O GOVERNO FEDERAL AO VETAR E MODIFICAR VÁRIOS ARTIGOS NO CÓDIGO FLORESTAL, APROVADO NA CÂMARA FEDERAL, DEMONSTROU QUE TEVE BOM SENSO E COMPETÊNCIA, ATENDENDO GRANDE PARTE DA POPULAÇÃO, AMBIENTALISTAS, JURISTAS, ESPECIALISTAS E CIENTISTAS QUE SE MANIFESTARAM CONTRÁRIOS ÀS ABERRAÇÕES ACEITAS PELOS DEPUTADOS FEDERAIS, POR PRESSÃO DE LOBBIES, DAS GRANDES EMPRESAS DE AGRONEGÓCIOS E CONTRÁRIAS A PRESERVAÇÃO AMBIENTAL DE NOSSOS RECURSOS NATURAIS. Clique no banner e veja

CERTAMENTE SUA COMUNIDADE TEM SÉRIOS PROBLEMAS DE MEIO AMBIENTE, COMO LIXÕES IRREGULARES, POLUIÇÃO E CONTAMINAÇÃO DAS ÁGUAS, DESTRUIÇÃO DE MATAS CILIARES E FLORESTAS, CONSCIENTIZAÇÃO DOS ESTUDANTES E POPULAÇÃO, POLUIÇÃO DO AR E FALTA DE SANEAMENTO BÁSICO...VAMOS APROVEITAR A DATA PARA COMEÇAR UM MOVIMENTO LOCAL, CONTRA ESSAS SITUAÇÕES? Clique no banner e faça suas pesquisas

27 de abril de 2011

RIBEIRÃO PRETO (SP) CORRE RISCO DE ABASTECIMENTO COM AQUÍFERO GUARANI 40 M ABAIXO DO NÍVEL



27/4/2011 
Aquífero Guarani está 40 metros mais abaixo

O Aquífero Guarani é um enorme reservatório de águas subterrâneas, de 1,2 milhão de quilômetros quadrados, que se estende pelos territórios de Brasil (840 mil quilômetros quadrados), Uruguai (58,5 mil), Argentina (355 mil) e Paraguai (58,5 mil). Somadas, as áreas equivalem ao território de Inglaterra, França e Espanha. - No total, o manancial dispõe de um volume aproveitável de água da ordem de 40 quilômetros cúbicos ao ano.

O número é 30 vezes superior à demanda por água da população na área de ocorrência, estimada em 15 milhões de habitantes. O caso de Ribeirão, porém, é especial. A cidade é um dos raros pontos onde o aguífero aflora, chegando a formar lagoas. 

Por conta disso, a região torna-se estratégica para a recarga do manancial. Entretanto, o nível do aquífero está 40 metros abaixo das primeiras medições realizadas na cidade, o que pode colocar em risco o abastecimento de Ribeirão, que tem 100% de sua água retirada do manancial.

"Se os problemas com o Aqüífero Guarani permanecerem, acabaremos tendo que captar água do Rio Pardo, o que seria muito caro e iria gerar problemas de estrutura, além de uma queda natural na qualidade da água", avalia Darvin José Alves, ex-superintendente do Departamento de Água e Esgoto de Ribeirão Preto (Daerp). Fonte: SITE TRATAMENTO DE ÁGUA








BLOG SOS RIOS DO BRASIL
ÁGUA - QUEM PENSA, CUIDA!

0 comentários: