O GOVERNO FEDERAL AO VETAR E MODIFICAR VÁRIOS ARTIGOS NO CÓDIGO FLORESTAL, APROVADO NA CÂMARA FEDERAL, DEMONSTROU QUE TEVE BOM SENSO E COMPETÊNCIA, ATENDENDO GRANDE PARTE DA POPULAÇÃO, AMBIENTALISTAS, JURISTAS, ESPECIALISTAS E CIENTISTAS QUE SE MANIFESTARAM CONTRÁRIOS ÀS ABERRAÇÕES ACEITAS PELOS DEPUTADOS FEDERAIS, POR PRESSÃO DE LOBBIES, DAS GRANDES EMPRESAS DE AGRONEGÓCIOS E CONTRÁRIAS A PRESERVAÇÃO AMBIENTAL DE NOSSOS RECURSOS NATURAIS. Clique no banner e veja

CERTAMENTE SUA COMUNIDADE TEM SÉRIOS PROBLEMAS DE MEIO AMBIENTE, COMO LIXÕES IRREGULARES, POLUIÇÃO E CONTAMINAÇÃO DAS ÁGUAS, DESTRUIÇÃO DE MATAS CILIARES E FLORESTAS, CONSCIENTIZAÇÃO DOS ESTUDANTES E POPULAÇÃO, POLUIÇÃO DO AR E FALTA DE SANEAMENTO BÁSICO...VAMOS APROVEITAR A DATA PARA COMEÇAR UM MOVIMENTO LOCAL, CONTRA ESSAS SITUAÇÕES? Clique no banner e faça suas pesquisas

26 de abril de 2011

OEA CONCEDE MAIS OITO DIAS PARA QUE O BRASIL SE MANIFESTE SOBRE BELO MONTE

Brasil pede mais tempo à OEA sobre Belo Monte


O órgão concedeu mais oito dias para que o País se manifeste sobre a medida que pediu a [br]paralisação da obra


21 de abril de 2011 


Fátima Lessa - O Estado de S.Paulo
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), da Organização dos Estados Americanos (OEA), informou ontem que o governo brasileiro pediu mais tempo para se manifestar sobre a medida cautelar que solicita a paralisação do projeto de Belo Monte até que seja feita a oitiva indígena prevista na Constituição, na Convenção Americana dos Direitos Humanos e na Convenção 169 da OIT, das quais o País é signatário.
Com o pedido, a CIDH concedeu mais oito dias para que governo brasileiro se manifeste sobre a medida cautelar. Em 1.º de abril, em comunicado oficial ao Itamaraty, a CIDH argumentou o suposto prejuízo da construção aos direitos das comunidades tradicionais da bacia do Rio Xingu. E deu o prazo de 15 dias para que fossem comunicadas quais medidas haviam sido adotadas. Na medida cautelar, a CIDH solicita que o estudo de impacto ambiental de Belo Monte seja traduzido para os idiomas indígenas e apresentado de forma compreensível.
Para o Movimento Xingu Vivo para Sempre, o governo brasileiro teria reagido "de forma desmedida à solicitação de cumprir os compromissos assumidos junto aos seus pares e aos demais Estados americanos".
Segundo a advogada Roberta Amanajás, da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos, além das declarações desastrosas de vários ministros, o Brasil teria utilizado mecanismos inapropriados de pressão contra a OEA, como a retirada de seu candidato (o ex-ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Paulo Vanucchi) das próximas eleições da CIDH.
Amanajás disse que "outra afronta à OEA foi a declaração do diretor de Relações Institucionais do consórcio Norte Energia, João Pimentel, que afirmou ao jornal Valor Econômico que iniciaria as obras da usina até o fim de maio, quando espera que o Ibama conceda a licença de instalação de Belo Monte".
Para a liderança indígena Sheyla Juruna, as manifestações soaram como uma tentativa de intimidação da CIDH. Mas, diz ele, devem ter efeito contrário porque vão fortalecer o princípio de proteção dos direitos humanos das populações ameaçadas. "Importantes organizações de direitos humanos no Brasil e no exterior manifestaram o seu apoio à decisão da CIDH."
Disputa
O Movimento Xingu Vivo para Sempre e outras instituições acusam o governo brasileiro de não realizar oitivas com as populações que serão diretamente afetadas pela obra de Belo Monte. 
SAIBA MAIS

Belo Monte herda demitidos de Jirau 








BLOG SOS RIOS DO BRASIL
ÁGUA - QUEM PENSA, CUIDA!

0 comentários: