
Os prefeitos de sete cidades da Grande São Paulo se encontraram para discutir os problemas de saneamento na região
Prefeitos falam sobre saneamento na RMSP
Prefeitos da região oeste da Grande São Paulo se uniram para discutir a falta de saneamento. Uma expedição mediu o nível de oxigênio na água e revelou a quantidade de poluição que existe no Tietê.
O flutuador, que percorreu 500 quilômetros no Tietê, mediu o nível de oxigênio na água e revelou a quantidade de poluição que existe no rio.
A maioria das cidades não coleta todo o esgoto e são muitos os municípios que só recolhem a sujeira, tiram de perto das casas, mas despejam nos córregos e nos rios, sem tratar nada.
Os prefeitos de Osasco, Barueri, Santana de Parnaíba, Carapicuíba, Jandira, Itapevi e Pirapora do Bom Jesus se reuniram para falar do problema. Eles reclamaram que não têm acesso ao sistema de tratamento de esgoto da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).
A estação de Barueri é a maior do estado. Sozinha, é capaz de tratar diariamente 855 milhões de litros de esgoto. A estação fica em Barueri, mas não trata nada do esgoto produzido na cidade, que tem mais de 250 mil moradores. Apenas 54% do esgoto é coletado, mas tudo é jogado no rio sem qualquer tipo de tratamento.
Quando o flutuador passou pela região, em 14 de setembro, o nível de oxigênio medido na água foi considerado péssimo: 0,01. O rio era só lixo.
Na viagem, o guardião do flutuador, Dan Robson, encontrou três grandes canos, jogando esgoto sem tratamento, direto da estação para o Tietê. Na época, a Sabesp admitiu que, por causa de um problema técnico, a estação criada para tratar o esgoto estava mesmo sujando ainda mais o rio.
Os prefeitos de sete cidades da Grande São Paulo se encontraram, nessa terça-feira, em Osasco, para discutir os problemas de saneamento na região e o principal alvo foi a Sabesp.
"Ela faz do jeito que ela quer, vem, apresenta, mostra um gráfico para a gente. Não cumpre nenhum cronograma, nem físico, e não dá conta do financeiro. Depois, a responsabilidade acaba voltando para nós, porque não fomos duros com ela. A Sabesp é cruel com esta região", disse Rubens Furlan, prefeito de Barueri.
"Cada prefeitura vai pedir, individualmente, quanto a Sabesp arrecada de conta de água e esgoto em cada cidade, para a gente poder comparar quanto ela leva de dinheiro da cidade e quanto devolve em investimentos", disse Emídio de Souza, prefeito de Osasco.
No estúdio do SPTV, o diretor da Sabesp, Paulo Massato, responsável pela região metropolitana, fala sobre a questão do saneamento.
O flutuador, que percorreu 500 quilômetros no Tietê, mediu o nível de oxigênio na água e revelou a quantidade de poluição que existe no rio.
A maioria das cidades não coleta todo o esgoto e são muitos os municípios que só recolhem a sujeira, tiram de perto das casas, mas despejam nos córregos e nos rios, sem tratar nada.
Os prefeitos de Osasco, Barueri, Santana de Parnaíba, Carapicuíba, Jandira, Itapevi e Pirapora do Bom Jesus se reuniram para falar do problema. Eles reclamaram que não têm acesso ao sistema de tratamento de esgoto da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).
A estação de Barueri é a maior do estado. Sozinha, é capaz de tratar diariamente 855 milhões de litros de esgoto. A estação fica em Barueri, mas não trata nada do esgoto produzido na cidade, que tem mais de 250 mil moradores. Apenas 54% do esgoto é coletado, mas tudo é jogado no rio sem qualquer tipo de tratamento.
Quando o flutuador passou pela região, em 14 de setembro, o nível de oxigênio medido na água foi considerado péssimo: 0,01. O rio era só lixo.
Na viagem, o guardião do flutuador, Dan Robson, encontrou três grandes canos, jogando esgoto sem tratamento, direto da estação para o Tietê. Na época, a Sabesp admitiu que, por causa de um problema técnico, a estação criada para tratar o esgoto estava mesmo sujando ainda mais o rio.
Os prefeitos de sete cidades da Grande São Paulo se encontraram, nessa terça-feira, em Osasco, para discutir os problemas de saneamento na região e o principal alvo foi a Sabesp.
"Ela faz do jeito que ela quer, vem, apresenta, mostra um gráfico para a gente. Não cumpre nenhum cronograma, nem físico, e não dá conta do financeiro. Depois, a responsabilidade acaba voltando para nós, porque não fomos duros com ela. A Sabesp é cruel com esta região", disse Rubens Furlan, prefeito de Barueri.
"Cada prefeitura vai pedir, individualmente, quanto a Sabesp arrecada de conta de água e esgoto em cada cidade, para a gente poder comparar quanto ela leva de dinheiro da cidade e quanto devolve em investimentos", disse Emídio de Souza, prefeito de Osasco.
No estúdio do SPTV, o diretor da Sabesp, Paulo Massato, responsável pela região metropolitana, fala sobre a questão do saneamento.
Veja o vídeo do SPTV de 21/09/2009 - GLOBO.COM
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quem defende as águas brasileiras!
ÁGUA - QUEM USA, CUIDA!
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