Se você e sua comunidade desejam resolver o problema de poluição e contaminação das águas de sua bacia hidrográfica, basta procurar o MINISTÉRIO PÚBLICO de sua Comarca e solicitar providências, através de uma "AÇÃO CIVIL PÚBLICA", contra os poluidores. Não tem custo algum e suas gerações futuras vão agradecer muito!

DIA DA TERRA 2014

DIA DA TERRA 2014
O que fizermos para o nosso PLANETA TERRA será sentido e colhido pelos nossos filhos, netos e bisnetos nas próximas décadas. Poderão ser ações destruidoras ou benéficas...lembrem-se que nossas ações serão cobradas ou valorizadas por nossas gerações futuras! <\b>

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8 de fevereiro de 2011

JORGE PAES RIOS E DICAS IMPORTANTES PARA REVITALIZAÇÃO DE RIOS




PROJETOS DE REVITALIZAÇÃO DOS RIOS  
Autor: Prof. Jorge Paes Rios 
Revitalização do trecho do rio  X    
Para o saneamento e a recuperação de um rio junto a uma comunidade geralmente  é necessário:

Implantar a rede coletora de esgotos e tratar os efluentes dos esgotos
Retirar o assoreamento do leito
Planejar e implantar calha suficiente para transportar as águas de enchentes
Possibilitar o acesso da população ao rio para lazer e outras atividades
Complementar a vegetação ciliar e plantar árvores ao longo das estradas marginais
Retirar o lixo e o entulho de obras das margens e do leito do rio
Implantar educação ambiental nas comunidades para evitar o lançamento de lixo e 
esgotos nos rios

Urbanizar toda a área, valorizando o aspecto estético do rio, implantando

equipamentos de lazer e áreas verdes.
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CINCO  Princípios básicos dos projetos de revitalização dos rios
 Autor: Prof. Jorge Paes Rios 
1= Qualidade das águas
É fundamental a qualidade das águas. Para rios com poluição o processo de revitalização inicia-se
com a implantação do saneamento básico através de tratamento dos esgotos sanitários e regularização do sistema de coleta e disposição de lixo
2= Leito Natural
O rio deverá percorrer preferencialmente seu leito natural, respeitando sua sinuosidade original de
forma a recuperar seus ecossistemas. Na maioria dos casos prevê-se desapropriações nas faixas marginais visando ampliar os espaços para o desenvolvimento dos meandros do rio
3= Vegetação
É imprescindível a recomposição da mata ciliar com espécies nativas adequadas pela importância na manutenção da qualidade e quantidade de água e estabilidade dos solos nas faixas marginais de proteção ( FMP ).
4= Paisagem
Os corpos hídricos e a vegetação são partes integrantes da paisagem e são essenciais ao equilíbrio ambiental e ao bem estar do homem. Tem função subjetiva de grande valor para a vida.
5= Educação ambiental participativa
Orientação e participação da comunidade nas tomadas de decisões.
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Etapas do projeto de revitalização dos rios  
Autor: Prof. Jorge Paes Rios 
 Inspeção local Avaliação das variáveis ambientais 
Plano de trabalho .Estudos topográficos 
Estudos hidrológicos Estudo da qualidade da água .
Projeto de saneamento – águas pluviais, esgotamento sanitário e lixo .Projeto de engenharia ambiental – hidráulico e geotécnico 
Projeto de paisagismoProjeto florestal ( nas áreas rurais ) 
Projeto urbanístico ( nas áreas urbanas ).
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Bibliografia:
1. Bayerisches Landesamt für Wasserwirtschaft, 1996: Ökologisch begründetes
Sanierungskonzept kleiner Fliessgewässer, Fallbeispiel Vils, série nº 26, München, Alemanha.
2. BINDER, W., e WAGNER, J., 1994: Rückbau von Fliessgewässern. In Umweltschutz-
Grundlagen und Praxis, Schutz der Binnengewässer, volume 5, editores Buchwald, K. und
Engelhardt, W., Economica Verlag, Bonn, Alemanha.
3. CESP, 1989. Considerações sobre as matas ciliares e a implantação de reflorestamento
misto nas margens de rios e reservatórios. 2ª ed. CESP, ARI, SP, 1989. 15p. ( Série Pesquisa
e Desenvolvimento, 105 ).
4. CESP, 1989. Reflorestamento ciliar de açudes. 2ª ed. CESP, ARI, SP 1989. 14p ( Série
Pesquisa e Desenvolvimento, 123 ).
5. CESP, 1992. Recomposição de matas nativas pela CESP. CESP, São Paulo, 1992, 13p.
( Série Pesquisa e Desenvolvimento, 006 ).
6. CHACEL, F. M., 2001: Paisagismo e Congênere, Frainha Rio de Janeiro, Brasil.
7. DVWK - Deutscher Verband für Wasserwirtschaft und Kulturbau, 1996: Fluss und
Landschaft, Ökologische Entwicklungskonzepte, Wirtschafts - und Verlagsgesellschaft, Bonn,
Alemanha.
8. HINTERMANN, U., BROGGI, M. F., LOCHNER, R. e GALLANDOT, J. - D, 1995: Mehr
Raum für die Natur. Schweizerischer Bund für Naturschutz, Basel: Ott Verlag, Thun, Suíça.
9. Landesanstalt für Umweltschutz Baden - Württemberg, 1996: Bauweisen des
naturnahen Wasserbaus, no.25, Karlsruhe, Alemanha.
10. LAWA - Länderarbeitsgemeinschaft Wasser, 1997: Water Bodies as Habitats -
Sustainable Water Protection in the 21th Century. Wasserwirtschaftsverband Baden-
Württemberg, Heidelberg, Alemanha.
11. PATT, H., JÜRGING, P. e KRAUS, W., 1998: Naturnaher Wasserbau. Entwicklung und
Gestaltung von Fliessgewässern,. Springer Verlag, Berlin, Alemanha.
12. RIOS, J. L. P., 1974: Poluição e Autodepuração dos Cursos D’água. LNEC, Lisboa,Portugal.
13. RODRIGUES, R. R.;de FREITAS., LEITÃO L. F. H. 2000: Matas Ciliares, Conservação e
Recuperação. Editora da Universidade de São Paulo, Brasil.
14. SARAIVA, G. M. A., 1999: O Rio como Passagem - Gestão de Corredores Fluviais no
quadro do Ordenamento do Território. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal.
15. Umweltministerium Baden - Württemberg, 1993: Handbuch Wasserbau Heft 5 -
Naturgemässe Bauweisen, UM 01-93, Stuttgart / Alemanha.
16. RIOS, J. L. P., et al 2001: Revitalização de Rios – Orientação Técnica ( SEMADS/GTZ - Rio, outubro/2001, Brasil )

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