Em João Pessoa (PB), um antigo lixão foi transformado em jardim. A iniciativa veio de moradores da comunidade de Boa Esperança, localizada no bairro do Cristo Redentor, na capital paraibana. Eles mostraram que é prazeroso cuidar do lugar onde vivem.UM BOM EXEMPLO COMUNITÁRIO A SER SEGUIDO
Poluentes diminuíram com a extinção do Lixão na Paraíba
O poluente que chega ao local foi reduzido com a extinção do Lixão, de acordo com a professora Cláudia Coutinho Nóbrega, que desenvolve um estudo para analisar a qualidade das águas superficiais e subterrâneas. No subsolo, o processo está sendo feito através da análise de seis poços, alguns na região de influência do Lixão.
A equipe de estudiosos do Laboratório de Recursos Hídricos e Saneamento do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) realiza esse monitoramento a cada quatro meses. O projeto abrange ainda a questão do uso da água pela população seja para lazer, transporte ou para a extração de alimentos, tanto para comercialização quanto para consumo próprio.
Desde o início dos estudos, em 2006, o monitoramento mostra que não houve uma significativa redução dos níveis de poluição da água do rio e do solo, segundo a professora Cláudia. Para ela, o Lixão era apenas um dos poluentes, no entanto a área está toda comprometida pela instalação de empresas que contribuem para a degradação ambiental e também pela ação dos moradores, que lançam resíduos a céu aberto. “A retirada do Lixão está permitindo que haja diminuição da poluição, mas nós encontramos traços de óleo e graxa que pode ter origem de oficinas, postos de gasolina e outras empresas instaladas na localidade”, informa.
O material recolhido pelos estudiosos é enviado para órgãos como a Emlur e Sudema (Superintendência de Administração do Meio Ambiente). Frequentemente há audiências para tratar do assunto e definir quanto ao prosseguimento dos estudos. “A Emlur financia o monitoramento e está atuando com ações para minimizar os impactos causados pelo antigo Lixão”, enfatiza a professora. Os estragos são grandes, afinal a média diária de resíduos sólidos urbanos que chegavam por dia ao local era de 700 toneladas, segundo Cláudia Coutinho Nóbrega.
(Fonte: Jornal da Paraíba - PB)
INSTITUTO SOS RIOS DO BRASIL
Divulgando, Promovendo e Valorizando
quem defende as águas brasileiras!
ÁGUA - QUEM USA, CUIDA!
O poluente que chega ao local foi reduzido com a extinção do Lixão, de acordo com a professora Cláudia Coutinho Nóbrega, que desenvolve um estudo para analisar a qualidade das águas superficiais e subterrâneas. No subsolo, o processo está sendo feito através da análise de seis poços, alguns na região de influência do Lixão.
A equipe de estudiosos do Laboratório de Recursos Hídricos e Saneamento do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) realiza esse monitoramento a cada quatro meses. O projeto abrange ainda a questão do uso da água pela população seja para lazer, transporte ou para a extração de alimentos, tanto para comercialização quanto para consumo próprio.
Desde o início dos estudos, em 2006, o monitoramento mostra que não houve uma significativa redução dos níveis de poluição da água do rio e do solo, segundo a professora Cláudia. Para ela, o Lixão era apenas um dos poluentes, no entanto a área está toda comprometida pela instalação de empresas que contribuem para a degradação ambiental e também pela ação dos moradores, que lançam resíduos a céu aberto. “A retirada do Lixão está permitindo que haja diminuição da poluição, mas nós encontramos traços de óleo e graxa que pode ter origem de oficinas, postos de gasolina e outras empresas instaladas na localidade”, informa.
O material recolhido pelos estudiosos é enviado para órgãos como a Emlur e Sudema (Superintendência de Administração do Meio Ambiente). Frequentemente há audiências para tratar do assunto e definir quanto ao prosseguimento dos estudos. “A Emlur financia o monitoramento e está atuando com ações para minimizar os impactos causados pelo antigo Lixão”, enfatiza a professora. Os estragos são grandes, afinal a média diária de resíduos sólidos urbanos que chegavam por dia ao local era de 700 toneladas, segundo Cláudia Coutinho Nóbrega.
(Fonte: Jornal da Paraíba - PB)
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