O GOVERNO FEDERAL AO VETAR E MODIFICAR VÁRIOS ARTIGOS NO CÓDIGO FLORESTAL, APROVADO NA CÂMARA FEDERAL, DEMONSTROU QUE TEVE BOM SENSO E COMPETÊNCIA, ATENDENDO GRANDE PARTE DA POPULAÇÃO, AMBIENTALISTAS, JURISTAS, ESPECIALISTAS E CIENTISTAS QUE SE MANIFESTARAM CONTRÁRIOS ÀS ABERRAÇÕES ACEITAS PELOS DEPUTADOS FEDERAIS, POR PRESSÃO DE LOBBIES, DAS GRANDES EMPRESAS DE AGRONEGÓCIOS E CONTRÁRIAS A PRESERVAÇÃO AMBIENTAL DE NOSSOS RECURSOS NATURAIS. Clique no banner e veja

CERTAMENTE SUA COMUNIDADE TEM SÉRIOS PROBLEMAS DE MEIO AMBIENTE, COMO LIXÕES IRREGULARES, POLUIÇÃO E CONTAMINAÇÃO DAS ÁGUAS, DESTRUIÇÃO DE MATAS CILIARES E FLORESTAS, CONSCIENTIZAÇÃO DOS ESTUDANTES E POPULAÇÃO, POLUIÇÃO DO AR E FALTA DE SANEAMENTO BÁSICO...VAMOS APROVEITAR A DATA PARA COMEÇAR UM MOVIMENTO LOCAL, CONTRA ESSAS SITUAÇÕES? Clique no banner e faça suas pesquisas

17 de fevereiro de 2011

SOLUÇÕES PARA MINIMIZAR TRAGÉDIAS EM NOSSAS COMUNIDADES



Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica

Tragédia fluminense

A tragédia que se abateu sobre a Região Serrana do Rio de Janeiro não é um caso isolado ou fortuito. Eventos semelhantes sempre ocorreram na Serra do Mar, que se estende do Sul da Bahia até Santa Catarina. Há inúmeros exemplos históricos. Destacamos, por exemplo, os ocorridos em 1928, 1947 e 1956 nos morros de Santos-SP. Em 1966, 1988, 1996 e 2009 fenômenos idênticos abateram-se sobre a cidade do Rio de Janeiro e, em 1974 e 2008, sobre o estado de Santa Catarina. Tragédias assim provocaram incalculáveis danos econômicos e ceifaram milhares de vidas.

O mecanismo desses deslizamentos segue sempre um padrão conhecido e anunciado, qual seja, a saturação do solo por chuvas contínuas, seguida por curtos períodos de intensa precipitação pluviométrica, causando inundações e os movimentos de massas conhecidos como corridas de detritos e lama ou avalanches.

Fatores como a inclinação dos terrenos, a ocupação, a geologia e a hidrologia são outros condicionantes, cuja ação combinada deflagra o evento, que adquire características de catástrofe e configura o estado de calamidade pública. Surgem duas questões. Temos capacidade para prever a ocorrência desses eventos?  O que fazer para evitar ou minimizar as perdas deles decorrentes? LEIA TODO O ARTIGO

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