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10 de fevereiro de 2010

RIO PARAÍBA DO SUL PRECISA DE R$ 6 MILHÕES PARA LIMPEZA DAS CAPITUVAS QUE INFESTAM O RIO

Máquina remove capituvas junto à ponte André Franco Montoro, em Caçapava.

Aumento de capituvas na calha do rio Paraíba volta a preocupar moradores da região

Segundo geólogo, limpeza das capituvas em toda extensão do rio Paraíba deve custar R$6 milhões
As capituvas voltaram a preocupar prefeituras da região. Em Tremembé, o acúmulo da vegetação ameaça a estrutura da principal ponte sobre o Paraíba e não há verba disponível para a limpeza do rio.

A invasão começou de novo. Em um trecho do rio Paraíba em Tremembé as capituvas encontraram o lugar para se multiplicarem. O crescimento chama a atenção de quem passa pelo local. “Ela bate ali, fica ali forçando. Com a quantidade de caminhão pesado que fica passando por aqui, isso vai ceder” , diz o pescador José Evaristo.

A preocupação é válida. Duas pontes da região já sofreram danos estruturais por causa das plantas aquáticas. Em Potim houve uma interdição e em Caçapava, elas provocaram uma queda de cabeceira há dois anos.

Credito: Reprodução / Rede Vanguarda Um grande volume de capituvas barra a passagem do rio fazendo com que a água passe com mais força pelas laterais. É esse deslocamento que põe em risco a estrutura das pontes. É possível ver o que restou de um antigo sistema de captação que aos poucos foi sendo arrastado pela forte correnteza.

O geólogo do DAEE, Edilson de Paula, alerta para o perigo e para a necessidade de uma limpeza constante no rio. Em 2008 foram gastos R$5 milhões para a retirada de grandes acúmulos de vegetação de Jacareí a Cruzeiro. Mas o problema não pára. “Ela vai continuar porque as condições para ela crescer estão dadas. Chega muita matéria orgânica no rio, então ela sempre vai se desenvolver na calha do rio Paraíba e vai ser necessário fazer essa limpeza, essa manutenção, sempre também”, diz.

Credito: Reprodução / Rede Vanguarda A prefeitura afirma que não há verba para o serviço, nem do estado, nem do governo federal. O município vai sugerir uma solução em conjunto com todos os afetados pelas capituvas. “Seria a aquisição de um equipamento para todos esses municípios, um consórcio. Permanentemente fazer a limpeza dentro dos rios. Se unirem todos esses municípios é mais adequado para o trabalho”, diz o secretário de meio ambiente, Francisco de Barros Pereira.


Ainda segundo o geólogo, a limpeza das capituvas em toda extensão do rio Paraíba está orçada em R$6 milhões. Já a manutenção anual, para que a vegetação não volte a acumular, custa cerca de R$200 mil. Fonte: V-News - Globo.com

Banco de capituvas junto às pilastras da ponte André Franco Montoro

*CAPITUVA

Echinochloa spp. - Capim-arroz, crista-de-galo, capituva, capim-jaú, canevão

A grande maioria das plantas daninhas que ocorrem nas lavouras de arroz irrigado do Rio Grande do Sul pertence ao gênero Echinochloa.

Planta nativa da Europa e Ásia (Índia), herbácea ereta e com ciclo biológico de duração variável entre 100 a 120 dias (Leitão Filho et al., 1972). A literatura consultada é muito confusa na qualificação das diversas unidades taxonômicas de capim arroz, pois é muito difícil fazer-se a identificação precisa das espécies deste gênero. Há grande polimorfismo dentro da mesma espécie; e adicionalmente, para complicar, ocorrem cruzamentos naturais, produzindo híbridos, que não apresentam características definidas (Kissmann & Groth, 1999). Pela complexidade, alguns botânicos preferem denominar de complexo Echinochloa.

Principais espécies:
- Echinochloa crusgalli (L.) Beauv. var. crusgalli.
- Echinochloa crusgalli (L.) Beauv. var. cruspavonis (H.B.K.) Hitch.
- Echinochloa crusgalli (L.) Beauv. var. orizicola (Vasing) Ohwi.
- Echinochloa crusgalli (L.) Beauv. var. zelayensis (H.B.K.) Hitch.
- Echinochloa crusgalli (L.) Beauv. var. mitis.

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