O GOVERNO FEDERAL AO VETAR E MODIFICAR VÁRIOS ARTIGOS NO CÓDIGO FLORESTAL, APROVADO NA CÂMARA FEDERAL, DEMONSTROU QUE TEVE BOM SENSO E COMPETÊNCIA, ATENDENDO GRANDE PARTE DA POPULAÇÃO, AMBIENTALISTAS, JURISTAS, ESPECIALISTAS E CIENTISTAS QUE SE MANIFESTARAM CONTRÁRIOS ÀS ABERRAÇÕES ACEITAS PELOS DEPUTADOS FEDERAIS, POR PRESSÃO DE LOBBIES, DAS GRANDES EMPRESAS DE AGRONEGÓCIOS E CONTRÁRIAS A PRESERVAÇÃO AMBIENTAL DE NOSSOS RECURSOS NATURAIS. Clique no banner e veja

CERTAMENTE SUA COMUNIDADE TEM SÉRIOS PROBLEMAS DE MEIO AMBIENTE, COMO LIXÕES IRREGULARES, POLUIÇÃO E CONTAMINAÇÃO DAS ÁGUAS, DESTRUIÇÃO DE MATAS CILIARES E FLORESTAS, CONSCIENTIZAÇÃO DOS ESTUDANTES E POPULAÇÃO, POLUIÇÃO DO AR E FALTA DE SANEAMENTO BÁSICO...VAMOS APROVEITAR A DATA PARA COMEÇAR UM MOVIMENTO LOCAL, CONTRA ESSAS SITUAÇÕES? Clique no banner e faça suas pesquisas

2 de outubro de 2009

10º ENCONTRO INTERNACIONAL DE ENERGIA CIESP/FIESP - 05 E 06 OUT - SP


Fontes renováveis podem ser alternativas a hidrelétricas em período de seca

Participação da iniciativa privada na produção dessas fontes será debatida no 10º Encontro Internacional de Energia Ciesp/Fiesp

Ante o impasse para liberação de licenças ambientais para novas hidrelétricas no Brasil – como ocorre com o projeto da usina de Belo Monte, no Rio Xingu –, o impacto do período de seca sobre a geração e o preço da energia elétrica no País poderia ser minimizado com maiores investimentos em fontes alternativas. Entre elas: a eólica, a co-geração do bagaço de cana-de-açúcar e a produção nuclear.

Contudo, a falta de incentivo financeiro para essas categorias energéticas tem deixado aberto o espaço para que térmicas movidas a óleo diesel avancem. Não bastasse o alto nível poluidor da modalidade, o preço médio do megawatt/hora negociado nos leilões (R$ 140) é superado devido ao maior acionamento das térmicas no período de seca, elevando a tarifa para R$ 240.

No final das contas, o preço da energia à base de diesel acaba sendo o mesmo da eólica. O diferencial positivo é que as pás movimentadas por ventos não geram passivos ambientais que contribuam para o aquecimento global. Já no caso da cana-de-açúcar, o MW/hora cai para R$ 150.

A discussão sobre a complementaridade do sistema hidrelétrico por fontes renováveis deve esquentar debates no 10° Encontro Internacional de Energia, que Ciesp e Fiesp realizam, dias 5 e 6 de outubro, em São Paulo.

Confira a programação completa do evento no site www.ciesp.com.br/energia.

Serviço
10º Encontro Internacional de Energia
Data: 5 e 6 de outubro
Local: Hotel Unique (Av. Brigadeiro Luís Antonio, 4.700, São Paulo, SP).
Informações: tels. (11) 3549-3556 / 3557
E-mail: encontrodeenergia@ciesp.org.br

Nivaldo Souza, Agência Ciesp de Notícias


INSTITUTO SOS RIOS DO BRASIL
Divulgando, Promovendo e Valorizando
quem defende as águas brasileiras!
ÁGUA - QUEM USA, CUIDA!

0 comentários: