fabrice Leclercq
Desestimado Senhor, Por favor elimina o meu nome desse lista.
Não pode soportar mais tais palavras negativas e difamadoras.
Você é verdadeiro um global garbage mesmo e um real desonra para sua região.
Finalmente, como diria um amigo mio, o que a região precisa mais é menos palavras (suas) e mais ações!!!
Oportunamente, o que você ja fiz para o desenvolvimento da suaregião!!???

Fabrice Leclercq

From: Juca Pereira
Nobres companheiros,
O futuro para essas comunidades do entorno da Costa doSauípe chegou, a determinado momento, na gestão do Programa Berimbau sob ocomando do Sr Francisco Oliveira, ter uma perspectiva iluminada, com atenuantesainda agregadores de valores para a pesca, a cultura, o esporte e o laser.
Entretanto, por motivos de ordem administrativa da SauípeS/A, o Senhor Francisco Oliveira foi afastado dessa Empresa e, o seu substituto,o Senhor Beraldo Boaventura, Gerente Socioambiental, modificou o programa para asua visão socioambiental, transformando-se em verdadeiro dono das entidades criadas pelo Sr Francisco Oliveira, impacando o que seria uma usina de adubo orgânico que geraria um mínimo de 76 empregos para cooperados, faria crescer a agriculturalocal e, indiretamente geraria mais emprego e renda.
Desmontaram a parte que fabricaria o adubo, sob alegação de que "não funcionaria".

Hoje, a VERDECOOP, funciona com ajuda de custo para os seus funcionários (muitos dos atuais não tiveram o necessário curso de cooperados e, por esse motivo desconhecem os seus direitos e deveres), mais da metade dos que ainda continuam, não são da comunidade, ficando os daqui sem os empregos previstos quando da sua criação. A Associação dos Moradores de Porto de Sauípe - AMPS, articuladora e incentivadorada criação dessa cooperativa, hoje, ném mesmo sabe o que ocorre naquelaentidade, visto que o atual dono, o Gerente Socioambiental da Costa do Sauípeter imposto aos cooperados rompimento (e eles aceitaram com medo de perder oemprego) com o Presidente da AMPS.

E hoje, está em plena operação, uma modésta fábrica de adubo orgânico no Núcleo JK (Mata de São João) produzindo e sendo utilizado pelos agricultores locais e circunvizinhos o adubo que "não funcionaria", melhorando a olhos vistos, as suas produções.

A Escola Meninos do Porto, responsável pela educação de112 meninos e meninas carentes (principalmente) foi arrancada da AMPS, criada um conselho gestor que só foi convocado quando da sua eleição. Os seus conselheiros desconhecem totalmente quaisquer atitudes, contratações e/ou demissões praticadas por aquela Escola.
Perdemos os parceiros italianos e alemães que ajudavam a mantê-la e só Deus sabe o que ocorrerá com aquela entidade.

A COPEMAR-LN (Cooperativa dos Pescadores e Marisqueiras doLitoral Norte) esta, criada pelo próprio Gerente Socioambiental, contrariou a nossa esperança de ter uma associação e/ou mesmo cooperativa dos pescadores e marisqueiras de Porto de Sauípe, idéia de mais de 30 anos que cultivávamos, impondo uma mega (em área) cooperativa de pescadores e marisqueiras que deveria abranger desde Praia do Forte até Jandaíra (mas, nunca funcionou).

No dia das eleições dessa entidade, o poderoso senhor presenteou quem quiz vir conhecer o Complexo Hoteleiro Costa do Sauípe, doando camisetas, 4 (quatro) ônibusdisponíveis, 2 de Praia do Forte e 2 de Jandaíra, trouxe mais de 200 (duzentas) pessoas, pagou almoço e bebidas para todos e, após (por aclamação) votos sufocantes de todos contra apenas 16 (dezesseis) pescadores de Porto de Sauípe, foi eleita uma diretoria toda de Praia do Forte, (que continua até os dias dehoje), sob sua tutela. Nunca compreendemos.
Que impacto teve Praia do Forte quando da construção da Costa do Sauípe? O Programa Berimbau não foi criado para fazer acontecer o entorno impactado? Criar condições de vida para os que não tivessem ligação direta com a Costa do Sauípe?
A COOPEVALES (Cooperativa dos Pequenos Produtores do Valedo Rio Sauípe) não consegue decolar. Foram substituidos todos os diretores econtratados que cuidavam de início dessa cooperativa e, em seus lugares, gente estritamente ligada àquele senhor. Tenho certeza que o principal objetivo (fornecer hortifrutigranjeiros) para os hotéis, restaurantes e pousadas da Costado Sauípe, não foi alcançado. Apenas coco verde se consegue oferecer, por falta de uma polìtica incluidora, por falta de crédito para os pequenos produtores, por falta de adubo orgânico, por falta de apoio técnico, por falta de incentivo e por falta de boa vontade em fazer acontecer.
A Feira de Porto de Sauípe:
Essa feirinha, aconteceu com oapoio da COOPEVALES, quando ainda existiam pessoas compromissadas em desenvolvera cooperativa dos pequenos produtores, criar um meio de venda para seusprodutos, incentivar os produtores dos assentamentos rurais existentes em EntreRios, Itanagra e outros existentes nas proximidades a escoar os seus produtos. AAMPS entrou com 25 (vinte e cinco) barracas de madeira (desmontáveis) doadaspelo Programa Berimbáu para esse fim, ainda na gestão do Sr Francisco Oliveira,ficando a COOPEVALES como responsável pelo transporte semanal para a Vila Sauípeàs Sextas-Feiras, após a Feira de Porto de Sauípe para a feirinha de Vila Sauípeaos Sábados.
A COOPEVALES se responsabilizaria por quaisquer danos que viesse aser causados nas barracas, se comprometendo a recondicioná-las em caso depossíveis avarias provocadas pelo transporte em carroceria de caminhão ao longode quase 2 anos. E, ficou combinado que, quando a COOPEVALES viesse a comprar assuas barracas, que doaria 20 (vinte) unidades à AMPS, visando ampliar a feirinhade Porto de Sauípe.
Hoje, as nossas barracas estão totalmente danificadas, a COOPEVALES dispõe de suas novas barracas, nos esqueceram, não recuperaram as da AMPS e querem mudar o dia da Feira de Porto de Sauípe para as Sextas-Feiras,visando fortalecer a de Vila Sauípe, em detrimento da nossa, como era antes, desconsiderando a vontade dos moradores de Porto de Sauípe que solicitaram aosfeirantes a mudança da feirinha para os dias de Sábados, visto que é o melhordia para compra dos produtos oferecidos na feira.
Para isso, pressionam os feirantes a não frequentar a feirinha de Porto de Sauípe, visando enfraquecê-la. Por ordem do poderoso senhor Beraldo Boaventura, o JUCA(Josemi Alves Pereira) Presidente da AMPS, deixou de ser convidado para toda e qualquer reunião e/ou evento que por ventura venha a acontecer na Costa doSauípe e/ou ainda, em qualquer das entidades por ele controlada. Infelizmente os nosso amigos não conseguem medir o mal que estão praticando, seguindo cegamenteesse senhor.Ventila-se a venda da Costa do Sauípe. Esperamos que osocial dos novos donos venha a ser parceiro das comunidades e não queira serdonos como a atual gestão da Sauípe S/A. Sempre a postos,

JUCADOPORTO





:: Principal ::
Turismo sustentável

Vida nova para Sauípe

Programa Berimbau mobiliza comunidades do litoralnorte da Bahia para conviver e crescer com a atividade turística
Todos os dias, quando apara o tapete de grama dovistoso campo de golfe, cultivado sobre dunas à beira-mar no complexo hoteleiroda Costa do Sauípe, litoral norte da Bahia, o baiano Paulo Sérgio da Conceição,30 anos, dá um nó na cabeça.

Acostumado ao barro do acanhado campinho de futebolde várzea, na Vila Sauípe, povoado onde reside, lidar com hóspedes ricos e muito exigentes, um mundo bem diferente do habitual, é para ele motivo de indagações -e de muitos sonhos.

Afinal, as gorjetas, se tiver sorte, podem ser robustas.Trabalhar em um ramo tão estranho à sua cultura, aprendendo novos ofícios ealargando o vocabulário com os jargões do golfe, mexe com o psicológico.
É como uma bola de neve: novos conceitos e aprendizados surgem a toda hora.Tempos atrás, o rapaz ouviu nos bastidores dogolfe o nome de um instrumento musical muito conhecido por ele e por todos osbaianos: o berimbau.
Ora bolas! O que teria o golfe a ver com as rodas decapoeira? Mais confusão... Programa Berimbau... Geração de renda... Ações paracapacitar a população e desenvolver a região...

O burburinho de palavras parecia confuso, muito confuso. Até que mais um termo entrou em cena para piorar: o lixo, sobre o qual ele ouviu falar que estava ajudando muita gente a ganhardinheiro. O que tem a ver lixo com berimbau, golfe e dinheiro?
A resposta, por mais estranha que a ele possa parecer, está no adubo sim, nas toneladas de fertilizantes que os operários do campo de golfe aplicam rotineiramente no imenso gramado.


Explica-se: esse produto que cultiva o verde cintilante e nutre o lazer de golfistas,responsáveis pelo consumo médio de US$ 500 diários na Costa de Sauípe, provém do lixo. Isso mesmo, das sobras de vegetação e da farta comida dos restaurantes, transformadas em nutrientes de excelente qualidade na nova usina de compostagem inaugurada neste ano na região.


Novidades assim permeiam as mentes de Paulo Sérgioe de mais 50 empregados do golfe, estrutura que serve ao complexo hoteleiro da Costa do Sauípe como um todo, incluindo um gramado de 660 mil metros quadrados,equivalente a 66 campos de futebol, palco de importantes torneios internacionais.

Até onde esses operários viajam nos devaneios, após o expedientede trabalho, quando deixam essa espécie de ilha da fantasia e retornam à dura realidade de seu vilarejo, onde convivem com os tradicionais problemas deeducação, saúde e saneamento?

Leque de desafios

Ao ser inaugurado no litoral norte baiano, em 2000, o Empreendimento Turístico Costa do Sauípe, o maior da América Latina,passou a ser visto como uma enorme fonte de empregos, principalmente para asoito comunidades vizinhas, situadas nos municípios de Mata de São João e EntreRios, cortados pela Linha Verde a estrada litorânea construída na década de 90 para impulsionar o turismo.

Afinal, eram cinco hotéis cinco estrelas de bandeira internacional que surgiram de uma hora para outra em uma região muito carente de oportunidades estáveis de trabalho o Renaissance Costa do Sauípe Resort, SuperClubs Breezes Costa do Sauípe, Sofitel Suítes & Resort Costa do Sauípe, Costa doSauípe Marriott Resort & Spa e Sofitel Conventions & Resort.

Além deles, foram instaladas seis pousadas temáticas, 15 restaurantes e toda estrutura esportiva e de entretenimento para o complexo turístico.
No total, a rede hoteleira temcapacidade para receber 3,6 mil hóspedes, sem contar com os visitantes não-hóspedes que freqüentam eventos promovidos no local, como carnavais fora de época e shows musicais.Seria um grande foco de oportunidades. Mas, no que se refere a empregos, a realidade inicial foi bem diferente do que se esperava.

Acostumados à vida simples, marcada pela cultura de subsistência, a exemplo dapesca, da lavoura e do extrativismo, como os nativos poderiam de repente seadaptar às exigências desse novo mercado de trabalho e prestar serviços para umpúblico tão diferenciado? A absorção da mão-de-obra não ocorreu na medidaesperada pelas comunidades. Havia uma barreira: o grau de analfabetismo, que atinge 45% da população local.

Como pode um empreendimento ser um vetor dedesenvolvimento para uma região se as pessoas não estão capacitadas para isso? Na busca de respostas para esse dilema, osempreendedores da Costa do Sauípe, especialmente a Caixa de Previdência dosFuncionários do Banco do Brasil (Previ), a Fundação Banco do Brasil, a SauípeS/A e os grandes hotéis ali instalados, encomendaram um plano de ações concretase integradas para derrubar os muros invisíveis que os separavam das comunidades.

Assim nasceu o Programa Berimbau um conjunto de iniciativas destinadas areverter o choque cultural e a exclusão social, promovendo o desenvolvimentoregional. "Um complexo hoteleiro desse porte não pode se tornar uma ilha deprosperidade cercada de miséria por todo lado", destaca Francisco Oliveira, 45anos, coordenador do Berimbau.

Em resumo: Costa do Sauípe não quer repetir, por exemplo, a situação de Porto Seguro, onde a exploração predatória do turismo e a falta de planejamento culminaram no surgimento de bolsões de pobreza que hojeameaçam a sustentabilidade das atividades turísticas locais.

Fonte de idéias
O primeiro passo foi levantar toda a demanda doshotéis, lojas e restaurantes dos alimentos aos xampus. A partir dessa grade deconsumo, foram identificadas as potencialidades regionais para atender àsnecessidades do empreendimento. Foram definidas, então, cadeias produtivaslocais, como agricultura e artesanato, com objetivo de abastecer o complexohoteleiro e, ao mesmo tempo, aumentar a renda e gerar benefícios para ascomunidades enfim, abrir novas perspectivas de vida tendo o turismo como fiocondutor.

Na Vila Sauípe, onde moram os trabalhadores do golfe, o Programa Berimbau impulsionou a Escola de Produção, uma espécie de incubadora de boas idéias antigo projeto do Instituto de Hospitalidade,organização sem fins lucrativos voltada para educação e capacitação na cadeia doturismo sustentável. "Foi preciso, de imediato, mostrar ações concretas,conquistando a credibilidade dos moradores", explica Oliveira..

Além de aulas deinformática e de alfabetização de adultos, a escola está estruturando umacooperativa de costureiras para produzir, entre outras coisas, os uniformes decerca de 2 mil funcionários da Costa do Sauípe."Precisamos de alternativas ao artesanato depalha, que durante as chuvas do inverno se torna mais difícil", afirma MireneTavares da Silva, 56 anos. Ela se prepara, ao lado de outras mulheres da vila, para alavancar uma nova atividade: a produção de xampus e sabonetes em escala comercial para abastecer os sofisticados banheiros dos empreendimentosturísticos que despontam na região.. Feitos à base de ervas aromáticas colhidasnos quintais, os produtos vinham sendo confeccionados artesanalmente mas agora consultores estão trabalhando com a comunidade para adaptar o design e o tamanhodas embalagens aos padrões exigidos pela rede hoteleira.

Nesse mesmo espaço de aperfeiçoamento profissionale de descoberta de novas vocações, o ex-pescador Josimar Silva dos Santos, o Samuca, 22 anos, aprendeu a entalhar placas de madeira, obtidas do tronco de jaqueiras da região, utilizadas na sinalização dos hotéis e restaurantes. "A poluição dos rios diminuiu muito a quantidade de peixes", ressalta Santos,explicando por que abandonou os mares. Com o turismo, o entalhe da madeira tem futuro mais promissor.

Na alta temporada, o artesão e seus companheiros ganham, cada um, cerca de R$ 700 mensais, enquanto um terço da população local sobrevive com renda inferior a um salário mínimo.
As perspectivas são promissoras, tendo em vista osnovos empreendimentos turísticos que estão chegando na região. Além da Costa doSauípe, onde atualmente está sendo construído um condomínio de luxo com 187casas, a 5 quilômetros dali será inaugurado o Reserva Imbassaí, do grupoportuguês Reta Atlântico, que inclui três hotéis e sete condomínios de luxo, comprevisão de gerar 1,2 mil empregos diretos.

Nos arredores situam-se também o resort da operadora espanhola Iberostar e o condomínio residencial Quintas dasLagoas, ambos em fase de construção. "É preciso integrar de maneira sustentávelos 7 mil habitantes que vivem nas comunidades do entorno", afirma FabriceLeclercq, do International Trade Center (ITC). Subordinado à ONU e voltado paraprogramas de redução da pobreza através do comércio exterior, no qual o turismose insere, o ITC escolheu o Programa Berimbau como modelo.

Os resultados começama ser percebidos: dos 2,6 mil postos de trabalho gerados na estrutura da Costado Sauípe na baixa estação e 3,5 mil na alta, cerca de 50% são ocupados pormoradores locais.Estratégia da educaçãoOs novos empreendimentos na região de Sauípe abremcaminhos para pessoas que até então precisavam migrar para grandes cidades embusca de uma vida melhor.

De outro lado, contudo, a explosão do turismo incha aspequenas cidades vizinhas com migrantes atraídos pelas promessas de emprego. Mas nem sempre os vilarejos, esquecidos pelo poder público, estão preparados parasuportar o aumento da população. Ocupação urbana irregular, falta de água elançamento de esgoto no ambiente são somente algumas das conseqüências. Oproblema já acontece em Porto Sauípe, cidade vizinha ao complexo hoteleiro, ondeos manguezais estão sendo desmatados e recebendo dejetos lançados pelas casasque surgem na cidade de uma hora para outra, para aproveitar as benesses da rica vizinhança.

A população da cidade, distante 5 quilômetros da Costa do Sauípe,aumentou de 1,5 mil para cerca de 6 mil habitantes depois que começaram as obrasdo complexo hoteleiro."A educação deve ser a principal estratégia paradespertar a cidadania e reverter esse quadro", pondera o arquiteto e artistaplástico Josemir Alves Pereira, o Juca, 52 anos, coordenador do Centro Comunitário de Porto Sauípe, apoiado pelo Programa Berimbau. Ali, todas asmanhãs, 20 mulheres freqüentam sessões de ginástica. Cuidam do corpo, previnemdoenças e melhoram a auto-estima.

À tarde, 50 jovens participam das aulas decapoeira, com as quais desenvolvem potenciais e podem ter uma pequena renda comapresentações durante festas e eventos nos grandes hotéis vizinhos. Além desses cursos, as vagas nas turmas de inglês, espanhol e italiano são muito disputadaspela população local que sonha em aprender um idioma para trabalhar no turismo.

O mesmo ocorre na estação digital, equipada com dez computadores, onde 140alunos se preparam para enfrentar o novo mercado de trabalho. Os moradores maisvelhos lutam contra o tempo. "Devido à brusca redução da pesca, ex-pescadorestentam se alfabetizar para trabalhar como segurança nos hotéis", conta Juca.

De fato, desde que a rodovia BA 099, a LinhaVerde, foi inaugurada, na década de 90, muitas coisas mudaram na vida dosmoradores do litoral norte baiano. Praias aonde só se podia chegar no lombo demulas passaram a receber carros, vans, ônibus. Os atrativos de Mangue Seco,
Praia do Forte e, agora, Costa do Sauípe, valorizaram as terras na região.

Nativos não resistiram às propostas dos forasteiros, venderam casas por um bompunhado de dinheiro e migraram para a capital. Em local tão valioso, a primeiraprovidência é cercar as propriedades, protegendo-as. "Hoje em dia, muitos donosde terra não deixam a gente entrar na mata para pegar palha de piaçava", lamentaa artesã Valdimira Batista Silva, a Vavá, 57 anos.Além disso, com o crescimento do turismo é cadavez maior o número de pessoas que fazem artesanato para vender nas lojas esustentar a família.

Com tanta gente trabalhando no extrativismo, a palmeira de piaçava, típica daquele pedaço de Mata Atlântica, está ficando escassa. "Épreciso ir cada vez mais longe para conseguir palha", reclama Vavá, uma das 48 mulheres da Associação de Artesãs de Porto Sauípe, que tem o apoio do Programa Berimbau. "Mas vale a pena enfrentar mosquitos, muitos espinhos e até onças",ressalva a artesã. Motivo: bolsas, jogos americanos, tapetes, potes e outrosobjetos confeccionados com a palha da piaçava rendem a cada uma cerca de R$ 600por mês, em média. Antes da inauguração da Costa do Sauípe, com muito custoconseguiam superar R$ 100. "Minhas nove filhas também trançam e costuram apalha", orgulha-se Vavá.

Aliás, as boas perspectivas de vendas para os turistasestão mudando os padrões desse artesanato - tradicionalmente praticado pormulheres. Desempregado, Geraldo Silva, 18 anos, único filho varão de Vavá,rendeu-se ao ofício até então exclusivamente feminino. Nada de machismo. Vale o ditado: na hora do aperto, o preconceito tem conserto.

24 de setembro de 2008

SEMANA DA ÁRVORE 2008 - Gisele Bundchen fala sobre florestas


Campanha Florestas do Futuro - Veja a fala da Tope Model Gisele Bundchen na Série Planeta - Florestas - Click

Veja: Click Árvore

SEMANA DA ÁRVORE 2008 - Florestas - Vídeo de Gisele Bundchen

Vídeo da série Planeta, do Website Oficial Gisele Bündchen


PRÊMIO DESTAQUE REDE ETHOS DE JORNALISTAS


Instituto Ethos anuncia vencedor do Prêmio Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social - anuncia o jornalista Adalberto Wodianer Marcondes, da Revista Digital Envolverde, como o grande vencedor do “Prêmio Destaque Rede Ethos de Jornalistas”, categoria de premiação do 8º Prêmio Ethos de Jornalismo – Edição Especial.
A votação on-line foi encerrada no último dia 18 de setembro e envolveu todos os finalistas desta edição. Jornalistas da Rede elegeram o vencedor, dentre todos os finalistas. (Leia o texto de Dal Marcondes sobre o recebimento deste prêmio em http://dalmarcondes.blig.ig.com.br/)
Os vencedores de cada categoria da premiação (fotojornalismo, jornal, rádio, revista, televisão e Prêmio Destaque Rede Ethos de Jornalistas) serão os grandes destaques do Seminário que o Instituto Ethos realiza no dia 30 de setembro de 2008, das 9h30 às 18h, no Espaço Rosa Rosarum (Rua Francisco Leitão, 416 – Pinheiros – São Paulo/SP).
O Seminário está dividido em três momentos. Pela manhã será promovido um debate sobre responsabilidade social empresarial na mídia com os vencedores. Após o debate, os vencedores serão reconhecidos publicamente e receberão o troféu desta oitava edição.
No período da tarde, o professor de marketing e do MBA da ESPM e instrutor do Uniethos, Maurício Turra, conduzirá uma oficina sobre responsabilidade social empresarial para jornalistas e comunicadores. O evento contará ainda com as participações de Ricardo Young (presidente do Instituto Ethos) e Paulo Itacarambi (vice-presidente do Instituto Ethos).
A mediação do debate será feita pela jornalista e coordenadora do UNICEF para o Ceará, Rio Grande do Norte e Piauí, Ana Márcia Diógenes.
Como as vagas são limitadas, a inscrição é obrigatória e deve ser feita no site do Prêmio Ethos de Jornalismo: http://www.premioethosjornalismo.org.br/.
Os jornalistas e comunicadores que permanecerem até o final do dia receberão um certificado de participação no evento.
Fonte: (Envolverde/Pauta Social)
*
Receba os parabéns da Equipe do SOS Rios do Brasil, caro Dal Marcondes! O seu trabalho pela comunicação ambiental é sobejamente conhecido e valorizado por todos aqueles que militam na área, pois segundo informa são mais de 50 mil textos desde que o atual site da Envolverde entrou no ar, em janeiro de 2005.
No próximo 30 de setembro, quando estiver recebendo a merecida premiação do "Prêmio Destaque Rede Ethos de Jornalistas" sinta-se abraçado por todos os ambientalistas e comunicadores ambientais. Parabéns Adalberto! VEJA MAIS

OPINIÃO DO LEITOR DO BLOG: FALTA DE ÁGUA NA TERRA


FALTA DE ÁGUA NA TERRA

Meus amigos,

Há já algum tempo que participo em alguns estados do nosso País, de reuniões, seminários, encontros, palestras, eventos diversos, em São Paulo, Ilhéus/BA, Foz do Iguaçú/PR, Espírito Santo, Natal/RN, Salvador/BA, Alagoinhas/BA, Porto de Sauípe/BA, como Conselheiro Titular do Comitê de Bacias Hidrográficas do Recôncavo Norte e Inhambupe - CBHRNI e diversas outras reuniões dos Conselhos das APAs Litoral Norte e Mangue Seco, todas elas, preocupadas com a conservação das águas e do meio ambiente em que vivemos, na verdade, em defesa da vida.

Nessas reuniões, foram diversos cientistas, doutores, políticos (Governadores, Deputados Federais, Deputados Estaduais, Prefeitos e Vereadores), Empresários, representantes da sociedade civil organizada e, até, em alguns casos, representantes de paises vizinhos e não vizinhos, todos curiosos, ouvindo e sugerindo metas a serem praticadas para tentar solucionar em médio e/ou longo prazo esse crucial problema das águas e do meio ambiente.

Nessas mesmas reuniões, cientistas confirmaram que das águas existentes na Terra, somente 2% (dois por cento) é doce e, desse total, 75% (setenta e cinco por cento) encontra-se na atmosfera. Segundo eles, não escapa para o espaço sideral. Os 25% (vinte e cinco por cento) da água doce que está nos continentes, desse total, 12% (doze por cento) está no Brasil e 88% (oitenta e oito por cento) nos demais paises.

Considerando o acima exposto, não se faz necessário ser cientista para chegar a uma simples conclusão:

- Já que não se fabrica água e a Terra continua com a mesma quantidade, o problema não é aquecimento global, canais, campos de golfe, monoculturas, etc. O problema real somos nós, seres humanos que já nos aproximamos da casa dos 7 bilhões na face da Terra.

- A necessidade de outros animais para alimentar essa gama de gente, transportar os seres humanos, fazer companhia, etc., as frutas, verduras, folhas, raizes, grãos, etc..

- Nós sabemos que cada um de nós, seres animais, somos constituidos de 71% (setenta e um por cento) de água, sendo as frutas e verduras um pouco mais de água. Logo, está explicado!

A água que deveria está correndo nos rios, está em nossos corpos, nos corpos dos animais que nos serve de alimento, nas frutas e verduras que nos alimentam, ou seja a água está sequestrada dos seus leitos. Visto isso, nós não iremos controlar as águas, sem controlar a população da Terra.
Eis aí um bom assunto a ser discutido.

JUCA DO PORTO

EXPEDIÇÃO RÁDIO ELDORADO NO RIO TIETÊ - 2008 - Cidade de Tietê - SP

Encontro de canoas do Divino em Tietê - o rio e a tradição
Na cidade de Tietê, que leva o nome do Rio, ele é a menor preocupação dos moradores...

Boletim da quarta-feira, dai 24/09

...Agora, o repórter Flavio Perez, da Eldorado, está refazendo a expedição, e percorrerá mais de mil quilômetros da extensão do Rio Tietê, com boletins ao vivo sobre a vida às suas margens.
O objetivo é traçar um comparativo com 18 anos atrás e conhecer as expectativas para o rio neste século.

A reportagem fará todo o trajeto em sete dias, de carro e bicicleta saindo da nascente até a foz. Serão percorridos os 1.140 quilômetros do Tietê, que tem mais de 60 cidades nas suas margens.
Nas emissoras AM e FM, a partir de hoje, a programação terá informações diretamente do Tiete. O wiki site
http://www.riotiete.com.br/ e http://territorioeldorado.limao.com.br/ será atualizado com fotos de cada trecho do rio. Em foco, o Tietê, de sua nascente até sua foz, mostrando as perspectivas econômicas e culturais, o que mudou nesta virada de século e o passado resguardado...

Prosseguindo na Expedição, Flávio Perez fala hoje da poluição do Rio Tietê, na cidade que leva o nome do rio, onde um ambientalista e um comerciante falam da falta de interesse da juventude com relação ao rio e da poluição que atrapalha o comércio e o turismo.

Veja o Boletim de hoje, 24/09/2008 - Click aqui

CONCURSO DE FOTOGRAFIA DA CAIÇARA EXPEDIÇÕES


Faltam 23 dias para o início de nosso Curso de Fotografia "Percepção do Olhar na Fotografia Sócio Ambiental", com o renomado fotógrafo
de natureza Du Zuppani.

Destinado aos amantes da fotografia e da natureza, serão 3 dias de curso, com uma saída a campo para a Trilha Cabuçu, em Santos/SP.

Segue link de vídeo da Trilha Cabuçu para que conheçam o maravilhoso local da aula prática: http://br.youtube.com/watch?v=e771PT-KQf4

Logo abaixo está o cartaz com maiores informações. Aproveitem, pois temos poucas vagas. Faça sua inscrição agora e garanta a sua!!!!

Abs e ficamos à disposição,

Renata Antunes da CruzDiretora Operacional - Caiçara Expediçõeshttp://mail.google.com/a/sosriosdobrasil.org/h/znf2wm26gl8r/?v=b&cs=wh&to=renatacruz@caicaraexpedicoes.commsn: http://mail.google.com/a/sosriosdobrasil.org/h/znf2wm26gl8r/?v=b&cs=wh&to=contato@caicaraexpedicoes.comhttp://www.caicaraexpedicoes.com/Tel/Fax: (13) 3466-6905 Cel (13) 8142-0151

SEMANA DA ÁRVORE 2008 - Empresas participam

BANCA DE CAMISETAS lança linha especial em comemoração à semana da árvore, desenvolvidas por artista plástico gaúcho

"Empresários inteligentes e ecológicamente corretos valorizam e comemoram nossas datas do calendário ecológico e fatalmente, faturam alto"

A Banca de Camisetas em comemoração à semana da árvore e início da Primavera, lança uma série de t-shirts especiais.
A linha desenvolvida pelo artista plástico gaúcho Régis Duarte evoca a preservação e responsabilidade sócio-ambiental, através de frases e utilização de técnicas e materiais ecologicamente corretos.
Os modelos em série limitada estarão à venda em todas as bancas e custarão R$ 63,00.
Então fica a dica: vista essa idéia!

Serviço:
Alameda França, 1104.
Jardins – São Paulo
Tel: 11 30815210

Veja outros modelos - Click Aqui

SEMANA DA ÁRVORE 2008 - PARANÁ


Semana da Árvore deve mobilizar 20 mil pessoas em todo o Estado do Paraná

23-Set-2008 - Jornal Ind & Com

Plantios, soltura de balões com sementes, distribuição de mudas, palestras e cursos. Estas são algumas das atividades que o Governo do Paraná vai promover até sábado (27), na Agenda Integrada da Semana da Árvore, que envolve os 399 municípios paranaenses.

Segundo o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Rasca Rodrigues, a expectativa é mobilizar mais de 20 mil pessoas em todo o Estado e ampliar a participação da sociedade na preservação da natureza.
Além da Secretaria do Meio Ambiente e suas vinculadas, Sanepar, Copel, prefeituras e escolas da rede pública de ensino participam das atividades. “Hoje em dia a humanidade está cada vez mais envolvida com novas tecnologias e ambientes urbanos, deixando de lado a relação que tinha com a natureza”, comentou Rasca. “Com estas atividades, buscamos reaproximar a sociedade da natureza, promovendo, assim, mudança de atitude e maior conscientização acerca da utilização de nossos recursos naturais”, completou.


Mais de 150 ações serão realizadas até o final deste mês, de acordo com a diretora de Meio Ambiente e Ação Social da Sanepar, Maria Arlete Rosa. “A Agenda Integrada traz plantios em áreas de mananciais, rios utilizados para abastecimento público e também em áreas urbanas.
No total mais de 645 mil mudas de espécies nativas irão reforçar cobertura florestal paranaense e ajudar a melhorar a qualidade dos recursos hídricos”, detalhou.

RIO TAPAJÓS PODERÁ TER CINCO NOVAS USINAS HIDRELÉTRICAS

Entardecer no rio Tapajós, Santarém, Amazônia, Brasil. Foto: Olavo das Neves
Eletrobrás identifica capacidade do complexo do Tapajós

As empresas, em parceria, mapeiam a Bacia do Tapajós há mais de três anos. Inicialmente, o potencial identificado para a região foi de 14 mil MW

Wellington Bahnemann e Leonardo Goy - Ag. Sebrae de Notícias 24/09

Após as usinas do rio Madeira e de Belo Monte, a Eletrobrás já prepara o terreno para que o governo federal possa levar futuramente a leilão o próximo grande bloco de energia hídrica da Região Norte, o Complexo do Tapajós.

O estudo de inventário produzido pela estatal, pela Eletronorte e pela CNEC, empresa de engenharia da Camargo Corrêa, identificou a viabilidade de cinco aproveitamentos ao longo dos rios Tapajós e Jamanxim, que totalizam 10,682 mil MW de capacidade instalada. "Os estudos indicaram, neste momento, que o investimento do complexo é de R$ 31 bilhões", disse o presidente da Eletrobrás, José Antonio Muniz Lopes.

As empresas, em parceria, mapeiam a Bacia do Tapajós há mais de três anos. Inicialmente, o potencial identificado para a região foi de 14 mil MW. De acordo com o diretor-presidente da CNEC Engenharia, José Ayres de Campos, o consórcio empreendedor desenvolveu 14 hipóteses de projetos para a bacia, identificando 16 aproveitamentos hídricos. "Dessa possibilidade, escolhemos a configuração que continha três usinas no rio Tapajós e seis usinas no rio Jamanxim", disse o executivo.

Para reduzir o número de aproveitamentos, as companhias tomaram como principal critério de avaliação o menor impacto ao meio ambiente da região.Mesmo dentro dessa configuração, a proposta da Eletrobrás, que será apresentada em breve aos membros da área energética do governo federal, entre eles o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, é que se construam cinco hidrelétricas, sendo duas no rio Tapajós e três no rio Jamanxim.
Em evento promovido pela CNEC, o executivo da empresa da Camargo Corrêa mostrou que as cinco usinas estão cercadas por extensas áreas de preservação ambiental.

Reflexo dessa preocupação ambiental é o que ocorreu com o principal empreendimento da bacia, a hidrelétrica São Luiz do Tapajós. Originalmente, a usina foi planejada para ter 9 mil MW de capacidade instalada. "Esse modelo gerava impactos na rodovia Transamazônica e nos parques nacionais ao redor", afirmou De Campos. Por isso, a proposta que será apresentada pela Eletrobrás prevê a divisão do projeto em duas usinas: São Luiz do Tapajós, com 6,133 mil MW de potência, e Jatobá, 2,338 mil MW, detalhou Muniz. "Nessa nova configuração, São Luiz do Tapajós terá um reservatório de 722,2 quilômetros quadrados e uma queda d' água de 35,9 metros", explicou.

Além dessas duas usinas no rio Tapajós, também integram o complexo as hidrelétricas: Cachoeira dos Patos, com 528 MW de capacidade instalada; Cachoeira do Caí, com 802 MW; e Jamanxim, com 881 MW, no rio Jamanxim.

Segundo o presidente da Eletrobrás, o custo de instalação para os cincos empreendimentos varia entre R$ 52 a R$ 74 por MW instalado. "A energia assegurada do Complexo do Tapajós totaliza 5,816 mil MW médios", revelou Muniz.

Atualmente, o estudo de inventário do complexo está em análise na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)."Não acreditamos que teremos algum tipo de problema dentro da Aneel. Esperamos que o regulador aprove o trabalho dentro de seis a oito meses", projetou De Campos. Após aprovação do trabalho pelo regulador, as empresas poderão dar início ao estudo de viabilidade e ao Estudo e Relatório de Impacto Ambiental. "Com isso, o leilão das usinas do complexo pode ocorrer dentro de três anos", disse o executivo da CNEC Engenharia.

O presidente da Eletrobrás foi mais otimista e comentou que a sua expectativa é que o processo de licitação ocorra ainda dentro do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.Além da Aneel, Muniz disse que o projeto já foi apresentado ao ministro de Meio Ambiente, Carlos Minc. De acordo com executivo, ficou acertado nesse encontro que, assim como já ocorreu em Itaipu e será aplicada para as usinas do rio Madeira, os ganhadores das concessões das hidrelétricas do rio Tapajós terão que administrar os parques nacionais da região.

Outro fator que demonstra a preocupação ambiental do consórcio é que os projetos aplicarão o conceito de "usinas plataformas", ou seja, pouquíssimas pessoas trabalharão dentro das usinas para evitar que a migração populacional provoque grandes impactos ambientais.

REGULARIZAÇÃO DE MILHARES DE LOTES NA REPRESA BILLINGS (ABC-SP)

Represa Billings e o sério problema de poluição pela ocupação irregular
Projeto prevê urbanização da Billings
Plano permite regularização de 4,4 mil residências, com 70, 100, 125 e 250 m², no entorno do reservatório

Eduardo Reina e Diego Zanchetta - 24 Set 08 - Estadão

A 11 dias das eleições, o Estado entrega hoje à Assembléia Legislativa um projeto de lei específico da Represa Billings, que favorecerá a regularização de milhares de lotes ocupados irregularmente à beira do manancial por cerca de 1 milhão de pessoas.
São cerca de 600 mil habitantes no lado da capital, outros 200 mil em São Bernardo do Campo e aproximadamente 200 mil nas cidades de Santo André, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra e Diadema.
A maior parte está em área de preservação ambiental, em assentamentos irregulares, cujos esgotos são lançados diretamente no reservatório.
A remoção em áreas de risco e de preservação, contudo, atingirá apenas 4.438 famílias da capital, numa intervenção que será realizada pela Secretaria Municipal de Habitação. Essa proposta chega às mãos dos deputados com um ano e meio de atraso - era prometida para abril de 2007 - e não define se a função básica da Billings é de fornecimento de água para abastecimento ou de produção de energia, via Usina Henry Borden, em Cubatão.
E muito menos determina quem fará a fiscalização da qualidade da água.“É impossível remover 1 milhão de pessoas do entorno da represa, mas não podem ser criados padrões urbanos de zoneamento de ocupações com lotes de até 5 mil metros quadrados”, criticou Marussia Whately, do Instituto Socioambiental (ISA).
O temor é que essa “anistia” induza novas ocupações. Haverá reconhecimento de lotes, com possibilidade de entrega de documento de posse para áreas em região de preservação com 70, 100, 125 e 250 m².Carlos Bocuhy, integrante do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema), observa ainda que a lei não determina responsabilidade pelo passivo ambiental das ocupações. “Há muita responsabilidade de prefeituras, políticos e do próprio governo do Estado na ocupação desenfreada do entorno da Billings. O pior é que a proposta não congela o avanço dessas ocupações.”
Já para a superintendente da Secretaria Municipal de Habitação de São Paulo, Elisabete França, a lei “é um avanço e cria áreas de preservação permanente, promovendo a regulamentação em locais onde não havia regras específicas”. Atualmente, só 43% da área da bacia da Billings abriga mata atlântica .
O lado da represa voltado para a capital está tomado por uma camada de 50 centímetros de lodo e há vários pontos contaminados com metais pesados. Essa poluição se originou do bombeamento do Rio Pinheiros para o manancial. A operação, que visava a evitar enchentes em São Paulo, foi paralisada em 1992, mas ainda ocorre em casos de emergência.
Apesar da Lei de Proteção aos Mananciais existir desde a década de 70, a degradação da Billings já avançou mais de 30% nos últimos anos com a urbanização sem regras. O manancial perdeu 58 mil hectares de mata.
Ambientalistas calculam que, só nos últimos 3 anos, o desmatamento progrediu cerca de 20 metros quadrados por hora. Maior manancial em área urbana do mundo, a produção original de água, que era de 28 metros cúbicos por segundo, caiu para 12 metros cúbicos/segundo com esgotos, erosão e ocupação irregular. Hoje, a bacia fornece água para 1,6 milhão de pessoas na Grande São Paulo.
ASFALTO ECOLÓGICO
Os bairros a serem regularizados pela lei ainda deverão ganhar asfalto ecológico, com pavimentação permeável. Estão previstas a remediação do antigo aterro do Alvarenga, que funcionou de 1974 a 1986 e era utilizado pelas cidades de São Bernardo e Diadema, e a criação de parques lineares ao longo do Córrego dos Alvarengas e do Ribeirão dos Couros. Fonte: OESP, 24/9, Metrópole, p.C5.

23 de setembro de 2008

SEMANA DA ÁRVORE 2008 - Recuperação de Mata Ciliar

Mata ciliar é aquela que ocorre nas margens de rios e nascentes, essencial para a saúde dos recursos hídricos Adesão para recuperar mata é baixa
SP quer recomposição de beiras de rios em 25 anos, mas só 14% da área já está comprometida com a meta

Cristina Amorim - Estadão - 23/08/08

De 1,7 milhão de hectares de mata ciliar passíveis de recuperação no Estado de São Paulo em 25 anos, somente 240 mil, ou 14%, estão por enquanto comprometidos com o objetivo, após um ano de lançamento do projeto pela Secretaria do Meio Ambiente.
A área foi cadastrada pelos proprietários rurais e equivale ao terreno urbanizado na Região Metropolitana de São Paulo, que tem 220.900 ha.


Do total registrado até o momento, a maior contribuição vem dos canavieiros: 140 mil ha, ou 36% da área de mata ciliar que precisa ser recuperada pelo setor.
As propriedades rurais de grande porte, a partir de 2 mil ha, representam a segunda maior área: 57 mil ha registrados.

Porém, como elas têm um passivo de 925 mil ha, o que foi declarado até agora é só 6% do que devem recompor.Quem se cadastrou no projeto se compromete a buscar a recomposição dessa vegetação. A intenção será auditada por técnicos da secretaria.

POLÍCIA NELES
“A segunda visita é da Polícia Ambiental”, diz o secretário do Meio Ambiente, Xico Graziano. Os dados do projeto foram divulgados ontem, na sede da secretaria, na capital.
Mata ciliar é aquela que ocorre nas margens de rios e nascentes, essencial para a saúde dos recursos hídricos.

Por lei, ela é uma área de proteção permanente e deveria ser preservada. Contudo, virtualmente não há mais mata ciliar preservada no Estado, com poucas exceções. Se elas fossem recompostas, pelo menos 20% do Estado seria coberto de verde.“É um processo de conscientização”, diz Graziano. Segundo ele, a participação registrada até o momento está acima do que esperava - mas o número precisa crescer, admite. “Se a procura fosse maior, o sistema nem sequer teria capacidade de receber (a demanda)”, diz.
Graziano também afirma que faltam incentivos para a inclusão de todas as propriedades rurais no projeto de recuperação das matas ciliares no Estado. “Esse é o salto que falta.

Não acredito em crédito de carbono, mas precisamos buscar formas de compensação.”O secretário acredita que, em 2010, a área comprometida para a recuperação da vegetação ciliar pelo menos dobre, com a inclusão de propriedades rurais entre 1 mil e 2 mil ha, de fornecedores de cana - até agora, entraram apenas os usineiros - e de produtores de outras culturas, como cítricos e soja.

CORTE
A secretaria também divulgou dados sobre o desmatamento no Estado. No primeiro semestre deste ano, foram suprimidos 952 ha de vegetação, a maior parte autorizada para obras de infra-estrutura (29%) e atividades agropecuárias (28%).
A maior parte (62%) é de capoeira, vegetação em processo inicial de regeneração, com baixa diversidade de espécies.

Em todo o ano de 2007, a secretaria autorizou o corte de 5.290 ha. “Hoje, no Estado, para cada hectare de vegetação suprimida, recuperamos 250 hectares”, diz o secretário.
Para Marcia Hirota, da ONG SOS Mata Atlântica, os dados são coerentes com o projeto desmatamento (ilegal) zero do Estado, mas falta qualificação dos dados. “Enquanto não houver o georreferenciamento, não saberemos onde acontece a supressão e onde está a maior pressão, se é em floresta ou não.” Fonte: Jornal O Estado de SP

DESASSOREAMENTO DO RIO TIETÊ E AFLUENTES GARANTE SP SEM ENCHENTES

Obras de revitalização do Rio Tietê em S. Paulo - SP A manutenção do Tietê

Estadão - 23/08/09

A partir de outubro, oito retroescavadeiras retirarão nos 41 quilômetros da calha do Rio Tietê, entre as Barragens de Edgar de Souza e Penha, 400 mil metros cúbicos de entulho, no período de um ano. O volume é suficiente para lotar as caçambas de 40 mil caminhões.

22 DE SETEMBRO - DIA DO RIO TIETÊ
O Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) investirá R$ 27,2 milhões nesse projeto de engenharia preventiva, considerado essencial para garantir o escoamento das águas do rio em períodos de chuvas sem o transbordamento do leito. O anúncio foi feito ontem, dia 22, data em que se comemora o Dia do Tietê.Mais uma vez o governo do Estado arca sozinho com a responsabilidade que deveria ser de todas as prefeituras e comunidades da região metropolitana de São Paulo, que durante décadas contribuíram fortemente para a poluição das águas do Rio Tietê.

Sem vazão suficiente, o rio passou a responder às agressões com grandes ameaças à população em todas as épocas de chuvas. A cada forte precipitação, as águas inundavam bairros inteiros, deixando grande número de moradores desabrigados, a capital paralisada e a saúde das comunidades ameaçada. Entre 1995 e 2006, com financiamento do Japan Bank for International Cooperation (JBIC), o governo realizou a principal obra do Programa de Combate às Enchentes, o aprofundamento e alargamento da calha, ao custo de US$ 1,1 bilhão.

Somente na última etapa do projeto, no período de 2002 a 2006, um total de 10 milhões de metros cúbicos de sedimentos, entulho e lixo de toda natureza foi retirado do rio, o que resultou na redução da probabilidade de inundações nos bairros cortados pelo Tietê, nos dias de chuva pesada, de 50% para 1%. Concluídas as obras, o então governador Geraldo Alckmin afirmou que, por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP), um consórcio seria o responsável pela manutenção da calha do rio.

O setor privado, no entanto, não demonstrou interesse e, diante das ameaças cada vez mais evidentes de novo e grave assoreamento, o Estado assumiu a tarefa sozinho.Afinal, 400 mil metros cúbicos de entulho já se acumularam nos últimos dois anos. Tendo em conta alguns fatos, como a melhora da economia, o avanço da construção civil, a expansão das periferias e a falta de consciência ambiental, é de prever que a quantidade de entulhos levados ao rio pelas águas das chuvas aumente e, em pouco tempo, o Tietê volte à ser uma ameaça constante de perturbação da vida nas cidades que atravessa.

Preservar o resultado das obras que alargaram o leito do rio e o aprofundaram em 2,5 metros é fundamental. Desembocam no Rio Tietê 632 entradas de esgoto e 62 córregos sem saneamento. Milhares de casas ainda lançam esgoto diretamente nas águas desses córregos, apesar dos grandes investimentos na construção de redes coletoras, estações de tratamento e outros equipamentos.

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) investiu US$ 400 milhões para ligar 300 mil casas à rede de esgoto. Ofereceu gratuitamente a milhares de proprietários de imóveis da região metropolitana os serviços de ligação entre as redes domésticas e públicas para evitar o despejo de esgoto no rio.

Os resultados ficaram aquém do esperado.
Também são muitas as prefeituras da Grande São Paulo que resistem a investir em saneamento. Mais da metade dos municípios da região metropolitana ainda despeja esgoto in natura no rio e mais de 250 prefeituras pertencentes à Bacia do Tietê pouco ou nada investiram em obras de contenção de erosão.

O governo estadual vai gastar R$ 27 milhões por ano para manter a vazão do Tietê, e mais ainda para o desassoreamento dos principais afluentes do rio. Para retirar os dejetos do Rio Tamanduateí, por exemplo, outro R$ 1,5 milhão é necessário.

No Córrego Cabuçu de Cima outros R$ 7 milhões foram destinados às obras de limpeza da calha. Poderia, simplesmente, cruzar os braços, uma vez que o problema das enchentes aflige, diretamente, os munícipes e atinge o prestígio eleitoral dos prefeitos da região. Não o do governador do Estado. Fonte: Jornal Estado SP - colaborção Engº Luciano Mendes Aguiar - SP

BRASIL DESENVOLVE TECNOLOGIA PARA ÁGUA DESSALINIZADA QUE NÃO PODE SER USADA AQUI

A água H2Ocean produzida no Brasil e comercializada nos USA - arte: Profª Geanete Lavorato Franco do www.blogdasaguas.com EXCLUSIVO AMBIENTE BRASIL:

Água do mar dessalinizada com tecnologia nacional não pode ser vendida no Brasil

"Uma água que tem 63 minerais não se encontra em nenhum lugar do planeta”, diz Rolando Viviani. “O pulmão do mundo não é a Floresta Amazônica, é o mar, o princípio da Vida”, completa Rolando Viviani, da área de Marketing da Aquamare.

Mônica Pinto / AmbienteBrasil

Uma tecnologia desenvolvida no Brasil – utilizando equipamentos de vários países – chega aos Estados Unidos sem que possa ser testada ou conhecida no mercado local.
É a H2Ocean, água do mar dessalinizada, própria para consumo humano que, há um mês, entrou no mercado norte-americano começando pelo estado da Flórida.
O diferencial do produto em relação a outros processos de dessalinização é que, agora, se conseguiu extrair o sal mantendo-se 63 minerais dos cerca de 86 presentes na água do mar.

“A dessalinizada comum fica pesada e zerada, isto é, H2O puro, sem mais nada”, disse a Ambiente Brasil Rolando Viviani, da área de Marketing da Aquamare, com sede em Bertioga (SP), empresa que trabalha com pesquisa e desenvolvimento de produtos a partir da água do mar, criadora da H2Ocean.

O motivo pelo qual o mercado brasileiro não tem acesso à novidade é que inexiste, no âmbito da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), qualquer norma que contemple esse tipo de opção. “Como nosso produto é inovador demais, não conseguimos o registro na Anvisa para envasar a nossa água”, diz Rolando. Nos Estados Unidos, o produto brasileiro ganhou acolhida bem mais facilmente.

Classificado como purified water (água purificada), já passou pelos rigores do Food and Drug Administration (FDA), agência norte-americana que regula produtos alimentícios e farmacêuticos, o que abre as portas de outros mercados internacionais para a H2Ocean.
A água é colhida em alto mar e processada através de equipamentos de alta tecnologia que executam processos de nanofiltragem e seleção de minerais. Todo sal e impurezas são retirados, permanecendo apenas os minerais e nutrientes benéficos à saúde humana.

“H2Ocean é produzida dentro de padrões de qualidade exigidos pelos organismos industriais e ambientais e garante potabilidade exigida por todas as legislações de controle de água no mundo”, coloca a Aquamare.“Uma água que tem 63 minerais não se encontra em nenhum lugar do planeta”, diz Rolando Viviani. “O pulmão do mundo não é a Floresta Amazônica, é o mar, o princípio da Vida”, completa.

Para efeito de comparação, as águas de fontes terrestres têm, em média, 12 minerais. Os benefícios são superiores, assim como o custo em relação aos processos de dessalinização tradicionais. “O nosso foco é levar 63 minerais para as pessoas, não acabar com a sede do mundo”. Na Flórida, segundo ele, os primeiros resultados em termos de aceitação mostram-se animadores.
Arte: Profª Geanete Lavorato Franco do www.blogdasaguas.com
TECNOLOGIA IMPEDIDA NO BRASIL
A tecnologia pode ser posta em prática em qualquer lugar, razão pela qual a Aquamare deixou de priorizar o Brasil como mercado. “Nós teríamos que apresentar um regulamento técnico para a Anvisa, para que a Agência possa chegar a uma conclusão e classificar o produto, para posterior venda no país”, coloca Viviani.

Assim, ao menos por enquanto, os brasileiros poderão apenas testar um outro lançamento da empresa, este destinado às plantas. É o Aqua Garden, água também processada a partir do mar, porém imprópria para consumo humano. Voltada para irrigação de hortas e jardins, pode acelerar em até quatro vezes o crescimento dos vegetais, além de aumentar seu tamanho em igual proporção, diz Viviani. “Chega a ser uma coisa quase alienígena”, diverte-se. A conferir. Fonte: Ambiente Brasil - publicação autorizada
*
Veja: Brasileiros indignados - Blog das Águas

MINISTÉRIO DA DEFESA COMPRARÁ 4 SUBMARINOS PARA DEFENDER BACIAS

modelo do submarino nuclear brasileiro
Acordo entre Brasil e França trará submarino nuclear, diz Jobim
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, informou nesta segunda-feira (22) que o governo brasileiro assinará um acordo estratégico com a França no final deste ano que prevê, entre outros pontos, a construção do primeiro submarino nuclear do país.

A declaração foi dada nesta segunda-feira, durante a Operação Atlântico, realizada no estado do Espírito Santo. O evento consiste em exercícios de guerra envolvendo ações em conjunto do Exército, Marinha e Aeronáutica. Na ocasião, Jobim informou que a decisão de criar um acordo estratégico foi tomada em dois encontros entre os governos francês e brasileiro, realizados neste ano."Nestes encontros ficou definida claramente a parceria estratégica com a França. (...)

A respeito da Marinha, vamos construir o submarino nuclear. Nosso acordo com eles é a construção da parte não nuclear do submarino. (...) O presidente Sarkozy deverá vir ao Brasil no final do ano para firmar este acordo, que deverá ser assinado no dia 22 ou 23 de dezembro", disse.

Acordo prevê novo helicóptero - Dentre outros aspectos previstos no acordo está a construção de um helicóptero (E-725) que, segundo o ministro, é superior ao utilizado pelas Forças Armadas. "O terceiro quesito do acordo é o que eu chamo de capacitação do soldado do futuro, que é um soldado totalmente preparado. É o que queremos para a Amazônia", disse, sem explicar quais seriam os treinamentos e equipamentos deste novo soldado.

Uma das principais vantagens do novo submarino em comparação aos usados atualmente estão o tempo de permanência embaixo da água, muito superior aos convencionais. "O Brasil não tem inimigo, mas nós temos que continuar em defesa da capacitação nacional, para o Brasil poder dizer 'não' em algum momento", disse.

Acordo prevê quatro submarinos convencionais - O Comandante de operações navais, almirante Álvaro Luiz Pinto, informou que o acordo prevê a construção de mais quatro submarinos convencionais. "O submarino convencional é projetado para atuar em regiões próximas à costa. No entanto, os quatros nos darão embasamento para desenvolver o submarino nuclear aqui no país", disse. (Fonte: Dório Victor/ G1)/AMBIENTE BRASIL

“A decisão de construir ou não um submarino com propulsão nuclear deve ser da Nação; a capacidade de saber construí-lo é uma obrigação, que temos que assumir com essa mesma Nação, para mantê-la livre, coesa e defendida para as futuras gerações.” (Foto:Marinha do Brasil).


O País tem obrigação de preservar suas riquezas no meio marinho. Muito se fala sobre a Amazônia. Esquece-se um espaço físico no oceano que aumenta nossa soberania em mais de (três) milhões de quilômetros quadrados.

Ali estão riquezas exploradas — tais como as plataformas petrolíferas (hoje com contribuição de mais de 80% do petróleo explorado no país) e as bacias pesqueiras; e as inexploradas, que nada ficam a dever àquelas existentes no Oceano Verde.

Se acrescentarmos que mais de 70% da população nacional e do poder econômico e cultural do País estão a menos de 300 km das praias, esse tesouro ganha grande expressão econômica e social. Como defendê-lo? Eis a questão...

SAIBA MAIS

SEMANA DA ÁRVORE 2008


Dia 21 de Setembro é o Dia da Árvore!

Do dia 21 ao dia 26 de Setembro, comemora-se a semana da árvore no Brasil!

Árvore é sinônimo de vida.
Uma árvore, por si só, pode nos trazer muitos benefícios.
Desde a sombra aconchegante, até a folha de papel.
As florestas plantadas (reflorestamentos) pelo homem devolvem a ele serviços e bens.

Mas o equilíbrio tem que ser mantido com a preservação das matas nativas e a proteção dos mananciais, onde a flora e a fauna encontram ambientes diversificados.
É da maior importância a conscientização e a contribuição de cada um de nós, plantando uma árvore e cuidando para que se desenvolva.

Sob o aspecto econômico, valiosos produtos obtemos da árvore: madeira para as construções e o mobiliário, celulose para o papel, carvão para as caldeiras, substâncias medicinais, óleos, resinas, gomas, essências, mel, frutos, flores e muitos outros.

Sob o aspecto ecológico, dela recebemos incontáveis benefícios: a proteção dos solos, rios, nascentes; a preservação da vida silvestre; a manutenção da qualidade de vida, e muito mais. Por tudo isso, é da maior importância a conscientização e a contribuição de cada um de nós, plantando uma árvore e cuidando para que se desenvolva.

Campanha do site: http://www.protejaoplaneta.com.br/ Visite e participe!

*

"ÁGUA - QUEM USA, CUIDA"

*

CAMPANHA DO INSTITUTO SOS RIOS DO BRASIL

EXPEDIÇÃO RÁDIO ELDORADO NO RIO TIETÊ - 2008


EXPEDIÇÃO TIETÊ DO SÉCULO 21
Em Pirapora do Bom Jesus, poluição e mau cheiro afetam o turismo local - Crédito: Helvio Romeiro/AE - 03.08.2005

18 anos depois, ''Eldorado'' revisita o Rio Tietê

Rádio Eldorado - 22/09/08

Há 18 anos, foi ao ar um programa que mudou a vida às margens do Rio Tietê.
Em parceria com a BBC de Londres, a Rádio Eldorado levou ao ar um programa de duas horas, em um formato ousado para os equipamentos da época: um repórter percorreu o Rio Tietê, em São Paulo, enquanto outro percorreu o então recém-despoluído Tâmisa, em Londres.

Boletins diários AM 700 kHz - FM 92,9
O programa desencadeou e colocou no centro das atenções a emissora conhecida como Rádio Cidadã. Em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, nos anos seguintes os microfones da Eldorado estiveram permanentemente abertos para debater e apresentar à população como andavam as obras de despoluição do Rio Tietê, financiadas pelo governo do Estado e pelo Banco Mundial.

Agora, o repórter Flavio Perez, da Eldorado, irá refazer a expedição, e percorrerá mais de mil quilômetros da extensão do Rio Tietê, com boletins ao vivo sobre a vida às suas margens.
O objetivo é traçar um comparativo com 18 anos atrás e conhecer as expectativas para o rio neste século.

A reportagem fará todo o trajeto em sete dias, de carro e bicicleta saindo da nascente até a foz. Serão percorridos os 1.140 quilômetros do Tietê, que tem mais de 60 cidades nas suas margens.
Nas emissoras AM e FM, a partir de hoje, a programação terá informações diretamente do Tiete. O wiki site http://www.riotiete.com.br/ e http://territorioeldorado.limao.com.br/ será atualizado com fotos de cada trecho do rio. Em foco, o Tietê, de sua nascente até sua foz, mostrando as perspectivas econômicas e culturais, o que mudou nesta virada de século e o passado resguardado...

ABAIXO-ASSINADO
Há alguns anos, a Rádio Eldorado e a SOS Mata Atlântica encabeçaram o maior abaixo-assinado já feito na América Latina por uma causa ambiental. Foram arrecadadas 1,2 milhão de assinaturas de cidadãos e instituições, pedindo a despoluição do rio. A iniciativa foi apontada como um bom exemplo do poder de um veículo de comunicação na educação e mobilização social para o todo o País. Fonte: Estadão



O BLOG SOS RIOS DO BRASIL VAI ACOMPANHAR A EXPEDIÇÃO:

Veja o primeiro dos Boletins Diários, onde o repórter Eldorado Flavio Perez, fala sobre o grave problema da poluição, das espumas e do mau cheiro que invade a Estância Turística Religiosa de Pirapora do Bom Jesus (SP), afetando os turistas visitantes, o comércio local e principalmente a qualidade de vida dos moradores daquela cidade.

O uso de detergentes e produtos químicos não biodegradáveis em S. Paulo e cidades vizinhas afetam muito aquela cidade turística por onde passa o Rio Tietê.
Ouça o repórter, um comerciante e o Secretario do Meio Ambiente do Estado de S. Paulo, Xico Graciano que falam sobre essa grave poluição levada pelo rio.

Clique e ouça: Boletim de 22 set 08


"ÁGUA - QUEM USA, CUIDA!"

UMA CAMPANHA DO INSTITUTO SOS RIOS DO BRASIL

CNPq DISPONIBILIZA R$ 10 MILHÕES PARA CONSERVAÇÃO DE RECURSOS HÍDRICOS


Chamada para conservação de recursos hídricos
21/8/2008
Agência FAPESP– A conservação da água e do solo e o aumento da produção de água em unidades rurais de produção familiar são os objetivos do edital lançado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para selecionar projetos que incentivem a adoção de conhecimentos, tecnologias e metodologias participativas para apropriação integrada de práticas agrícolas, florestais e sanitárias.

Estão disponíveis R$ 10 milhões, dos Fundos Setoriais do Agronegócio e de Recursos Hídricos, e as propostas devem ser encaminhadas ao CNPq até 22 de setembro.
Entre os temas estão o restabelecimento das funções hidrológicas dos ecossistemas, a adoção de técnicas agrícolas que promovam o uso sustentável e conservação da água, tecnologias para recuperação e proteção de nascentes, matas ciliares e áreas de preservação permanentes e a conservação e valoração de serviços ambientais.

Podem apresentar propostas pesquisadores com vínculo empregatício com instituições de ensino superior públicas, comunitárias, confessionais e filantrópicas, instituições públicas de pesquisa e/ou extensão.
O coordenador do projeto deve ter título de doutor e o currículo cadastrado na Plataforma Lattes, para que seja possível o preenchimento e envio da proposta, ter produção científica ou tecnológica relevante, nos últimos cinco anos, na área específica do projeto de pesquisa, e ser, obrigatoriamente, o coordenador do projeto.
Mais informações: www.cnpq.br/editais/ct/2008/027.html ou mailto:%20edital27-2008@cnpq.br.