Se você e sua comunidade desejam resolver o problema de poluição e contaminação das águas de sua bacia hidrográfica, basta procurar o MINISTÉRIO PÚBLICO de sua Comarca e solicitar providências, através de uma "AÇÃO CIVIL PÚBLICA", contra os poluidores. Não tem custo algum e suas gerações futuras vão agradecer muito!

DIA DA TERRA 2014

DIA DA TERRA 2014
O que fizermos para o nosso PLANETA TERRA será sentido e colhido pelos nossos filhos, netos e bisnetos nas próximas décadas. Poderão ser ações destruidoras ou benéficas...lembrem-se que nossas ações serão cobradas ou valorizadas por nossas gerações futuras! <\b>

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19 de fevereiro de 2011

A SOCIEDADE QUER E ESTÁ PREPARADA PARA RECEBER INFORMAÇÃO AMBIENTAL?


 18 Feb 2011
 Por Vilmar Sidnei Demamam Berna* A informação ambiental e o observador
 A sociedade precisa da informação ambiental para fazer escolhas melhores entre diferentes modelos de desenvolvimento e estilo de vida. O problema não está na porta trancada, mas na chave por dentro. A informação ambiental existe e está disponível, o problema é a sociedade querer receber esta informação. 
A informação ambiental, aliás, como qualquer informação, não é neutra, mas carrega consigo o olhar do observador.
 Seja o repórter ou fotógrafo que produziu o texto ou a imagem, seja a fonte da notícia, seja o editor que a escolheu ou ajustou ao tamanho do espaço, todos o fazem a partir do olhar que tem da realidade, que difere, naturalmente, de pessoa para pessoa. 
  
Entre os desafios para se manter bem informado ambientalmente está o de identificar as fontes e os veículos de comunicação que mais se adéqüem ao seu interesse. Não basta saber sobre o que a informação ambiental quer dizer, mas também sobre quem disse e quem veiculou o que irá conferir maior ou menor credibilidade à informação. Por exemplo, uma empresa que se auto-elogia pelos bons resultados ambientais que alcançou tem lá seus méritos, entretanto, a informação não será tão valorizada quanto se agregar o valor de uma terceira parte independente. 
Os jornalistas têm a preocupação do contraponto, procurando ouvir diversos lados sobre uma mesma questão, ainda assim, por mais que se empenhem, existirão aspectos que, até pela limitação de tempo ou de espaço, terão de ser desconsiderados.
Dependendo desse observador, a ênfase da informação estará mais nos aspectos empresariais, ou da cidadania, 
ou da administração publica, e assim por diante.  

 E como informação é poder, seja no mundo dos negócios, seja na mobilização da cidadania por suas causas, ter e manter o acesso à informação ambiental plural e diferenciada é fundamental para a sociedade que se propõe democrática e que anseia pela sustentabilidade. 
   
Hoje, existem disponíveis na internet diversos sites, blogs, boletins informativos sobre meio ambiente, cada um com seus diferentes olhares. Alguns com ênfase mais nas informações técnicas, ou políticas, outros nas informações locais, regionais ou globais, outros mais centrados nos aspectos do consumo responsável, ou ecologia interior, ou meio ambiente urbano, ou educação ambiental. A variedade de temas e conteúdos é tão grande quanto o interesse ambiental deste segmento de publico com acesso à internet e com a motivação para buscar e querer receber a informação ambiental.  
 Google, por exemplo, possui uma ferramenta de busca que diminui a interferência de um editor na escolha das notícias.
Basta escrever qualquer palavra nos "Alertas do Google" para passar a receber por e-mail tudo o que for publicado na internet sobre aquele assunto. Não existe nesta ferramenta o papel de um editor organizando as informações segundo seu olhar e o que acha que seu segmento de público irá gostar de ler. Para quem está acostumado a ter um editor filtrando notícias e escolhendo o que deve ser lido sobre um determinado assunto, esta ferramenta pode nem ser de muita utilidade. Entretanto, aponta uma tendência.  
 O problema ainda esta no acesso às informações ambientais pelos demais segmentos de público que, ou não se interessam pela informação ambiental, por achá-la chata ou crítica demais, ou não dispõe das ferramentas intelectuais ou técnicas que assegurem este acesso. Menos de dez por cento da sociedade brasileira esta incluída digitalmente e uma grande parcela da sociedade ainda é de analfabetos de fato ou analfabetos funcionais, ou seja, sabem ler e escrever, mas não são capazes de compreender direito uma idéia num texto.  
    
 * Vilmar Sidnei Demamam Berna é escritor e jornalista, fundou a REBIA - Rede Brasileira de Informação Ambiental
(www.rebia.org.br ) e edita deste janeiro de 1996 a Revista do Meio Ambiente (que substituiu o Jornal do Meio Ambiente) e o Portal do Meio Ambiente ( www.portaldomeioambiente.org.br  ).  Em 1999, recebeu no Japão o Prêmio Global 500 da ONU Para o Meio Ambiente e, em 2003, o Prêmio Verde das Américas – www.escritorvilmarberna.com.br 

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