Ponte sobre o Rio Corrente, em Santa Maria da Vitória - região oeste da BahiaComunidade é capacitada para cuidar das águas no Oeste
INGÁ : em 05/12/2008
Para envolver a comunidade que vive na bacia hidrográfica do Rio Corrente, na região Oeste do Estado, em ações de preservação, recuperação e conservação dos recursos naturais, uma equipe do Instituto de Gestão das Águas e Clima (INGÁ) está realizando a segunda etapa do Programa Agentes Voluntários das Águas, em Santa Maria da Vitória.
Foram mobilizados cerca de 450 pessoas, entre 26 instituições governamentais e não-governamentais, e representantes de 16 comunidades tradicionais, como quilombolas, fundo de pasto, feixes, brejeiros, entre outras, de localidades como Santa Maria da Vitória, Correntina e São Félix do Coribe.
O objetivo foi proporcionar a reflexão e construção de conhecimentos socioambientais acerca da região de Corrente e fortalecer ações voluntárias, por meio de integração e articulação das instituições e comunidades.
A primeira fase envolveu a elaboração do diagnóstico socioambiental da Bacia do Corrente, com a participação da comunidade, para levantar os problemas ambientais da região que têm efeito direto na vida dos povos e comunidades tradicionais, suas causas e conseqüências.
O diagnóstico foi apresentado a cerca de cem pessoas, que estiveram presentes na oficina de apresentação de resultados preliminares, realizado nesta quinta-feira, no Hotel Santa Maria Palace, em Santa Maria da Vitória. Na ocasião, foram apresentados os 50 futuros Agentes Voluntários das Águas, que foram identificados nas comunidades envolvidas.
A abertura da oficina contou com a palestra sobre a importância do programa e sobre as Políticas Nacional e Estadual de Recursos Hídricos e a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável para Povos e Comunidades Tradicionais, ministrada pelo diretor da Diretoria Socioambiental Participativa do INGÁ, José Augusto Tosato e da Coordenadora de Educação Ambiental, Maria Henriqueta Andrade.
Ele explicou que as comunidades precisam do estímulo do Estado para interferir e se mobilizar nas ações ambientais, oferecendo instrumentos participativos. “As pessoas manifestam com entusiasmo a vontade de participar. Os voluntários têm a necessidade de estar preparados para resolver as questões relacionadas ao meio ambiente e serem protagonistas do seu meio”, completou Tosato.
Durante a oficina, foi percebido o desejo de aperfeiçoamento das relações com o meio ambiente, o aprofundamento do diálogo, reflexões e estabelecimento de laços para a busca da melhoria da qualidade de vida. Na apresentação oficial dos Agentes Voluntários para os presentes, foi firmado o comprometimento com a gestão das águas, declarando confiança no Governo do Estado com o comparecimento, envolvimento e participação, afirmando a esperança de mudança de vida e conquista para a melhoria da qualidade das águas, por meio do programa. Fonte: INGA - (BA)
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Divulgando, Promovendo e Valorizando
quem defende as águas brasileiras!
ÁGUA - QUEM USA, CUIDA!
Para envolver a comunidade que vive na bacia hidrográfica do Rio Corrente, na região Oeste do Estado, em ações de preservação, recuperação e conservação dos recursos naturais, uma equipe do Instituto de Gestão das Águas e Clima (INGÁ) está realizando a segunda etapa do Programa Agentes Voluntários das Águas, em Santa Maria da Vitória.
Foram mobilizados cerca de 450 pessoas, entre 26 instituições governamentais e não-governamentais, e representantes de 16 comunidades tradicionais, como quilombolas, fundo de pasto, feixes, brejeiros, entre outras, de localidades como Santa Maria da Vitória, Correntina e São Félix do Coribe.
O objetivo foi proporcionar a reflexão e construção de conhecimentos socioambientais acerca da região de Corrente e fortalecer ações voluntárias, por meio de integração e articulação das instituições e comunidades.
A primeira fase envolveu a elaboração do diagnóstico socioambiental da Bacia do Corrente, com a participação da comunidade, para levantar os problemas ambientais da região que têm efeito direto na vida dos povos e comunidades tradicionais, suas causas e conseqüências.
O diagnóstico foi apresentado a cerca de cem pessoas, que estiveram presentes na oficina de apresentação de resultados preliminares, realizado nesta quinta-feira, no Hotel Santa Maria Palace, em Santa Maria da Vitória. Na ocasião, foram apresentados os 50 futuros Agentes Voluntários das Águas, que foram identificados nas comunidades envolvidas.
A abertura da oficina contou com a palestra sobre a importância do programa e sobre as Políticas Nacional e Estadual de Recursos Hídricos e a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável para Povos e Comunidades Tradicionais, ministrada pelo diretor da Diretoria Socioambiental Participativa do INGÁ, José Augusto Tosato e da Coordenadora de Educação Ambiental, Maria Henriqueta Andrade.
Ele explicou que as comunidades precisam do estímulo do Estado para interferir e se mobilizar nas ações ambientais, oferecendo instrumentos participativos. “As pessoas manifestam com entusiasmo a vontade de participar. Os voluntários têm a necessidade de estar preparados para resolver as questões relacionadas ao meio ambiente e serem protagonistas do seu meio”, completou Tosato.
Durante a oficina, foi percebido o desejo de aperfeiçoamento das relações com o meio ambiente, o aprofundamento do diálogo, reflexões e estabelecimento de laços para a busca da melhoria da qualidade de vida. Na apresentação oficial dos Agentes Voluntários para os presentes, foi firmado o comprometimento com a gestão das águas, declarando confiança no Governo do Estado com o comparecimento, envolvimento e participação, afirmando a esperança de mudança de vida e conquista para a melhoria da qualidade das águas, por meio do programa. Fonte: INGA - (BA)
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