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29 de outubro de 2009

CONSELHO INDIGENISTA MISSIONÁRIO DISCUTE HIDRELÉTRICAS NAS TERRAS INDIGENAS


Conselho Indigenista Missionário (Cimi) realiza sua 18ª Assembleia Geral, em Luziânia (GO).


Cimi discute impacto das construções de hidrelétricas em terras indígenas


Agência Brasil -29/10/2009

A questão das construções de hidrelétricas, seu impacto ambiental e suas consequências nas áreas indígenas foi um dos pontos mais discutidos na 18ª Assembleia Geral do Conselho Indigenista Missionário, que está sendo realizada na cidade de Luiziânia (GO).

O professor do Instituto de Energia e Eletrotécnica da Universidade de São Paulo (USP) Célio Bergmann, em sua palestra, apresentou números que revelam o potencial hidrelétrico da Amazônia e sua relação com as áreas indígenas.

Segundo Bergmann, 50% da capacidade hidrelétrico nacional está hoje na Região Amazônica, onde 25,2% do território são ocupados por áreas indígenas. Para o pesquisador, o desafio é conciliar os empreendimentos hidrelétricos com a questão ambiental e a preservação das áreas indígenas.

“O grande desafio é viabilizar os empreendimentos que conservem a vida indígena”, disse o professor sugerindo ainda a realização de estudos que levem à adoção de medidas que reduzam o impacto ambiental e preservem as terras dos índios.

Com o tema Paz e Terra para os Povos Indígenas, a 18ª Assembleia Geral do Conselho Indigenista Missionário será realizada até sexta-feira (30).
(Fonte: Agência Brasil/Ambiente Brasil)

Cimi discute o atual modelo de desenvolvimento e a desterritorialização dos povos indígenas

CNBB em 29/10/2009

Entre os dias 27 e 30, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) realiza sua 18ª Assembleia Geral, em Luziânia (GO). Missionários, lideranças indígenas, representantes de movimentos sociais e pesquisadores tratam das principais questões que afetam os povos indígenas e discutem a ação missionária do Cimi para os próximos dois anos. Com o tema "Paz e Terra para os povos indígenas", o evento debate a desterritorialização dos povos tradicionais no atual modelo de desenvolvimento. LEIA MAIS

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