CERTAMENTE SUA COMUNIDADE TEM SÉRIOS PROBLEMAS DE MEIO AMBIENTE, COMO LIXÕES IRREGULARES, POLUIÇÃO E CONTAMINAÇÃO DAS ÁGUAS, DESTRUIÇÃO DE MATAS CILIARES E FLORESTAS, CONSCIENTIZAÇÃO DOS ESTUDANTES E POPULAÇÃO, POLUIÇÃO DO AR E FALTA DE SANEAMENTO BÁSICO...VAMOS APROVEITAR A DATA PARA COMEÇAR UM MOVIMENTO LOCAL, CONTRA ESSAS SITUAÇÕES? Clique no banner e faça suas pesquisas

O QUE A SUA COMUNIDADE TEM PARA COMEMORAR NA 'SEMANA DO MEIO AMBIENTE 2012' ? OS CURSOS D' ÁGUA RECEBEM ESGOTOS TRATADOS? TODAS AS PESSOAS UTILIZAM ÁGUA ENCANADA? AS MATAS CILIARES ESTÃO SENDO RESPEITADAS? E O LIXO, ESTÁ SENDO DEPOSITADO CORRETAMENTE? GARANTA QUALIDADE DE VIDA PARA SUA COMUNIDADE, BUSCANDO SAÚDE AMBIENTAL!

6 de dezembro de 2008

TRF LIBERA OBRAS DA USINA DE JIRAU E MINC DIZ QUE É "GUERRA COMERCIAL"

Foto da Usina Hidrelétrica Tucuruí que está localizada no trecho inferior do Rio Tocantins, a 350 km ao sul de Belém

TRF suspende liminar que impedia obra de Jirau

O presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª região, desembargador Jirair Aram Meguerian, suspendeu na noite de quinta-feira (4) o efeito da liminar que impedia as obras iniciais da hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira, em Rondônia.

Segundo a assessoria do TRF, a decisão considerou os argumentos utilizados pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama), de que o estudo ambiental que originou a liminar continha erros.

No Rio de Janeiro, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, confirmou o reinício das obras e acusou a construtora Odebrecht de estar por trás da tentativa de impedir a construção da usina.

"Na verdade, o está por trás disso é uma guerra comercial. Descobrimos que os advogados ambientalistas eram os mesmos da Odebrecht", disse Minc a jornalistas.

"A guerra comercial não pode prejudicar o Brasil e o meio ambiente, é uma guerra pesada entre os dois grandes consórcios", disse ele, referindo-se aos dois consórcios que venceram as licitações para construção das duas usinas do rio Madeira.

O consórcio que adquiriu em leilão a concessão da hidrelétrica de Jirau - que terá capacidade instalada para gerar 3.300 megawatts - é liderado pela franco-belga Suez Energy com 50,1 por cento, e composto ainda por Camargo Corrêa (9,9 por cento) e as estatais Eletrosul (20 por cento) e Chesf (20 por cento).

Segundo a assessoria do consórcio, as obras que haviam começado no final de novembro e tinham sido interrompidas pela liminar serão retomadas imediatamente. O cronograma não foi comprometido, afirmou a assessoria.

O primeiro leilão, da usina de Santo Antônio, com capacidade para 3.150 megawatts, em dezembro, foi vencido pelo consórcio Furnas/Odebrecht, que vinha desenvolvendo o projeto básico das duas usinas desde 2001. A Odebrecht concorreu por Jirau e perdeu. (Fonte: Estadão Online)

INSTITUTO SOS RIOS DO BRASIL
Divulgando, Promovendo e Valorizando
quem defende as águas brasileiras!
ÁGUA - QUEM USA, CUIDA!

0 comentários: