Salva-me deste porto seguro
onde meu som silenciou às alvoradas
e os olhos anoiteceram às escusas do Infinito.
onde meu som silenciou às alvoradas
e os olhos anoiteceram às escusas do Infinito.
Salva-me deste porto seguro
de onde clamo socorro pelas brumas da noite
sacudindo as luzes que ainda restam de mim.
de onde clamo socorro pelas brumas da noite
sacudindo as luzes que ainda restam de mim.
As terras que me seguram são infernos.
Leva-me para as nuvens de onde pensarei cair.
Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz
Rio de Janeiro, 20 de março de 2011
ÁGUA - QUEM PENSA, CUIDA!

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