O GOVERNO FEDERAL AO VETAR E MODIFICAR VÁRIOS ARTIGOS NO CÓDIGO FLORESTAL, APROVADO NA CÂMARA FEDERAL, DEMONSTROU QUE TEVE BOM SENSO E COMPETÊNCIA, ATENDENDO GRANDE PARTE DA POPULAÇÃO, AMBIENTALISTAS, JURISTAS, ESPECIALISTAS E CIENTISTAS QUE SE MANIFESTARAM CONTRÁRIOS ÀS ABERRAÇÕES ACEITAS PELOS DEPUTADOS FEDERAIS, POR PRESSÃO DE LOBBIES, DAS GRANDES EMPRESAS DE AGRONEGÓCIOS E CONTRÁRIAS A PRESERVAÇÃO AMBIENTAL DE NOSSOS RECURSOS NATURAIS. Clique no banner e veja

CERTAMENTE SUA COMUNIDADE TEM SÉRIOS PROBLEMAS DE MEIO AMBIENTE, COMO LIXÕES IRREGULARES, POLUIÇÃO E CONTAMINAÇÃO DAS ÁGUAS, DESTRUIÇÃO DE MATAS CILIARES E FLORESTAS, CONSCIENTIZAÇÃO DOS ESTUDANTES E POPULAÇÃO, POLUIÇÃO DO AR E FALTA DE SANEAMENTO BÁSICO...VAMOS APROVEITAR A DATA PARA COMEÇAR UM MOVIMENTO LOCAL, CONTRA ESSAS SITUAÇÕES? Clique no banner e faça suas pesquisas

26 de março de 2010

VAZAMENTO DE ÓLEO VEGETAL NAFTALÊNICO CONTAMINA RIO CACERIBU E APA DE GUAPIMIRIM (RJ)

25.03.2010 | 10:28

Vazamento de óleo atinge mangue protegido na Baía

Um vazamento de óleo vegetal naftalênico contaminou pelo menos 10 quilômetros do Rio Caceribu, entre Itaboraí e a Área de Proteção Ambiental (APA) de Guapimirim, no fundo da Baía de Guanabara. O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) informou que cerca de seis mil litros do produto vazaram das obras da subestação de energia das Pedras Transmissora de Energia, às margens do Rio Duques, que é afluente do Caceribu. O óleo, considerado de baixa toxicidade pelo Inea, espalhou-se por uma extensão de cerca de dez quilômetros e, apesar das barreiras de contenção, atingiu a APA de Guapimirim, onde estão alguns dos últimos remanescentes de manguezal da Baía.

O Inea ainda não decidiu o valor da multa que será aplicada à empresa. Segundo o presidente do órgão, Luiz Firmino, o cálculo deve ficar pronto em cerca de uma semana: — Vamos avaliar melhor os danos ao mangue para chegar a um valor. O óleo atingiu uma unidade de conservação, o que é um agravante, mas o fato de a empresa ter informado o Inea imediatamente após o acidente serve como atenuante — explicou Firmino.

Óleo, muito fino,
não para nas barreiras Os responsáveis pela empresa Pedras Transmissora não foram encontrados ontem. A subestação fornecerá energia para a concessionária Ampla. O vazamento teria ocorrido na madrugada de segunda-feira.

Até ontem, o óleo tinha avançado por apenas meio quilômetro de manguezal da APA de Guapimirim no Rio Caceribu.

No entanto, pelo fato de o produto ser muito refinado, não estava parando nas barreiras de contenção instaladas no rio. O chefe da APA, Breno Herrera, alertou para os riscos de dano ambiental: — Pode haver, sim, impacto sensível nos mangues, com a queima dos tecidos vegetais às margens do Caceribu e a intoxicação da fauna da unidade, especialmente os caranguejos e peixes — disse Herrera.

Ele soube do vazamento no patrulhamento de rotina da unidade. A APA não foi avisada sobre o acidente.

Firmino afirmou que o Inea está estudando uma maneira de retirar o óleo da água, já que ele não para nas barreiras e tampouco evapora.

O biólogo Mário Moscatelli, que ontem sobrevoou o local do acidente, lamentou: — Infelizmente, vejo aqueles rios perdendo vida e o comprometimento da última grande área de manguezal do estado.

REPORTAGEM PUBLICADA EM O GLOBO/BLOG DO GABEIRA



INSTITUTO SOS RIOS DO BRASIL
Divulgando, Promovendo e Valorizando
quem defende as águas do Brasil!
ÁGUA - QUEM USA, CUIDA!

0 comentários: