O GOVERNO FEDERAL AO VETAR E MODIFICAR VÁRIOS ARTIGOS NO CÓDIGO FLORESTAL, APROVADO NA CÂMARA FEDERAL, DEMONSTROU QUE TEVE BOM SENSO E COMPETÊNCIA, ATENDENDO GRANDE PARTE DA POPULAÇÃO, AMBIENTALISTAS, JURISTAS, ESPECIALISTAS E CIENTISTAS QUE SE MANIFESTARAM CONTRÁRIOS ÀS ABERRAÇÕES ACEITAS PELOS DEPUTADOS FEDERAIS, POR PRESSÃO DE LOBBIES, DAS GRANDES EMPRESAS DE AGRONEGÓCIOS E CONTRÁRIAS A PRESERVAÇÃO AMBIENTAL DE NOSSOS RECURSOS NATURAIS. Clique no banner e veja

CERTAMENTE SUA COMUNIDADE TEM SÉRIOS PROBLEMAS DE MEIO AMBIENTE, COMO LIXÕES IRREGULARES, POLUIÇÃO E CONTAMINAÇÃO DAS ÁGUAS, DESTRUIÇÃO DE MATAS CILIARES E FLORESTAS, CONSCIENTIZAÇÃO DOS ESTUDANTES E POPULAÇÃO, POLUIÇÃO DO AR E FALTA DE SANEAMENTO BÁSICO...VAMOS APROVEITAR A DATA PARA COMEÇAR UM MOVIMENTO LOCAL, CONTRA ESSAS SITUAÇÕES? Clique no banner e faça suas pesquisas

22 de outubro de 2010

A POLUIÇÃO DOS RIOS QUE CRUZAM SÃO PAULO, SEGUNDO FÁBIO FELDMAN




Revista Isto é entrevista:


Fábio Feldman


"O PT e o PSDB estão no século passado"

Criador da ONG S.O.S. Mata Atlântica critica a política ambiental dos presidenciáveis e disputou o governo de São Paulo

Delmo Moreira e Hélio Gomes






ISTO É PERGUNTA:

Por que ninguém resolve o problema da poluição dos rios que cruzam São Paulo?







FÁBIO FELDMAN RESPONDE:

Já temos o projeto do Tietê, que começou em 1992 com financiamento externo. Mas é preciso radicalizar no controle da poluição, sobretudo em relação ao esgoto doméstico que acaba nos rios. Estamos estudando a proposta de criar uma lei de responsabilidade ambiental em São Paulo. Os municípios com melhor desempenho teriam mais acesso a recursos de um fundo de participação. Em vez de punir, estimularíamos boas condutas. Temos de reconhecer as dificuldades que enfrentamos. O Estado de São Paulo tem algo em torno de 2.200 policiais ambientais, o maior contingente do País. Se dividirmos o número por 600 municípios e considerarmos turnos de trabalho de oito horas, teremos menos de um policial ambiental em cada cidade. Mesmo com a ajuda da tecnologia, falta vontade política na fiscalização ambiental. LEIA TODA A ENTREVISTA

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