CERTAMENTE SUA COMUNIDADE TEM SÉRIOS PROBLEMAS DE MEIO AMBIENTE, COMO LIXÕES IRREGULARES, POLUIÇÃO E CONTAMINAÇÃO DAS ÁGUAS, DESTRUIÇÃO DE MATAS CILIARES E FLORESTAS, CONSCIENTIZAÇÃO DOS ESTUDANTES E POPULAÇÃO, POLUIÇÃO DO AR E FALTA DE SANEAMENTO BÁSICO...VAMOS APROVEITAR A DATA PARA COMEÇAR UM MOVIMENTO LOCAL, CONTRA ESSAS SITUAÇÕES? Clique no banner e faça suas pesquisas

O QUE A SUA COMUNIDADE TEM PARA COMEMORAR NA 'SEMANA DO MEIO AMBIENTE 2012' ? OS CURSOS D' ÁGUA RECEBEM ESGOTOS TRATADOS? TODAS AS PESSOAS UTILIZAM ÁGUA ENCANADA? AS MATAS CILIARES ESTÃO SENDO RESPEITADAS? E O LIXO, ESTÁ SENDO DEPOSITADO CORRETAMENTE? GARANTA QUALIDADE DE VIDA PARA SUA COMUNIDADE, BUSCANDO SAÚDE AMBIENTAL!

19 de janeiro de 2009

FRAUDE EM HIDRÔMETROS IDENTIFICADO EM MAIS DE 20 MIL RESIDÊNCIAS

Na Grande SP, 'gatos' desviam 5,4 bi de litros d'água

Da Agência Estado



Volume é suficiente para abastecer por um mês 1,5 milhão de habitantes.
São 21.165 imóveis com equipamentos de medição de água fraudados.

Foto: Reprodução/TV Globo
Fonte: G1 - 17/01/2009

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) identificou no ano passado 21.165 imóveis com equipamentos de medição de água fraudados na capital paulista e em outros 36 municípios da Região Metropolitana.

O volume de água desviado chega a 5,4 bilhões de litros em um ano, suficientes para abastecer por um mês uma cidade de 1,5 milhão de habitantes.

Para encontrar os fraudadores, foram realizadas 155.569 vistorias por técnicos da Sabesp nas cidades da Grande São Paulo. Com a regularização dos “gatos”, voltam a ser arrecadados R$ 26,1 milhões por ano.

O consumo irregular não faz distinção social. Tanto moradores de regiões da periferia quanto de bairros nobres - como Higienópolis, Jardins e Campo Belo - fraudam equipamentos de medição. “Temos casos de estabelecimentos famosos nos Jardins, como restaurantes, que adulteram os hidrômetros”, afirmou o gerente da Unidade de Negócios Centro da Sabesp, José Antonio Soares de Oliveira.

No ano passado, após vistoria, um famoso restaurante em Moema, que violava o hidrômetro, teve de pagar R$ 70 mil à Sabesp. Um edifício de luxo no mesmo bairro da Zona Sul também fez uma ligação clandestina.

Quando a fraude foi descoberta, o condomínio pagou o que devia: R$ 87 mil. Normalmente estabelecimentos de áreas nobres deixam a água passar por um tempo e depois voltam o hidrômetro ao normal para driblar os fiscais, segundo a Sabesp.

Quando os técnicos detectam a fraude, a pessoa recebe um auto de intimação e tem cinco dias para regularizar a situação. Um sistema calcula quanta água deixou de ser paga. Não há cobrança de multa.

INSTITUTO SOS RIOS DO BRASIL
Divulgando, Promovendo e Valorizando
quem defende as águas brasileiras!
ÁGUA - QUEM USA, CUIDA!

0 comentários: