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15 de janeiro de 2009

ENCHENTES DO RIO PEREQUÊ-AÇU (PARATY-RJ) LEVOU A ESTADO DE EMERGÊNCIA


Abastecimento d'água em Paraty só volta ao normal em dois dias

Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - O abastecimento d'água na cidade de Paraty, na região sul fluminense, só deve voltar ao normal na quarta-feira (14). Metade da população da cidade, de 30 mil habitantes, continua sem água por causa da enchente que, no último final de semana, danificou a rede de distribuição. A Defesa Civil municipal pede doações de água potável e ajuda de carros-pipa.

Os estragos foram causados pela cheia do Rio Perequê-Açu, que deixou pelo menos mil pessoas desalojadas e 50 desabrigadas. Casas e estabelecimentos comerciais foram inundados e o centro histórico, famoso por receber a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), também foi danificado. A enchente destruiu calçadas, muros e pontes. A situação levou a prefeitura a decretar situação de emergência.

“Agora, a grande dificuldade mesmo é atender a demanda de falta d'água. Isso porque estamos ainda com um grande número de turistas por conta da alta temporada”, afirmou o coordenador da Defesa Civil municipal, Antônio Tavares. Ele disse que a prefeitura e o governo estadual trabalham para resolver o problema rapidamente, o que não evita transtornos.

Outra preocupação é com a transmissão de doenças. Segundo Tavares, para evitar contaminação por tétano e surtos de leptospirose, doença transmitida pela urina do rato, comum em regiões inundadas, a prefeitura trabalha com equipes de saúde, orientando os moradores, principalmente aqueles que tentam voltar para as casas danificadas.

Paraty é mais um município fluminense que sofre com enchentes, nos últimos meses. No norte e noroeste do Rio, região mais atingida pelas fortes chuvas, seis rios transbordaram, deixando 12 cidades em situação de emergência e uma em estado de calamidade pública.

A Defesa Civil da região informa que, com a estiagem dos últimos dias, as pessoas têm voltado para as casas e a situação tende a se normalizar. De acordo com o coronel Moacir Pires, responsável pela área, os moradores limpam as casas e contam os prejuízos. Pires informou que nos próximos dias será divulgado relatório com um balanço da situação.

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